A Aposta


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Sentamos, um de frente para o outro, no tapete macio da sala de televisão. Estávamos nus e loucos para foder. Porém, dessa vez, queríamos testar os limites do nosso autocontrole. Queríamos, mais do que nunca, transformar o sofrimento do toque proibido em razão para que o tesão jorrasse de nós, feito sangue que sai de artéria cortada.

O único ponto de contato físico era a sola de nossos pés. Isso era parte crucial da aposta que bolamos na noite anterior enquanto tomávamos alguns goles de conhaque, escondidos da chuva forte.

Sentia o pé dela roçar no meu. Queria, com muita força, que o mesmo acontecesse entre a língua dela e o meu pau. Mas, naquele dia, tínhamos combinado que nos tocaríamos apenas com os olhares. E, aquele que quebrasse a regra criada por nós, pagaria ao outro um valor simbólico. Montante que já nem me lembro mais.

“Está louca para chupar meu cacete, né?”, indaguei, em tom de provocação, enquanto acariciava vagarosamente meu pau. Minha mão descia, bem lentamente, da cabeça em direção à base. E aquilo, com certeza, fez com que ela salivasse. Ela mordia os lábios, e parecia não saber para onde olhar, como a espectadora de uma partida de tênis. Estava atento aos olhos dela e percebi que eles não sabiam se focavam nos movimentos lentos da minha mão ou se miravam na expressão facial que não negava a vontade de fodê-la por trás.

Com a ponta dos dedos, ela contornava os seios. Fazia movimentos suaves. Sentia o próprio arrepio com a sutileza de um cego lendo frases em Braile. Os mamilos dela estavam duros e meu pau também.

“Tenho certeza que quer desistir dessa aposta e que logo sentará várias vezes no meu pau”, afirmei, com ar de superioridade. Disse isso para fingir confiança, mas, dentro de mim, sentia indícios de potencial descontrole. Vê-la faminta pelo meu pau e não poder colocá-lo na boca dela tornava-se tarefa mais difícil a cada segundo. Eu queria simplesmente levantar dali e obrigá-la a deixar meu pau envolto com a saliva dela. Mas me contive. Cuspi no meu pau e, com as duas mãos, espalhei a saliva por toda a superfície dele.

“Olha como desliza!”, falei, enquanto mostrava meu cacete escorregadio e em estado perfeito para penetrá-la até o fundo.

“Consegue imaginar a facilidade com que ele entraria em você?”, perguntei, com o objetivo de fazê-la imaginar a cena e se render à tentação.

Ela logo largou os seios e passou para a boceta. Enfiou o dedo do meio todinho dentro dela. Enfiou e, olhando-me nos olhos, disse: “Não quero só o dedo. Quero seu pau dentro de mim. Vem me comer?”.

Fez a proposta e sorriu, maliciosamente. Sorriu com o canto da boca e continuou fodendo a boceta com o dedo do meio. Sentia as contrações do corpo dela através dos pés. Aquilo estava me deixando louco. Quase não consegui segurar a porra que implorava para jorrar de mim. Dei uma pausa. E ela, ao contrário de mim, aumentou o ritmo. Colocou dois dedos e disse: “Se desistir, eu deixo você comer o meu cuzinho”. Falou, tirou o dedo da boceta, ficou de quatro para mim e enterrou o dedo todo no rabo.“Você é uma vadia. Uma vagabunda deliciosa”, afirmei.

“Então vem foder o cu apertadinho dessa vadia, vem?”, ela me propôs, virando o pescoço para trás.

Nessa hora, não podia nem encostar no pau, de tanto tesão. Estava pulsando. Louco para colocar meu cacete naquele cu e encher aquela bunda gostosa de tapas e porra. Respirei fundo e tentei fazê-la desistir daquela posição. Disse: “Isso não vale!”.

“Não vale? Como assim? Não estou encostando em você, ou seja, eu posso ficar assim de quatro, fodendo meu cuzinho com o dedo”. Ela disse com convicção, mas, pela respiração ofegante dela, pude perceber que ela já estava bem vulnerável.

Fiquei de pé, dei alguns passos e sentei na frente dela. Ela estava de quatro, mas, dessa vez, eu estava de frente para a boca dela e não mais para aquela bunda deliciosa. Sentei em uma posição que deixava meu pau duro muito próximo aos lábios dela. Cerca de cinco centímetros, para ser mais preciso.

Com uma das mãos ela sentia a bocetinha molhada e com a língua ela ameaçava encostar no meu pau. Tive que me conter para não encostar o pau na língua dela.

“Coloque ele aqui, vai!”, ordenou, enquanto abria bem a boca.“Chupe esse cacete grosso!”, eu disse, em tom ríspido.

Então, para me enlouquecer ainda mais, ela abriu bem a boca e escondeu a cabeça do meu pau. Fez isso sem encostar nele.“Feche a boca, putinha!”, gritei. Ela se manteve ali.“Chupe meu pau!”, mandei. Ela continuou ali, imóvel, tomando cuidado para que nenhum pedaço da boca encostasse nele.

Depois de quarenta segundos naquela tensão, senti a saliva dela escorrer sobre meu pau. Uma saliva densa caiu sobre a cabeça que já latejava e, vagarosamente, escorreu até o final do cacete. Aquela sensação melada do líquido escorrendo da boca dela pro meu pau roubou o último resquício de controle que havia em mim. Tirei o pau de lá. Levantei. E, sem pensar na derrota, enfiei na boceta dela. Entrou muito fácil. Ela estava escorrendo.

“Sabia que não ia aguentar!”, ela disse, gemendo. “Agora quem não vai aguentar é você”, afirmei, enquanto fodia bem fundo e, com raiva, puxava o cabelo dela para trás.

Ela gemia. Eu metia rápido. Ela gemia alto. Eu fodia fundo. “Aí, come meu cu. Come logo! ”Coloquei devagarzinho no cuzinho dela. Assim que o pau entrou, ela deu um longo suspiro e começou a tocar a bucetinha que, de tão molhada, fazia barulho.“Ai, ai, aiiiii! Que gostoso. Vou gozar!”

Aqueles gemidos me deram tanto tesão que gozamos juntos. Enchi o cuzinho dela de porra. E ela adorou. Gostou tanto que, até hoje, não me cobrou o dinheiro da aposta.