Minha inocência


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Meu nome é Tamiris, na época, eu tinha 7 para 8 anos, tinha um corpo em definição, baixinha, linda, meiga, foi quando tudo aconteceu. Eu era uma menina muito inocente, não sabia nada dessas coisas de sexo, eles me privavam de assistir novelas e filmes, podia apenas assistir desenhos. Meu irmão Victor, tinha 18 para 19 anos, moreno, mediano, cabelos lisos escuros, tinha um corpo pouco definido (era magro, mas não possuía tanquinho. Tinha uma coxa grossa, devido ao surf que praticava às vezes). Nós morávamos em uma casa grande em frente uma praia. Nossa mãe trabalhava a tarde toda e às vezes à noite (devido o plantão), quando eu chegava da escola, de manhã, ficava sozinha com Victor o resto do dia, que fazia faculdade também, na parte da manhã. Victor sempre foi um pai pra mim, devido o nosso ter sofrido um acidente e falecido quando eu tinha 2 anos.

Enfim, tudo começou numa tarde em que Victor recebeu um amigo. Eles ficaram conversando na sala. Eles riam alto, falavam putaria, comentavam sobre as meninas da faculdade. Eu estava em meu quarto, no andar de cima, mas dava para ouvir tudo.

— E a Jeniffer, cara?!
— A bunda dela é mó delícia, mano! O Rodrigo já comeu e disse que ela é maior puta na cama.
— Nooossa!

Eu fiquei sem entender o que aquelas coisas significavam. Já estava à noite, estava chovendo muito, trovejando e relampiando. Mamãe havia ligado para Victor e dissera que iria somente chegar em casa na madrugada, pois precisara fazer plantão na clínica (ela era médica). Era sexta à noite, estava tarde, Victor e seu amigo, Lucas, estavam bebendo algumas cervejas.

Em um momento, trovejou tão alto e tão forte, que dei um pulo da cama e, desci para a sala, onde estavam Victor e Lucas. Fiquei encarando os dois com cara de medo, e eles nem tinham me visto e, continuaram conversando. Até que decidi e, cheguei mais perto, me ajeitei para sentar no colo de Victor e, ambos levaram um susto.

— O que aconteceu, Miris?
— Estou com medo.
— Ah, não fique… olha, suba, fique embaixo do cobertor e quando trovejar, aperte bem forte o seu ursinho.
— Mas eu estou com medo Vi…
— Eu agora estou ocupado Miris.

Subi para meu quarto desapontada. Enquanto subia as escadas, ouvi Lucas e Victor falando sobre mim.

— Sua irmã é bem bonitinha, heim.
— É, gostosinha também. Quando crescer, vai me dar muito trabalho!

Enquanto me ajeitava para deitar, fiquei lembrando no que senti quando me sentei no colo de Victor. Era uma coisa volumosa, pontuda e dura. Ah, devia ser seu celular.

~ E assim, semanas foram passando.*

Um dia, eu estava sozinha em casa, calhou de minha mãe ter feito plantão na madrugada e Victor saído com um amigo. Quando ele voltou, me chamou para sair. Tomei banho e me arrumei. Quando saímos, fomos em seu carro. Nós andamos em lugares que eu nem conhecia. Seu celular começou a tocar, como ele não podia atender por estar dirigindo, eu peguei, mas a ligação caiu. Aproveitei e fiquei olhando fotos na galeria. Até que acabei clicando em um vídeo que logo, Victor ficou sem graça quando percebeu que eu estava vendo. Era um vídeo em que um homem colocava uma coisa que ele tinha na parte da frente na xereca de uma mulher. Fiquei indignada, perguntei se aquilo era possível e o que era aquele negócio do homem.

— Sim Miris, isto é possível. E aquilo, digamos que seja um brinquedinho de homens. Todos têm aquilo.
— Sério? Você também tem?
— Sim.

Fiquei meio desnorteada. Mas Victor disse que aquilo era normal, então me acalmei mais. Ele também pegou o celular da minha mão e disse que não era para contar para a mamãe, logo, obedeci.

Uns dias foram se passando, eu só ficava mais curiosa ainda, em relação à intimidade. Ficava perguntando coisas à Victor, via algumas coisas em seu celular… Até que um dia, eu estava dormindo, comecei a ter um pesadelo, em que eu caía em um buraco fundo, me levantei e fui até a sala, onde Victor estava.

— Que foi maninha? Vai dormir.
— Não consigo.
— Por quê?
— Estou com muito medo.
— Ah, vem cá, senta no colinho do seu irmão.

Logo, me deitei em seu colo, colei nossos corpos e só sentia um calor subindo até minhas orelhas. Ali, acabei adormecendo. Só me lembro de Victor me pegar no colo e me levar para a cama.

Assim que ele me deitou, pedi para que me fizesse companhia, pois queria me sentir protegida. Logo, ele se deitou na minha cama e me abraçou. Nossa mãe estava dormindo e, era um sono profundo, devido ao plantão da noite passada. Victor me virou, me colocou de costas para ele e, assim, dormimos quietos.

No outro dia, era sábado. Mamãe tinha ido fazer compras no supermercado bem cedo, ela iria demorar bastante. Eu estava entediada, colorindo um livrinho na mesa de jantar, até que Victor me chamou na sala:

— O que foi Vi? — disse me aproximando dele.
— O que você quer fazer?
— Ver desenho.
— Tá, pode ver. Vou tirar um cochilo aqui.
— Mas onde eu vou sentar?
— Ah, senta no meu colo.

E assim, Victor me colocou em seu colo, peguei o controle e fiquei assistindo desenho. Após um tempo, pude sentir algo em baixo de mim, catucando minha bunda. Fiquei curiosa e, levantei. Pude ver que a bermuda azul de Victor estava com um volume bem grande. Fiquei bem curiosa, lembrei que Victor havia dito que ele também tinha aquele negócio do cara do vídeo. Coloquei a mão, apertei e Victor dormindo, soltou um barulho de “Aaah”. Me assustei e saí de perto. Logo, Victor acordou e perguntou:

— Por que você está sentada no chão? Tá frio.
— É que eu estava incomodada.
— Senta aqui. — Victor pegou em minha mão e me puxou para seu colo. — Vamos brincar de cavalinho. — Ele começou a me movimentar. Ele fazia várias caretas, até que de repente, ele soltou um “oooh” e parou. Quando desci de seu colo, vi que sua bermuda estava úmida, olhei minha calça e perguntei:
.
— Fez xixi nas calças Vi?
— kkkkk não Maninha, isto é outra coisa.
— O quê?
— Daqui a um tempo, você vai descobrir.

Victor se levantou e foi tomar banho. Enquanto isso, fui trocar o short.

~ A semana se passou*, cada dia acontecia uma coisa diferente, Victor sempre dava um jeito de me puxar para seu colo.

Um dia, eu estava no quarto brincando de boneca. Victor estava com um amigo, o Pedro, na sala. Mamãe ligou e disse que não iria para casa, pois ela iria fazer plantão até às 14hrs do outro dia. Victor me avisou, e voltou para a sala. Fui até a cozinha e peguei um copo de água, e os meninos ficaram me olhando. Quando voltei para meu quarto, pude ouvir a conversa deles:

— Nossa cara, sua irmã tem um corpinho lindo.
— Pois é, ela me deixa louco.
— kkkk ué, você tem vontade de comer sua própria irmã?
— Pois é cara, eu tento resistir, mas é muito difícil. Isso é errado, mas minha irmã é tão gostosinha. Mano, esses dias, eu brincando de cavalinho com ela, acabei gozando.
— kkkkkkkk Cara, na boa, vai sem culpa. É a melhor coisa.
— Como você sabe?
— Já passei por isso, e até hoje passo, às vezes.
— Você come a Natasha?

Fiquei da porta do quarto vendo eles conversarem.

— Claro, ela fica passeando com camisola transparente na minha frente.
— Tá, mas a Natasha é grande. A Mires só tem 8 anos.
— Ah mano, você que sabe… Quando eu comecei com a Natasha, ela tinha 10 anos. Primeiro, ela me viu batendo punheta, depois, ela me fez um boquete, ai eu comi o cuzinho dela e depois a bucetinha dela. Vai nesses passos.
— É, vamos ver onde vai dar.
— Mas óh, come, antes que alguém coma. — disse Pedro piscando um olho para Victor.

Na hora de ir embora, Victor foi em seu quarto pegar a chave de seu carro, porque ele iria levar Pedro em casa. Quando ele achou, passou em meu quarto:

— Maninha, vou levar o Pedro em casa, quer ir também?
— Quero.

Me levantei e fui com os meninos. Assim que Victor parou o carro em frente à casa de Pedro, eles saíram e ficaram conversando um pouco:

— Cara, quando vocês estiverem sozinhos, aproveita. Bate uma na frente dela, outro dia pede uma chupeta… e assim, vai.
— É, você tem razão. Valeu cara!

Eles se cumprimentaram e então, Victor entrou no carro.

— Passa para a frente Mires.

Desci e fui para o banco da frente. Na volta para casa, Victor às vezes passava a mão em minha perna.

No outro dia, quando voltei da escola, fiquei sozinha com Victor de novo, desta vez, ele me olhava diferente, muito estranho. Teve uma hora, que ele foi para o quarto e me chamou. Quando cheguei ele estava sem camisa, apenas de calça, sentado na cadeira do computador.

— O que foi?
— Quer ver uns vídeos que eu tenho no computador?
— Quero.

E ele colocou vários vídeos iguais aqueles do celular para mim ver. Ao decorrer do tempo, Victor ficava apertando o volume que tinha em sua calça. Inocentemente, perguntei:

— O que é aquilo Vi?
— Aquilo é o brinquedinho dos homens… onde fazemos xixi. O pinto que solta leitinho.
— Solta leitinho?
— Sim, se chupar igual a um pirulito.
— Nossa, que legal!
— Pois é…

Continuamos vendo o vídeo e, eu continuei reparando que Victor ficava apertando seu volume.

— O que você tá apertando aí?
— É o meu brinquedinho.
— E por que você tá apertando?
— Porque ele tá crescendo.
— E ele vai soltar leitinho?
— Só se chupar igual a um pirulito.
— Hum. Por que aquela mulher tá gritando assim?
— Porque ela tá gostando. É bom.
— Sério?
— Sim.
— O seu brinquedinho é igual daquele cara?
— Mais bonito.

Fiquei espantada, curiosa, mas não pedi para ver, por causa da vergonha.

~ Dias depois*, voltou a acontecer a mesma coisa, só que agora, estávamos sozinhos. Nossa mãe precisou viajar para cuidar de nossa avó que estava doente em sua cidade e, deixou Victor tomando conta da casa.

Assim que ela saiu sexta à noite, Victor disse que agora eu teria que obedecê-lo.
Logo, já estava tarde, fui deitar e Victor ficou na sala assistindo TV. Durante a madrugada, acordei com uns barulhos na sala, fui verificar o que era e, pude ver Victor sentado na sala, completamente nú, fazendo movimentos em seu pinto e assistindo um filme igual aqueles que ele tinha no celular.

Me aproximei mais, porém não expus-me. Fiquei observando um tempo, até que de repente, espirrou uma coisa em sua barriga, perna e chão.

Logo, fui para o quarto e fiquei pensando no ocorrido.

~ No outro dia*, Victor me acordou, mas eu ainda queria dormir, devido ter dormido tarde na noite anterior. Logo, ele tirou minha roupa, colocou meu biquíni e fomos para a piscina. Lá, brincamos até às 14h. Ele sempre chegava atrás de mim e se roçava.

Na hora do banho, Victor tirou minha roupa e me colocou no box. Lá, ele me deu um banho, mesmo eu dizendo que sabia tomar sozinha. Ele ensaboou toda parte do meu corpo, TODA mesmo. Eu reparei em sua sunga, que seu pinto estava fazendo um volume grande. Logo, perguntei o que estava acontecendo.

— Ah kkkkkk, meu pinto tá duro.
— Por quê?
— Quando um homem gosta do que tá fazendo, ele fica assim. Agora ele tá assim por causa de você.
— Nossa.

Ele me secou, coloquei uma roupa e ele reclamou.

— Não! Coloca essa aqui.

Ele me deu uma calça de lycra preta e uma blusa branca. Assim que vesti, ele ficou me reparando.

Já à noite, depois do jantar, Victor tirou toda sua roupa e ficou só de cueca andando pela casa. Eu estava sentada no sofá, até que ele se sentou ao meu lado e abriu as pernas. Fiquei olhando meio de lado para sua cueca e ele percebeu, de repente, notei seu volume crescendo e pulsando. Acabei perguntando:

— Por que está pulando assim?
— Por que ele está cheio de leitinho para chupar.

Fiquei meio sem graça, mas não parava de olhar.

— Quer encostar?

Olhei para Victor, depois olhei para o volume e fui tremendo mesmo, levei a mão em seu volume, até que deu um pulo maior, acabei me assustando e tirei a mão na hora.

~ No outro dia, sábado*, Victor precisou sair de manhã, ir até uma loja trocar uma blusa. Quando voltou, pelo calor que fazia, ele tirou sua blusa, seu tênis e colocou no canto, ficando apenas com uma calça bege e meia preta. Eu estava com um moletom e ele disse:

— Nossa maninha, tá muito calor! Tira essa roupa.

Ele foi e começou a tirar minha roupa. Fiquei somente de calcinha (não tinha peito para usar sutiã na época).

— Vou ficar pelada, Vi?
— E daí? Só tem a gente em casa.

Não me contentei e coloquei um vestido de tecido bem fininho. Um tempo passou, até que fui para a sala e, Victor estava deitado no sofá dormindo.Sacudi ele e o mesmo acabou acordando.

— O que foi, Miris?
— Tô entediada.
— O que você quer fazer?
— Ah, não sei. Quero assistir alguma coisa, só que a TV tá fora do ar.
— Já sei, vem cá.

Victor abriu um sorriso e me puxou para seu quarto. Me colocou sentada na cama e ligou o computador. Logo, ele colocou em um filme onde desenhos transavam. Ele ficou em pé ao meu lado e ficava apertando o volume do seu pinto. No vídeo, a Gwen (do Ben 10), estava esfregando sua periquita.

— Nossa, o que ela tá fazendo?
— Uma coisa muito boa. Quer sentir?
— Como?
— Levanta o vestido.

Fiquei meio desconfiada, mas o fiz. E, assim, Victor cuspiu em seu dedo e começou a esfregar na minha vagina. Era uma sensação incrível, uma delícia! Nunca tinha experimentado, mas era muito bom. E depois, ele colocou a língua e ficou lambendo. Nossa!! Era uma loucura. Ele me disse, que quando eu sentisse uma cóssega dentro de mim, era para continuar e não parar.

Não demorou muito e, comecei a sentir uma coisa diferente dentro de mim, era uma sensação boa, era uma cóssega e continuei. De repente, espirrei umas gotinhas de alguma coisa boca de Victor.

— Nossa, que delícia!
— O que é isso, Vi?
— É gozo. Você solta pouquinho devido sua idade, mas depois, você vai soltar igual a Gwen.
— Que legal!

Assim que Victor se levantou, vi que a Gwen estava com o pinto do Kevin na boca (no filme), ai Victor começou a apertar seu volume que já estava bem grande.

— Maninha, quer beber ieitinho igual a Gwen?
— Quero.

Inocentemente, aceitei. Logo, Victor sorriu, puxou o zíper de sua calça para baixo, desabotoou e baixou sua cueca. Logo, seu pinto moreno, grande e grosso saltou e ficou apontado para minha cara.

— Coloca a mão.

Levei a mão e senti. Era uma coisa bem dura e quente. Ele me instruiu para fazer movimentos para frente e para trás e depois aumentar a velocidade. Depois, ele pediu para parar e disse para mim fazer igual que fosse um pirulito. Eu só não podia arrastar os dentes.

Logo, ele colocou aquele negócio que mal cabia na minha boca, comecei a chupar, sugar e lamber. Ele me instruía e eu fazia do jeito que ele falava. Ele gemia muito, fazia muitos barulhos. Ele ficou ofegante e de repente, jorrou leitinho bem quente na minha boca, garganta, e rosto. O que não cabia na boca, escorria pelo canto dos lábios. Ele disse para engolir que era bom e, logo o fiz. Na hora não gostei, mas depois apreciei mais. Ele se jogou na cama, e eu fiquei observando a bagunça de leite. Tinha na minha roupa, no chão, na cama, no meu cabelo, no meu rosto. Logo, ele me ajudou a limpar, tomar banho e, depois, perguntou:

— Gostou?
— Gostei. Foi legal.

Ele ficou sorrindo. No outro dia, Victor só andou pela casa de cueca e eu de calcinha. Passado o tempo, toda vez que ficávamos sozinhos, eu bebia leitinho de Victor.