Uma Família Liberal – Pedrinho


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Depois que minha mãe resolveu publicar o relato UMA FAMÍLIA LIBERAL (19/09) decidimos que a Luciana e eu deveríamos fazer o nosso relato pessoal, interpretando os fatos segundo nossas observações pessoais. Como em qualquer família a nossa relação interpessoal sempre foi muito íntima desde a mais tenra idade. Sem censura ou neuras, de contatos físicos livres e sem frescuras.
Considero minha mãe uma mulher muito bonita: pele clara ligeiramente bronzeada, cabelos acima dos ombros, corte Chanel, rosto meio arredondado, olhos castanhos mel, nariz e boca proporcionais, dentes perfeitos e um sorriso cativante que provoca alguns pés-de-galinha entorno dos olhos. Deve ter mais ou menos um e sessenta e cinco de altura, cintura de quem já passou por duas gravidez, seios firmes sem muito volume, bunda redonda sem exageros e pernas lindas! Coxas torneadas, lisas e aveludadas, sem micro vasos. Enfim, do alto de seus quarenta e poucos põe muita garotona no chinelo. Desde muito pequeno eu já gostava de deitar no colo dela e sentir o calor de suas coxas na minha face. Já a Juliana é magra espigada, cabelos lisos a maior parte do tempo amarrado em rabo de cavalo. Seios e bunda durinhos e empinados.
Certo dia, quando entrei na puberdade, estávamos vendo uma matéria na TV quando surgiu o assunto da masturbação. Nossa mãe falou-nos abertamente sobre o assunto, explicando quando e porque sentimos necessidade de nos masturbarmos. Naquele momento ela vestia um shortinho de algodão azul claro bem justinho que salientava o volume de sua buceta e estava sentada de frente para nós com os pés cruzados sobre a poltrona como em posição de meditação. Foi a primeira vez que senti excitação. Senti uma sensação de color no rosto e o coração acelerado. Tentei não dar demonstração, mas eu não conseguia desviar minha atenção do volume da buceta de minha mãe. Naquela noite foi minha primeira punheta!
Algum tempo depois, após o almoço, minha mãe estava se preparando para sair e eu fui ao seu quarto lhe pedir para comprar alguns itens de material que me faltavam. Quando entrei ela estava sentada em frente à penteadeira, inteiramente nua, passando creme e quando ela me viu pelo espelho sorriu carinhosamente e ante que eu dissesse alguma coisa ela pediu para eu passar creme em suas costas. Colocou um pouco de creme em minha mão e pediu que espalhasse nas suas costas até na altura das cadeiras, enquanto eu fazia isso lhe disse o que eu queria que ela me comprasse. Quando terminei, ela ficou de pé em frente ao espelho espalhando o creme no posterior da coxa, sem dar importância à minha presença ali. Outra vez senti aquela sensação de agonia da excitação e fiquei de pau duro sob a bermuda. Fiquei extasiado admirando aquela xoxota lisinha pelo espelho. Uma almofada saliente, rosada, com uma fenda perfeita que a dividia em dois lábios simétricos e uma imperceptível protuberância no terço superior. Aquela visão era arrebatadora. Senti que eu precisava manter a calma. Ela terminou, me contornou colocando a mão em meu ombro e foi se sentar em sua cama onde já estavam sua roupas. Vestiu a calcinha azul rendada que lhe cobriu as nádegas deixando-a com um bumbum delicioso. Colocou o sutiã, ajustou os seios de forma a ficarem bem empinados e vestiu uma blusa de cambraia branca ornada com bordados delicados nas mangas e barra. Vestiu uma calça social azul-marinho de corte reto, calçou sandálias de saltos quadrados baixos, ficou de pé e se admirou no espelho. Ficou bom? Perguntou-me sorrindo. – Lindo! Desse jeito vai até arranjar um príncipe. – Eu disse. – Ahhh! Quem sabe! Ela deu uma gargalhada. Neste momento eu senti uma pontada de ciúmes e fechei a cara.
Depois que ela saiu voltei ao seu quarto, entrei no closet e apanhei a calcinha que ela usara de manhã, deitei em sua cama e bati uma punheta deliciosa. Gozei como louco na calcinha pensando nela. Desde então tornou-se um hábito meu, pegar suas calcinhas para gozar nelas, até que muito tempo depois ela descobriu e, aí ela própria já comentou em seu relato. Atualmente nós tranzamos eventualmente, às vezes dormimos juntos quando nos sentimos carentes. Quando isso acontece, dormimos nus e é delicioso acordar com suas coxas sedosas jogadas sobre minhas virilhas e seus seios firmes apoiando meu rosto. Não temos taras ou promiscuidades apenas tranzamos com intenso amor. Gozamos com volúpia porém sem exagero. Quando terminamos é praxe a gente ficar um tempão abraçados em silêncio num gesto de cumplicidade e amparo mútuo numa tentativa vã de eternizar aquele prazer indescritível.