Uma Família Liberal


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Eu sou Rosamaria. Tenho 43 anos e sou viúva desde os 35. Meu marido morreu em um acidente aéreo deixando-me com dois filhos: Luciana então com 13 anos e Pedro a completar 11. Como meu marido me deixou econômica e financeiramente independente, com toda nossa vida organizada, resolvi não me envolver novamente com outro homem passando a me dedicar exclusivamente aos nossos filhos, dando-lhes todo o suporte para estudarem e terem a melhor qualidade de vida possível. Nestes últimos oito anos estive tão envolvida no nosso cotidiano que nem percebi que as crianças deixaram de ser criança e já são hoje, jovem e adolescente física e mentalmente desenvolvidos. Ambos muito caseiros são avessos a baladas e grandes aglomerações de pessoas. A “Lu” neste momento só pensa em passar no vestibular e fazer o curso de arquitetura, seu grande sonho. Já o “Pedrinho” estava completando o ensino médio ainda sem grandes objetivos em mente. Ainda vai completar 19. Nenhum dos dois fala de namoro; vez ou outra, falam em “paquera” coisa sem compromisso, apenas diversão. Quanto a mim, mesmo ainda jovem com tudo em cima, pois procuro me cuidar com esmero, não me consigo ver dividindo a mim, minha casa e meus filhos com outro homem. Assim, levamos uma vida muito tranqüila procurando sempre nos relacionarmos de forma aberta o mais liberal possível.
Acontece que nos últimos meses um fato ocorreu aqui em casa e me chamou a atenção; não que tenha me assustado, mas sim me deixou curiosa: primeiro percebi que às vezes quando recolhia o cesto de roupas sujas no banheiro das crianças encontrava calcinhas minhas que eu não usara aquele dia! Depois que isso começou a se repetir passei a examinar as peças e vi que estavam sempre impregnadas de esperma seca! Conclusão: Pedrinho estava se masturbando e gozando nas minhas calcinhas?! Quando cheguei a esta conclusão, sorri intimamente e confesso que fiquei um pouco excitada com aquele pensamento. Bem… Nada demais para um garoto que começa criar suas fantasias e descobrir seus fetiches. Resolvi então participar, sem ele perceber, de suas fantasias. Comecei a deixar minhas calcinhas mais sedutoras sempre por cima na gaveta e borrifadas com perfume bem excitante e sempre no dia seguinte as encontrava no cesto emboladas e coladas. Depois quando examinei as calcinhas da Lu no cesto, percebi que às vezes alguma dela também estava esporrada. – Hummm! Este garoto está se tornando verdadeira máquina de ejaculação!!! Percebi que esta brincadeira estava me provocando uma gostosa excitação e eu queria que continuasse. Passei a usar o mesmo expediente na gaveta da Lu. Eu precisava saber se as fantasias do Pedrinho se limitavam às calcinhas ou se ele tinha alguma atração física por nós. Comecei a arquitetar alguma oportunidade de colocá-lo à prova.
Todas a sextas-feiras era hábito eu deixá-los no colégio e passar toda manhã no salão só voltando para casa depois de apanhá-los novamente no colégio. Naquela sexta não seria diferente não fosse pelo fato de a Luciana ter combinado com suas amigas de fazer uma pesquisa na biblioteca do colégio na sexta à tarde e no sábado de manhã. Chegamos em casa eu preparei um almoço rápido, como de costume a Lu recolheu, lavou e guardou a louça e nem se preocupou em trocar o uniforme e suas amigas já chamavam no interfone. Ela saiu esbaforida dando tiauzinho para o Pedro que estava no sofá e jogando um beijo pra mim que cruzei com ela no corredor. A casa estava toda bagunçada, pois tínhamos saído cedo e até então estava tudo como quando nos levantamos de manhã. Entrei no meu quarto, tirei a roupa que estava usando ficando só de calcinha e sutiã. Quando levei as mãos às costas para desabotoar o sutiã, me vi no espelho do armário, tirei o sutiã e fiquei admirando a forma atraente de meus seios… Olhei a calcinha que estava usando: vermelho vivo, toda contornada em renda num tom mais claro e a frente em malha rosa imitando tela, dando volume ao monte de Vênus; virei de costas para o espelho e gostei de ver minhas nádegas firme metade coberta pela calcinha e metade sensualmente à mostra. Apanhei na prateleira do armário uma camiseta de algodão fina, vesti e vi que caiu bem! Cobrindo ate a altura dos quadris deixando à mostra apenas os fundos da calcinha e mostrando o contorno dos meus seios destacando os mamilos salientes. Enquanto me dirigia para a sala de TV vi pelo espelho do corredor o Pedrinho sentado quase de costas para a porta com uma almofada no colo e um copo de refrigerante na mão. Quando entrei na sala e ele se virou e me viu, instintivamente interrompeu o movimento de levar o copo à boca e vi a expressão de surpresa mal disfarçada no seu rosto. Contornei o sofá ficando de frente com ele enquanto ele me seguia com olhos brilhante e um leve sorriso lascivo nos lábios. Abaixei-me diante dele apanhei seus tênis que estava junto do sofá, e falei para ele
– Filho, ajuda a mãe dar uma ajeitada nesta casa! Enquanto eu troco as nossas camas recolhe as roupas sujas dos banheiros e leva para a lavanderia.
Ele continuava com o copo na mão sem tocar nos lábios enquanto alternava automaticamente o olhar no meu rosto, descendo para os peitos e chegando na minha calcinha.
– Hum… hum. Ta terminando esta matéria no jornal em seguida eu faço!
– Pega a roupa do cesto do meu banheiro também, viu! Deixa num cesto só na lavanderia que eu estou indo lá separar para lavar – falei, enquanto me abaixava com a bunda bem perto do rosto dele para apanhar uma almofada que caíra do sofá. De relance pude ver o brilho de tesão no seus olhos dava para perceber que não era só fantasia de adolescente, mas sim enorme tesão de homem por um corpo de mulher! Enquanto retornava aos quartos vi pelo espelho ele enfiar a mão sob a almofada que tinha no colo e acariciar o pinto enquanto me seguia com os olhos faiscante.
Quando cheguei na lavanderia ele chegou logo atrás de mim com toda roupa num cesto. Mais uma vez, bem na sua frente abaixei-me para por a roupa de cama que eu tinha na mão num balde vazio e antes de me levantar olhei de relance para traz e vi-o devorar minha bunda com os olhos e seu pinto já fazendo volume sob o short.
– Agora, você vai fazer outro favor para mãe, ta? Falei enquanto pegava o cesto de sua mão. Eu vou separar as roupas de ir para máquina e você vai esfregar as roupas pequenas que devem ser lavadas na mão, ta bom?
– Por quê? Elas não são lavadas juntas?
– Claro que não! As roupas finas, tais como camisolas, cuecas, calcinhas, sutiã devem ser lavadas a mão com sabão neutro. Devem ser bem esfregadas uma a uma e eu não posso fazer isso agora – abri as mãos para mostrar como estavam pintadas. Eu te ensino! Virei as costas para ele e me abaixei outra vez para por o cesto no chão. A cada movimento meu em que camiseta subia acima da calcinha eu sentia sua respiração entrecortante. Posicionei-me abaixada ao lado do cesto, de frente para ele com as pernas ligeiramente abertas enquanto separava peça por peça bem lentamente, saboreando seu aflitivo tesão, nesta altura com o pau inteiramente duro, sem nenhum disfarce! Eu procurava dar o máximo de naturalidade aos meus movimentos como se nem notasse sua presença ali. Por fim, peguei as roupas pesadas coloquei na lavadora e botei para funcionar. Em seguida peguei minhas calcinhas outras da Lu, suas cuecas e as camisolas e coloquei numa bacia sobre o tanque. – Pega aqui pra você me ajudar. Eu disse para ele sem me virar. Ele se posicionou ao meu lado com seu corpo levemente roçando em mim… coloquei-me de frente para ele de forma tal que a minha camiseta ficou enroscada na borda do tanque na altura da cintura deixando à mostra minha calcinha inteira, enquanto ele pressionava a púbis na mesma borda. – Pegue primeiro a camisola bege da Lu passe sob a torneira e esfregue a barra de sabão de coco nela ate que faça um pouco de espuma e coloque no tanque aqui, apontei para minha frente. Ele o fez como ordenei. Agora faça a mesma coisa com essa minha de bichinhos. Agora suas cuecas, vire do avesso, passe o sabão e esfregue com as duas mãos vigorosamente. As calcinhas são mais frágeis, requer mais delicadeza. – Ele pegou primeiro as da Luciana e esfregou delicadamente, depois pegou as minhas uma por vez ficando por última aquela que ele tinha gozado nela no dia anterior. – Manipular nossas calcinhas te deixa excitado? Perguntei olhando fixo no rosto dele. Ele assentiu com movimento de cabeça sem tirar os olhos da peça em sua mão. – Bobinho! Isso é normal na sua idade, logo, logo você vai querer é o que está por detrás delas! Ele sorriu maliciosamente e olhou-me nos olhos pareceu querer dizer algo, mas não disse e voltou atenção para ultima calcinha na sua mão. – Pronto! Agora elas podem ficar de molho por algum tempo depois é enxaguar e colocar no secador. Isso eu posso fazer que já não vai estragar minhas mãos! Vem… passei o braço em sua cintura e o puxei em direção à cozinha… agora vou tomar um belo banho e assistir um filme no meu quarto. Enquanto andávamos lado a lado olhei disfarçadamente o volume de seu pinto duro sob o short… fiz questão de apertar seu corpo contra o meu enquanto fazia movimentos de carícias em suas costelas!
No sábado, quando a Lu entrou na cozinha o seu café já estava posto à mesa e eu pronta para levá-la ao colégio. Eu tinha escolhido um vestido cáqui dois dedos acima do joelho, inteiro de botões na frente e cinto. Enquanto a Lu foi no banheiro escovar os dente, entrei em meu quarto para apanhar minha bolsa e, instintivamente abri a gaveta e vi a calcinha que eu deixara no dia anterior bem por cima. Entrei no quarto dela e fiz a mesma inspeção, a calcinha dela também estava lá. Bati na porta do quarto do Pedro: 3 batidas rápidas aguardei alguns segundo e abri a porta. Ele ainda estava sob os lençóis e a TV ligada. – Filho! Vou levar a Lu no colégio e vou passar no hipermercado. O café está na mesa e se você levantar antes de eu voltar você lava a louça para a mamãe? – Você vai demorar? Perguntou ele. – Acho que não, até as dez e pouco devo estar de volta. Respondi. – Então até já… beijo! Ele completou acenando para mim que fechei a porta e sai. Deixei as meninas no colégio e fui direto para o hipermercado. Como já tinha em mente minha receita para o almoço, não perdi muito tempo na compra dos ingredientes que eu precisava. Demorei um pouco na fila do caixa e fui direto para o estacionamento. Depois que coloquei as compras no banco do carro e já ia entrar para dar a partida, fechei novamente o carro travei as portas e voltei ao hipermercado. Entrei na galeria dos magazines e me encaminhei para uma grande loja de moda íntima, masculina e feminina, fui direto ao balcão masculino. – Quero ver algumas cuecas juvenil, você tem alguma novidade? Falei para a balconista. – Tem uma coleção que está entrando agora, são bonitas, moderninhas e se você levar a partir de uma dúzia o desconto chega a quase 50%! Aceitei a sugestão da vendedora e escolhi uma dúzia de lindas cuequinhas de vários padrões. Depois fui ao balcão das lingeries. Lá foi um pouco mais complicado, tal era a variedade de modelo, cor, padrão para escolher algumas. Enfim, consegui separar uma dúzia e meia de conjuntos calcinha/sutiã, metade para mim e metade para Luciana. Quando cheguei em casa entrei pela cozinha. Vi que louça do café já estava guardada, logo Pedrinho já tinha se levantado! Deixei as sacolas para o almoço sobre o balcão da cozinha, apanhei a sacola de roupas passei pela sala de estar, pela sala de TV, tudo apagado. Fui no meu quarto, joguei minha bolsa na cama e como criança que procura por novidades, abri minha gaveta. A calcinha não estava lá! Ahhh! Meu ratinho carregou a isca! Sorri maliciosamente. Fui ao quarto da Luciana a dela também não estava. Olhei no cesto do banheiro ainda não tinham sido descartadas. Talvez ele ainda não tenha tido tempo para usá-las! Quando parei diante da porta do quarto do Pedro, me senti como uma adolescente a espera do primeiro encontro com o namorado: respiração rápida, pulso acelerado, mão úmidas e ligeiramente trêmulas! 3 batidas… alguns segundo e pus meu rosto no vão da porta. – Oi filho! Levantou e deitou de Novo? Ele estava recostado num monte de travesseiro, só com calção de futebol, com uma perna encolhida apoiando o livro a outra esticada sobre o colchão fazendo uma fenda na perna do calção que deixava à mostra seu saco. Fui entrando e coloquei a sacola sobre a cama. – Tenho que ler este livro e fazer um resumo até sexta que vem. Ele comentou. – Obrigado por lavar a louça. Eu disse enquanto me sentava na cama meio de frente para ele. – Eu falei que podia deixar! Ele disse sorrindo. Virei o conteúdo da sacola junto a sua perna e ele olhou curioso, depois olhou para mim. – Aproveitei para comprar algumas cuecas para você, as suas já estão bem surradas! Falei enquanto separava uma dúzia de bolinhas coloridas. Quero que você experimente para eu ver se ficam boas em você, completei. – Tudo bem… mais tarde eu experimento. – Mais tarde não, agora! – Já? – Primeiro você vai me ajudar a separar esses conjuntos, metade para mim e metade para Lu, você é que vai dizer qual fica melhor em cada uma de nós! Ele me olhou intrigado. Fechou o livro e virou para mim dizendo: – porque você não espera a Lu chegar e ela mesma escolhe as delas? – Bem… isso eu mesma posso fazer, mas o que eu quero é que você demonstre seu bom gosto! Vamos fazer uma brincadeira? Eu disse rindo, acariciando sua coxa. – Como assim? Ele disse demonstrando curiosidade. – Você vai separar esses conjuntos em dois lotes, um para uma hipotética namorada e o outro para uma amiga secreta. Depois eu vou dizer qual você escolheu para sua namorada e você vai dizer se eu acertei ou não. Mas tem que ser honesto heim! Ele me olhou nos olhos, se aproximou como se fosse me beijar e disse num sussurro: – Topo! Eu sustentei seu olhar, fazendo leve bico com os lábios e disse baixinho: – Se você acertar vou experimentar para você. Ele começou examinando cada conjunto no detalhe: modelo, cor, tamanho. As vezes abria a calcinha nas mãos para ver a elasticidade, depois de alguns minutos já tinha feito os dois montinhos. Olhou para mim com um sorriso malicioso nos lábios e disse: – Pronto! Eu peguei sua mão trouxe nos meus lábios, beijei levemente e disse num sussurro: – Você prometeu honestidade! – Claro! Qual é o montinho para minha namorada. Ele falou enquanto passou levemente as costas dos dedos no meu rosto. Pela primeira vez senti que aquele jogo estava me deixando muito excitada e eu já sentia minha buceta umedecida! Hesitei um momento e recolhi o montinho onde predominava as cores fortes e rendadas… – este é para sua namorada! Pus na mão dele e a fechei com a minha. – Como você sabe? Ele perguntou engolindo a saliva. – Eu já as tinha escolhido para mim. Respondi passando a língua pelos lábios. Tirei o pacote de sua mão levantei-me e disse: – Promessa é dívida! Ele ficou olhando-me incrédulo, não achava que eu tivesse coragem de experimentar ali aquelas peças. Desafivelei o cinto e o coloquei sobre a cama. Fui desabotoando lentamente o vestido até na cintura, deixei-o deslizar pelos ombros até cair de uma vez sob meus pés. Pedrinho me olhou meio arregalado, eu não estava usando conjunto. O sutiã era sem bojo de malha fina transparente e rendado branco que deixava totalmente à mostra meus peitos duros e empinados. A calcinha de malha sem detalhes, corpo branco e laterais listradas em dois tons de verde, imitava um biquíni de banho. Levantei o vestido do chão e coloquei sobre suas pernas na cama. Ele o puxou para seu colo e acariciou levemente sem tirar os olhos de mim. Peguei o primeiro conjunto separei o sutiã… tirei o que eu estava usando fazendo movimentos sensuais e provocantes fiquei alguns segundos com os peitos nus e só então coloquei o novo. Pedrinho nem piscava, me admirando. Ajustei as alças do sutiã prendendo o colchete em seguida. Com os dois polegares fui baixando lentamente a calcinha até no joelho então ergui uma perna tirando totalmente de um lado e depois ergui a outra perna com a calcinha já pendura no pé, depositei-a sobre a cama. Tudo em absoluto silêncio! Olhei para o Pedrinho, ele não conseguia tirar os olhos de minha buceta. No dia anterior, depois do nosso momento na lavanderia, fui para o banho e me depilei totalmente. Hidratei com bastante creme e naquela manhã antes de sair fiz uma boa massagem na buceta com óleo de amêndoa. Ela estava tão lisa que parecia de uma criança impúbere. Olhando provocantemente para ele peguei a calcinha nova sobre a cama e vesti com todo cuidado. Ajustei-a no corpo fiquei de frente depois costas para ele e perguntei; – Que tal? Sua voz quase nem saiu, quando ele disse: – Lindo! Repeti este ritual com todos os conjuntos separados para mim. Deliberadamente deixei por último o mais sensual: Azul turquesa, com rendas em azul claro e dois botões de rosa lilás na calcinha e no sutiã. A frente da calcinha era de um véu muito fino que deixava a mostra todo o volume da buceta, também a metade superior do bojo do sutiã era do mesmo tecido, tudo em cores vibrantes. Apanhei o conjunto na cama e peguei na mão do Pedrinho e disse: – Agora, o grand finalle! Você vai trocar o último conjunto em mim! – Eu? Ele falou meio assustado. – É você! E o puxei para fora da cama, quando o vestido que estava no seu colo deslizou e deixou à mostra seu enorme cacete duro sob o calção. Ele titubeou um pouco, pois ate então eu não o tinha deixado tocar em mim. E a minha intenção é que nesta operação ele tivesse que tocar nos meus peitos e na minha buceta. Com cuidado ele tirou meu sutiã correndo carinhosamente as mãos ao longo dos seios. Depois abaixou, com as duas mãos deslizou a calcinha pelas coxas até o tornozelo e quando forçou para que eu levantasse um pé tocou com o rosto na minha buceta e aspirou profundamente o cheiro do meu sexo. Depois começou me vestir a calcinha nova. Passou por um pé e quando eu levantei o outro pé para ele passar ele levantou o rosto procurou minha buceta e deu um selinho nela. Neste momento me arrepiei de cima abaixo, ele percebeu e correu a mão ao longo da minha coxa arrepiada e olhou nos meu olhos sorrindo, se deliciando com aquele momento. Terminou de colocar a calcinha, levantou-se e me contornou com os braços para ajustar a calcinha na bunda, momento em que meu seio ficou a alguns milímetros de seu rosto e ele passou suavemente língua no mamilo. Em seguida colocou o sutiã ajustou a alça e fechou atrás. Afastou-se, me contornou passou a mão suavemente na minha bunda e falou: – Que tesão!!! Olhei para ele sorrindo e disse: – Que namorado carinhoso, você é, heim? Apanhei as cuecas desdobrei uma e disse: agora experimente. Vamos ver se fica bem para você! Ele pegou a cueca na minha mão e olhou para o calção, claramente desconfortável com seu pau duro de tesão. Sentei na cama enquanto ele permaneceu de pé na minha frente. Num movimento baixei seu calção até abaixo das nádegas, de onde emergiu um lindo pinto rosado de pelo menos uns 20 cms! Curvilíneo para cima com uma enorme glande vermelha arroxeada. Acabei de tirar seu calção e ele imediatamente colocou uma das cuecas que estava sobre a cama, delicadamente o ajudei a alojar aquele membro lindo no interior da cueca. Enquanto ele próprio avaliava a peça no seu corpo, me levantei, juntei as outras cuecas para dobrá-las e elogiei o caimento dela no corpo dele. Contornei a cama e fui até à gaveta do armário para guardar as cuecas e lá encontrei nossas calcinhas já esporradas. As retirei e vim com elas na mão de volta para a cama. – Eu ia mandar você escolher umas novas para inaugurar, mas vejo que você não teve paciência para esperar! Falei, colocando as duas calcinhas emboladas sobre a cama. – Mas, por outro lado, considerando seu pau duro, acho que ainda dá para inaugurar uma, não? Falei sorrindo e o encarando. Ele mordeu o lábio inferior e como que aceitando o desafio, disse: Acho que até todas! Eu gargalhei: – Garanhão! Qual delas você escolhe? Ele olhou para mim, para as calcinha sobre a cama e de volta para mim: – Essa que você está usando agora! – Tudo bem. Você quer que eu o ajude ou fique só assistindo? Falei, enquanto deitava na cama para tirar a calcinha com que estava vestida e colocar na sua mão. – Ele sentou na cama enquanto acariciava a calcinha disse: – A senhora me ajuda? Ele não costumava me tratar de senhora e, sua voz saiu melosa, infantil, como criancinha que quer ganhar algo muito importante. Eu estava deitada de barriga para cima, só de sutiã e com as pernas fechadas e esticadas na cama. Estendi a mão e coloquei sobre sua cueca acariciando seu pênis sob o tecido fino, perguntei: – o que você pensa quando goza nas minhas calcinhas? Ele disse: – Penso em você me chupando ate eu gozar! – E da Luciana? – A mesma coisa. – Você imagina tranzando com a gente, quer dizer, metendo na nossa buceta? – Não! Só chupando e batendo punheta. Sentei-me ao seu lado, coloquei a mão no seu peito e o empurrei delicadamente de costas no local onde eu estava deitada na cama. Puxei sua cueca até deixar totalmente exposto seu pau rijo e encurvado. Primeiro o agarrei com as duas mãos e coloquei a cabeça inteira na minha boca, sugando-o suavemente. Depois passei a deslizar uma mão ao longo de toda extensão daquele membro enorme, enquanto com a outra acariciava e apertava delicadamente seus testículos e com os lábios comprimia a glande em minha boca. Comecei a acelerar o movimento de punheta quando ele num golpe rápido arrancou o pau da minha boca envolveu com a calcinha e liberou um enorme jato de porra que espirrou no meu queixo e pescoço enquanto ele soltava um gemido gutural… mais um movimento e novo jato e ainda mais um… relaxou! No chuveiro deixei que ele esfregasse minhas costas, minha bunda e minha buceta. Depois o esfreguei todo, lavei com cuidado seu pinto e saímos. Vesti-me e fui ao seu quarto recolher tudo que estava espalhado. Meu vestido, minhas calcinhas, as calcinha da Luciana e mais sua cueca e nossas calcinhas gozadas. Guardei tudo e fui preparar nosso almoço. Embora eu não tivesse gozado me sentia aliviada como se tivesse tido vários orgasmos.
Nos dias que se seguiram minha experiência com as fantasias de Pedrinho, meu relacionamento com ele e a Luciana ficou mais carinhoso ainda. O dois mais apegados a mim e eu sempre procurando agradá-los cada vez mais. Notei, contudo, que Pedrinho diminuira o ritmo de uso de minhas calcinhas e passou a usar com mais freqüência as da Luciana. Certa vez uma calcinha que eu separei para ele ficou uns 4 dias no mesmo lugar, mas todos os dias de manhã tinha uma ou duas da Luciana, esporradas no cesto. Numa noite, como era costume, antes de dormir, entrei no quarto da Lu, ela já estava sob os lençóis, na penumbra quase dormindo. Dei-lhe um beijinho de boa noite e sai. Quando entrei no quarto de Pedrinho, ele ainda estava com a luz acesa, só de cueca acariciando o pinto. Ele me olhou como se me esperasse. Eu estava com uma camisola de seda lilás, no meio das coxas, de decote generoso e sem sutiã. Aproximei de sua cama e deitei ao seu lado enquanto ele se afastava para me ceder metade de sua estreita cama. – Sem sono? Perguntei baixinho. – Estava esperando você para dar o boa noite! Ele respondeu com olhar vivo de quem ainda não tinha sono. – Perdeu o tesão pelas minhas calcinhas? Vejo que você tem usada só as da Lu. Fiz alguma coisa que te deixou triste? – Não! Não é nada disso! Continuo pensando em você na hora… só que agora não é imaginando como seria, mas me lembrando como foi… você entende? – Claro! Isto quer dizer que agora o “como seria” é da Lu… hahaha! E, realmente achei muito engraçado. Ele riu também. Pus a mão em sua barriga e deslizei em direção à cueca baixando-a até aparecer seu cacete já bem duro. Ele me olhou com aquele brilho de gratidão nos olhos e colocou sua mão sobre a minha. Virei de barriga para cima, a camisola bem no alto das coxas, abri as pernas e pedi: – tira minha calcinha, por favor! Ele ajoelhou na cama ao meu lado, ergueu a camisola até na minha barriga e pegou delicadamente minha calcinha com as duas mãos eu ergui a bunda da cama e ele puxou lentamente a calcinha me olhando nos olhos… minha buceta continuava toda depilada e bem lisinha… quando baixei a bunda ele passou a mão pela minha virilha e a deslizou espalmada sobre minha buceta e acabou de tirar a calcinha. Virei de Lado e o puxei de volta para deitar, ele ameaçou deitar de frente para mim, mas eu o coloquei de costas na cama e acabei de tirar sua cueca. Apanhei seu cacete com as duas mãos e comecei a lambê-lo e chupá-lo avidamente enquanto ele afagava meus cabelos. Depois coloquei minha cabeça sobre suas coxas e comecei lamber seus testículos enquanto batia a punheta num ritmo médio, mas constante olhei para ele que estava de olhos fechados, mordendo os lábios apertando a calcinha com força e toda musculatura retesada! Acelerei… ele soltou um grito… ergueu o tronco e colocou a calcinha sobre a cabeça do pau… liberando uma bela esporrada! Continuei o movimento e ele continuou gemendo enquanto liberava novas golfadas de porra que escorria sob a calcinha e descia para minha mão… por fim segurou minha mão e falou, sem forças: – Chega!!! Continuei deitada sobre suas coxas acariciando seu pau que aos pouco foi amolecendo ate ficar totalmente mole… deslizei meu corpo sobre o dele, esfregando minha buceta em sua perna até alcançar seu rosto e beijá-lo ternamente. – Durma com os anjos! Eu disse baixinho em seu ouvido. Ele me olhou ternamente, sorriu… tocou meu rosto com os lábios e deslizou a mão no decote da camisola, acariciando meus seios intumescidos. Dei-lhe mais um beijinho de boa noite… sai com a calcinha esporrada na mão. No corredor Luciana vinha saindo do banheiro, viu a calcinha em minha mão, me olhou nos olhos com um sorriso malicioso e disse: – Boa noite, mãe… durma tranqüila, você é a melhor mãe do mundo!
No dia seguinte iniciava um recesso de três dias no colégio, para a garotada se preparar para os exames. Preparei o café da manhã e me sentei à mesa, quando a Luciana entrou na cozinha já toda arrumadinha. Passou o braço em torno do meu pescoço e beijou meus cabelos contornou a mesa e sentou-se de frente para mim. – Dormiu bem? Perguntou sorrindo. – Dormi um sono só… acordei agora! E você? – Levei algum tempo para dormir, mas depois dormi como uma pedra. – Preocupada com alguma coisa? – Preocupada? Não! Apenas curiosa… – Curiosa? – É! … Você já viu que o Pedrinho tem o hábito de se masturbar nas minhas calcinhas? – Ah! É isso? Nas minhas também! Coisa de adolescente. Já falei com ele a respeito e ele disse que fantasia a gente chupando e masturbando ele! – Moleque bobo! Hahaha. Ela gargalhou. – Eu realizei a fantasia dele… – É? E aí? – Ele quase morreu de tanto gozar! – hahaha… Imagino! E você tranzou com ele? – Não! Ele imagina só chupeta e punheta! Ficamos um tempo em silêncio enquanto Luciana tomava sua tigela de cereal e fazia seu café tranquilamente. Pedrinho entrou na cozinha, me abraçou efusivamente, deu um beijo na nuca da Luciana e sentou. – Você não falou que íamos caminhar no parque agora? Indagou Luciana. – Nós vamos! Ele respondeu. Conversamos sobre vários assuntos até que resolveram sair para caminhar. À tardinha, depois da minha sesta tradicional levantei-me e fui à cozinha tomar um suco. Vi que o quarto da Luciana estava com a porta aberta e ela não estava lá e pelo reflexo da luz na parede vi que a porta de Pedro estava entreaberta. Quando voltei decidi entrar no quarto de Pedrinho. Ele estava deitado de costas com as mão atrás da nuca, vestindo seu indefectivo calção de futebol. Luciana estava deitada de bruços ao seu lado, apoiada nos cotovelos, trajando apenas um top preto e uma calcinha preta com babados de renda em camadas. – o que vocês estão fofocando ai? Perguntei enquanto me sentava nos pés de Pedrinho que encolheu as pernas para abrir espaço para mim. – Estou tentando convencer o Pê para irmos ao shopping mais tarde, mas ele ta empacado e não quer sair hoje! Eu combinei com minhas amigas do terceirão e prometi levá-lo, mas estou vendo que vou passar vergonha. – Ah! Vamos lá filho, eu vou com vocês… eu disse tentando convencê-lo. Antes que ele oferece algum argumento Luciana atalhou: – vou te fazer uma proposta que eu duvido que você vá rejeitar. – O que é? Disse Pedrinho, demonstrando curiosidade. Ela colocou a mão sobre sua barriga nua e começou fazer círculos em volta do seu umbigo… parou um instante – se você topar ir com a gente eu bato uma punheta e faço um boquete para você gozar na minha calcinha! E deu uma risadinha muito safada… é pegar ou largar! Ele olhou para mim, olhou para ela, olhou a calcinha que cobria parte da bunda dela… deu um tempo: – Então ta! Respondeu por fim. Luciana acariciou seu pinto sob o calção depois o baixou e correu a mão ao longo daquele cacete já totalmente duro, quando Pedro quis esticar as pernas esbarrou em mim ficando numa posição desconfortável enquanto Luciana retirava a calcinha. Então eu falei: – Porque não vamos para o meu quarto. Minha cama é maior, o quê que vocês acham? Luciana já se levantou mostrando a bucetinha peluda, mas bem aparada, quando Pedrinho comentou: – porque você não raspa tudo a xoxota igual mãe? – Você gosta dela lisinha? Depois vou fazer isso para você! Os dois ficaram em pé lado a lado Pedrinho arrancou o Top de Luciana e ela acabou de tirar seu calção ficando ambos totalmente nus se dirigiram para o corredor, ele com braço sobre seu ombro acariciando-lhe um peito e ela com o braço contornando sua cintura puxando-lhe os pelos da púbis. Luciana deitou primeiro, de costas com a pernas meio abertas e os mamilos durinhos… Pedrinho deitou de lado com o cacete apoiado na barriga dela, com a calcinha na mão… eu sentei na cama encostada na bunda dele. Luciana apanhou o pau de Pedrinho na boca e começou fazer os movimentos de vai e vem torcendo levemente a cada movimento. Em intervalos regulares ela tirava a boca e espalhava a saliva da cabeça para o pé umas três vezes e voltava a abocanhá-lo massageando com a língua todo contorno da glande! Enquanto eu acariciava sua coxa rígida ele segurava seu rabo-de-cavalo enrolando os cabelos na mão. De repente ele colocou a mão com a calcinha no queixo de Luciana para tirar o pau, mas ela afastou sua mão e falou com a boca cheia: – Goooooza! Ele insistiu em tirar o pau enquanto ela mais acelerava até que ele não suportou mais e gozou fartamente na boca dela… ela engoliu toda porra e continuou chupando enquanto ele se contorcia e uivava de gozo e continuava liberando jatos de porra na boca de Luciana. Ele esporrou uma meia dúzia de vezes até o pau começar amolecer e Luciana tirá-lo todo lambuzado da boca e limpá-lo carinhosamente com a calcinha. Luciana apoiou o queixo no peito de Pedrinho, jogou as pernas sobre as dele e ficou com a buceta pressionando seu quadril enquanto seu pau começava endurecer novamente na mão dela. – Quer gozar na minha buceta? Ela perguntou baixinho. Ele fez que sim com movimento de cabeça. Eu intervi: – Não! Os dois olharam para mim só então dando conta de minha presença e perguntaram ao mesmo tempo: – Por quê? – Vocês estão sem proteção. Logo mais eu passo na farmácia e compro camisinhas e pílulas e aí ninguém corre riscos. Vou preparar a banheira para vocês. Dei um tapa na bunda dela e fui para o banheiro.
Quando voltamos do shopping, passava de meia-noite e eu estava empanturrada de lanches e sorvete. Luciana e Pedrinho falavam o tempo e riam sem parar de uma das amigas de Luciana. Entramos, fui direto para meu quarto e os dois ficaram na sala de TV. Eu estava saindo do quarto para desejar-lhes boa noite e encontrei Luciana que vinha entrando de camisola transparente e calcinha de estampas, sem sutiã. – Pedrinho já deitou? Perguntei. – Está no banheiro ainda. Ela respondeu, passando por mim na porta e esfregando a mão em minha bunda. Neste momento Pedrinho saiu do banheiro só de cueca e se dirigiu para meu quarto a invés de ir para o dele. Na porta ele me abraçou-me encoxando e deu-me um beijo molhado no pescoço. Fiquei arrepiada e percebi suas intenções. – Você trouxe nossas encomenda? Luciana perguntou deitada de costas no meio da cama. Eu não respondi. Fui no armário retirei um pacotinho da bolsa e voltei para cama onde Pedrinho já estava ao lado dela. Aqui está… mostrei para ela um envelopinho vermelho. – Se você tranzar hoje tome este comprimido amanhã logo pela manhã. Peguei uma cartelinha azul e mostrei para ela: – aqui tem 28 pílulas, você deve tomar a primeira no primeiro dia depois da sua próxima menstruação, seguindo os dias da semana, todos os dias mais ou menos no mesmo horário (antes de dormir). Virei para o Pedro: – Aqui você tem 3 camisinhas em cada embalagem. Nunca faça sexo com penetração sem uma camisinha. Tenha sempre uma ou duas na carteira. Os dois se entreolharam e Luciana passou a mão sobre o pau de Pedro que por sua vez se jogou em cima dela com a mão no meio de suas pernas. No instante seguinte ele estava nu com o cacete até trincando de tão duro, retirando a calcinha de Luciana expondo sua buceta vermelha totalmente depilada. Ele deitou de barriga para cima e Lu perguntou-me: – Como a gente coloca isso? Estendendo a camisinha na palma da mão. – Primeiro prenda este bico com os dedos para expulsar o ar. Depois coloque este anel na cabeça do pau… assim! Agora desenrole o anel cobrindo a cabeça e o corpo do pau até a camisinha ficar toda esticada; por fim puxe um pouquinho a ponta para liberar mais espaço para a porra. Pedrinho que só observava, contestou: – Mas não chegou nem à metade! – Quem mandou você ter este caralho enorme! Falei enquanto passava a mão no seu saco me afastando do meio dos dois. Luciana já estava deitada com as pernas abertas e flexionadas, Pedro ajoelhou-se no meio delas apoiado na mão esquerda, com a direita segurou o pinto e começou cutucar na buceta dela até achar uma fenda e forçar. Ela encolheu levemente e gemeu: – Devagar! Ele apoiou seu corpo no corpo dela e forçou um pouco mais. – Aiaí!! Porra ta doendo! – Relaxa já entrou eu disse, enquanto Pedrinho enfiava até metade começando fazer o vai-e-vem com a bunda. No segundo movimento já entrou o resto e o gemido de Luciana passou a ser um misto de dor e prazer ela mantinha as pernas levantada e as unhas cravadas nas costas de Pedrinho que tentava alcançar seus peitos com a boca, mas a camisola atrapalhava. Enfiei minha mão no meio dos dois e liberei os peitos dela para ele. Ele abocanhou um, depois o outro aumentando o ritmo dos movimentos até gozarem juntos soltando ambos, altos gemidos de prazer. Gozaram assim por bem um minuto. Pedrinho parou com o pau dentro e Lu baixou e esticou as pernas agora, acariciando as costas do irmão que se mantinha ofegante com o rosto enterrado nos seus peitos. Pedrinho tirou o pau ainda meio duro e exibiu algumas rajas de sangue na camisinha. Eu usei a calcinha da Lu como luva para tirar a camisinha do pau dele; eles se abraçaram e ficaram bom tempo assim: completamente pelados e seus corpos colados. Eu deitei encostada nas costas de Pedrinho, abracei os dois enquanto passava a mão na bunda dura e lisinha de Luciana… senti uma enorme tesão.
Nas férias de inverno, como fazíamos todos os anos, viajamos em excursão para o sul. Este ano tinha como objetivo, também, comemorar a aprovação de Luciana no vestibular. Chegamos no nosso hotel, depois de mais de 20 horas de viagem, mortos de cansados e fomos direto para nosso quarto que sempre reservávamos suíte de casal com cama extra, dormimos como pedras. No dia seguinte, coincidentemente, era o aniversário de 19 anos de Pedro fizemos enorme farra na hora do jantar. Ele era só felicidade. Quando fomos para o quarto nos preparar para dormir Pedrinho reivindicou o direito de dormir na cama de casal e Lu por sua vez fez questão da de solteiro. O quarto era bem aquecido o que permitia dormir com roupas e cobertas leves. Eu coloquei uma camisola de algodão e calcinha de malha transparente, a Lu colocou um pijama longo e Pedro apenas um short. Deitei-me por último deixando o quarto na penumbra. Pedrinho levantou o edredom para eu entrar e colocou um braço sob meu pescoço puxando-me para seu lado dando um beijo na minha face. Arrepiei-me levemente e devolvi seu beijo. Com a mão livre ele acariciou minha barriga sobre a camisola e desceu vagarosamente em direção à calcinha como que esperando uma reação minha. Apenas fechei os olhos e aguardei, não sabia ainda quais seriam suas intenções! Ele continuou seu movimento lento e eu instintivamente abri as pernas como que num sinal de permissão. Ele alcançou a barra da camisola e a ergueu até acima da cintura, escorregando a mão para dentro da calcinha passando o dedo delicadamente nos grandes lábios a esta altura molhadinhos… coloquei a mão no seu cacete sob o short e apertei levemente… ele começou tirar minha calcinha cuidadosamente. Então ele tirou a mão da minha buceta, apanhou algo sob o travesseiro e colocou na minha mão… só então percebi sua intenção: era uma camisinha. Ele queria tranzar comigo! Vi que eu também estava afim. Não impus qualquer resistência, coloquei a camisinha no seu pau e antes que ele esboçasse uma reação passei para cima dele e guiei seu cacete para dentro da buceta. Deixei o pau entrar suavemente, relaxada e, embora há tanto tempo sem tranzar, minha buceta estava bem laceada, sem dor e com muito prazer aceitei aquela metida deliciosamente. Ele meteu com cuidado, dando estocadas leves e eu é que comecei a cavalgá-lo freneticamente… queria gozar rápido… matar todo desejo reprimido… e assim foi. Explodi num orgasmo nunca antes alcançado… gemi alto e vi que a Luciana nos observava. Continuei, vendo que ele desesperadamente buscava gozar junto comigo… parecíamos dois animais selvagem… até que explodimos novamente, juntos num só gemido… que durou quase um minuto. Paramos. Ele acariciou minha bunda com as duas mãos e beijou meu pescoço. Eu inerte! Sai de cima dele, seu pau ainda duro com a camisinha cheia. Ele tirou a camisinha jogou no chão e pegou outra sob o travesseiro, essa ele mesmo colocou e veio para cima de mim, eu aceitei. Neste ponto a Lu já estava sobre a cama dizendo no meu ouvido – o aniversário é do Pê, mas o presente acho que é seu! Hihihihi! Deixa um pouco pra mim porque eu quero deste presente também! Pedrinho já havia metido tudo e bombava suavemente, eu fechei os olhos enquanto o orgasmo subia lentamente e eu gemia baixinho. Gozei intensamente junto com Pedrinho que chupava avidamente meu peito. Ele parou… caiu de lado entre mim e Lu, eu me afastei para o lado e permaneci com as pernas abertas. Pedrinho tirou a camisinha e jogou por sobre Luciana, ela perguntou – tem outra dessa? – Deve ter na gaveta do closet, ele respondeu passando a mão na bunda dela. Ela levantou e se encaminhou ao banheiro e quando voltou já estava nua. Eu me levantei e disse – vou encher a banheira para nós… Luciana estava colocando a camisinha no pau dele que nem tinha tempo para amolecer enquanto ele acariciava seus peitos e preparava para trepar nela. Deixei os dois metendo suavemente e fui para o banheiro… enquanto a banheira enchia fiquei observando os dois fazer amor com frenesi. Quando gozaram Luciana gritava feito louca, tamanho era seu orgasmo. Entrei na banheira e me sentei numa extremidade… Pedrinho chegou primeiro, sentou-se entre minhas pernas e recostou a cabeça em meus peitos e Luciana sentou-se de frente para ele e ficou brincando com seu pau na água morna. Puxei Pedro para cima e procurei seus lábios para beijá-los. Beijei-o como só o fizera com seu pai… um beijo de língua, com força de amor reprimido e ele correspondeu na mesma intensidade. Quando olhei no espelho vi uma imagem digna de uma tela… Pedrinho tinha meu peito em sua boca e Luciana repousava sobre seu peito com a mão no cacete mole.
Imoral? Politicamente incorreto? Aberração? Não importa o conceito da sociedade… o que interessa é a nossa felicidade. Um silêncio cúmplice nos envolveu como que nos protegendo da sociedade hipócrita que nos aguardava no dia seguinte.