Meus filhos me comem até hoje


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É com muito prazer que escrevo este conto. Era o ano de 2008 e eu (Cacilda) com meus 40 anos andava tendo algumas fantasias malucas… Depois de 21 anos de casada e tendo um marido que viajava muito a serviço, passei a gostar de ficar no meu quarto assistindo filmes pornôs e brincando com dois consolos de borracha (um vaginal e um outro menor para anal). Apesar da minha idade e sabendo que tinha um corpo ainda bem definido, procurava freqüentar uma academia três vezes na semana pra manter tudo firme no lugar. Minha preocupação era somente meus dois filhos: Wilson de 18 anos e Gilson de 16… Bons filhos, mas que viviam aprontando com as meninas do bairro e até com mulheres casadas… Por serem bem bonitos, eram muito paquerados e aproveitavam da fama pra se darem bem com mulheres de todas as idades: adolescentes; jovens e até coroas (assim eram as fofocas que eu ouvia).
Quando eles saíram de férias escolar resolveram que iam passar uma semana acampados em uma praia com alguns amigos.
Saíram de casa num sábado bem cedo, e, depois do almoço fui pro meu quarto e tirei do meu esconderijo meus dois amiguinhos de borracha e um filme novo que peguei emprestado com uma amiga.
Após uns 15 minutos de filme já estava enfiando um consolo untado de óleo no ânus e o outro na vagina socando como se fosse o cacete do artista pornô do filme me comendo… Gozei, e acho que por ter ficado muito relaxada por estar sozinha em casa acabei cochilando.
Tive a impressão de que a cama balançou e displicentemente estava me espreguiçando quando vi Gilson sentado do meu lado e Wilson de pé logo na minha frente olhando pro meio das minhas pernas que estavam escancaradas… Ao não achar nada sobre a cama pra me cobrir, coloquei uma das mãos sobre minha buceta e com o outro braço cobri meus seios.
Wilson: – Calma mãe… Não precisa ficar assim tão desesperada!
– Mas… Mas… O que vocês estão fazendo aqui em casa?
Wilson: – Só vamos poder na segunda-feira… Depois eu te explico melhor!
Levantei da cama deixando que os dois ficassem olhando pra minha bunda que eu não conseguia esconder e fui pro armário pegar alguma roupa… O mais fácil foi uma camisola que joguei por cima do corpo sem me preocupar com as roupas de baixo.
Wilson continuando a sorrir balançando o consolo anal com todo o cuidado em sua mão, e pro meu azar o filme que devia ser muito longo continuava passando:
– Caramba mãe… Parece que o papai anda fazendo falta; não é?
Fui tomando de sua mão o consolo e indo pegar o outro na mão de Gilson que safadamente o cheirava:
– Não é nada disso que estão pensando!
Wilson: – Não mãe? Vai mentir que não estava vendo esse filme pornô e nem usando esses pintos de borracha?
Sentei na cama cobrindo meu rosto e Gilson sentando do meu lado e acariciando meus cabelos:
– Oh mãe… A gente entende pô… Uma mulher bonitona como você e tendo um marido que vive mais viajando do que em casa tem que se virar de alguma forma; acertei?
Minha vergonha já não era nem por eles terem me visto nua, mas por terem descoberto que eu usava aqueles pênis de borracha… Resolvi me abrir com meus filhos.
– Mesmo quando o pai de vocês está em casa, raramente a gente faz sexo!
Gilson: – É mãe? E você nunca pensou em arrumar um amante?
Me assustei com aquelas palavras e novamente resolvi confessar justamente para meus filhos.
– Claro que já pensei e já tive várias oportunidades; mas sempre me faltou coragem!
Wilson também sentando do meu lado.
– Tudo bem mãe… Eu e o Gilson podemos te ajudar; não é Gilson?
Gilson: – É claro que podemos; sou capaz de fazer qualquer coisa por você mãe!
– Obrigado meus filhos… Eu sei que vocês têm boas intenções, mas acho difícil poderem fazer alguma coisa por mim!
Acho que a mente dos dois trabalhava muito mais rápido do que a minha; eu inocentemente me levantando.
– Ainda estou muito envergonhada; preciso tomar um bom banho pra colocar minhas idéias em ordem!
Foi quando Wilson segurando-me pela mão.
– Eu e o Gilson podemos lhe dar um banho; você quer?
Tive a impressão de ter levado um murro no peito.
– O quê? Vocês me darem banho?
Wilson: – É mãe… Qual o problema? Ninguém vai ficar sabendo mesmo!
Gilson: – Deixa mãe… Deixa a gente te ajudar; deixa!
Meu coração começou a bater mais forte e meus neurônios a brigarem entre si… Respirei fundo.
– Não posso meus filhos… Apesar de tudo sou uma mulher descente!
Wilson: – Por isso mesmo… Só queremos lhe dar um pouco de carinho pra vê-la mais feliz!
Wilson sem nem ao menos saber se eu estava de acordo foi levantando minha camisola com o intuito de tirá-la… Eu meio que apavorada e ao mesmo tempo impotente pra impedir tamanha audácia acabei deixando me vendo nua novamente na frente dos dois safadinhos… Quarto suíte, trêmula foi caminhando pro banheiro e os dois me acompanhando. Rapidamente abri o chuveiro e entrando debaixo d´água me vi sendo admirada pelos meus dois lindos filhos que não hesitaram um segundo pra tirarem suas camisas e arriarem; ali na minha frente, suas bermudas. Engoli em seco vendo que meus dois filhotes já se podiam considerar homens feitos só pelo tamanho dos seus pintos que se mostravam bem duros… O estranho era que Gilson; mais novo, tinha o pau alguns centímetros maior do que Wilson e bem mais grosso. Logo que os dois entraram no box e começaram a acariciar todo meu corpo como se eu fosse uma prostituta qualquer, fui tentando ficar mais relaxada até ter certeza do meu desejo de querer aproveitar aquele momento com meus dois filhos tarados.
Ao sentir uma mão bolinando minha buceta que naquela altura já estava ensopada, resolvi jogar tudo pro alto e me transformar numa puta igual as que trabalhavam nos filmes pornôs.
– Ooooh… Ooooh… Chupa… Chupa meus peitos!
Era uma boca em cada um dos meus peitos, uns três dedos enfiados na minha buceta e mãos apalpando minha bunda… Descaradamente segurei um pinto em cada uma das mãos e logo ouvi o Gilson.
– Deixa meter sua buceta mãe!…
Eu estava desesperada, mas não querendo me mostrar tão afoita sai do box e me enxugando.
– Vocês querem deitar um pouquinho com a mamãe?
Eu não estava nem aí para os preconceitos, sabia que na cama eu poderia aproveitar bastante aqueles pintos duros.
Na cama com um de cada lado, voltaram a chupar meus peitos e ao mesmo tempo querendo entrar entre minhas pernas.
– Calma; tem que ser um de cada vez… Vem Gilson, sobe na mamãe você primeiro; sobe!
Gilson rapidamente; como um excelente amante, enterrou seu grosso pinto todo na minha buceta e começou a socar cada vez com mais força.
– Ah Ah Ah… Que buceta gostosa mãe… Vou gozar mãe… Vou gozar…
– Oh meu amor; então goza vai… Goza tudo dentro da mamãe; goza!
Gilson me encheu de porra e saindo de cima de mim, Wilson já veio tomando seu lugar… Wilson sem se importar que minha buceta estava cheia de porra do seu irmão, enfiou tudo e foi bombando com mais violência do que Gilson. O que me impressionou foi que Wilson meteu na minha buceta por uns longos 10 minutos que consegui ter dois orgasmos seguidos antes dele também gozar uma boa quantidade dentro da minha buceta.
Corri novamente pro banheiro e voltei tendo os dois ainda deitados na minha cama. Dei um beijo em cada um voltando a deitar entre os dois.
– Nooossa! Vocês são ótimos meus filhos!
Wilson voltando a bolinar um dos meus seios e beijando o outro.
– Você que é ótima… Você é a mãe mais gostosa que um filho pode ter!
Fiquei um tanto assustada tentando imaginar como Gilson tinha aprendido a fazer o que ele começava me provocar. Gilson beijando a parte interna das minhas coxas foi subindo me obrigando a ir abrindo-as e depois de dar alguns beijinhos nos lábios da minha buceta começou a lamber e a chupar demonstrando que sabia exatamente o que estava fazendo… Pra mim aquilo foi como se ele tivesse acendido uma fogueira dentro do meu corpo. Com Wilson chupando meus peitos e Gilson com a ponta da língua cutucando na portinha da minha buceta me transformei numa mulher totalmente depravada.
– Ai meu Deus… Ai meu Deus… Chupa… Chupa… Oooohhhhh… Oooooohhhh… Me faz gozar de novo meus filhos!…
Em todos meus anos de sexo nunca tinha tido três orgasmo num mesmo dia; gozando na boca de Gilson me vi gemendo dentro da boca de Wilson que me beijava sugando deliciosamente minha língua… Meus filhos estavam me transformando numa puta sem nenhum pudor que, bastou Wilson me pedir pra eu obedecer.
– Fica de quatro mãe…!
Fui ficando na posição de cachorrinha sabendo exatamente o que me esperava… Mais de 15 anos sem dar o rabo, meu próprio filho ia me foder por trás novamente. Wilson após molhar seu pinto com bastante saliva, encostou a cabeça do pau no meu ânus e fui empurrando.
– Ai Ai Ai… Devagar… Devagar que isso dói muito!
Depois de uns 2 minutos dele socando seu pau em de mim, já estava adorando sentir aquela coisa dura indo e vindo dentro da minha bunda… Novamente Wilson levou uns 10 minutos metendo sem parar no meu rabo antes de gozar. Meu ânus já ardia quando Gilson me impedindo de sair da cama.
– Agora é minha vez mãe…
Gilson mais afoito que o irmão enterrou seu grosso pau numa só socada que urrei feito uma cadela.
– Aaaaiiiiiiiiii… Calma filho; assim você machuca a mamãe!
– Desculpa mãe!…
Gilson daquela vez demorou mais pra gozar e meteu no meu rabo por mais uns 4 minutos que eu sentia a porra do Wilson que estava dentro escorrendo pelas minhas pernas… Ele gozando.
– Oh mãe… Que cuzinho delicioso… Aaaaah… Aaaaahhhhhhhhh!
Wilson me explicou que o pai de um dos seus amigos; que tinha a Van que os levariam até a praia, teve que na última hora resolver alguns problemas de serviço e por esse motivo resolveram combinar pra saírem somente na segunda-feira.
Acordei no domingo com a idéia fixa de aproveitar bem o dia com meus filhos já que iria ficar uma semana sem eles. Preparei o café e fui no quarto de Gilson que estava na cama, mas já acordado.
– Bom dia filho!
– Bom dia mãe… Vem aqui me dar um abraço; vem!
O safadinho já estava com más intenções que bastou eu me debruçar sobre ele, pra me puxar pra cima da cama e me encher de beijos.
– Te amo mãe… Te amo; te amo; te amo!…
– Hummmm… Você está querendo alguma coisa; não está?
Ele fazendo escorregar a alça da minha blusa do babydoll e botando meu peito pra fora do sutiã começando a chupar.
– É que eu já estou louco de tesão pra meter na sua buceta de novo mãe…
– Hummm! Calma; primeiro deixa eu ver como está seu bilauzinho.
Tirei a coberta e vendo o volume sob o short fui ajudando ele a se livrar do pijama me mostrando seu lindo e maravilhoso pinto duríssimo… Voltando minhas lembranças lá pros meus tempos de solteira quando adorava botar um pau na boca; segurei o pau do meu filho e, primeiro dei um beijinho sobre a cabeça e esperei sua reação.
– Beija mais mãe… Beija!
Beijei e dei uma lambida olhando pro rosto de Gilson que sorriu; e acho que desconfiando das minhas intenções.
– Quer chupar meu pau mãe; quer?
Abocanhei fazendo com que chegasse praticamente a ponta na minha garganta e fui sugando com meus lábios até a ponta onde novamente passei a língua.
– Caaaaaaralho mãe… Que chupada gostosa; vai mãe… Chupa mais… Mais!…
Dei um banho de língua na deliciosa piroca do meu filho que segurando firme minha cabeça.
– Vou gozar mãe… Vou gozar…!
Inundou minha boca de porra que fui engolindo, e depois ainda tive o prazer de limpar todo seu pinto que aos poucos foi amolecendo.
Com minha buceta pegando fogo, fui pro quarto de Wilson.
– Bom dia filho!
– Bom dia mãe!
Na sua frente, fui tirando minha calcinha e vendo seu sorriso.
– Quer comer a mamãe de novo?
Ele tirando seu short.
– Eta mãe heim? Estava justamente pensando em você!
– Pode ficar deitado aí mesmo filho… Deixa que a mamãe vai fazer tudo!
Ansiosa, subi sobre a cama e subindo sobre o corpo de Wilson fui segurando seu pinto e abaixando meu corpo até encostar minha buceta… Safadamente, dei uma rebolada e fiz minha buceta começar a engolir aquele duro cacete. Wilson segurando minhas ancas parecia satisfeito tendo sua mãe engolindo todo seu pau com a xoxota. Com tudo dentro, comecei a cavalgar com uma alucinada.
– Aaaah Aaaaah Aaaaah… Hummmm… Ahhhhhhhhhhh!
Gozando, arriei meu corpo e beijei muito a boca do meu filho. Ele, me fazendo deitar de costas sobre a cama voltou a enterrar sua pica na minha buceta e ainda deu umas vinte bombadas antes de me encher com sua porra.
Passar uma semana sem trepar com meus filhos, foi pra mim muito pior do que quando comecei a sentir falta das trepadas com meu marido. Mas quando eles retornaram, me transformei numa verdadeira máquina de fazer sexo metendo com eles praticamente todos os dias. Três anos se passaram, e ainda, apesar deles dois terem suas namoradas e provavelmente trepar com elas; ainda gostam de meter na xoxota e na bundinha da mamãe.