As meninas do elevador


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Olá, meu nome é Carlos, tenho 25 anos, moro sozinho num apartamento em um condomínio em São Paulo. Sempre fui boa pinta, e já comi muitas menininhas em meu apartamento, inclusive meninas na faixa de 10 anos.

Meu caminho pelo elevador é pega-lo no -1 (garagem) até o 12 andar todos os dias quando chego do trabalho. Uns dois meses atrás, entrou duas menininhas, que acredito que sejam novas no condomínio, pois nunca as tinha visto. A mais velha devia ter uns 10 anos, meio gordinha, e a outra mais nova devia ter uns 8/9 anos, e era uma gracinha tanto de rosto quanto de corpo. Apertarem o 14 andar. Quando elas entraram, as cumprimentei e elas deram um largo sorriso pra mim. As duas começaram a cochichar entre elas com risadinhas e uma certa vergonha nos rostinho delas. Quando chegou meu andar, eu me despedi com um “tchau meninas” e sai. Não sabia se elas estavam dando mole eu tirando com minha cara.

Dois dias depois, no térreo entra as duas, com uniforme de escola e mais uma fez cumprimentei elas, que foi correspondido com um lindo sorriso das duas. comecei a puxar papo e descobri que elas eram novas lá, e que estava “adoraaaaaando”. Me apresentei e elas também. A mais velha, Roberta, a mais nova, Fernanda.

No dia seguinte, as duas novamente entram no elevador, só que desta vez elas estavam com roupas, vamos dizer, provocantes, e eu de cara já elogiei elas: “Nossas, vocês estão mais lindas hoje”, e as duas com sorridos de vergonha, agradeceram. Perguntei as idades e confirmei, 12 e 10 anos. A Fernanda, além de estar uma gatinha, me comia com os olhos, fiquei até meio envergonhado como ela me olhava. Mais uma vez me despedi no meu andar, só que desta vez, mandei um “Um beijão, gatinhas”, e a Fernanda soltou um “Outro pra você, gatão”. Elas estavam dando mole.

Durante alguns dias, incrivelmente, elas entraram junto no térreo, e quando estávamos sozinhos no elevador, queria saber mais sobre elas. Os pais trabalhavam, a mãe chegava em casa as 8 da noite, o pai um pouco mais tarde, elas chegavam da escola as 5 da tarde, pois elas ficavam na escola período integral, e das 5 as 8, elas ficavam no condomínio, mas era nítido que elas ficavam espiando eu chegar, pra pegar o mesmo elevador.

Certo dia, abre a porta e entra as duas, só que estavam de biquíni. Não tiveram aula aquele dia e ficaram na piscina (pelo menos foi o que elas me contaram) e, não pude me conter com aquelas duas lindas gatinhas junto comigo. “Uau, hoje vocês estão arrasando, tenho até inveja do namorado de vocês”, e a Fernanda, mesmo sendo a menor, era a mais comunicativa. “Nós não temos namorados, ninguém quer a gente”. Nessa chegou no meu andar, e sai sem me despedir, quando a porta estava fechando, eu a segurei e disse “Eu queria”, e fechei a porta. Ainda deu pra ver a cara de espanto e alegria da Fernandinha e da Robertinha.

Mal entrei em casa, e o interfone toca. Era a Fernanda
– É verdade?
– O que?
– Que você queria a gente como namorada
– Claro que eu queria, quem não quer ficar com umas gatinhas lindas e perfeitas?
Escuto elas cochicharem uma com a outra, e emendei
– Pena que sou muito velho pra vocês
Mais um curto vazio, e a Fernanda me diz
– A gente gostaria que você fosse nosso namorado
– Mas eu não posso ser, sou muito velho, isso daria problemas pra mim e pra vocês
Nessa eu escuto um “ahhhhh” de desanimo, mas não desistiria
– Mas podemos brincar que somos namorados
– MESMO??? – gritou Fernanda
– Sim, como disse, eu adoraria ficar com vocês
Ainda eram 5:20, então a Fernanda disse:
– Podemos descer aí no seu Ap?
– Claro que sim, podem descer
– Ta, só vamos tirar o biquíni e já descemos
– NÃO, desce assim mesmo
– Ta bom

Não demorou nem um minuto, e a campainha toca, e entra as duas gatinhas lindas. A Roberta parecia estar com muito mais vergonha que a Fernanda. Então expliquei pra elas que não poderia ser o namorado oficial delas, mas poderíamos brincar de namorados, ou seja, enquanto a gente estivesse juntos, escondidos, faríamos tudo que namorados fariam, mas aí teria um problema. “Que problema?” disse Fernanda com tom de decepção. Disse que não conseguiria somente brincar de namorar, eu seja, ficar só nos beijinhos na boca, e a Fernanda fez uma carinha de safada e perguntou o que mais eu iria fazer?
– Ora Fernanda, você sabe o que os namorados adultos fazem, não sabe?
– Sei sim.
– Então… vai ser muito difícil ficar com duas gatinhas lindas e não fazer nada.

Nessa, a Fernanda puxou a Roberta e lado e as duas começaram a conversar baixinho. Percebi que a Roberta não estava muito a fim de fazer “coisas” comigo, mas a Fernanda parecia ser a mais safada das duas. Eu fique na minha, esperando ver o que as duas concordariam.

– A Roberta não está muito a fim de fazer outras coisas com você, mas eu to a fim, e queria muito brincar de namorado com você.

Bom, a Roberta não era tão bonitinha e gostosinha como a Fernanda, por isso, não liguei muito, e deixei as duas combinarem o até que ponto eu poderia ir com a Roberta. Quanto à Fernanda, perguntei até onde eu iria com ela, e ela me disse que não sabia muitas coisas. Achei graça e já cai num beijo delicioso com ela. Ela tinha uma boquinha gostosa e a safadinha beijava muito bem. Fui fazer o mesmo com a Roberta, e já não beijava tão bem.

Voltei pra Fernanda, e já comecei a beijar o pescoço enquanto acariciava aquela linda barriguinha. Fiz o mesmo com a Roberta, que não se sentia à vontade como a Fernanda.
Voltei pra Fernanda, fiquei de joelhos e comecei a beijar e acariciar a barriguinha linda, enquanto segurava pela bunda, ela tava adorando. Comecei a subir e levantei o sutiã do biquíni e comecei a chupar aqueles pequeninos seios. Nessa passei a mão pela calcinha, de baixo pra cima, por cima da buceta, e quando desci a mão, enfiei por debaixo passando a mão direto na buceta dela. A menina soltou um gemido gostoso e puxou minha cabeça pra mais beijos de língua. E minha mão acariciando a buceta.

Parei pra fazer o mesmo que a Roberta, mas muito envergonhada, disse que não queria mais, só queria beijos, então meio que desistindo, voltei pra Fernanda, dessa vez, a fiz ficar de joelhos, tirei minha rola pra fora e dei pra ela mamar. A menina chupava com vontade, estava até achando que ela já tinha feito isso com os meninos da escola, mas não quis perguntar pra não quebrar o clima. A Roberta, vendo aquilo, acabou ficando de joelhos também e tirou o pinto da boca da Fernanda e abocanhou minha rola. Estava adorando aquelas duas criancinhas chupando minha rola.

Estava com muito tesão, e peguei a Fernanda, a deitei no sofá, tirei sua calcinha do biquíni e comecei a chupar aquela bucetinha linda. Era linda, gostosa, carnuda, estava me deliciando, e dando uma olhadinha, constatei que ela não era virgem.

– Uau, vou poder fazer tudo mesmo

E sem esperar uma resposta, comecei a pincelar a buceta e comecei a enfiar. Que buceta apertadinha, deliciosa, parecia que estava mordendo minha rola. Eu comecei a meter gostoso naquela buceta, e a vadia não parava de gemer. Eu olhava pra Roberta, que estava com cara de espanto e desejo.

– Roberta, quero comer seu cu

Mas Roberta só olhada e fazia sinal de que não queria

– Entao come o meu – disse Fernanda

Sem perder tempo, virei ela deixando-a de quatro, e comecei a pincelar na buceta e cu, e comecei a forçar a entradinha dela. Que cu apertado, ela ainda forçava pra trás, fazendo com que meu pau entrasse logo, e com calma e paciência, já havia colocado todo minha rola no cu de uma menina de só 10 anos. Comecei a bombar forte, e a Fernanda aguentava firme, só gemendo e rebolando.

Olhava pra Roberta, e ela com cara de assustada, parecia que queria fazer o mesmo, mas estava com medo, e por isso só ficava assistindo. Tirei então o pau do cu da Fernanda e comecei a forçar sua bucetinha, que de tão molhada, entrou rapidinho. Nesta hora, minha curiosidade estava grande, queria saber quem tinha ensinado todas aquelas
coisas para a Fernanda, e a Roberta contou que o primo mais velho delas foi quem tirou a virgindade das duas.

– Então você não é mais virgem, Roberta? vem aqui então

E a Fernanda de quatro, levando rola na buceta por tras, disse para sua irmã

– Vem Ro, ele é uma delicia

Ela meio desconfiada, começou a tirar a roupa e veio ao nosso encontrou, pedi pra ela ficar de quatro também ao lado da sua irmã e comecei e pincelar minha rola na buceta dela e comecei a enterrar dentro dela. Um gemido gostoso, seguindo por um “Que delicia” foram os melhores daquele momento. A Fernanda não perdeu tempo, ficou em pé na minha frente, e deu sua bucetinha pra chupar.

Conclusão: acabei levando as duas menininhas pra minha cama, e lá fizemos miséria, cheguei a gozar 3 vezes, uma no cu da Fernanda, outro na boca da Roberta, que engoliu tudo, e a ultima, mais fraca passei a rola na cara delas.

Depois descobri que quem tirou a virgindade das duas era um Primo delas, que tinha a minha idade, que o cara comia quase todos os dias, mas como elas haviam mudado, estavam com saudades de uma boa rola no cu e na buceta.