A Gatinha do Parque


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Eu já tinha reparado que a gatinha não parava de me paquerar, eu estava ali no parque para algum propósito e não apenas para tomar sorvete. Aos meus 39 anos eu adoro uma aventura arriscada e com certeza estava quase conseguindo.
Aproximei-me da gatinha convidando-a para tomar um sorvete e a danadinha já foi logo aceitando, ela não perdeu tempo e disse que me achava bonito, também a elogiei e passamos a conversar, com isso pude reparar melhor na gatinha.
Tati apesar de baixinha era bem gostosinha com as coxas grossas e uma bundinha bem redondinha, apenas seus seios não eram tão grandes, mas estavam despontados.
Sentamos em um local mais afastado e ela começou a se exibir mostrando o mesmo interesse. Tati passou a me provocar, pedindo que tocasse sua barriguinha e sua cintura, essa atitude dela me deixava cada vez mais tarado e com o pau duro.
De repente ela montou em meu colo e passou a se esfregar em meu pau, a danadinha se aproximou e nos beijamos me impressionei com a esperteza dela, ainda não sabendo perguntei sua idade, Tati me olhou fixamente e implorou que eu ficasse com ela, qual fosse sua idade.
Naquela hora me apavorei, a gatinha se aproximou mais e me disse ao ouvido que tinha apenas dez aninhos. Não acreditei que a doidinha tinha aquela idade, mas mesmo assim continuei agarrado naquela bundinha redonda. Eu que não perderia essa oportunidade.
Ela continuou se esfregando em mim e eu massageava sua bundinha, ali mesmo Tati se livrou de meu pau e passou a chupá-lo como se fosse um pirulito, bem ali no parque, apesar do local ser mais afastado ainda corria o risco de sermos pegos, e como ela era apenas uma criança pedi que fossemos para minha casa.
Tati concordou, mas pediu que eu a tocasse bem na bucetinha e a sem vergonha levantou o vestidinho me mostrando sua calcinha, coloquei a mão naquela bucetinha e bolinei aquela gatinha, ela estava toda quentinha e molhadinha.
Tentamos nos recompor e fomos até minha casa que não era muito longe, antes de entrar verifiquei se ninguém tinha nos visto, pois estava prestes a fazer sexo com uma criança de apenas dez anos e com certeza não iria me arrepender.
Levei-a ate meu quarto e deitei-a em minha cama, tirei seu vestidinho e passei a beijar todo seu corpinho, beijei cada centímetro daquela gatinha aproveitando ao máximo daquele momento. Tati suspirava e adorava estar ali comigo.
Retirei sua calcinha lentamente e pude notar como era pequena e bem apertada aquela bucetinha, mas mesmo assim eu estava disposto a comer aquela gatinha, não sei o que estava acontecendo comigo, me sentia cada vez mais atraído por aquela criancinha.
Passei a lamber aquela buceta peladinha fazendo ela se arrepiar e a gemer de tanto prazer. Dei bastante carinho ali embaixo preparando ela para receber minha vara enorme a gatinha aguardava ansiosa por esse momento e implorava para ser possuída.
Fiquei de pé e retirei minha calça, Tati pulou da cama me puxando e começou a me chupar o pau novamente, adorava toda aquela loucura, porém com a curiosidade de saber como ela sabia tanta coisa sobre sexo com aquela idade. Ela me disse que eu não era o primeiro cara com quem ficava e aprendeu um pouco com os outros e quando eles descobriam sua idade pulavam fora.
Ainda assim tinha minhas duvidas e perguntei por que ela queria tanto fazer sexo, e ela me confidenciou que não queria perder a dignidade com seu padrasto e por isso passa o maior tempo na rua para que isso ainda não ocorra.
Naquele momento deitei-a novamente e mirei meu pau naquele cabacinho, passei a forçar estourando aquela preguinhas e comecei a penetrá-la, meu pau parecia queimar de tão apertada que era aquela gatinha. Tati agüentava firme e gemia de dor e prazer.
Lentamente passei a estocar, fazendo ela gritar cada vez mais alto. Meu pau arrombava e a deixava mais larga, com isso ela foi acostumando com meu intruso e passou a gostar ainda mais.
Depois da primeira estocada fomos nos limpar no banheiro e ali mesmo passei a boliná-la novamente, e a cutucar meu pau em sua bucetinha desvirginada, Tati implorou para ser possuída e afundei naquela gatinha novamente, com ela apoiada na pia passei a estoca-la com força.
Tati agüentava firme meu pau em sua pequena bucetinha e gemia enquanto afundava todo dentro dela, retirei-o antes que gozasse e voltamos para o quarto, nesse momento a gatinha me empurrou na cama e veio por cima de mim.
Ela sentou em meu pau e passou a controlar o ritmo das estocadas eu apenas a ajudava segurando-a pela cintura, vendo aquela gatinha gemendo e sendo tão putinha acabei gozando dentro dela, foi um prazer indescritível ter a feito ter seu primeiro orgasmo.
Tati não parava de gemer e eu ali ainda dentro dela sentia minha porra escorrendo em meu pau. Ela deitou-se sobre mim desfalecida e eu exausto abracei-a e dormimos juntinhos.
Algum tempo depois acordei todo animado para foder àquela criancinha novamente e fiquei observando ela dormir e alisava meu pau lembrando a loucura que eu acabava de ter feito e que ainda queria fazer.
Passei a alisá-la e cheguei até sua bundinha, naquele momento meu tesão falou mais alto e iniciei um carinho no cuzinho dela. Tati acordou com meus carinhos e perguntou o que eu queria. Expliquei que estava bem animado e que faria bem devagar, mas que precisava meter em seu rabinho.
Tati ficou de quatro rapidamente se mostrando cúmplice e pediu que eu comesse sua bundinha. Cheguei por trás dela e passei a cutucar meu pau, aos poucos fui forçando e meu pau passou a entrar naquela bundinha danada. A biscatinha agüentava firme e mordia o travesseiro para não gritar.
Meu pau entrou todinho naquela bundinha gulosa e a menina agüentava firme, apesar da dor que sentia pedia que eu continuasse, era melhor eu fazer aquilo do que seu próprio padrasto.
Passei a estocar naquele pandeirinho e sem medo das conseqüências passei a acelerar o ritmo, machucando mais a gatinha. Eu estava completamente sem controle e gozei melando toda aquela menina sapeca.
Tivemos momentos incríveis, tornei aquela menina numa verdadeira putinha e depois daquele dia nunca mais a vi, espero que esteja fazendo a felicidade de muitos caras por ai.