O Porteiro e Dona Simone

Click to this video!

Meu nome é Paulo, quando era adolescente morava num prédio comum, devido a violência atual, contrataram uma firma de porteiro para trabalhar a noite. Veio trabalhar um rapaz de uns 24 anos, de nome Jorge. Passou uns meses e fiquei mais amigo dele, com a intimidade começamos a falar de sexo e das moradoras gostosas. Se referindo a uma moradora que acabara de passar por nós para ir para casa, ele colocou a mão no pau e disse que tinha o maior tesão por ela, sem querer olhei para o pau dele, ele me mostra o volume que ela tinha provocado nele. Outra noite que estávamos conversando, chegaram um casal e sua filha, as duas mulheres estavam de sainha curtinha e como já era mais de 23 horas ele disse que tinha vontade de comer as duas, desta vez ele tirou o pau para fora e me mostrou, brincou um pouco tirando a cabeça pra fora e disse que precisava bater uma punheta, pediu para eu dar uma vigiada para ele, foi para perto do canteiro e iniciou sua punheta, ficou entre as plantas e um pilar do prédio, eu tinha uma visão da entrada, do corredor e dele batendo punheta, curioso com o acontecimento, olhava mais para ele do que para moradores que poderiam chegar, ele vira um pouco mais para eu poder ver melhor e vejo o pau dele gozando no canteiro. Conversamos mais um pouco e ele novamente me mostra o pau dele começando a endurecer, como ele estava atrás do balcão, ficou certo que só eu estava vendo, na sua cadeira com rodinha se aproximou de mim para que eu pudesse ver melhor, estava eu a 1 metro de distancia do pau de outra pessoa, ele disse que ia bater outra punheta e pediu para eu passar pra dentro do balcão, sem maldade alguma, atendi seu pedido, o pau dele estava brilhando do último gozo. Perguntou se eu não bateria punheta para ele, disse que ele estava louco e me afastei, ele disse que não ia ter mal nenhum, só ia fazer um favor para ele, nisso seu pau começou a amolecer, perguntei se tinha desistido da punheta, ele disse que só se eu fizesse para ele, como eu queria ver ele gozando de perto, fomos até o canteiro e peguei no pau dele meio sem graça e iniciei uma punheta, estava demorando e ele pediu para eu cuspir bem na cabeça para ir mais rápido, minha mão deslizava no pau duro e ele gemia falando o nome da dona Simone a moradora que ele achava a mais gostosa, ai d. Simone, ai d. Simone e gozou, falou para eu não parar, e quando não aguentou mais, tirou o pau e guardou nas calças. Passado varias noites, estávamos nós de novo conversando quando entra outra moradora de short de lycra com uma tanguinha enfiadinha, ele me mostra a bunda dela e diz que vai fazer uma loucura um dia, tira o pau para fora e pede minha ajuda, já sabia o que tinha que fazer, m pediu para fazer dentro do banheirinho dele, entramos e num descuido meu, ele me agarra por traz e passa o pau duro nas minhas coxas, pede pra eu deixar ele ficar ali um tempinho, não podendo reagir tenho que ceder, ele notou que estou cedendo, baixa meu short e cueca e passa o pau no meu reguinho, da uma cuspida e o pau começa a deslizar na minha bunda, começo a gostar mas não digo nada, ele aponta o pau na entrada do meu cu e vai colocando lentamente, devido ao cuspi dele e do meu desejo o pau entra todo com pouca dor, me chama de dona Simone e que a muito sonhava em me comer. Quando diz que vai gozar, tento sair de suas garras e ele pede pra gozar dentro da dona Simone, dando varias golfadas de gozo em mim. Vou pra casa, no banho bato uma punheta, janto e mais tarde volto a portaria para conversar de novo, Jorge me diz que tinha comido dona Simone e queria saber se ela tinha gostado, dei um sorrisinho e digo que acho que ela gostou e queria mais um pouco, ele levanta e vai para o banheiro, lá de dentro chama dona Simone, que corre para dentro de bundinha a mostra. Jorge já com o pau cuspido, vai logo me penetrando, e goza novamente. Na minha cama fico querendo que a noite seguinte chegasse logo, para dona Simone ir satisfazer o porteiro, ficamos nos divertindo quase dois anos, até ele ser transferido de condomínio. Os outros porteiros eram velhos ou me davam medo, então fiquei muito tempo sem ser picado por alguém e tive que dar para um amiguinho que era mais taradinho, em sua casa podia ficar pelado com ele a tarde todo, ele fazia eu chupar seu pau mas não deixava gozar na minha boca, tava gostando de chupar e chupava sempre. Um dia estava sem ninguém e quis chupar o pau dum homem que estava consertando o encanamento, no momento do gozo quis tirar da boca e ele não deixou, gozou dentro, engoli um pouco e me engasguei também. Quando reencontrei meu amigo, deixei ele gozar na minha boca. Chupava todos os porteiros, até os que tiravam a folga do oficial, mas só dava a bundinha para meu amiguinho.