Meu primo Nerd também comeu minha Mulher


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Essa história que vou contar aconteceu bem recentemente. Eu tenho um primo, o Marco Antônio (Marquinhos) que tem 19 anos e mora no interior do Rio. Marquinho veio pra capital com a intenção de procurar emprego e um curso preparatório. Ele também tem a intenção de alugar um cantinho pra ele, mas como não conhece a cidade direito, resolvi que o melhor seria passar um tempo lá em casa. Como minha esposa também é generosa, não se opôs em hospedar o Marquinhos. No primeiro fim de semana, saímos pra diversos lugares, como a praia, um restaurante na Zona Sul e uma balada. Marquinhos é magro, usa óculos e, sinceramente, não é nem um pouco atraente. Mas, disfarçadamente, comia as menininhas com os olhos. Fiquei imaginando há quanto tempo ele não comia alguém. rs
Em casa, Vivi sempre usava seus shortinhos curtinhos, mostrando bem a polpinha da bunda. E Marquinhos disfarçava, mas não deixava de admirar. E eu, lógico, comecei a imaginar uma possibilidade de quebrar o galho do meu primo. Na hora de dormir, conversei com a Vivi que estava preocupado com o Marquinhos, que ele parecia inexperiente com as mulheres e comecei a insinuar que ele talvez poderia participar de uma farrinha nossa, aliviar o tesão no corpinho dela, etc…
Mas, pra minha surpresa, ela recusou! Disse: – Ah, amor, eu já fiz algumas coisas por você, mas não tenho vontade de ficar com ele não. Por dois motivos: ele não me atrai. E é da sua família. Fizemos com caras que não tem ligação conosco, mas com seu primo… todo mundo na sua família ia saber…
Parei pra pensar e entendi o lado dela. Mas logo fiquei imaginando uma forma de contornar a situação. Mas, pra não forçar nada, agi naturalmente no decorrer dos dias. E a Vivi, embora não manifestasse interesse no Marquinhos, o tratava muito bem. Mas o safado já não escondia o tesão pela mulher do primo e secava o corpinho dela. Pois bem, a semana passou e o fim de semana chegou.
Mais uma vez, fomos pra balada. Eu no maior agarramento com a Vivi, enquanto o Marquinhos tentava, tentava e não saia do zero a zero. Levei a Vivi pra um corredor. Ela já estava bastante chapada. Agarrei ela com vontade, passando a mão pelos biquinhos de seus seios, durinhos. Quando toquei sua calcinha, percebi que ela estava bem molhadinha… Hum, que delícia!!
Depois de mais algumas bebidas, ela pediu pra ir embora, alegando estar passando mal. Pegamos um táxi e fomos, nós três, pra casa. Chegando em casa, o Marquinhos sentou no sofá com uma cara de derrotado, já que ficou só na vontade e não pegou ninguém. Levei a Vivi pro quarto e a deitei na cama. Fui tirando sua roupa e ela apagada! Nossa, que tesão que me deu! Tive vontade de comer ela ali mesmo, meter com vontade. Sussurrei em seu ouvido: – Quero fazer amor gostoso com você, meu amor. Ela esboçou um sorriso, mas continuou de olhos fechados. Fui pra cozinha, peguei 2 latas de cerveja e ofereci uma pro Marquinhos. Conversamos e ele me relatou a sensação de fracasso que estava sentindo. Há dias no Rio e ainda não havia comido ninguém. Enquanto eu bebia, fumava um cigarro. Marquinhos, que só fuma quando bebe, me pediu um. Pronto, ali estava a oportunidade! Falei pra ele: – Pega lá no maço, em cima da cômoda do quarto. Estrategicamente, eu havia deixado a luz do abajur ligada. Ele demorou alguns instantes. Com certeza havia visto a Vivi, deitadinha de lado, com aquela bucetinha convidativa de cara pra ele. Quando ele voltou, não comentou nada. Continuamos bebendo e, de vez em quando, ele anunciava que ia buscar um cigarro pra nós dois. Demorava sempre a mesma média de tempo. Talvez por achar que eu também já estava chapado, numa das vezes ele demorou um pouco além. E eu fui atrás. Quando cheguei no quarto, me deparei com a cena: Marquinhos alisando a bucetinha da Vivi, cuidadosamente. Parei e fiquei olhando. Ele alisou o pau com uma mão e com a outra, foi penetrando bem devagar o dedo dentro da minha esposa. De repente, ele olha pra trás e toma um susto.
– Perdão, primo, eu não queria…
– Calma, Marco. Relaxa, rapaz. Não é o fim do mundo. A Vivi é gostosa mesmo. Sei que é difícil resistir. Você quer tirar uma casquinha dela?
– Eu, eu… como?
Combinei então de ele tirar a roupa e deitar, calmamente, ao lado dela. A intenção era que ele a penetrasse sem deixá-la perceber que não era eu.
E assim fizemos. Quando o magrelo tirou a cueca, o pau dele estava duro igual um poste! Ele deitou com todo cuidado e a abraçou devagar. Ao encostar, levemente, seu mastro em sua bucetinha, ela deu uma reboladinha pra trás. E ele, com a mão, conduziu seu membro. Entrou. Ela soltou um gemidinho de leve e tentou virar. Como a luz ainda estava acesa, ele empurrou a cabeça dela impedindo-a de ver quem estava dentro daquele paraíso. E eu, rapidamente, me aproximei de seu ouvido e sussurrei: calma, meu amor. Agora é só relaxar e deixar rolar. Tô aqui, gostosa!
Ela balançou a cabeça afirmativamente e meio que apagou de novo. E o Marquinhos, começou o movimento de vai e vem. Com uma mão, ele puxava a cintura dela pro seu corpo. Com a outra, ele apertava seu seio. Seus olhos reviravam, seu corpo suava. E a Vivi, tomada pela bebida, nem imaginava que havia um tarado se acabando atrás dela. Ele bombava, aumentando o ritmo, e já pouco se importando se ela ia acordar. O peito dela já estava com a marca de seus dedos, tamanho era o tesão com o qual ele o apertava. De repente, ele tira a rola, encosta bem no cuzinho e joga um jato de porra quente. Bem baixo, ele gemeu, com o pau bem encostado no rabo da minha amada. Mas o pau não amoleceu e ele, bem devagar, foi empurrando pra dentro do cu da Vivi. Sua porra foi lubrificando e permitiu uma nova penetração. Ela soltou um “aaii…”. Eu novamente me aproximei e ordenei: – relaxa! E mais uma vez, o cu da minha mulher era invadido por outro macho. Depois de mais alguns minutos, Marco soltou mais um jato de porra, dessa vez na bundinha dela. Eu, que a essa hora já não aguentava mais e tocava uma deliciosa punheta, mandei que ele saísse do quarto. Quando ele saiu e fechou a porta, dei um tapa na cara dela e mandei que abrisse a boca. Ela abriu e engoliu minha porra. Mas não durou muito tempo, dormiu de novo. Toda melada na carinha de puta e na bundinha gostosa. Saí, deixando-a dormindo como um anjo. Fui até a sala, onde conversei com meu primo, que agradeceu pela melhor foda da vida dele (Imagino até que seja a única). E me prometeu sigilo absoluto. No dia seguinte, a Vivi nos tratou normalmente. E nós, com um sorrisinho de canto de boca, só lembrávamos da noite em que ele gozou gostoso na minha Vivi.