O policial comeu minha mulher


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Estávamos em viagem para Belo Horizonte, eu e minha esposa. Tudo transcorria dentro do esperado. Já estávamos na estrada por muitas horas. Comecei a me sentir cansado, o sono foi chegando, então resolvi parar em algum lugar para dormir.
Não conhecia bem a estrada e ao passar por um Posto da Polícia Rodoviária, resolvi parar para tomar informações.
Fui atendido por 2 policiais e minha mulher ficou no carro me aguardando. Já passava das 11 horas da noite.
O policial perguntou a mim se havia mais alguém no carro e eu respondi que sim, que a minha esposa estava lá, esperando.
– Você ficou louco? perguntou o policial. Quer que ela seja assaltada? Quer que ela seja currada? Deixa que eu vou lá cuidar dela, já que você não cuida.
Fui ao sanitário do posto e, o policial dirigiu-se para o meu carro.
Quando retornei o outro policial mandou eu sentar e aguardar um pouco. Estranhei. Obedeci e me sentei. Passados uns 10 minutos comecei a ficar
ansioso e percebi que alguma coisa diferente estava acontecendo. Comecei a ficar com medo mas não imaginava o que estava ocorrendo. Confesso que pensei que os policiais estavam inventando alguma maneira de me pedir dinheiro.
Não aguentando mais me levantei e me dirigi ao policial:
– O que está acontecendo?
Ele, com um risinho maroto disse:
– Não se preocupe, meu colega está lá cuidando da sua esposa.
– Cuidando? Como assim, cuidando?
– Como um homem cuida de uma mulher, respondeu ele. – Pelo jeito você não tem cuidado muito, falou malicioso.
Cacete, não posso negar. Fico até com vergonha, mas comecei a imaginar o policial montado nela e ela gostando, gemendo, gozando de prazer. E fiquei com tesão. E o meu pau cresceu sobre a minha calça. Incomodado, tentei ajeitar o pau para o lado para esconder o volume. O policial percebeu e caiu na risada.
– Tá gostando? Não se incomode, já aconteceu antes. Aliás, várias vezes. Teve um que pediu para assistir. Quer assistir também? Se quiser assistir, não tem problema, é até melhor, ficamos mais despreocupados. Vem, vem ver a tua esposinha gozar no pau de um policial. Todas elas gostam. Adoram uma farda.
Puxou-me pelo braço e me levou até o carro.
No banco de trás vi o outro policial por cima de minha mulher beijando-a. Ela com os seios à mostra, ele apertando seus seios, a saia erguida até a cintura, com sua calcinha branca quase brilhando ao luar.
Ouvi ela dizendo: – Me fode! Me fode gostoso! Me mata de prazer. Enfia o pau no fundo de minha buceta! Que macho gostoso! Mete tudo, até o fim…
A vagabundinha gemia de prazer.
Ao notar nossa presença, o policial olhou para trás e com uma risada safada disse: – Esta é das boas. É um vulcão. Gosta muito de pica,
Em seguida tirou-a de dentro do carro e encostou-a no capô dianteiro e com as calças arriadas deixou-a de costas. Abriu as pernas dela, deu uma cuspida na mão e molhou o cu dela. E aí, sem tirar a calcinha dela, enfiou o caralho no cu da vadia. Ela primeiro gemeu, pediu para ele por devagar, disse que estava doendo, mas um minuto depois estava rebolando no pau do policial, gemendo, pedindo para ele enfiar tudo. E assim o policial comeu o cu da minha mulher.
Saímos dali extenuados, cansados, fedidos, loucos por um banho. Pouco a frente encontramos um hotel e fomos para baixo do chuveiro. Ela fedendo porra. Eu suando. Demos uma bela foda debaixo da água e fomos dormir satisfeitos.
Uma semana depois, quando voltávamos para nossa cidade, ela quis passar no posto policial novamente, porém o nosso tempo era curto e ficamos só na vontade.