A aluna que ferrou minha vida

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Deitado na cama após um dia cheio, pensava no dia de hoje, em como detestava o chefe de obras da construção em que trabalhava, de como o dinheiro era pouco para levar a vida e em como o único ponto alto do dia tinha sido uma noite com três prostitutas de luxo, para o qual guardei dinheiro por um longo tempo.
Pensando no passado, me lembrei de uma de minhas alunas que marcou minha vida. Amanda era uma das alunas mais desejadas do colégio em que lecionava como professor. Já havia sido descoberta e passaria a desfilar assim que tivesse terminado o Ensino Médio. Tinha 17 anos e um futuro planejado. Seus traços eram perfeitos e iguais a de nenhuma outra moça ou mulher que eu já tivesse visto pessoalmente, tinha cabelos finos e loiros que emolduravam seu belo rosto, além de brilhantes e dengosos olhos verdes. Era alta e esguia como uma modelo e sempre andava com mais duas amigas muito bonitas, mas nunca iguais a ela.
Eu era um cara solteirão de 32 anos, era muito alto e magro, mas as garotas do colégio pareciam cochichar sobre o meu cabelo, que ainda sobrevivera a calvície genética da minha família e parecia atraente.
Amanda era um sonho distante para mim, me lembrava de uma garota de quem havia gostado na infância, mas era muito nova e é inaceitável o envolvimento de uma aluna com um professor. Cabia a mim admirá-la de longe como muitos outros homens da região. Acontece que Amanda tirava muitas notas baixa em minha matéria e eu lhe ensinava todos os dias no plantão de dúvidas do colégio.
Em certa noite eu estava a sós com ela e tive que dizer a ela que era, então, inútil continuar pois já seria reprovada na matéria.
Ela disse:
– Mas profs, o senhor não pode me ajudar?
– Creio que não.
Para minha surpresa, ela imediatamente se levantou e apalpando minha face com as mãos me deu um beijo na boca, dizendo:
-Por favor profs! Disse me olhando nos olhos e sorrindo travessa.
-Amanda! – Me levantei nervoso – Isso é inaceitável.
Me retirei da sala pois, na verdade, fiquei excitado e não poderia deixar que ela me conduzisse conforme quisesse, o que certamente conseguiria se eu lá permanecesse.
Mas tive que voltar pois o plantão não havia terminado ainda e ele contava para mim como hora extra.
Ao voltar para a sala encontrei-a no celular, o qual ela desligou imediatamente ao me ver e abaixou a cabeça.
Eu me sentei e tirei da pasta algumas provas para corrigir. Ela se levantou e, passando a se aproximar por trás de mim, comecei a sentir seu perfume e sucumbir à excitação. Então disse:
– Você não pode fazer nada para mudar isso, prô?
– Não Amanda, é você quem deve procurar mudar sua situação escolar, você é a única responsável por sua nota e seu futuro. É você quem se dá a nota.
– Aah… mas sabe que tem algo em que sempre pensei… Você pode me dar a sua mão?
Eu a olhei com ar de interrogação, mas estendi a mão mesmo assim, enquanto franzia as sobrancelhas. Ela a virou com a palma pra baixo e colocou na boca o dedo médio, o qual lambeu e logo fez passar minha mão por seu pescoço e em seguida deslizar por seu peito, onde me fez pousar em cima de um seio, apertando minha mão junto a sua.
-Eu quero muito você, prô. Mas nunca soube como te dizer. Faz comigo oque você quiser hoje.
Incrédulo, tive a sensação de estar delirando. A olhei como quem conhece o absurdo pela primeira vez. Ainda assim, não aguentando ouvir o que tinha dito, muito fraco logo me tornei prestes a sucumbir aos imediatos impulsos do desejo. Me levantei sem hesitar e a beijei com muita vontade. Então a virei de costas e a abracei por trás.
Coloquei minhas mãos na sua cintura e encostei todo o corpo contra ela. A ereção que saltava da calça se encaixou na sua bunda e senti o pau pulsar mais forte além de alguns choques que me subiram até o pescoço. Ela me recebeu com carinho, passando as mãos por trás do meu pescoço e agarrando meus cabelos da nuca e, voltando sua cabeça para cima, suspirava e gemia de prazer. Eu agora passava minhas mãos mais ambiciosamente por seu corpo, a sentindo inteira até que alcancei seus peitos por debaixo da blusa.
Eu apertava seus seios como se nunca tivesse visto iguais anteriormente, tão firmes mas tão macios! Eu os movimentava sem cessar quando ela virou o rosto para me beijar. Sua boca era muito rosada e delicada, os dentes eram perfeitos, mas eu já não via mais nada. Estava imerso naquela menina-mulher que me afundava cada vez mais dentro de si. Entretanto, eu não podia ceder desta forma e logo tive que recuar.
– Desculpe querida, esse é um erro que não posso cometer, disse me voltando rapidamente de costas para ela e a abandonando-a logo ali na mesa. Eu me encaminhei para a porta o mais rápido que pude, queria deixar o lugar imediatamente e ir para casa. Não me atreveria sequer a olhar para ela de novo. Seguiria direto para fora. Claro, aquilo era um absurdo!
– Prô…, ouvi-a dizer com a voz quebrada de muito dengo. Mas não parei e rumei pra porta mesmo assim.
Logo que cheguei à maçaneta ouvi o estopim da minha desgraça:
– Prô!!
Paralizei na porta, de costas, sem conseguir me virar. Esperando parar.
– Prô…vem…
Voltei devagar meu olhar para encontrá-la com a cabeça e as mãos na mesa, empinava a bundinha já sem saia o mais alto que podia. Olhava para mim como quem pedisse um grande favor. Vi a sua bucetinha delicada, uma racha fina e rosinha. O cuzinho não parecia já ter sido penetrado e da minha ereção que já era grande, quase gozei com a visão daquele pecado insano. Logo ali soube que não resistiria e abdiquei de todos os meus valores de professor, de cristão e de homem responsável na hora.
Não me lembro de ter caminhado até ela, só me lembro de já estar lá.

Via aquela bunda empinada pra mim a menos de 10cm da minha ereção querendo saltar da calça. Era toda minha e eu ali parado admirando, ainda que desacreditando. Ela começou a mexer aquela bunda maravilhosa e perfeita de pele lisinha, tinha os olhos fechados. Eu me vi acompanhando o movimento com a cabeça, como que enfeitiçado por ela.
Agarrei sua cintura e a puxei em direção ao meu pau, deslocando-a da mesa e fazendo com que soltasse um gritinho. Senti mais uma vez meu pau encaixando nela. Eu a segurava de quatro com poder e domínio, eu tinha aquela bunda só pra mim naquela noite. Mas já bastava esperar, largando seu corpo, disse:
– Ajoelha.
Ela obedeceu imediatamente, não precisava dizer muito porque a sem-vergonha já devia ter bastante experiência.
Eu cruzei os braços e a olhei de cima, assistindo ela começando a tirar meu cinto com habilidade. Abriu o zíper da minha calça e logo o meu cacete saltou para fora. Ela parece ter se surpeendido e até recuou com o susto, olhando de olhos arregalados aquela vara enorme de cabeça vermelha e saturada de veias.
– Pode começar a chupar, Amandinha.
Ela me olhou de baixo como quem diz “Mas nossa… eu não estou preparada ainda!” e então eu entendi. Entendi que iria demorar um pouco até passar o choque que a minha proporção lhe causou. Já cansado de rodeio, resolvi pegar minha rola e levar até a carinha dela, sua boca quase fechada fez com que eu batesse o pau nos lábios no caminho da entrada e me fez ter que forçar um pouco, mas logo a cabeça entrou.
Ela começou a chupar a cabeça como um pirulito, e então se arriscou a uma gula maior, cobriu até a metade do meu pau e eu vi que sorria e gostava de sentir a minha massa quente. Segurava minhas pernas e tinha meu pau na boca, fazia o movimento para frente e para trás enquanto movimentava a língua para todos os lados por baixo do pênis, a sensação era maravilhosa. Aí colocou as mãos pra trás me fazendo adorar só a cabeça dela ali chupando, ela sabia brincar. Segurei seu rosto com as mãos e enfiei tudo até o fundo. Quando senti a boca dela no meu saco e a minha cabeça encostar na sua garganta, mantive assim um pouco e, largando tudo, dei um urro de prazer.
Ela engasgou e tossiu, eu trouxe seu rosto para cima para me olhar e disse:
– Eu vou entrar em você. Você vai sentir essa rola -disse girando e batendo na cara dela para que visse- te arrombar agora.
Ela não disse nada (o que achei estranho) e se encaminhou para a mesa. De quatro na mesa colocou os dois joelhos em cima dela, a bundinha estava toda empinada pra mim.
Com o pau na mão eu comecei a roçar sua buceta por trás e a ouvi gemer. Já estava muito molhada e quase pingando. Esfreguei meu pau com vontade no grelinho. Então comecei a entrar. A cabeça que era muito grande eu coloquei com cuidado, ouvindo ela gemer baixinho com medo, logo vi que estava entregue à ocasião e que não ofereceria resistência aos meus caprichos. O pau foi entrando e aquele calor do seu corpo me enlouquecia, me puxando e me transformando em outra coisa. Eu já começara a enlouquecer. Essa foi a primeira entrada.
Saindo da buceta eu disse:
– Abre bem essa bucetinha pra mim, que eu vou entrar mais gostoso.
Ela tirou os joelhos da mesa e se colocou com as pernas no chão. Com as duas mãos abriu bem a sua bundinha pra mim ver sua bucetinha esticar e o cuzinho piscando, que ainda estava intacto mas esse seria “a cereja do bolo” de hoje.
Desci minha rola naquela buceta que pedia caralho e porra. O calor me desvairou e a buceta me sugava pedindo mais e mais. Estava muito molhada quando eu comecei a bombar. Devagar mas com força. Sente bem o meu pau na sua buça, vadia, não é todo dia que tem esse presente aqui não.
-Vou acabar com você – delirava dentro dela, o calor era enlouquecedor -, não vai sobrar mais nada.
Mas ela continuava em silêncio e eu me preocupei um pouco com isso mas continuei mesmo assim.
Eu iria destruir aquilo, metia forte pra deixar minha marca. Ela ficaria arregaçada para ninguém mais comer, só eu.
E metia mais rápido e mais forte, a mesa toda tremia com a agitação. Ela mal se segurava no meu pau, quase gozando. Se eu tivesse mais algum lugar pra segurar senão seu corpo eu teria praticamente desmontado a garota aquela noite. Ainda assim tirei, finalmente, a blusa branca que vestia e a vi de sutiã. Passei minhas mãos em suas costas com desejo de ainda mais e rasquei o sutiã que usava. Estava como veio ao mundo. As tetinhas eram a coisa mais deliciosa que já tinha visto, eu iria querer aquela divindade todos os dias.
Já socava sem notar mais nada, aquela era minha função no momento e nada me pararia. O seu corpo me chamava e eu encostei meu peito nas sua costas, cedendo cada vez mais a ela. Até que comecei a largar meu peso sobre ela, como um cachorro louco trepando sua buceta com instinto de comer até que ela me satisfizesse. Ela começou a querer gritar e eu disse:
– SEM GRITAR! Você pediu, agora aguenta!

Eu socava com tamanha força que sentia seus joelhos tremerem e sua pernas quererem ceder sob meu peso.

Eu ainda tinha minha roupa toda no corpo e não iria tirar, iria só após terminar “o meu trabalho” e ir para casa.
O suquinho da Amandinha já descia por suas pernas e pelo meu saco, que pingava com o tesão da garota.
Tirei o pau e pedi que se virasse e deitasse na mesa. Ela obedeceu e eu agarrei seus seios, apertei forte e chupei os mamilos com muita fome, a segurei pelas costas e lambi toda a região dos peitos. Sentindo meu pau estourando e quase gozando, mordi seus seios loucamente com voracidade. Quis fazer uma espanhola mas me senti muito próximo de gozar e quis dar leite na xotinha da garota. Bombei forte na buceta dela, fazendo um papai e mamãe que ela não vai esquecer nunca mais. Depois de uns minutos eu já queria comer o cuzinho dela.
– De quatro no chão, vai.
Ela obedeceu e se atirou no chão bem rápido. A bucetinha dela pingava tanto que eu pensei em usar o próprio melzinho dela para lubrificar a região para mim. Quando comecei a passar nela ela finalmente abriu a boca e me disse:
– Não professor! Eu nunca fiz aí, dói muito!
– Se ainda não fez como sabe que dói muito…? Eu faço com carinho e de jeito nenhum vai doer.
– Não prô, não quero, por favor.
– Só um pouquinho, querida. Se doer muito eu tiro.
E coloquei um dedo mindinho na entrada do cu dela, já lubrificado. Ela esquivou um pouco. Tornei a tentar com um pouco de cuspe e dessa vez entrou o dedo inteiro. Agora iria colocar a pica naquele cu virgem e apertadinho.
Comecei a entrar com a cabeça e era apertado a um ponto de me fazer achar que não era normal. Mas, nunca tinha comido um cu e ainda assim, era maravilhoso! O meu pau ainda latejava sofridamente por aquele corpo, quando a porta da sala abriu com um estrondo e, para meu horror, dois policiais civis entraram com arma em punho. Impossível.
– SE AFASTA DA GAROTA!ANDA! – gritou o policial que parecia ansioso por um pretexto para atirar.
De trás deles surgiram duas moças para espiar a cena e eu logo reconheci que eram as amiguinhas da Amanda: eu fui sacaneado.
O pior de tudo foi terem me pego com o pau no cu da Amanda sem ter tido tempo de gozar. Fosse eu mais corajoso teria dado de mamar pro policial assim que ele se aproximou de mim, haha. Já que depois disso a vida não valeu mais a pena. A menina correu para perto dos policiais e eu saí da escola algemado.

Do carro de polícia eu vi as três me olhando e sorrindo, ao que sorri de volta. Eu ainda voltaria pra comer a bunda da Amanda e da outras duas, mesmo que tivesse que pagar.
E como havia dito no início, o único ponto alto do dia tinha sido uma noite com três prostitutas de luxo, para o qual guardei dinheiro por um longo tempo.