Empregada humilhada pelo patrão (realmente veridico)

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Olá pessoal, meu nome é Beatriz, na época do fato eu tinha 21 anos, sou e era morena, 1,57m 56kg, cabelos bem pretos e lisos, pele morena e olhos castanhos, meus seios são enormes, estilo Fafa de Belém com grandes e pontudos bicos em aréolas bem escuras, minha bunda é media, mas bem empinadinha, sou bem peluda.
Aos 21 anos era casada há três anos com um homem desempregado, tinha um filho pequeno, sem contar que moravam comigo minha mãe doente dependente de remédios e mais três irmãs, era uma miséria total, vivíamos quase que exclusivamente de meu pequeno salário e da desgraçada ajuda financeira do Governo, não raramente tínhamos que recorrer a amigos, pois a fome quase sempre chegava e ficava, conforto em minha casa não havia nenhum.
Eu era a única que trabalhava, estava há dois meses em uma grande empresa multinacional em minha cidade, trabalhava como auxiliar de almoxarifado, apesar do porte e fama da empresa eu trabalhava sem carteira assinada, pois naquela época as empresas não faziam a mínima questão de assinar, ganhava pouco, mas ajudava muito em minha vida, afinal não tinha quase nada.
Desde o inicio notei os olhares tarados de meu chefe, o presidente da empresa, já que meu local de trabalho era muito perto de seu escritório, ele me secava de todas as maneiras, eu me constrangia muito, mas jamais me passou pela cabeça olhar para ele, pois ele era asqueroso, feio e mal educado, do tipo que irrita uma mulher, sem contar que eu era casada e tinha filho, e nunca trairia meu marido, era fiel, e direita, e por principio continuaria assim. Sabia que meu chefe também era casado e tinha filhos, o que me irritava e me assustava, mas ele não dava trégua, era fascinado em meus seios e no meu tipo mighon, já que sou de porte pequeno. O fato é que com o tempo meu chefe se irritou muito, já que eu o ignorava totalmente como homem, não lhe dava a mínima.
Para minha surpresa um dia ao chegar ao trabalho, fui surpreendida com um bilhete, onde estava escrito que meu chefe queria me ver imediatamente, já que se tratava de assunto grave. Imediatamente me preocupei, fui procurar meu chefe com muito medo, imaginando o que haveria acontecido.
Ao chegar em seu escritório, enxerguei-lo por dentro pela única vez em minha vida, este era amplo, com uma mesa destas tradicionais de escritórios pomposos e um grande sofá de espuma, sendo que as portas eram especialmente vedadas, de modo que nada do que se falasse ali dentro seria ouvido por alguém de fora, mesmo que se gritasse.
Lembro-me da cara seria e deslavada de meu chefe, ele me olhou dos pés a cabeça, fitava meus seios e chegava a se lamber, eu estava vestida com uma blusa decotada e com uma saia de linho ate o joelho, sentado em sua cadeira mando-me sentar em frente a sua mesa na cadeira desta, então ele com sua voz forte disse em tom ameaçador e ao mesmo tempo como se pudesse remediar a situação.
— Dona Beatriz, tenho aqui comigo uma denuncia grave contra a senhora.
Na hora amoleci, meu coração disparou, fiquei perplexa, afinal de contas eu era uma funcionaria exemplar, nunca me atrasei, fazia meu trabalho muito bem feito, tinha ótimas relações com todos, quase chorando eu perguntei.
— O que aconteceu seu Ivan, eu jamais fiz alguma coisa de errado, sou muito humilde e meu trabalho e sempre feito perfeitamente.
Então para meu desespero e perplexidade total ele disse:
— Dona Beatriz, a senhora foi vista roubando material do almoxarifado, existem testemunhas que podem provar que a senhora tem roubado a algum tempo objetos da empresa.
Não deu outra, me desesperei, comecei a chorar, pois aquilo realmente não era verdade, era uma grande
mentira, que só depois fui saber que havia sido criada pelo meu chefe, como meio de se aproveitar de mim; eu era meio ignorante, para mim não existia investigação, nada disso, só pensava nas palavras de meu chefe, achavam que eu tinha roubado, enquanto eu talvez fosse a melhor das funcionarias. Em tom desesperado,
soluçando eu disse:
— Pelo amor de Deus seu Ivan, isto não é verdade, eu tenho marido desempregado, filho pequeno mãe doente, eu jamais faria isso, é totalmente contra os meus princípios, nunca roubaria uma bala, eu jamais fiz isto.
Seu Ivan com uma frieza assustadora e sua cara de serio me falou na cara:
— Desculpa Dona Beatriz, mas você roubou, aqui não temos lugar para ladrões, você vai para o olho da rua sem direito a nada, não tenho a mínima responsabilidade se fulano, cicrano, etc passa fome, com este teu ato tu não vai trabalhar mais e lugar algum, pega tuas coisas e vai te embora, antes que eu chame a policia e tu vás presa para a delegacia.
O desespero foi total, agora eu soluçava, chorava como uma criança, afinal de contas como eu iria auxiliar meu amado marido, meu amado filho, minha mãe doente e minhas irmãs, sabia que todos morreríamos de fome, aquela grande injustiça não podia ser verdade, implorei para meu chefe não me mandar embora.
–Não seu Ivan, você não pode fazer isso, eu não fiz absolutamente nada eu preciso do emprego, meu filhinho vai morrer de fome, minha mãe é doente, por favor, reconsidere, me deixa ficar aqui pelo amor de Deus.
Seu Ivan respondeu, agora em tom irritado:
— Eu não quero nem saber, por mim, não to nem ai para miserável morto de fome, vai embora ladrona sem vergonha vai pra junto dos teus favelados catar papel.
Eu nem pensei em ofensa, só pensava no futuro, precisava ficar no emprego, chorava como uma criança,
eu falei chorando para meu chefe:
— Não, o senhor não pode fazer isso, não comigo, eu faço qualquer coisa, não me mande embora, por favor.
Meu chefe neste momento ouviu o que desejava “faço qualquer coisa”, então ainda em tom ameaçador ele propôs com a maior cara de pau:
— Bem dona Beatriz, a senhora sabe que aqui mando eu, tenho muita influencia e com minha ajuda a senhora não saira de seu emprego, mas só depende da senhora.
Sem outra saída eu falei:
— O que você quer seu Ivan, o que faço, não posso perder este emprego.
Foi ai que ouvi a proposta mais asquerosa da minha vida, a coisa mais irritante e grosseira, qualquer
mulher ficaria brava e triste, comigo não foi diferente, fiquei muito mal na hora, chorei. Meu chefe
propôs, ele falou com palavras chulas e grosseiras, já que viu meu desespero e sabia que eu estava na mão dele:
— Dona Beatriz, desde que a senhora chegou nesta empresa tenho cuidado a senhora, confesso que sou
fascinado por você, te acho uma baita duma gostosa, já bati inúmeras punhetas pensando nas tuas tetonas, quero te comer todinha, fazer de ti uma puta ordinária na minha mão, apenas hoje, aqui em meu escritório, é claro que ninguém ficara sabendo, minha mulher meus filhos, sua família, isto ficara entre nos.
Na hora me deu muita tristeza, muita raiva, me senti humilhada, pensei em mandar longe aquele velho
asqueroso, mas sinceramente me sentia perdida, sem futuro. Eu respondi chorando.
— Não seu Ivan, como o senhor pode ser tão canalha, eu sou casada, nunca trai, meu marido foi meu único homem, eu amo ele, tenho um filhinho, e o senhor também é casado, tem família, tudo menos isso.
Então gritando e brabo ele disse:
— Então já para rua sua morta de fome, ladrona, te prepara para nunca mais trabalhar, seu filho de hoje em diante vai comer capim, sua miserável de merda, ou tu vai ser minha vadia, minha piranha ou vai comer merda na tua casa junto com aquela tua família desgraçada.
Completamente humilhada, sem forças para reagir devido à tristeza do momento eu acabei concordando, eu falei chorando:
— Esta bem então, mas, por favor, que fique só entre nos, que seja só esta vez, o senhor me prometeu que vai manter meu trabalho, estou muito mal em ter que fazer isto, mas o senhor vai me ajudar.
Ele disse:
— Claro que sim, não se preocupe, amanha volta tudo ao normal, eu nunca mais olharei para você com olhos não profissionais, seu emprego esta garantido, mas hoje, você fará absolutamente tudo que eu mandar, agira como uma vagabunda da pior espécie.
Então ele sentado em sua cadeira, pediu para que eu chegasse bem perto dele e ficasse em pe, sua cabeça
estava bem na altura de meus seios, ele pediu:
— Vamos lá sua cadela, quero que tu ofereças estas tetas para mim.
Já dominada pela situação, cheguei bem perto dele, sou baixinha, ele estava sentado, minhas enormes tetas estavam bem na cara dele, eu estava de blusa decotada, e levantei a blusa na cara dele, junto com o sutiã GG, para que ele podesse ver bem de perto meus seios. Ainda antes de levantar a blusa eu falei:
— Seu Ivan, quero que o senhor saiba, faço isso por obrigação, já que não posso ser despedida, tenha
certeza, você será o segundo homem a me ver pelada. Quando levantei a blusa, meus grandes seios saíram da roupa balançando, eu ali morrendo de vergonha com aquelas grandes tetas morenas, com meus bicos pontudos de aréolas se oferecendo aquele velho, como se fosse amamentar uma criança.
Naquele momento notei que meu chefe babou, notei que se lambia, cheio de água na boca, ele ficou me olhando, admirando as tetas por mais ou menos um minuto, de repente levou a boca ao bico e começou a chupar com força, como se estivesse louco de fome, ele passou a chupar minhas tetas com muita vontade ao mesmo tempo em que apalpava com as mãos, lambia do centro as extremidades, mordiscava os bicos, enfiava a boca inteira, chupava os mamilos, acariciava, juntava as duas e esfregava na cara, fez tudo que sonhava com minhas tetas, nunca alguém havia mamado tanto em mim, nem meu marido nem meu filho, meus bicos ficaram ainda maiores e bem duros, minhas aréolas ficaram com um aspecto diferente, surgiram pontinhos ao longo dela, notei que isto ainda deixava mais louco aquele tarado
que engolia, chupava, mordia e acariciava minha tetonas, ele chupou muito as duas, mudando
constantemente de uma para outra.
Então, ao longo da chupação de teta ele falou satisfeito em tom humilhante:
— Há sua vaca leiteira, ate que enfim eu te peguei, sua vadia, achou que ia escapar, peituda gostosa, estas
tetas me deixam louco, gostosa, tetuda.
Minhas tetas já estavam machucadas, de tantas mordidas e chupadas fortes, foi quando meu chefe começou a alisar meu corpo todo, sempre agarrando minha tetas, minhas costas, minha barriga, chegando a minha bunda, começou a apalpa-la, apertando com força minhas nádegas, meu chefe se levantou e me beijou, fiquei com nojo e com mais vergonha ainda, mas tive que aceitar e fazer que estava bom, beijei longamente de língua aquele velho de meu hálito, um chupão que só havia dado na minha noite de núpcias, me beijava e me acariciava, alisava minha bunda com força.
Então ele tirou minha blusa que ate ali estava apenas levantada, começou a se esfregar em minhas tetas,
levantou minha saia e começou a apertar com mais força minha bunda deixando ela vermelha com os agarrões e beliscões, ele alisava minhas coxas, minhas costas chegando na minha bunda, começou a lamber meu pescoço, me beijando muito.
Então meu chefe disse:
— Agora sua putinha, vou descobrir esta buceta, sua cadela no cio.
Então meu chefe se abaixou e começou a alisar minha vagina por cima da calcinha, que era branca de algodão, meio grande, ele apalpava minha buceta com toda a mão, enfiava o dedo na entrada por cima da calcinha, fez com que eu me virasse e começou a morder com força minha bunda, metia a boca nas polpas, lambia ela toda sem tirar a calcinha, enfiava a cara na minha bunda. Eu estava muito mal, e o pior é que estava ficando molhada, pois sou mulher..
Então meu chefe abaixou minha calcinha, deixando a mostra minha buceta peluda, de compridos pentelhos pretos encaracolados, ele fez com que eu me sentasse em sua mesa, abriu bem minhas pernas e disse:
— Sua vadia, que matagal, vou enfiar minha língua nesta xota rasgada, e tu vai ter que gostar sua grande
desgraçada, senão já sabe.
Então ali estava eu sentada na mesa com as pernas bem arregaçadas, parecia um exame ginecológico, meu chefe mandou eu abrir minha buceta para ele ver, eu o fiz, abri bem meus lábios, deixando a mostra minha vagina bem molhada de clitóris médio, perdida naquele monte de pentelhos.
Meu chefe começou a tocar na minha buceta, enfiou um dedo, depois dois, alisando meu clitóris, ele sentiu que eu estava bem molhada, então ele tirou o dedo melado de dentro e levou a sua boca chupando-o, ele falou em tom alto.
— Ta gostando ne sua prostituta barata, aposto que aquele corno que tu tem em casa não faz isso, sua
piranha.
Eu ficava irada e triste com os comentários, mas nem respondia, sabia que apenas poderia piorar minha
situação.
Meu chefe então levou o rosto a minha buceta, começou a chupa-la com vontade, lambia ela toda, me chupava inteirinha na buceta, ele não ficava apenas no clitóris, chupava ela toda, alias a beijava como se
tivesse beijando uma mulher de língua, os mais molhados beijos.
Ele enfiava a cara nos pentelhos, e continuava a me chupar, lambia muito o clitóris, e já partia para entre
os lábios, depois enfiou o dedo lá dentro, ao mesmo tempo em que me chupava. Eu mês segurava, apesar de toda a humilhação e tristeza quando lembrava de meu marido e meu filho e estava mordendo os beiços, pois o velho enfiava a língua fundo, eu estava sentindo que aquilo era muito bom, se não fosse a força. Meu chefe se deliciava com o liquido que escorria da minha vagina até sua língua, ele me chupava muito, derrepente vinha ate mim e me beijava de língua, fazendo eu sentir o gosto de meu próprio gozo. Confesso que aquilo me anojava.
Então após muita chupação de buceta, meu chefe fez com que eu me virasse, deixando exposta minha bunda morena e meus anus virgem, pois jamais havia concebido sexo anal a meu marido. Ele mordeu minhas nádegas mais um pouco, pediu para eu rebolar em sua cara, o que fiz a muito contragosto, depois me botou de quatro na mesa, começou a enfiar um dedo de leve em meu cu, depois tirou e enfiou a língua, lambendo meu cú, sua língua chegava a me penetrar de tanto que ele forçava, enfiou o dedo um pouco mais, eu me retorci de dor e dei umas gemidas, então seu Ivan disse.
— Calma cadela, isto aqui não é nada perto da dor que tu vai sentir mais tarde.
Eu estava me sentindo muito mal de verdade, me sentia humilhada, afinal nunca tinha feito aquilo, nem
imaginava fazer, ele enfiou o dedo dentro de meu cu, após forçar muito e me dar muita dor.
Então após morder muito a minha bunda, lamber minhas coxas e enfiar a língua em meu cú, seu Ivan se
levantou, passou a mau no pau por cima da calça e me disse:
— Agora sua vaca, tu vai pegar na minha rola, e vai
dar uma chupada no capricho.
Na hora me desesperei, afinal jamais havia feito, sentiria um grande recalque, pois inúmeras vezes meu
marido havia pedido, no entanto eu sempre achara nojento e desrespeitoso, me senti mal mesmo, mas agora teria que chupar o pau daquele velho, na hora eu falei:
— Por favor, seu Ivan, isso não, nem sei fazer, não faço nem com meu marido, por favor, isso não.
Então seu Ivan irado gritou.
— Sua desgraçada, estúpida, ou tu chupa minha piça ou aquele teu fedelho de merda morre de fome, tu vai chupar, problema daquele corno se nunca fez tu chupa, hoje tu ta com um macho de verdade, que vai te fazer uma vadia de merda.
Sem outra opção acabei concordando, as palavras dele me assustavam muito, estava perdida, não podia dizer não.
Então conforme ele pediu, coloquei a mão na pica dele, por cima da calça, fiquei alisando e pegando, naquele momento realmente me assustei, pois era um volume enorme, parecia um pedaço de madeira de tão grande e duro, imaginei que devia ser um cacetão, quem diria, um velho asqueroso daquele com um caralhão duro, realmente aquele velho era muito dotado e muito tarado.
Depois disso, abaixei sua calça de linho, deixando o só de cueca, ma assustei, pois parecia que aquela cueca iria rasgar a qualquer momento, pois o volume era imenso, eu continuei a pegar na rola, agora por cima da cueca, de repente ele pegou meu rosto e puxou contra seu pau, pressionando aquele volume todo na minha cara, pediu para eu beijar, eu beijei e mordi por cima da cueca, já tapada de nojo.
Então meu chefe disse que era para eu tomar a iniciativa, me alertando que se não caprichasse ele
iria me prejudicar seriamente. Nunca tinha feito, tão pouco queria, mas diante do temor da demissão decidi realmente caprichar, apesar do flagrante constrangimento e nojo em que se encontrava.
Após pegar e beijar por cima daquela cueca fedendo a mijo decidi abaixa-la, neste instante tive um choque, pois o caralho de seu Ivan era monstruoso, aquele velho desgraçado, alem de tudo tinha pau grande, devia ter uns 21cm, era bem grosso e tinha um cabeção vermelho que mais parecia um cogumelo, era duro como um pedaço de madeira, de pé mesmo, da cabeça escorria toda hora um liquido branco, aquele pau estava constantemente se lubrificando, sempre melado, o que me dava mais nojo ainda, fiquei muito triste e assustada, fiquei com muito dor na consciência, pois aquele pau era umas duas vezes o do meu marido, teria que botar na boca aquela tora, sendo que jamais havia concordado em colocar o
pauzinho de meu marido.
Então com aquela lança apontando e encostando em minha cara, decidi começar, respirei fundo, e com uma enorme quantia de nojo fechei os olhos e fui com a boca ao encontro da pica, primeiro dei uma lambida naquele cabeção melado, já senti o gosto salgado daquela porra, continuei lambendo sem jeito, mas percebi que meu chefe estava adorando, eu lambia a cabeça toda, desde o freio ate o canal da uretra, depois comecei a lamber o caralho inteiro, mordi de leve a cabeça e com algum esforço coloquei a cabeça inteira na boca, chupando-a com força, comecei a enfiar tudo na boca, consegui ate a metade e comecei a chupar aquela pica, meu chefe começou num movimento de vai e vem tira e botar na minha boca, sendo que toda hora fazia um barulho devido a força de minha sucção, então meu chefe adorando começou a falar alto:
— Isto sua cadela, sua vaca chupeteira, chupa tudo, mete tudo na boca sua vadia desgraçada, sua infeliz
morta de fome, chupa minha pica vadia, chupa como tu nunca fez naquele corno manso, ah, sua vagabunda, ai, vai, não para.
Meu chefe me agarrou pelos cabelos e começou a enfiar na minha boca como se estivesse fudendo ela, depois ele tirou da minha boca e começou a esfregar na minha cara, nos meus olhos, passava nos meus beiços, eu botava a língua para fora e ficava lambendo, passava a língua ao longo do pau chegando ate as bolas, onde eu cheirava e lambia, dando beijos, passava a língua no saco de meu chefe depois engolia tudo, chupando como se estivesse faminta em uma mamadeira infantil, lambia a cabeça e sentia o gosto salgado daquele caralho enorme e melado.
Então meu chefe com o pau quase explodindo me disse.
— Agora piranha, vou te comer, quero meter nesta buceta peluda, vou te arrombar para ti nunca mais
esquecer de mim.
A estas alturas eu já estava toda pelada, meu chefe tirou o resto de suas roupas, me levou ate o sofá e
colocou-me sentada, abriu bem as minhas pernas e levantou-as, colocando as bem junto ao meu corpo
fazendo eu me contorcer toda, minha buceta ficou totalmente exposta e aberta, pronta para ser penetrada
por aquele caralhão. Então meu chefe com seu caralho duro e melado começou a passar em minha boceta, de cima abaixo, fazendo com que a cabeça lambesse meu clitóris, ele levou o pau ate minhas tetas em passou também em meus bicos, deixando o pau entre as tetas, ele também enfiou novamente os dedos em minha buceta, tirando-os bem melados e os levando a boca.
De repente meu chefe, me olhou nos olhos e me desferiu uma cusparada na cara, eu me revoltei, fiquei com nojo e triste, mas nada falei, então após este ato meu chefe falou na minha cara, como se eu tivesse culpa de algo, como se eu quisesse aquilo o que só me deixava pior ainda no aspecto moral:
— Vou colocar uma camisinha, pois não quero pegar uma doença de uma vagabunda imunda como tu, nem tão pouco te engravidar, sua miserável charlatona.
Então meu chefe colocou minhas pernas em seus ombros, fiquei toda arregaçada, ele começou a me penetrar devagar, colocou primeiro a cabeça, depois deixou deslizar suavemente o caralho todo pela minha buceta molhada, ate que entrou tudo dentro de mim.
A estas alturas eu via estrelas, pois não conhecia um caralhão tão grande, minha buceta parecia que ia
estourar, pois doeu um pouco, principalmente quando aquele cabeção em forma de cogumelo me penetrou, mas a minha vagina molhada ajudou muito. Meu chefe com o caralhão dentro deixou o assim por uns instantes, aquele pau pulsava de tão duro, senti que ele estava explodindo de tesão, de repente ele começou num vai e vem bem lento, tirava e botava, o velho realmente sabia como fazer.
Enquanto metia o velho começou a agarrar as minhas tetas, botava a boca e as chupava, as apertava com
força, então ele começou a falar:
— A sua bucetuda, sua cadela, sua piranha gostosa, tu é a minha puta, só eu te como assim, vai mexe vai, ai, ai, que tesuda que tu é, que xota apertadinha, a sua vaca gostosa, desgraçada, infeliz, vai, geme vai, eu sei que tu ta gostando sua inútil pobretona.
Eu apenas gemia baixinho de olhos fechados, respondia com palavras baixas, pois aquilo embora não fosse tão ruim, estava acabando comigo moralmente, sentia uma dor no coração quando lembrava de meu marido e de meu filho, eu dizia assim:
— Ai seu Ivan, ai, ai, o senhor é muito grande, vai me rasgar toda, dói muito, ai, ai.
Ao ouvir eu reclamar seu Ivan dava gargalhada, aquilo só o inflava, enchia seu ego, então derrepente meu
chefe tirou o pau de dentro e mandou que eu ficasse de quatro em cima do sofá, ele disse que queria me comer como se eu fosse uma cadela, se ajeitou, ajoelhando-se atrás de mim, e enfiou o pau bem fundo, após esfrega-lo mais um pouco na xota, neste instante ele esqueceu a delicadeza e começou num vai e vem muito rápido, dava estocada forte, chegava a fazer um barulho o encontro entre sua pica e minha buceta, ele ficou louco com aquilo, seu pau só ficava cada vez mais duro, enquanto me fodia com força ele dava fortes tapas em minha bunda, me beliscava, e passava o dedo em meu cú, eu também pirei, embora lutasse contra, eu acabaria por gozar, pois aquela pica era muito dura. Meu chefe me
agarra pelos cabelos e puxava com força, parecia que so queria me humilhar, puxava meu corpo e abraçava minhas tetas e as chupava pelos lados, enquanto eu ali engatinhando com uma criança, na posição de cadela no cio, tendo a xota toda preenchida. Ele começou a grunhir e gritar:
— A sua puta, vou rasgar tua buceta sua cadela, ai, que gostoso, ai piranha, geme agora vai, sua porca de
merda, sua cadela no cio, mexe vai, mexe pro teu cachorro de raça, faz o que tu não faz com aquele
pulguento naquela tua cama sarnenta, vai gostosa.
Então eu não me agüentei mais, após oito minutos naquele ritimo louco, em que aquele velho não dava
folga me comendo de quatro, enquanto minhas tetonas ficavam balançando como dois melões pendurados, ele sempre as agarrava, pois adorava fazer isso, o velho não gozava nunca, e quem acabou gozando foi eu, pois minha buceta estava sendo fudida como nunca havia sido, estava sendo comida de quatro, Eu gemia:
— Ai, ai, que dor, não agüento mais, ai, ai….
Após gozar eu chorei, pois estava me sentindo péssima, minha tristeza só aumentou, eu que não havia feito nada de mal para ninguém estava sendo humilhada, acabara de trair minha família, aquilo era terrível.
Então após dez minutos, em que literalmente meu chefe arregaçou minha buceta, ele parou, satisfeito por ter me feito gozar, feliz por me humilhar, ele tirou o pau de dentro, este cada vez mais duro, pois o velho era muito resistente e não havia gozado. Então ele disse:
— Agora sua miserável, vou rasgar este cuzão, te prepara pra rebolar na minha rola.
Na hora gelei, aquilo não podia ser verdade, tudo menos isto, era totalmente contra, alem do mais aquela pica monstruosa iria rasgar meu anus, implorei de tudo que foi jeito, pedi, por favor, chorei, mas de nada
adiantou, meu chefe só me ameaçava, dizia que era pegar ou largar, dar o cú ou dar de comer merda a meu filho.
Então diante dos argumentos fortes e ameaçadores dele acabei concordando, com muito medo, e realmente sem o mínimo tesão para fazer aquilo.
Meu chefe mandou que eu levantasse bem a bunda e fizesse força para que meu anus se abrisse bem, eu
estava de quatro com a bunda bem levantada arregaçando as nádegas com as mãos, tudo que desejava é que fosse o menos doloroso possível. Meu chefe lambeu novamente meu cú, enfiou a língua fundo, depois cuspiu nele e começou a enfiar o dedo, o que já foi bem doloroso, ele enfiou metade do dedo, eu gemia de dor, então ele encostou seu caralho na ponta e começou a esfrega-lo ao longo da minha bunda, passando o para cima e para baixo, como se estivesse pincelando uma parede. De repente ele encostou a cabeça na entrada e começou a forçar, eu me arregaçava ao Maximo e sentia aquele cabeção pedindo
passagem, após muito esforço meu chefe introduziu a cabeça, me fazendo grunhir de dor, então lentamente ele começou a empurrar o cacetão que foi deslizando para dentro, eu gritava de dor, chorava, não conseguia relaxar, aquela vara estava me invadindo, foi entrando ate preencher todo meu cú, ele colocou tudo dentro, eu sentia suas bolas roçando em meu rego, e uma sensação de que estava sendo empalada. Meu chefe a estas alturas estava pirado de tesão, para ele foi a gloria e para mim o desespero quando senti as pregas de meu cú se rasgarem, começou a escorrer sangue de meu cú, eu gritava desesperada:
— Ai seu Ivan, para, por favor, ai, ai, o senhor esta me machucando, dói muito, estou sangrando, ai, ai, ai,
pelo amor de meu filho, para seu Ivan.
Mas meu desespero só o excitava mais ainda, ele riu e gritava enquanto eu chorava:
— Sangra vadia estúpida, é isto que dar ser vagabunda, pobre tem mais é que ter o cú fudido mesmo, sua piranha vagabunda, vou dilacerar teu cú imundo, ainda bem que botei um lençol descartável no sofá, para que teu sangue ruim não sujasse minha sala.
Então seu Ivan aumentou as estocadas, agora me comiaa “mil por hora”, sentia sua bolas baterem com força em meu rego, ele me puxava os cabelos com força, tira e botava de meu cú, me esfolava viva, meu anus sangrava muito, depois de 6 minutos naquele martírio, em que eu já quase estava desfalecendo de dor, pois em nenhum momento consegui relaxar, meu chefe falou:
— A sua porca, eu vou gozar, e para você saber o quanto é estúpida e insignificante vou gozar na tua
cara, quero ver a tua boca cheia do meu leite de macho..
Embora aquilo fosse terrível, eu ouvi com certa alegria, pois sabia que tudo acabaria, que meu cú seria
libertado, nem respondi devido à dor, só senti que de repente ele tirou o pau duro de meu cú rasgado,
ardeu muito novamente, mas senti uma sensação de alivio, ele mandou eu me levantar, fique sentada no
sofá, muito dolorida, ele ficou em pe, mandou eu abrir bem a boca e apontou seu cacete para dentro dela, bem pertinho de mim, ainda foi preciso que ele toca-se uma punheta por uns vinte segundos ate que gozasse.
De repente notei que ele começou a se retorcer todo, eu com a boca bem aberta, quase morri de nojo, mas tive que aceitar senti os fortes jatos de porra branca e salgada invadindo minha boca, eram jatos fortíssimos, alem de ser muita porra, alguma entrou direto em minha garganta, outra parte bateu em meus beiços, em minha cara, ate nos meus olhos, parecia que aquele velho estava mijando de tanto que gozou, lambuzou toda minha cara, alem de me fazer engolir uma grande parte. Ele pediu para que eu botasse na boca sua pica, agora não mais dura e sim já murcha, com as bolas esvaziadas, eu o fiz, coloquei na boca aquela cabeça melada, suja de porra, lambi com todo nojo e tristeza do mundo, mas menos triste, pois sabia que o calvário havia acabado, aquela manha triste e dolorida em todos os aspectos chegara ao fim.
Meu chefe, totalmente satisfeito, acabara de conseguir o que queria, me comer como uma vadia, ele me olhou nos olhos cheio de porras, e me humilhou novamente, me cuspiu na cara e em tom irritado gritou.
— Sua vadia interesseira, tu nem gostosa é, foi apenas mais uma morta de fome a provar da minha potencia, te arranca daqui sua imundice, sua merda humana, não quero ver tua cara suja, vai embora desgraçada.
Então eu toda dolorida, chorando muito, consegui me levantar, sem forças me vesti e sai, completamente
humilhada, não conseguia caminhar direito, sai do prédio de cabeça baixa, fui ate minha casa com muito
esforço, chorando como uma criança, moralmente e fisicamente abalada, cheguei em casa, felizmente só
estava minha mãe, que dormia, tomei um banho de mais ou menos 1 hora, chorei muito, precisei disfarçar, todos notaram algo errado, mas consegui inventar uma historia, disse que havia me acidentado em uma escada, sempre que chegava perto de meu marido e de meu filho chorava muito, aquela noite foi terrível, pedi para ficar sozinha, no outro dia retornaria ao trabalho, meu turno seria a tarde e eu já queria estar bem recuperada, pois morria de medo que alguém soubesse, sentia muito ódio de meu chefe, uma magoa sem tamanho, mas pensava na minha família, na fome que poderíamos sentir.
No outro dia ainda completamente abala fui ao serviço, pois achava que tudo voltaria ao normal, me baseie nas promessas de meu chefe, afinal ele havia conseguido o que queria e eu não havia feito absolutamente nada, pelo contrario, eu era uma funcionaria dedicada e exemplar. Qual não foi minha surpresa e revolta qundo cheguei a portaria da empresa, pois fui comunicada oficialmente pela portaria que estava despedida, que haviam motivos fortes para aquilo, que fui vista roubando e como não tinha carteira assinada não poderia reclamar de nada. Nem preciso dizer que naquele momento meu mundo desabou, eu não fiz nada, fui humilhada, chantagiada, obrigada a transar com meu chefe e agora
estava sendo despedida, eu não acreditava, aquele desgraçado não podia fazer isso comigo, me desesperei, fiquei arrasada e decedi esperar pela saída de meu chefe, pois não podia ser verdade. Quando meu chefe apareceu fui direto nele, no inicio cheguei com calma, pois não acreditava naquilo, achei que havia um engano, então eu falei:
— Seu Ivan, houve um engano, estou sendo despedida, o senhor sabe que sou inocente, que fui obrigada a
transar com o senhor em troca de meu emprego.
Naquele momento seu Ivan me olhou com um misto de desprezo e raiva, e me falou na cara em voz alta, como se quisesse que todos ouvissem:
— O que sua chantagista, sua sem vergonha, então alem de roubar na empresa você acha que vai me chantagear, sua cafajeste, você merece estar na cadeia.
Eu realmente não acreditava naquilo, meu mundo desabou totalmente, aquilo não podia estar acontecendo comigo, não depois de tudo aquilo, aquele desgraçado, se eu tivesse uma arma teria atirado, pois não posso descrever o que senti no momento, eu disse chorando:
— Seu desgraçado, não pode ser verdade, você não pode fazer isso, eu te odeio seu aproveitador, seu desumano.
Então meu chefe ficou irado, sorriu e disse:
— Agora sua chantagista, você vai provar o que disse na justiça, você não vai me prejudicar, se você é
ladrona eu não tenho culpa, vou te processar e com seu ato não vai trabalhar mais em lugar algum.
Meu desespero foi total, eu não tinha feito nada de errado, havia sido obrigada a transar e agora seria
processada, como se eu tivesse culpa, era realmente horrível. E assim foi feito, meu chefe me processou
judicialmente, por difamação, eu era paupérrima, acabei perdendo a ação, fui condenada e sai como a malvada da historia, todos me viam como uma chantagista, inclusive a família de meu chefe, eu era apontada por todos como aproveitadora, nunca mais consegui um emprego decente, me tornei catadora de papel e fui morar embaixo da ponte, minha mãe ainda vive, mas muito doente, meu filho caiu na bandidagem, hoje é viciado e assaltante, meu marido virou bêbado, nunca mais o vi, minha vida
acabou, seguidamente penso em me matar, vivo de favores e dos papeis, seguidamente sofro tentativas de estupro, jamais concedi, mas muitas vezes não resisto, minhas irmãs sim, estas se prostituíram. Mas o que me magoa mesmo é ver que meu chefe só cresceu, foi homenageado varias vezes como homem integro, como aquele que venceu a chantagem, hoje ele é prefeito de minha cidade, cada vez mais bem sucedido.

* Bem pessoal, meu nome é Carla, esta é a triste e real historia de uma catadora de lixo que seguidamente ajudo como posso, me tornei conhecida dela ao longo dos anos, a ponto dela abrir sua vida para mim e me contar em detalhes esta historia, apesar de sentir muito e ser solidária eu também me excitei muito e decidi contar, infelizmente esta é a vida real.

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