Bruninha 6 anos, minha vida !!

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Depois de ler tantos contos eróticos aqui, resolvi contar alguns fatos verídicos que aconteceram e mudaram minha vida.
Fui casado por 5 anos, sem filhos, e quando me separei minha esposa ficou furiosa e tentou tirar tudo que podia. Vivi tempos difíceis, apenas por não querer mais estar casado com ela. Foram vários motivos que não preciso relatar aqui.
O fato é que perdi muito dinheiro, mas ganhei uma liberdade que só me fez bem.
Aluguei um apartamento de 2 dormitórios e fui morar sozinho.
Por indicação de um porteiro do condomínio, eu chamei uma senhora para trabalhar em casa. Ela limpava, lavava, passava e deixava a comida pronta. Só ia embora quando eu chegava do trabalho.
Mas a crise chegou para todos, e perdi meu emprego.
Fui convidado por um colega para fazer trabalhos tipo free-lance de contabilidade. Ele tem um grande escritório e me passa vários trabalhos. Assim comecei a ficar mais tempo e casa. Montei um pequeno escritório em um dos quartos.
Estando mais em casa, fiquei muito amigo da Dona Marta. Uma senhora calada e sofrida.
Ela chegava e trazia o pão, fazia café, limpava a casa e até compras no supermercado ela fazia. Parecia minha mãe.
Fato é que todos temos problemas, e ela não foge a regra. A Dona Marta teve apenas 1 filho, que se envolveu com uma mulher. Este filho lhe deu 2 netos (um menino de 8 anos e uma menina de 6). Por conta de problemas com a nora, ela não podia ter contato com os netinhos, e isto era muito ruim para ela. Até que o filho dela descobriu que a esposa estava traindo com um traficante.
O rapaz ficou revoltado, e pediu exame de DNA nas crianças. Ficou provado que o menino era filho dele, e a menina era do traficante. Mas o instinto paternal falou mais alto e ele lutou para ficar com as duas crianças.
Semanas depois em uma briga, o filho da Dona Marta foi assassinado.
Ela ficou com as crianças.
Com nossa amizade, ela por vezes trazia as crianças com ela e assim conheci os dois.
O menino era feinho, mas a menina linda menina. Logo eu fiz amizade com as crianças.
Percebi que a Dona Marta não gostava da menina, e em uma conversa ela me disse que não suportava a menina, que não era sua neta e que se pudesse daria para alguém criar para se “livrar” dela.
Eu ainda brinquei e disse:
– Dona Marta, não fale isto… ela é criança ainda. Quem sabe quando crescer mais um pouquinho não vai trabalhar para lhe ajudar com dinheiro.
– Só se ela for puta igual a mãe, aí ela me ajudaria. Porque é preguiçosa e vagabunda.
– Dona Marta, calma… ela é criança – eu disse
– Criança é… o senhor que pensa. Ela só dorme com a mão no meio das pernas.
Aquela conversa estava ótima e fui ficando interessado na menina.
Os dias passavam, e a vida seguia.
Nas férias das crianças, a Dona Marta trazia todos os dias os dois para casa.
Com o tempo, fui ficando mais intimo deles a ponto de as vezes, descer para a piscina do condomínio com eles.
Um dia destes, após voltar da piscina eu notei que a Dona Marta estava nervosa e implicando com a pequena Bruna. O menino (Carlos) aprontava, e a menina era a culpada. Ela levou os dois para o banheiro e deu banho nos dois juntos. Eu fiquei olhando os dois peladinhos. Logo ela tirou o menino e eu me ofereci para secar a menina. Enrolei um pouco para a Dona Marta e o Carlinhos saírem do banheiro. Nisto chamei a Bruninha e comecei a secá-la. Toquei várias vezes sua bocetinha e seu bumbum. Nossa que tesão.
A menina nem ligou.
No dia seguinte, pouco antes do almoço descemos para a piscina. E brincamos por quase 1 hora. Quando subimos eu comentei com a Dona Marta:
– Dona Marta, acho que a senhora tem razão com esta menina. Não brigue nem fale nada com ela, por favor. Mas se eu lhe contar o que está acontecendo a Sra. Não bate, nem briga com ela ?
– Nossa, o senhor falando assim é que a peste aprontou algo grave, o que ela fez com o senhor ?
– Dona Marta, prometa não brigar nem falar nada com ela primeiro.
– Prometo, mas conte o que aconteceu.
– Bem dona Marta, não sei nem como começar, mas acho que isto é curiosidade de criança mesmo, e que não é nada grave, mas preciso lhe contar para evitar que a senhora pense que sou eu o errado. Ontem aconteceu duas vezes, e hoje foram três vezes. Quando estamos na água, a Bruninha sem falar nada, vem e segura nas minhas partes íntimas. Hoje ela chegou a apertar forte. Não brigue com ela, mas tenho medo de alguém ou a senhora mesmo ver, e me acusar de estar abusando dela.
– Ai que vergonha… ela é safada mesmo. Nossa, nunca mais vou trazer ela aqui…
Interrompi: Não dona Marta, eu gosto dela e só estou falando isto para a senhora depois não pensar que eu fiz qualquer coisa com ela. Porque já viu né, hoje em dia o que não falta é gente para nos acusar de coisa errada.
A dona marta me disse que a menina é safada mesmo, que vive com a mão dentro da calcinha e que é igual a mãe dela: Galinha.
Pedi calma e disse que eu queria continuar a ver a menina todos os dias em casa e que eu gostava da menina.
A dona Marta ainda me disse:
– Cuidado ela vai te atentar tanto que o senhor vai acabar tendo que comer esta vagabunda.
– Mas dona Marta, ela é criancinha ainda… respondi sorrindo.
– Criancinha é, aposto que logo ela vai querer dormir com o senhor… e quer saber, acho que se ela quiser o senhor devia comer. Melhor aqui que na rua com algum vagabundo igual a ela.
Gostei da conversa e os dias passavam.
Em uma sexta feira a Dona Marta me pediu dinheiro para ir no mercado comprar produtos de limpeza. Dei e ela foi com o neto.
Aproveitei que estava sozinho com a Bruna e chamei ela para ir para a piscina comigo. Peguei seu biquíni e pedi para ela tirar a roupa. Quando ela estava peladinha e toquei seu clitóris e passei os dedos. Sem falar nada eu a peguei no colo e a deitei no sofá.
Falei: Nossa Bruninha você é linda, e eu te amo !!
– Eu também te amo seu Diogo.
Com ela deitada e peladinha, eu dei um selinho na sua boquinha e fui descendo beijando o pescoço, peito, barriguinha e dei um beijinho na bocetinha rosinha e bem pequena.
Queria tirar meu pau para fora e meter logo, mas não podia fazer isto naquele momento.
Vesti o biquíni nela e peguei minha sunga.
Sem nenhuma vergonha tirei minha bermuda e cueca junta. Meu pau duríssimo saltou para fora. Ela que olhava ficou imóvel e não desviou o olhar.
Peguei toalhas e descemos.
Ao chegar na piscina, tinham apenas umas 3 crianças na piscina infantil e por isto fomos para a de adulto. Entrei e chamei ela. Ela pulou na água e agarrou no meu pescoço.
Toquei sua vagina e seu bumbum. Ela nem se importou.
Falei: Bruninha, sabe aqueles beijinhos que dei no seu corpo, por favor não conta nada para ninguém, porque se sua avó ficar sabendo, nunca mais vai deixar você vir aqui.
– eu não conto não, seu Diogo.
– Eu gostei muito, e você gostou ?
– Ahãmm
– Mas Brunina, você gostou quando beijei na sua boquinha, aqui (passei a mão no seu peito), ou aqui (coloquei a mão na vagininha)… onde é mais gostoso ?
– Aqui tio.. indicando a xoxota.
Meu pau estava quase saindo para fora da sunga. Como estávamos sozinhos e a piscina é grande, eu coloquei para fora. Peguei sua mãozinha e segurei forte meu pau. Fiz movimento de punheta e tirei a mão. Ela tirou também, peguei novamente sua mão e coloquei no meu pau tocando uma gostosa punheta apertando sua mão no meu pau. Falei em seu ouvido… faz assim ô.. e comecei a tocar punheta, tirei meu pau e ela continuou. Levei minha mão na sua vagina e coloquei meu dedo por dentro do biquíni, tocando seu clitóris.
Não demorou muito e gozei dentro da água mesmo.
Esperei o pau amolecer e voltamos para meu apartamento.
Coloquei ela no banho e logo tirei. Levei para minha cama e chupei muito sua vagininha.
Até que ouvimos a porta abrir… era a Dona Marta chegando.
Rapidamente vesti a Brunina e fui ajudar com ela com as sacolas.
O final de semana chegou, e eu fiquei sem minha princesa.
Toquei várias punhetas com o biquíni dela e deixei ele todo sujo de porra.
Na segunda feira, está tudo normal, mas eu queria chupar a menina novamente, mas não dava… o menino grudou em mim e não me largava.
Descemos para a piscina e pedi para a menina ir para a piscina infantil enquanto eu fiquei com o menino na de adultos por alguns minutos, até pedi para trocarem e ela veio ficar comigo enquanto ele foi brincar com os outros moleques.
Só de ver aquele coisinha deliciosa vindo na minha direção, meu pau ficou muito duro. Ela já veio pulando na água e agarrando meu pescoço. Toquei sua vagininha e sem pedir ela segurou meu pau, me levando á loucura.
Chamei ela para sair e ir na sauna, que ainda estava desligada. Falei que depois iria me encontrar com ela.
Logo que vi ela saindo, fui falar com o menino:
– Carlinhos, cadê a Bruninha ?
– Ahhh sei lá tio, acho que ela foi brincar com as amigas dela.
– Tá, então você fique aqui que vou no banheiro… não saia da piscina infantil, OK !!
– ta bom tio, eu vou ficar aqui brincando com meus colegas.
Fui para a sauna e a bruna estava lá dentro.
Já cheguei agarrando ela. Coloquei ela em um degrau mais alto da sauna e chupei gostoso sua infantil vagina. Ela só contorcia as perninhas.
Me sentei e a coloquei de frente sentada no meu colo. Dei um beijinho na sua boquinha e coloquei a mão dela no meu pau. Ela entendeu o recado e ficou me punhetando gostoso.
Logo gozei bem em cima da sua xoxotinha.
Dei um beijo de língua e pedi segredo para ela.
Voltamos para a água e brincamos mais um pouco.
Ao subir, a Dona Marta já estava fazendo o almoço.
Me ofereci para dar banho nas crianças, e ela falou:
– Cuidado, esta menina vai te agarrar…
Dei risadas e respondi: Dona Marta, eu estou a vários meses separado, será que eu vou gostar se ela fizer isto ?
Ela só deu risadas e falou para as crianças:
Vão lá tomar banho que o almoço logo fica pronto.
Coloquei os dois juntos, e reparei como a xoxotinha da bruna estava vermelhinha.
Tirei ela primeiro e levei para meu quarto. Dei uma chupadinha rápida e fui tirar o menino do banho.
Almocei e fui dormir um pouco.
No final do dia, quando a Dona Marta estava indo embora ela me falou:
– Seu Diogo, eu acho que não vou mais trazer as crianças pra trabalhar comigo. Eu estou gastando muito com ônibus.
– Mas Dona Marta, se a senhora deixar eles sozinhos em casa, já viu que pode ter problemas com eles. Acho que vão ficar na ruas o tempo todo. Aqui pelo menos eles estão seguros.
– Eu só me preocupo com o Carlinhos, aquela ali é igual a mãe…
– Mesmo assim, será que não tem nada que eu possa fazer ?
– Ahhh só se o senhor aumentar meu vale transporte.
– Ou melhor, eles podem ficar dormir aqui de semana e na sexta a senhora leva eles.
– Mas seu Diogo eu não consigo ficar sem meu menino, ele me faz lembrar do meu filho e dorme comigo todas as noites.
– Entendo, seu neto é um excelente menino mesmo. Se a senhora concordar, eu pago a passagem dele todos os dias, e a menina pode ficar aqui. Depois a escola é perto e eu levo e busco, assim faço minha caminhada diária.
– Mas seu Diogo, esta menina é uma peste, vai te dar muito trabalho… aí o senhor me manda embora.
– Capaz dona Marta, a senhora não é só minha empregada, é minha amiga.
Faz o seguinte, deixe a menina aqui e eu cuido durante a noite, e a senhora cuida de dia. Desta forma ficará sempre com a netinha por perto.
– Perto dela (e riu), eu quero é ficar longe…
– Então, deixa ela aqui que eu cuido. Estou te pedindo, faça isto para mim, faz…
– Tá eu deixo ela aqui, mas levo meu neto e o senhor paga as passagens dele.
Dei R$ 50,00 para dona Marta e ela foi conversar com a Bruninha. Ouvi ela falando para a menina em tom de ameaça:
– Olhe aqui peste, se você não obedecer o seu Diogo, eu te expulso de casa e você vai morar na rua sozinha. Faça tudo que ele pedir.
Logo que ela saiu eu chamei a menina. Coloquei ela no meu colo e a abracei.
Ela estava quase chorando.
Pedi para ficar calma e agora eu ia cuidar dela.
Naquela noite dormimos juntos e eu só dei umas chupadinhas nela.
Queria fazer tudo com calma, afinal teria tempo e não queria machucar a pequena.
Durante os dias a Dona Marta mal olhava para a menina.
Para agradar a Dona Marta, eu comecei a dar presentes para ela e para o Carlinhos.
O menino até fazia inveja para a Bruninha.
Comprei bonecas e brinquedos para ela, que guardava trancados no meu armário.
Comprei também roupas (vestidos, bermudas, calcinhas, meias, tênis e sandália). Escondia tudo para a Dona Marta não ver. Algumas coisas eu deixava em uma mala no meu carro. Só tirava nos finais de semana para a Bruna vestir e sair para passear comigo.
Dos 6 até os 9 anos, só fazíamos sexo oral. Ensinei ela e me chupar. Aquela boquinha pequena sugando meu pau era o mais gostoso.
Com 9 anos eu já comecei a meter na sua bocetinha. Mas depois eu conto.
Desculpem de ofendi alguém, mas este conto é real e até hoje estou com a Bruna.