Nunca pensei que seria possivel

Click to this video!

Me chamo marcos, resido em Araguaina-TO, e essa história é verídica, como as outras já contei aqui e também em alguns sites, bom, o que relato agora, aconteceu no dia 07 de setembro de 2015, neste feriado, aqui feriamos também no dia 08, então, resolvemos fazer uma boa programação já a iniciar no sábado para não perder tempo, aqui como tem praia de rios, a gente programou para irmos até a casa de um amigo nosso que fica na beira do rio Araguaia. Juntamos uma turma de 04 casais com filhos e etc, éramos eu minha esposa e dois filhos, Claudio e sua esposa Sandra, que são recém casados, ele é advogado e ela formada em contabilidade, Marcelo que é Vereador junto com Ane sua esposa e seus 03 filhos, e Henrique e Suzana, com sua filhinha, aprontamos tudo e viajamos no sábado ainda, chegando na casa de Antônio, nosso amigo e sua esposa Erica, por volta das 08 da noite, lá, ajeitamos os quartos de dormi, e como eram poucos, quarto para muita gente a gente organizou para que as crianças ficassem em um dos quartos e os outros dois, dividimos em dois casais, ficando eu e minha esposa em um dos quartos com Marcelo e ane, e Claudio e Henrique no outro quarto, lá fora, Antônio e Erica já preparavam um delicioso churrasco, sentamos, jantamos, conversamos bastante, e depois cama, no dia seguinte fomos a praia e até ai tudo bem, só que no fim da tarde, Marcelo disse que teria de vir a cidade pois precisava estar no desfile de 7 de setembro por ser Vereador, mas que na segunda à tarde estaria de volta ou terça cedinho, Ane sua esposa disse que iria ficar ele concordou tranquilamente, todos voltamos para casa e fomos fazer janta e etc, a noite Marcelo veio para a cidade, pois o local que estávamos fica a menos de 100km de onde moramos, então ficamos só nós, nos recolhemos em nossos quartos e dormimos, mas, minha esposa no meio da noite começou a esfregar em mim e Ane estava dormindo na cama ao lado, então disse a ela, ei a Ane está do outro lado sabia? Ela disse, ela está dormindo, vamos fazer amor rapidinho, então, começamos a nos beijar e minha esposa, logo abriu suas penas e eu comecei beijando ela e fui descendo até sua gruta maravilhosa e suguei bem gostoso, minha esposa, vou chama-la de Carla, ela começou a gemer, e eu tapei sua boca com uma de minhas mãos, mas safada começou a chupar meus dedos e eu parei e disse, se vc não se aquietar a Ane vai acordar e ela prometeu ficar quieta, voltei a chupa-la e ela gozou, mas, assim que iria penetrar ela, escutamos a Ane rolar na cama, e deitamos e ficamos quieto, e eu fiquei só no vontade pq ficamos com medo de nos mexer e minha esposa disse, não esquenta, amanhã cedo a gente termina e fomos deitar, e eu dormi com muita vontade de transar. Na manhã seguinte, preparamos tudo e saímos cedo para a praia, chegando lá assamos carne, comemos e etc, eu estava louco pra transar e disse pra minha esposa pra pegarmos o barco e voltarmos pra casa do Antônio pra transarmos e depois voltava, mas ela disse que não iria, e acabamos discutindo e eu então disse que iria dormir um pouco e entrei no barco e pedi ao Antônio pra mim deixar lá e depois, pq já eram duas da tarde e eu iria descansar um pouco, Antônio concordou de boa, ajeitamos pra sair, porém, Ane disse que iria também com a gente pra ligar para o Marcelo e ver que horas ele viria pra praia, e sua filhinha foi mais ela, pois estava meio febril, dai todos acabaram concordando em vir embora, foi até bom, porque pensei, agora eu transo com minha esposa, so que chegando na casa, minha esposa, saiu para comprar carnes e etc, no vilarejo lá perto, junto com Erica, Antônio, Claudio, Henrique, Suzana e Sandra, os meninos mais velhos ficaram na praia, pois havia mais pessoas, lá e o Antônio disse que as 17 hs pegavam eles, lá, eu fiquei sozinho em casa, e a Ane, com sua filhinha, estavam em outro quarto, eu deitei e peguei no sono, quando escutei uns barulhos longe e me levantei e quando olhei para o lado a Ane estava me olhando e disse, não queria te acordar Marcos, eu disse, não esquenta, e perguntei a ela, está tudo bem?, ela disse: sim e vc está melhor? Eu falei estou sim, estava um pouco estressado, mas estou mais calmo, e daí emendei, e o pessoal já chegaram, e ela disse ainda não, daí veio o que temia, ela disse: você e a Carla hein, que safados, eu fiquei vermelho, e disse: nossa Ane, desculpe, eu falei para ela, que você poderia acordar, e ela disse: e acordei mesmo e fiquei escutando vocês cochichando um para o outro, eu estava deitado e me sentei na cama, e fiquei sem graça, porem estava me excitando com aquela conversa, daí eu disse, Ane, desculpe-nos, imaginei que poderíamos te acordar, ela falou: não esquenta com isso. Então, eu fui mudar de assunto, e perguntei: e o Marcelo, ligou pra ele, que horas que ele chega, e ela disse: ela chega à noite, disse que ele e o prefeito e alguns vereadores teriam uma reunião mais tarde, eu disse: essa vida não é fácil né, e ela disse: verdade, e a sua também não né, eu disse: como assim? E ela falou, você estava chateado lá na praia e foi por causa de ontem a noite né, eu fiquei sem graça, mas disse: era sim, mas já estou melhor, e ela disse: a Carla te deu o bolo e sorriu, eu disse: como assim me deu o bolo? Ela disse: ué, escutei ela te dizer que hoje pela manhã vocês terminariam o serviço, eu lhe respondi: nossa até isso você escutou, ela sim até isso, e sorriu, eu disse: Ane, melhor mudarmos de assunto, ela disse: porque? Do que tem medo? Eu disse: olha, já estou ficando a perigo, ela falou: eu tô a perigo desde ontem a noite, nossa aquilo veio como uma bomba, pois a Ane, das mulheres que estavam lá, ela estava na 2° posição das mais gostosas, pelo belo corpo, seios médios e magra, a primeira na opinião é a Sandra, talvez por ser novinha,22 anos e toda enxuta, mas isso não vem ao caso, a verdade é que quando Ane disse aquilo: eu não resistir e me levantei e disse: olha como esta conversa está me deixando e apontei para meu short e ela sorriu e disse: posso matar minha curiosidade? Eu fui até ela e lhe dei um beijo na boca e ela retribuiu e começamos a nos pegar ali mesmo, ela passou a mão em meu short e desceu ele e depois tirou a cueca e caiu de boca em meu pau, e falava nossa que tesão que estou, desde ontem quando te ví chupando a bucetinha da Karla que tua imagem não me saiu da cabeça, e eu disse: ah é, então chupa safada, e ela disse: vou te mostrar como se chupa um pau Marcos e a safada é mesmo boa no boquete, pois ela, lambia so a cabecinha do pau, e depois passava a língua no saco e dai voltava e engolia ele todinho, e engasgava e a saliva ela cuspia nele e tornava a fazer do mesmo jeito e depois começou a engolir ele em sequência daí eu anunciei a ela, que iria gozar, ela não parou, somente olhou para mim, como se estivesse dizendo: goza, daí a safada chupava até o fundo da garganta e voltava, e então comecei a gozar na boca dela, e ela parou de me chupar e ficou com meu pau na boca, recebendo cada gota de meu gozo, quando terminei ela chupou mais um pouco e depois veio até onde eu estava e me deu um beijo e disse: sua vez de me fazer gozar, eu entendi e joguei ela em cima da cama e fui beijando ela até chegar em seus seios e suguei cada um como se fosse os últimos seios da face da terra, ela gemia e falava: isso, chupa ela, deixa marcas, morde eles, e eu fui fazendo o que ela estava pedindo e num impulso em meti uns dedos em sua bucetinha e a safada deu um gemido forte, arrrrrrrrrrrrrrrrrrrgggggg mordendo os lábios e dizendo que deliciai, então desci até sua gruta e suguei aquela buceta linda, com alguns pelos, mas muito linda, quando minha boca tocou lá, ela faltava afundar minha cabeça pra dentro de sua buceta, enquanto eu chupava ela, com uma das mãos fiquei brincando com seus seios e derrepente senti ela tremer-se toda e dizer, noooooossa, estou gozanndo, meu Deus que deliiiiiiiiiiiiiiicia,
Ela mesma me puxou pra cima dela e me deu um beijo, então, escutamos barulho de carro e eu sai e fui ver se era o pessoal mas eram os vizinhos de lá passando já indo embora, então voltei a safada estava de quatro, pronta para ser fodida, eu disse: Ane, não tenho camisinha aqui, ela disse: mete e depois você goza na minha boca, eu não resistí e fui até ela e a beijei mais um pouco, cheguei atrás dela e comecei a penetrar, estava apertada sua bucetinha, e eu disse: nossa ela é bem apertadinha hein, ela falou tem mais de mês que Marcelo não me come, eu então voltei a empurrar e entrou tudo e comecei um vai vem nela, enquanto escutava ela gemer baixinho, e tirava o pau e colocava de novo, e ela reclamava dizendo: não tira, deixa ele ai, então eu voltei e penetrar ela e não resistir e puxei seus cabelos, quando fiz isso, ela gemeu alto e disse: me bate, me bate, eu dei um tapa na bunda dela, e ela disse: isso, me bate mais, me machuca, e eu comecei a foder ela, e a puxar seus cabelos e dar alguns tapas nela, e xingava ela de puta, cadela, safada, e ela respondia, sou sim, sou puta, sou cachorra, sou o que você quiser que eu seja, em pouco tempo a safada gozou e eu já não aguentando mais, disse: vem beber leite sua putinha safada, ela saiu mais do que depressa, como uma safada no cio e abocanhou meu pau e eu gozei naquela boquinha linda, após isso, deitamos um do lado do outro, por uns minutos, então ela foi banhar, e eu fiquei lá fora observando se o pessoal estava vindo, depois ela saiu do banho e eu entrei e tomei banho, me troquei e ficamos os dois sentados lá fora esperando o pessoal, era por volta de 5 da tarde e eles vieram chegar as 6:30 pra lá, e neste intervalo, nos beijamos como dois namorados e ela me chupou mas o medo do povo chegar me impediu de encher aquela boquinha dela de porra, quando o pessoal chegou , trouxeram mais carne, carvão e etc. e eu fui ajudar no churrasco e a Ane foi pra cozinha com as mulheres, o Antônio foi buscar os meninos na praia mais tarde as 10: 00 hs o Marcelo chegou e trouxe mais carne, sorvete e bebidas à vontade. A festa continuou até as duas da manhã, onde todos nós nos recolhemos, mas volta e meia, eu percebia a Ane me olhando e da mesma forma, eu também olhava ela.

Nunca pensei que seria possível parte II
Nunca pensei que seria possível parte III