Pequena caiçara

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Mainara era uma linda caiçara do litoral catarinense, do alto da sua inocência, filha da moça que trabalhava na cozinha de uma pousada onde me hospedei neste verão. Meu anjinho sempre atenciosa, me mostrou toda a pousada, como boa anfitriã.

Quando chegamos na trilha ecológica, por sorte apenas nós dois ali, me sento no banco e a chamo para descansar em meu colo. A menina vestia uma curta saia jeans, coisa que me facilitou alguns carinhos em sua perninha. No começo ficou receosa, mas fui ganhando aquele anjinho e colocando cada vez mais próxima do pau ainda guardado dentro da bermuda, mas louco para sair. Depois de uns carinhos e beijinhos, finalmente coloquei a bundinha de Mainara em cima da vara. Ela olha para ver o que era aquilo duro espetando seu rabinho. Digo que aquilo era o pirulito do tio fazendo festa pra ela. Pergunto se conhecia, se já tinha visto um? Ela balança a cabeça afirmativamente.
– De quem você já vou o pirulito, eu amor?
– Do tio Olavo, diz ela!
– Você sabe brincar com ele?
– Sei!
– O que você sabe fazer com ele, meu amor? Falei isso e já fui colocando o pau pra fora, com a menina sentadinha em meu colo, olhando para baixo esperando para ver a vara que ia saindo de dentro da bermuda. Assim que coloquei tudo pra fora, ela sai do colo, já abrindo os lábios e se posiciona em minha frente. Com a mãozinha pega na vara com muito cuidado e medo. Começo a gemer de tanto tesão que sentia.

Sempre quis algo assim, mas nunca tive. Era a primeira vez que uma menininha me dava prazer. Me levanto e a vara fica na altura da boquinha dela. Puxo sua cabecinha pra perto e Mainara sabia o que tinha que fazer com aquele pau grosso em sua frente e começa a me masturbar e a lamber o pau que pulsava em sua pequena mão.

O que nem ela e nem eu sabíamos, era que aquilo me daria um gozo rápido e intenso. Parecia não parar de espirrar em sua boquinha e rosto. O primeiro jato foi na boca e nariz, o segundo na testa e começou a escorrer . Ela se assustou e tive que terminar o serviço ajudando o anjinho, segurando em seu pulso, terminando a punheta. Guardei rápido a pica e limpei meu bebê com minha camisa.

Ainda visitamos o trapiche e o salão de jogos . No salão de jogos, onde novamente estávamos apenas nós dois, ensinei a menina a dar umas tacadas no bilhar e novamente apertei aquela deliciosa bundinha no pau. Faço ela perceber que novamente eu queira mais. Perguntei se o tio Olavo brincava com a bucentinha dela. Ela novamente confirma. Perguntei se queria. Ela de novo balança a cabeça afirmativamente.
Digo a ela que o melhor lugar era o meu quarto. Ela diz que não podia. Sua mãe tinha proibido entrar nos quartos.

– Sua mãe não vai saber , Mainara! Eu não conto pra ela. Mas precisamos ir logo, antes que ela nos veja. Falei isso empurrando pra sair do salão de jogos. O pátio estava movimentado, mas passamos sem que chamássemos atenção. No bloco onde estava meu quarto, por sorte com quase nenhum movimento. Entramos e faço tudo rápido para não ser visto.

Abro a porta e a menina entra e logo a coloco sentadinha na ponta da cama. Pergunto se ela tem vergonha de tirar a roupa toda na frente do tio. Ela dia que sim. Meu pau já pedia por liberdade de novo. Tiro aminha roupa e começa a tirar a dela. Mainara não tira o olho do pau duro. Encostava nela de propósito só para ver o que ela fazia. Parecia bem familiarizada. Tio Olavo devia ter brincando muito com ela. Deixa a menina nua e a coloco de pá na cama. Aliso todo seu corpinho. Ela está claramente com vergonha, mesmo tendo me dado um dos melhores gozos da minha vida um pouco antes.
Com o dedo indicador, começo a acariciar aquela bucetinha sem pelos, bem lisinha e inchada, com um grelinho já pulando na minha mão.

– Que delícia de periquita você tem , menina! Ela recebe meus carinhos abrindo a perninha, me facilitando o trabalho. Deito Mainara na cama e começo a chupar aquela delícia. A menina se contorcia de prazer. Via pela sua pele toda arrepiada, que gostava da brincadeira. Foi se soltando e me deixando cada vez mais louco, quase penetrei ela umas duas vezes. O dedo entrava todo, mas o pau era grande demais para aquela coisa pequena.

– Onde o tio Olavo deixa o leitinho, meu amor?
Atras, no bumbum ou na minha boca.
– Você quer tomar o leitinho do tio? A menina não me responde e geme de tesão em minha mão e boca que avança na xaninha. Enfio a língua e faço ela gozar gemendo e dando uns gritinhos que me davam mais tesão ainda.

Viro amenina de costas e começo a forçar no rabinho. Entra a cabeça e mantenho assim. Ela estava bem fechadinha, Aquilo era pra mim o suficiente delicioso pra me dar novo gozo, sem machucar a menina. Duas contrações do cuzinho dela me fazem gozar de novo. Cois amais gostosa foi gozar dentro de Mainara.

Fiquei neste hotel uma semana. Brinquei com ela mais duas vezes. Na última estava com uma priminha mais velha que também brincava com o tio Olavo. Esta eu conto em outra oportunidade.