O Amante de Mamãe e EU

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Helga está na posição de frango assado. O homem que está entre suas coxas tem um dos braços passado por trás das costas dela na altura dos quadris. Praticamente ele a levanta da cama, fazendo com o corpo da bela mulher uma graciosa curva, onde somente a cabeça dela e as nádegas encostem no colchão. Mesmo assim, as grossas coxas de Helga se cruzam em volta da cintura do rapaz, ao mesmo tempo em que ela empurra sua pélvis de encontro a dele.

Ao suspendê-la desse jeito, ele faz com que as nádegas dela se encostem mais fortemente em sua virilha. Com a outra mão na nuca dela, ele lhe acaricia os cabelos e tenta beijá-la.
Helga, no entanto, parece estar longe dali. Seus olhos fechados com as sobrancelhas levemente contraídas, mas com um largo sorriso nos lábios semiabertos, balança a cabeça lentamente de um lado pro outro.
Ela está próxima de receber outro orgasmo que aquele macho vem lhe dando há mais de uma hora. O orgasmo que se aproxima, começa percorrendo o tecido anal de seu cusinho, que está estufado com a rola dele, passando pelos lábios vaginais e se concentrando no clitóris.

Ele também já começa a ejacular fortemente e sente certa dificuldade em fazer deslizar seu penis pra dentro e pra fora da carnuda bundona de Helga. Primeiro porque ela contrai o esfíncter devido ao orgasmo que se aproxima e segundo devido aos movimentos desordenados dele, pois acabou de gozar intensamente, inundando com fortes mangueiradas de semem o sensível cusinho de Helga.

Os urros do sodomita se juntam aos gritinhos e uivos da formosa mulher que sente a onda orgástica lhe envolvendo todo o corpo. O alvo corpo de Helga está todo rosado e em alguns lugares com manchas ligeiramente avermelhadas.
O suor lhe deixa toda a pele brilhando, emanando o seu odor de fêmea que faz com que as narinas de seu macho se dilatem e impeça que seu intumescido caralho se faça flácido.
Minutos depois do intenso orgasmo de ambos, o rapaz se levante e se dirige ao banheiro. Depois de uma rápida ducha, ele volta ao quarto e fica a observar o voluptuoso corpo da mãezinha de seu aluno Daniel.
Com Helga deitada de bruços, exausta de tanto gozo sexual, Bruno admira aquele perfeito e voluptuoso corpo que o marido dela pouco soubera usar. Ele pensa também na tremenda sorte que teve ao conhecer aquela fantástica mulher.
Embora ela fosse nove anos mais velha que ele, a beleza de Helga combinada com sua timidez, lhe davam uma aparência de uma mulher bem mais jovem.
É difícil pra Bruno acreditar que ela, aos trinta e cinco anos, mãe de um casal de filhos adolescente, tenha aquele corpo de fartos e firmes seios, a barriga lisinha, coxas grossas que sustentam uma formidável bunda e quadris um pouquinho avantajados.
Bruno passeia com as pontas dos dedos pelas polpudas nádegas dela e não resistindo abriu de novo para outra “inspeção anal” e suavemente encostou seus lábios em volta daquele redondinho rosado! O tono muscular de Helga era excelente, nenhuma prega tinha se rompido e estava somente cor de rosa em volta.
Helga desperta de seu cochilo, já excitada. Bruno sobe com seus lábios por toda a espinha dorsal até o pescoço dela. Vendo que seu jovem amante sentado a seu lado lhe faz caricias que lhe despertam toda a sexualidade a flor da pele, Helga lhe oferece os lábios e é apaixonadamente beijada.
Ela sente o inchado cacete tocar-lhe o braço. É como se fosse um choque de prazer o contato pele a pele. Algo acontece com Helga quando ela apenas imagina ter o penis de Bruno nas mãos.
E no momento que ele está ali, intumescido de tesão, Helga se sente impelida a coloca-lo na boca e sugar todo suco viril de seu jovem amante.
Mesmo de bruço, ela se contorce de tal maneira e vai procurando com a boca aberta de lábios ovalados pela cabeçorra arroxeado da torona de Bruno.
O jovem professor arfa, fecha os olhos e suavemente deixa a cabeça
tombar pra trás. A umidade do interior da boca de Helga envolve a glande como uma gelatina aquecida, levando Bruno a sentir tal sensação de gozo que só ultimamente tem sentido somente quando Helga lhe acaricia desse jeito.
Ao baixar a cabeça, nota que mais de um terço de sua tora está engolida pela boquinha e que o restante é acariciada por uma das mãos. A sensação é indescritível. É como se o mundo estivesse pra acabar e nada o faria se desligar da boca de Helga.
Ele se abandona aos lábios e a língua da mãe de seu aluno e já perto de gozar se deita ao lado de Helga. A posição fica desconfortável pra que ela sinta todo o prazer oral de sugar com vontade o cacetão do professor de seu filho.
No momento seguinte, ela está de quatro, quase na posição fetal ao lado das coxas de Bruno. Um certo prazer masoquista invade o corpo de Helga, fazendo com que ela própria se sufoque na tentativa de engolir também os bagos, já tendo a rola inteirinha enfiada até a garganta.
Bruno sente a poderosa sucção por toda a extensão de sua rola engolida até a garganta por Helga. Não suportando mais e feliz como nunca ele explode mais uma vez num dos orifícios de prazer dela.
Helga arregala os olhos ao sentir o inchaço da torona e ao mesmo tempo a enxurrada de esperma, que mesmo escorrendo direto por sua garganta, ainda lhe enche a boca e vaza pelos cantos dos lábios.
Seu jovem amante urra desinibidamente e sua pélvis balança em frente ao rosto de Helga que agora segura o grosso cacete com as duas mãos, mantendo a glande inteira dentro da boca, sugando o que ainda resta de esperma.
Poucos minutos depois, ela nota que Bruno volta a ter sua respiração compassada. Ela dá um longo e ruidoso beijo na ponta da cabeçorra e se ergue passando por cima do tronco dele. Os firmes seios roçando pelo másculo rosto do professor de seu filho.
– Vamos, vamos! Ainda tenho que apanhar Daniel na escola! Vou tomar uma chuveirada e podemos logo ir.

Com pouco mais de quinze anos, Daniel já tem mais de um metro e oitenta. Do outro lado da rua ele ouve sua mãe buzinando e se dirige até lá. Fica surpreso e pouco sem jeito ao ver seu ex-professor sentado ao lado da mãe.
– Encontrei o Bru… professor Bruno por acaso… e por acaso ele precisava vir até o centro. Assim lhe ofereci uma carona!
Daniel nota que sua bela mãe está mais radiante e faceira, totalmente diferente da bela e acabrunhada esposa quando está na presença do pai dele.
Ela está de cabelos soltos e não se incomoda que a saia tenha lhe subido quase um palmo acima dos joelhos e até um pouco mais quando ela pisa na embreagem e no acelerador.
Não passa despercebido a Daniel uma pequena mancha, levemente arroxeada, no lado da coxa e a maneira risonha de como ela conversa com o professor Bruno.
“Minha mãe está enamorada desse cara! Se papai descobrir… não vai só sobrar pra ele. Vai sobrar pra minha mãe também! E ela não merece isso. Ela já a trata tão mal! Meu pai é que merece uma lição! Uma lição bem dada, como um par de chifres”

Quando Bruno se despede de Helga, eles apenas apertam-se as mãos. Mas Daniel percebe o olhar carinhoso entre os dois. Ele vem pro banco da frente ao lado da mãe.
– Mãezinha, deixa eu dirigir, deixa?

Helga o fita candidamente com um sorriso de cumplicidade. Como ela vem fazendo ultimamente, ela tem deixado que ele dirija até um pouco antes de casa. Aí ela volta a direção.
Mas pra fazer isso, ela se desloca pra cima do colo dele e ele desliza sua virilha por baixo da bunda dela. E isso acontece duas vezes. Nada demais tal traquinagem entre mãe e filho. Só que desta vez pareceu a Helga que o filho se embaraçou na hora de passar as pernas pro outro lado e ela teve que ficar alguns segundos a mais sentada no colo dele.
Ainda nesta posição, Helga deu uma bitoca nos lábios do filho antes de assentar-se.
– Como você está ficando bonito, filhinho.
– Não enche mãe! Não sou mais criança! Voce é que é a mãe mais bonita de todos os meus colegas! Eles vivem me zoando! Vê se não aparece lá no portão quando for me buscar!
– Oh, queridinho! Voce é ainda meu bebê! E se sou a mais bonita, então você deve ter orgulho de mim! Amanhã vou te apanhar no portão e de… mini saia!
– Quem? Você? Não faça isso! Papai te mata! E você não leva jeito usar minissaia!
– Ah, não! Você vai ver só!
– Não, mãe, não! Não brinca assim. Eu acho que sei o que está acontecendo entre você e o professor… e você está mudada. Papai vai notar e se ele souber…
– O que você está dizendo? Não há nada entre mim e Bruno!
– Ahãhã, agora não é mais professor Bruno!

Helga se cala e fica olhando pra frente com o cenho contraído. Mas, relaxa logo em seguida e um leve sorriso lhe aparece no rosto.
“Então essa sabidinho sabe que Bruno está me comendo? E que gracinha, ele me dando conselhos! Acho que posso confiar nele.”

Quando chegam a um quadra da casa, novamente eles têm que trocar de lugar. Há novamente outro embaraço e dessa vez Helga senta sem pudor no colo do filho, lhe dá outra bitoca nos lábios e lhe diz.
– Acho que temos um segredinho agora, né?

Em seguida ela se ergue, deixando o filho sair debaixo da bunda dela e deslizar pra o outro assento. Daniel está ruborizado, Em sua inocência juvenil não sabe bem o que a mãe quis se referir com “nosso segredinho”.
“Será que ela desconfiou de que eu estava de pau duro? Ou é sobre o caso dela com o professor Bruno?”