Minha enteada me seduziu – Parte II


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Desde que comi minha enteada pela primeira vez, não precisa dizer que isso virou rotina. Suzane chegava da escola, ia pro banheiro tomar banho e normalmente eu entrava junto com ela. Banhávamos junto, um ao outro, eu já entrava agarrando ela por trás, roçando meu pau em sua bundinha, alisando todo seu corpo, chupando seus peitinhos ou então ela já queria logo chupar meu pau, que ela dizia que gostava muito. Normalmente a gente terminava na cama, ou no sofá da sala, ou em cima da mesa da cozinha. Na primeira semana isso aconteceu praticamente todo o dia que acabou impactando no meu relacionamento com minha esposa, a mãe dela. Eu ficava tão cansado que não tinha mais tanto desejo pela minha mulher e pra variar ela começou a achar estranho. Algumas vezes eu transava só por transar, e na maioria das vezes eu fechava os olhos pensando na Suzane ou imaginando que ela estava fingindo estar dormindo. Como é difícil enganar mulher, certa vez ela desconfiou de algo e resolveu chegar em casa de surpresa e acabou nos pegando no flagra, banhando junto no banheiro. Não precisa dizer que foi um inferno. Ela gritou, jogou minhas coisas fora e disse que iria me entregar à polícia. Eu já estava na casa da minha irmã tentando arrumar uma grana pra fugir pro Ceará, quando meu celular tocou e no outro lado da linha ela me pediu chorando pra voltar que queria falar comigo. Fui meio com medo, mas ao chegar lá ela estava sozinha, conversamos, ela chorou e no fim acabamos reatando e pra variar fudendo muito a noite toda. Suzane estava na casa da avó e concordamos que ela não trocaria a filha dela por mim, mas eu deveria pedi desculpas e jurar que jamais teria alguma coisa com ela. Situações constrangedoras resolvidas, Suzane passou a ir da escola pra casa da avó e quando minha esposa vinha para casa trazia ela.

Nos primeiros dias o clima estava tenso. Eu evitava falar com Suzane e o clima entre elas era muito formal. Depois de uns quatro dias, elas começaram a se falar melhor e voltaram a ser “amigas” como mãe e filha devem ser. Certo dia cheguei em casa e as duas riam muito no quarto. Muito tempo depois elas me contaram que falavam de mim, como tinha sido a primeira vez, se doeu, se ela gostou, essas coisas. Mas como eu tinha medo de perder minha mulher, continuei evitando a Suzane e só falava coisas formais dentro de casa.

Então num final de semana desses, fomos nós três a uma festa de aniversário de uma amiga da minha mulher, e ela que não é de beber muito, encheu a cara desses ices. Ela não estava totalmente bêbada, mas estava bastante alegrinha. Voltamos umas 2 da manhã e ao chegarmos fomos dormir. Minha mulher, como falei no conto anterior, é uma mulata alta, seios médios mas firmes, tem umas coxas grossas, uma bunda enorme como toda negra costuma ter, cabelos encaracolados, enfim, ela é muito gostosa mesmo. Estava meio calor e ela deitava de bruços só de calcinha e uma blusinha. Meu pau subiu na hora. Como a Suzane estava dormindo, comecei a passar a mão na bunda da minha mulher, enfiando por dentro da calcinha, até achar seu grelinho. Ela tava dormindo, mas meio que inconscientemente, ela arreganhou as pernas de modo que comecei a massagear sua buceta que rapidinho ficou toda molhadinha. Ela despertou e foi logo me dando um beijo e enfiando a mão dentro da minha cueca e segur ando meu pau. Ela veio pra cima de mim e nem esperou, colocou a calcinha de lado e sentou enfiando todo meu cacete dentro de sua buceta e começou a cavalgar, enquanto eu chupava seus peitos. Ela gemia tanto que nem se preocupou em acordar a Suzane que parecia que estava dormindo. Parecia.

Num determinado momento, minha mulher virou de quatro pra mim, e eu que não tava preocupado com nada, me posicionei, enfiando meu pau no seu cuzinho e comecei enfiar todo e logo em seguida socando com força enquanto segurava aquela bunda enorme na minha frente. Minha mulher gemeu tanto que o inevitável aconteceu: minha enteada acordou, mas fingiu que estava dormindo, mas minha mulher viu. Então veio a minha surpresa. Minha mulher falou pra ela: “Para de fingir Suzane que sei que você ta acordada. Ta vendo como seu padim come sua mãe? Ta querendo também?”. Eu achei que vinha confusão pela frente, mas pra minha supresa, minha mulher falou: “Eu sei que você quer também. Quer? Vem que eu deixo.” Suzane olhou pra mim meio confusa, mas quando eu dei de ombros, ela se levantou e veio pra nossa cama, tirando seu pijama e ficando só de calcinha de algodão. Minha mulher ficou de lado pra dar espaço e provocou: “Vai, me mostra como vocês fizeram?”. Suzane tomou uma postura meio arrogante e falou: “Não é isso que ela quer? Então pronto” e veio em minha direção e me deu um beijo, enquanto eu já baixava sua calcinha. Um beijo gostoso, em que eu chupava sua língua todinha. Deitei Suzane na cama e terminei de tirar a calcinha, e beijava seus pés, subindo pelas pernas até chegar na sua bucetinha. Lambia toda passando pelo grelinho, pelos grandes lábios e depois enfiando dentro de sua grutinha. Suzane não demorou pra gozar e deixar todo seu gozo na minha boca. Assim que terminei, olhei pro lado, e minha mulher via tudo aquilo se masturbando, o que me deixou com mais tesão ainda. Abri as pernas de Suzane e enfiei meu pau, no inicio só a cabecinha, enfiando e tirando, e então quando Suzane gritou “Ai, Padim enfia ele todo, vai” então enfiei com força todo meu pau naquela bucetinha que só tinha uns pelinhos que mal tinham crescido. Quando vi que minha mulher estava se contorcendo quase gozando ao bater sua siririca, chamei ela e falei: “Vamos dividir essa porra”. Então eu deitei e pedir pra minha enteada ficar por cima de mim, cavalgando no meu cacete, enquanto minha mulher também ficasse em cima de mim, com sua buceta na direção da minha boca. Matei meu sonho! Enquanto minha enteada subia e descia no meu cacete, eu arreganhava e chupava a buceta e o cuzinho da minha mulher. As duas gemiam feito loucas, e pra melhorar a putaria, elas começaram a se beijar, que me deixou surpreso, mas com um tesão da porra que não aguentei e gozei.

Dei aquela pausa comum de todos os homens e fui no banheiro fazer um xixi e lavar o cacete. Quando voltei encontrar as duas nuas na cama, minha mulher alisando a bucetinha da minha enteada enquanto Suzane chupava os peitos dela, meu pau subiu rapidinho. Mas elas não deixaram. Minha mulher enfiou os dois dedos na buceta de Suzane. “Ai, mainha, que gostoso, mainha… ai mainha”. Fiquei puto de ter ficado de fora, mas o melhor veio depois. “Sua putinha, tu não quer fuder igual a mamãe? Então vai ser completo”. Então minha mulher colocou Suzane de quatro e comeceu a lamber o cuzinho dela. Eu já tava quase me posicionando atrás dela pra comer o cu da minha mulher, quando ela falou: “O meu não, o dela”. Eu falei “Ta doida? Ela não vai aguentar”. E ela: “Vai sim, ela não quer ser puta, então vai ser completa.” Então peguei um KY, e fui lambuzando o cuzinho dela, enfiando primeiro o dedinho indicador e dizendo “relaxa”, depois enfiei o dedo médi o, ela gemendo ainda mais. “Ta vendo? É assim, vai doer um pouco mas deixa relaxado, não trava o cuzinho tá?”. Ela disse “Ta bom paizinho”. Coloquei ela de ladinho e comecei a estocar devagarzinho no cu dela. Foi complicado, ela gemia muito, mas minha mulher insistia, minha mulher até ajudava segurando meu pau pra não escapulir, então quando senti, a cabecinha já tinha entrado todinha no cuzinho dela e ela gemendo. Ela comecçou a ensaiar uma reboladinha, e comecou a mexer devagarzinho de modo que meu pau entrou todinho e comi pela primeira vez o cu da minha enteada. Ver meu pau entrando naquele cuzinho, naquela bundinha novinha, meu deixou louco. Pra sorte dela, gozei rápido.

Aquela noite foi maravilhosa. Viramos amantes por muito tempo, mas com 14 anos ela arrumou um namoradinho e o sexo comigo deixou de ser novidade. O tempo passou, hoje ela está com 18 anos e mora com uma tia na capital onde faz faculdade. Eu e minha mulher estamos juntos até hoje e ela continua gostosa. Nesse período transamos apenas duas vezes quando fui visitá-la, mas hoje eu prefiro continuar apenas com minha mulher. Mas fico feliz por algo tão complicado ter dado certo e por fazer parte da iniciação sexual da minha enteada.