Vestida de noiva ela me traiu!


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O título desta história diz tudo: no dia do nosso casamento, vestida de noiva, minha mulher me traiu.
Estávamos de casamento marcado para maio de 2014. A cerimônia ia ocorrer às vinte horas, em uma igreja no bairro da Mooca, em São Paulo.

Desde que soube que minha mulher ia casar, um ex-namorado dela, o Felipe (ou simplesmente Lipe, como ela o chamava), andava ligando e perseguindo ela. O cara parecia doido, na ânsia de reconquistá-la e impedir que ela se casasse comigo. Ele chegou ao cúmulo de comprar um par de alianças e pedi-la em casamento; mas ela recusou.

Ela me contava tudo, mas deixava de falar o principal: o que ela sentia em relação a ele. E não era nada desprezível, o que ela sentia.

Foi só agora, quase oito meses depois do nosso casamento, na noite de ano novo (virada de 2014, para 2015) que ela acabou falando comigo sobre a parte desconhecida deste assunto. Embalada pelo álcool (ela bebeu muito, no Réveillon) ela acabou confessando o que de fato ocorreu, naqueles dias.

Os próximos parágrafos reproduzem, de acordo com minha memória, o que ela me falou na madrugada de 1º de janeiro. Vou tentar reproduzir o que ela disse, por isso o texto está na primeira pessoa do singular:

“Eu não gostaria de entrar neste ano carregando mentiras, então vou te falar a verdade: sabe quando o Lipe começou a me perseguir, antes do nosso casamento? Pois é: eu acho que eu tive um pouco de culpa, nesta história.

‘Eu e ele terminamos o namoro de uma forma meio besta. Uma amiga minha disse que tinha transado com ele e eu acreditei. Nem sei se era verdade, ou não. Mas eu acreditei.

‘Eu saí com ele duas vezes, antes da gente casar, quando ele começou a me procurar. Foram só duas vezes. Quer dizer… Deixa para lá. Considere só duas vezes.”

Eu me preocupei com esta parte, mas deixei para lá. Esperei para ver como rolava aquele papo. Apenas perguntei o que tinha acontecido, nas duas vezes em que ela saiu com o outro.

Vamos voltar à narrativa dela:

“Eu não sei direito o que deu em mim. Eu queria tirar uma dúvida. Não me leve a mal, mas eu fiquei em dúvida. Bom: acabou rolando, sabe?”

Fiquei bravo e disse que ela tinha me traído. Ela respondeu que ainda não éramos casados. Eu respondi que éramos noivos e quase casados. Ela disse que estava me contando a verdade e que eu deveria perdoá-la por isso. Depois ela me pediu um tempo para continuar a falar. Eu me calei e continuei ouvido:

“Eu não quero esconder nada de você. Eu estava confusa, naquela época, e acabei agindo errado. Mas quero acabar com qualquer mentira hoje.

‘Bom. Eu saí com ele duas vezes. Mas teve mais uma. Espero que você me perdoe. Eu não perdoaria você, se tivesse feito alguma coisa assim, mas…

‘No dia do nosso casamento ele apareceu em casa. Minha mãe já tinha ido para a igreja e meu pai estava me esperando. Estávamos eu, minha prima Célia e minha amiga Rô.

‘Ele entrou na minha casa pela cozinha e meu pai não o viu, quando subiu as escadas. Eu já estava com o vestido de noiva e a Célia puxou a Rô pela mão, para tirá-la do quarto e me deixar sozinha com o Lipe. Elas fecharam a porta e desapareceram.

‘O Lipe começou a chorar e dizer que eu não devia casar com você; que era um erro e que ele tinha certeza de que ele era o amor da minha vida, não você. Eu estava besta por ele estar chorando e parecendo tão vulnerável, na minha frente.

‘Ele me abraçou por trás e eu deixei. Não estava pensando em sexo, naquele momento. Eu achei que ele tinha me abraçado apenas por estar triste com nosso casamento.

‘Ele parou de chorar, mas não deixava de falar no meu ouvido que eu deveria desistir do casamento e ficar com ele. Eu retrucava, dizendo que não, mas ele insistia. A voz dele no meu ouvido e os beijos que ele começou a dar em meu pescoço, as lambidas em minha nuca… Aquilo começou a mexer comigo.

‘Eu tinha resolvido casar com você, mas ainda estava na dúvida. As duas vezes que eu saí com ele só serviram para aumentar as minhas dúvidas. Não que eu não gostasse de você, mas eu comecei a pensar que se eu tinha saído duas vezes, é porque… Sei lá.

‘Ele começou a me beijar e eu acabei cedendo, mais uma vez.”

– No dia do nosso casamento? Com o vestido de noiva? Você me traiu neste dia? E ainda diz que me ama?

Ela ignorou meu comentário e continuou falando:

“Ele levantou meu vestido e começou a me apalpar lá. Enfiou a mão dentro da minha calcinha e começou a me tocar de um jeito… Você não entende! Ele sempre me dominou, quando me tocava daquele jeito!

‘Quando dei por mim eu estava com a calcinha nos joelhos e de quatro, na cama. Ele estava dentro de mim e eu pensei que era louca e que não devia estar fazendo aquilo; de alguma forma, no entanto, pensar naquilo aumentou o meu tesão e roubou o resto do que eu tinha de juízo, na cabeça, naquele momento.

‘Ele estava sem camisinha e eu pensei no risco de engravidar. Mas imaginei, também, que se engravidasse, como íamos ter uma noite de núpcias, você ia pensar que era seu. Eu sei que é horrível te contar isso, mas quando pensei desta forma meu tesão cresceu ainda mais. Eu estava insana.

‘Esta confusão toda me levou a um orgasmo delicioso; não vou negar. Você pode ficar bravo comigo, mas eu não vou mentir para você: acho que foi um dos melhores orgasmos da minha vida.

‘Ele gozou junto comigo. Acho que estava há um tempão sem gozar, porque ele me encheu de porrinha. Não vou dizer que não adorei.

‘Ele estava saindo de mim quando a Célia entrou no quarto sem bater e me pegou daquele jeito: de quatro, com a bunda levantada, a calcinha no meio das coxas e o Lipe de pinto para fora, com as calças nas coxas e ainda duro e pingando os restos do gozo que tinha derramado dentro de mim.

‘Com as pernas bambas por causa do orgasmo eu caí sentada em uma poltrona do quarto e olhei com cara de arrependida para minha amiga. Ela apenas sorriu e disse que jamais comentaria nada a respeito do que tinha acontecido.

‘Ela estava apavorada e disse que tinha conseguido impedir meu pai de entrar lá, mas que ele estava doido com o meu atraso. Eu disse que precisava tomar um banho e que não podia casar daquele jeito. Ela respondeu que eu nem pensasse naquilo. Que eu precisava ir correndo.”

Minha cabeça estava funcionando a mil. Eu estava muito bravo e comecei a imaginar as consequências de tudo aquilo.

Se ela saiu sem banho, depois daquilo, isso queria dizer…

Eu nem queria pensar. Comecei a lembrar que ao chegarmos ao hotel, naquela noite, para começarmos a lua-de-mel, ela tinha tentado tomar um banho mas eu não a deixei fazer nada. Abracei-a e comecei a tirar o vestido de noiva que ela ainda usava.

Ela realmente tinha resistido dizendo que estava suada e preferia estar cheirosa para nossa primeira transa, depois de casados. Eu não a ouvi. Comecei chupando aquela buceta que, agora eu sabia, ainda tinha restos da porra de outro homem.

Eu tinha sentido um cheiro muito forte de algo que tinha me excitado ainda mais. Não sabia o que era; mas tinha me excitado muito. Transei com ela feito um louco e depois acabei dormindo até o dia seguinte, por volta do meio-dia.

Quando pensava naquela noite, até agora, eu imaginava que aquele cheiro… aquele tesão todo… Sei lá! Achava que era pela situação inusitada de agora estarmos casados e… Sei lá, repito!

Desde o dia primeiro do ano não tocamos mais no assunto. Eu ainda estou magoado, mas sou apaixonado demais pela minha mulher para me separar dela. Mas ainda assim falo pouco com ela e deixo clara a minha mágoa.

Não há um único dia em que eu não pense em tudo o que ela me falou. Ela está muito doce comigo e me bajula o dia todo, tentando ser desculpada. Não sei se vou desculpá-la, mas também não tenho a menor intenção de viver sem ela.

O que vocês fariam, no meu lugar?