Me arrombaram, mas me vinguei do meu marido…


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Por mais que você faça, parece que nunca tem valor. E por mais que você se valorize alguém ta sempre te jogando fora, no lixo mesmo.
Poxa, eu sou uma mulher de 26 anos, bonita de corpo, cheirosa, limpa, inteligente, cheia de fantasias, sonhos, desejos. Modéstia parte tenho um corpo fantástico, tipo modelo, mas mais cheinha, uma bundinha arrebitada. Nunca fiz questão de namorado ou homem de pinto grande, sabe, essas coisas absurdas que a gente vê por ai. Tem cara aqui que fala que tem 23cm., e fode quatro ou seis vezes uma garota, em duas horas, não existe mesmo, acho que esses caras são babacas, mentir pra que?
Uma mulher normal como eu precisa de, no máximo, 10 cm., pra gozar, se a mulher, a maioria goza com um dedinho, uma língua, pinto de 20 cm., só vai fazer estrago gente e deforma seu sexo.
Bem no meu caso, na minha vingança contra o meu marido, me dei mal e me arrombaram de verdade. Éramos casados ha cinco anos, e Roberto era muito carinhoso comigo, fazíamos verdadeiras loucuras de amor. Eu o fazia feliz e, tirando o meu cuzinho, ele gozava onde queria, na bucetinha, na boca, na bunda, mas sem por no cuzinho, doía muito, apesar do pinto dele ser de 14 cm., mas era meio grosso. Mesmo assim a gente era feliz.
Ele foi transferido para uma filial, e daí pra frente mudou muito comigo, e passou a me tratar muito mal. Fiquei desconfiada e já tinham me alertado. Bem era verdade, ele tinha mesmo uma aventura com uma mulher da filial nova, era uma garota mais nova que eu quatro anos e ainda por cima era casada. Fiquei na minha só atenta a tudo o que acontecia, jamais admiti ser traída, não suportava isso.
Um dia ele chegou em casa muito bêbado e cheirava perfume barato de mulher. Não suportei cheguei perto dele e falei:
Você tem outra, né seu vagabundo.
Ele me jogou no chão e me bateu, um dos tapas pegou no meu rosto, foi o que mais doeu, apanhei na cara sem dever nada. Chorei muito e ele dizia que eu estava enganada, pedi desculpas pra ele ficar mais calmo, mas dentro de mim prometi me vingar.
Não demorou muito veio a grande noticia, ia ter um churrasco da empresa num sitio alugado por eles.
Naquele sábado, dia lindo, muito quente lá fomos nos. Eu quieta pra não abrir a boca e dar mancada, ele também quieto e muito ansioso, eu finalmente ia conhecer a mulher amante dele. Chegamos mais cedo, eu fiquei andando por ali, o pessoal foi chegando, até que ela chegou, eu a conhecia de nome, Marta, ele com a maior cara de pau, me apresentou, ela era bonita, mas não mais que eu. O seu marido era um pedaço de carne dos mais gostosos que já tinha visto, olhos grandes, peito largo, um belo corpo. Junto com eles vieram mais três amigos deles. Eu me abri toda bem devagar e dava olhadinhas, sabe aquela olhadinhas caça homem, e despejei meu charme em cima deles todos com discrição e sem que o estúpido do meu marido percebesse.
Eu precisava esperar mais um pouco até o pessoal começar a beber. Tinha muita bebida, eu sabia que ia acabar todos de fogo mais tarde. Eu estava com uma saia jeans, larga, bem à vontade e sentia minha bucetinha molhar minha calcinha, sem mesmo por a mão nela.
Com o pessoal chegando fui me afastando dele e ficando conversando com outras mulheres até chegar nela a amante dele. Conversamos naturalmente eu queria mesmo lhe enfiar a mão na cara dela, mas me contive e fui à luta. O marido dela estava com outro cara, eu passei por ele, por trás do amigo e dei uma piscadinha, e segui mais adiante atrás da casa. Não deu outra… Ele me seguiu e chegando junto disfarçamos estar conversando e entramos no que seria um galinheiro no fundo do sitio, não dava pra ninguém nos ver. Mal entramos eu o abracei e falando tesão, gostoso, nossa você me comoveu, o cara derreteu, passei a mão e senti seu pau duro feito estaca. Abri rápido seu zíper, chupei bem gostoso seu pau. Fiquei de quatro, ele se pôs em sentido e me penetrou por trás na minha bucetinha, enfiou em duas ou três estocadas e afundou, até seu saco bater na minha bunda. Era um pinto, maior que o do meu marido, mais comprido e bateu fundo no meu útero, mas me deu prazer, quando estava gozando senti ele gozar dentro de mim e jorrou seu leite lá dentro…Bom eu achava que estava vingada e minha traição pagou a dele. Engano meu, depois que saímos, ele chegou e disse que queria fazer mais festa comigo, fiz o rodeio com as pessoas e fui lá no galinheiro. Quando entrei tinha mais dois dos três caras amigos dele. Aí senti a coisa ficar preta… Três homens ia ser duro de dar conta, eu não era uma puta e não sabia lidar com isso, mas até aí. Um deles tomava um copo de uísque, tomei da mão dele, virei de uma só vez e eles vieram pra cima de mim.
Sem dizer uma só palavra e não precisava, eu tirei toda minha roupa, joguei de lado e me deitei num monte de sacos de ração, o marido dela foi o primeiro de novo, talvez pra mostrar aos amigos a sua puta. De cara entrou em mim com seu pinto e começou a me foder. Um dos amigos tirou seu pau pra fora e colocou na minha boca, estava indo à loucura com dois pintos em mim. Quando o terceiro tirou pra fora eu gelei, além de ser o maior com certeza ia comer minha bundinha… Bem… Sempre tem a primeira vez. Meu fodedor da buceta ficou por baixo de mim, o outro na sua cabeça com o pinto na minha boca e o amigo da traseira, cuspiu no meu buraquinho e forçou aquele pinto enorme… Conforme ele enfiava eu sentia dilatar meu cuzinho e minhas pregas indo pro espaço, mais entrava, mais arrombava, doeu demais, cheguei a chorar e não podia gritar por causa do pau na minha boca, parecia que tinham combinado e os três gozaram quase juntos, bebi mais porra, encheram de novo minha buceta e finalmente meu cuzinho arrombado foi inundado com mais porra. Os três revezaram e trocaram de posições, eu já estava começando a ficar dolorida.
Eles saíram um de cada vez e me deixaram ali pra me refazer, mais uma vez engano meu. Nos fundos tinha um quarto que era do pessoal de uma obra que estava sendo feita nas imediações e eles usavam aquele local. Só que em festas eles não deveriam aparecer, apenas guardar o lugar, quer dizer não deveriam. Entrou um crioulo, que depois fiquei sabendo que o apelido dele era Armário, quase dois metros de altura, e mais quatro caras. O negão não disse nada, me enrolou num cobertor sem que esboçasse qualquer reação e me levou para o quartinho deles de madeira. Eles tinham assistido tudo pela janela dos fundos. Os quatro primeiros eram até normais, todos eles me comeram de todos os jeitos possíveis, já não sentia mais meu cu, minha buceta e estava farta de tanta porra que tinha engolido. Meus peitinhos doíam de tanto ser chupados, eu já me sentia vingada, mas ainda tinha mais. O negão!!! O ultimo homem com quem eu trairia meu marido. Os outros saíram e ficamos sozinhos. Ele me levou para o banheiro e me deu um banho de água morna, estava muito suada. Me trouxe de volta, de costas na cama e pés no chão ele se ajoelhou e tirou seu membro pra fora, aquilo não era pinto, pau, caralho, aquilo era um caralho com todas as letras. C A R A L H O. Eu pensei que fosse uma brincadeira, que aquilo fosse de borracha preta, sei lá… Quando ele terminou de tirar eu coloquei a mão, minha nossa, implorei que não enfiasse tudo aquilo em mim, não aguentaria. Eu me sentei e tentei chupar, puta merda, a cabeça quase não entrava na boca, que caralho!!! Dei umas lambidas e chupei a cabeça ele ficava maior ainda. Parei, voltei a me deitar fechei os olhos e abri as pernas. Ele lentamente foi enfiando aquilo dentro de mim, senti minha buceta abrir mais ainda, as paredes pareciam estar descolando do meu corpo, parecia que estavam enfiando um tronco de madeira dentro de mim, mas era um tronco de carne, largo, grande, comprido, ele deve ter colocado um pouco mais da metade, eu gemia de prazer e dor ao mesmo tempo. Ele me virou de costas, eu de quatro com a cara na cama, gelei de novo, ia ser agora!!!! Ele não tinha gozado ainda, apontou aquilo pro meu cuzinho, eu até me arrepiei todinha, ele forçou um pouco e senti a cabeça acabar de arrebentar minhas pregas, afundou mais um pouco. Engraçado no cu, apesar de mais estreito é mais fundo e cabe mais coisa dentro dele, sei que me rasgou e enterrou aquilo tudo de vez, senti uma dor tão forte que quase desmaiei, ele jogava óleo de cozinha ou vaselina liquida, sei lá, e fodeu, fodeu, fodeu, mas fodeu muito meu cu, arrombou ele de verdade. Eu coloquei a mão na minha buceta ainda não tinha fechado totalmente, imagina meu cuzinho lindo. Ele começou a gemer, gemer até que deu um urro, igual animal e deve ter ficado uns 15 segundos ejaculando dentro do meu cuzinho. Eu sentia as contrações do seu mastro no meu cu e aquela porra quente me inundando até os intestinos, gozei junto com ele. Ele ainda demorou um pouco e devagarinho foi tirando aquela coisa e enfiou na minha boca pra eu acabar de lamber e chupar, o gosto e cheiro do meu anus, e mais o sangue da minha bundinha estavam ali impregnados naquele pinto. Lambi tudo e chupei. Ele saiu e foi embora.
Com dificuldade me troquei, não conseguia fechar as pernas e não conseguia segurar o escorrimento de porra do meu cu e da minha buceta. Coloquei a calcinha e por dentro dela uma toalha de rosto tipo fraldão, pra não escorrer pelas pernas. Me refiz em 10 ou 15 minutos e saí. Quando saí, algumas pessoas estavam indo embora e fiquei sabendo que teve uma briga do meu marido com o marido da secretária dele, brigaram porque meu marido estava passando a mão nela e o cara viu. Bem feito pra ele. Quando cheguei ele nem me disse nada, me colocou no carro e fomos embora.
No caminho tentou me explicar, eu dei razão pra ele, ele ficou todo cheio de amor, mas eu disse que aquele dia não transaria com ele, estava menstruada, tirei uma pontinha da toalha e mostrei pra ele, o sangue, que na verdade era do meu cuzinho, e ele aceitou. Encostei no banco do carro e finalmente fechei as pernas, fechei meus olhos e fiquei contando as rolas que eu papei naquele dia e quanta gente eu fiz feliz.
Me arrombaram, mas fiquei feliz da vida.
Bem… Depois de alguns meses nos separamos, ele perdeu o emprego a amante e a mulherzinha gostosinha dele.
Eu voltei depois naquele sitio pra matar a saudade e adivinhem quem encontrei lá, estava com uma amiga, e foi uma farra só…