Doeu, Eu Gostei, Mas Depois Me Arrependi…


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Sou Aninha e tenho 29 anos. Sou filha de italianos, cabelos castanhos, pele bem branca, 1,55m, seios pequenos, cintura fina e bunduda. Só namorei meu marido na vida. Toda minha experiência na cama foi com meu marido, que sempre foi safado e fogoso. Casamos e era muito feliz. Mas minha felicidade foi abalada por um fato. Um estranho me telefonou disse que meu marido estava me traindo com sua esposa. Não acreditei mas ele disse que tinha como provar: ia tirar fotos. Na semana seguinte ele disse que tirou fotos do carro do meu marido entrando no motel. Ele veio pessoalmente me entregar as fotos que havia tirado no dia anterior. Fiquei arrasada e morrendo de raiva. Ele disse que tinha vontade de matar os dois e mas achou melhor me contar. Falei que devia pagar na mesma moeda. Comecei a tirar a roupa. O rapaz, um mulato simpático mas longe de ser o meu tipo, ficou sem saber o que fazer. Perguntei se ia ter que procurar outro homem na rua e ele se tocou e começou a se despir também. Vi seu pau e achei que a vingança ia ser perfeita: meu marido é japonês e seu pau mede 14 cm, já o pau do mulato tinha mais 20 cm e era bem grosso. O mulato começou a chupar meus seios. Colocava quase inteiro na boca. Eu gemia e segurava seu cacete. Não conseguia tocar as pontas dos dedos ao redor do cacete. O medo de ser arrombada era superado pelo prazer de pensar que minha xoxotinha, até então exclusiva do meu marido, ia ser detonada por outro. Era a vingança máxima, pois meu marido sempre dizia que adorava minha xoxotinha apertada. Abaixei e chupei seu cacete. Não dava para chupar direito pois era muito grande, então lambi como se fosse sorvete. Fizemos um 69 e senti seus dedos na xoxota e no cuzinho. Gozei e saí de cima para ficar deitada de costas e com as perna arreganhadas. O mulato veio para cima de mim e meteu seu cacete de uma vez. Doeu mais do que da primeira vez. Parecia que eu estava perdendo a virgindade novamente. Ele foi apressado e socou tudo de uma vez. Doeu muito mas a satisfação de meter galhos na cabeça do meu marido era maior. Ele disse que ia gozar e pedi para que gozasse na minha boca. Não gosto do sabor da porra. Nunca engoli a porra do meu marido e raramente deixo ele gozar na minha boca, mas a vingança dá outro sabor ao sexo. Engoli tudo e lambi os beiços. O mulato falou que nunca tinha comido uma mulher tão apertada e gulosa. Falei que tinha algo mais apertado para ele provar. Ele olhou para mim e abriu um sorriso. Levantei e fui para o banheiro pegar o gel. Voltei e fiquei de quatro. O mulato passou gel no meu cuzinho, que também só havia conhecido o pau do meu marido. Ele enfiou um dedo, depois dois e finalmente disse que ia meter. Preparei-me para a dor, e que dor. Estava sendo enrabada por um tarugo. Só não desisti porque pensei no meu marido. Imaginei ele metendo no meu cuzinho e dizendo que estava mais largo. Foi neste devaneio que gozei e logo em seguida senti o mulato enfiar tudo e gozar dentro do meu cu. Foi uma trepada rápida e dolorosamente gostosa. O mulato disse que tinha que ir embora. Falei para ele arranjar outras fotos pois ia confrontar meu marido. No mesmo dia transei com meu marido. Ele comentou que parecia que eu não estava tão apertadinha como de costume. Rindo por dentro falei que era porque eu estava muito excitada. Senti tão tesão na vingança que até gozei. Ofereci minha bundinha e ele meteu e fez o mesmo comentário. Foi o gozo mais gostoso que tive. Na semana seguinte o mulato voltou com mais fotos que havia tirado no mesmo dia. Infelizmente eram só do carro entrando em outro motel. Notei que o pára-choque estava amassado. Novamente transamos. Não doeu como na primeira vez e gozei gostoso. Novamente engoli sua porra. Desta vez dei o cuzinho só com cuspe. Doeu bastante e gozei mais intensamente. O mulato foi embora feliz da vida. Quando meu marido chegou fui verificar o pára-choque. Estava sujo de lama mas inteiro. Sabia que não havia dado tempo para consertar. Durante o jantar meu marido comentou que recebeu uma multa e que era de um clone do carro. Também disse que passou o dia com meu irmão (os dois trabalham juntos e foram para o sítio de um cliente). Corri para o quarto e percebi que o carro das fotos não tinha o adesivo da concessionária. Bateu remorsos pois não era meu marido quem comia a mulher do mulato. Quase chorei de arrependimento. Na semana seguinte o mulato me ligou perguntando se eu queria dar um flagrante no meu marido, que estava no motel com sua esposa. Meu pobre maridinho estava em casa com gripe. Perguntei como ele descobriu o meu telefone e ele disse que tinha contatos no DETRAN e assim conseguiu o endereço e o telefone do proprietário. Pedi para ele descrever o cara e ele disse que era um moreno alto de olhos meio puxados, mestiço de japonês, de cabeça quase raspada e magro. Meu marido é japa 100%, branquinho, cabeludo e gordinho. Contei para o mulato e pedi para ele chamar a polícia para apreender o clone. O clone foi apreendido e o amante da mulher do mulato foi preso. Ele era um traficante procurado da favela Paraisópolis, que apenas parecia mestiço de japa mas ela baiano (devia ser descendente de índio). O mulato teve que fugir pois foi jurado de morte. Meu marido nunca descobriu e quase morro de arrependimento toda vez que lembro do mulato.