Corna e humilhada: meu namorado com outra


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Amanda tem um sonho erótico que a excita e a confunde. Pela primeira vez na sua vida, ela pensou nele com outra mulher e não sentiu ciúmes, mas desejo: queria ser corna. Queria ser humilhada.
Insegura, Amanda tem que decidir entre contar o seu novo desejo ao seu namorado, Tiago, ou deixar sua fantasia pra lá.
No dia seguinte, entretanto, ela percebe que, de uma hora pra outra, passou a enxergar a sua colega, Júlia, de maneira bem diferente — e carnal. Levada a agir com base no desejo, Amanda aproxima-se da colega, e o que começa com uma simples conversa se desenvolve logo em uma amizade picante, cheia de olhares sugestivos e toques maliciosos, que poderá mudar pra sempre seu relacionamento com Tiago.
Como Tiago reagiria à ideia de Amanda? Qual seria a reação de Júlia ao descobrir as intenções de sua colega? E como Amanda se sentiria caso seus desejos fossem mesmo concretizados, e seu namorado dormisse com outra?
Descubra o resto da história lendo este conto envolvente, divertido e sexy, que vai te seduzir com um mundo cheio de fantasias úmidas, sonhos quentes e desejos secretos.
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Na noite de ontem, sonhei com uma mulher. Com uma mulher e com meu namorado juntos. Foi a primeira vez em que tive um sonho erótico no qual meu namorado estava com outra. E, sobretudo,foi também a primeira vez em que essa mesma ideia me agradou — um prazer que, antes, não imaginava possível.

Assim que o sonho terminou, acordei pulando da cama, assustada, com suor na testa. Semi-nua, percebi que minha calcinha estava molhada. O desejo do sonho tinha sido transposto pra realidade. As manchas na minha calcinha atestavam o efeito carnal efora do comum que aquela vontade teve sobre mim. Mesmo depois de ter levantado, o tesão ainda permanecia, um calor excitante que atravessava meu corpo e penetrava meus ossos. Queria me tocar e chegar ao orgasmo, mas, como ainda estava pensativa e um pouco perturbada, deixei que aquela chama me queimasse sozinha.

Enquanto pensava sozinha, me contorcia na cama, àsvezes até mordendo o lençol. O desejo era descomunal, e tive que ter muita força pra não ceder.

Será que contaria isso tudo pra o Tiago?

Meu namorado tem o costume de me perguntar como foi minha noite. Quer saber se dormi bem, com o que sonhei.

Dessa vez, entretanto, diria que não lembrava.”Não, não, meu sonho não foi nada de interessante”, falaria,dando de ombros.

O que, embora não fosse verdade, também não era bem uma mentira. Alguns detalhes ainda me escapavam, e outros, fixose nítidos na minha consciência, me deixavam constrangida. Constrangida e com o corpo em brasas.

E, mesmo se decidisse por fim contar tudo que lembrava, sentia medo por não saber como ele iria reagir, se aquilo seria estranho pra ele, se teria ou não ciúmes, ou se ele pensaria em mim de maneira diferente.

Ainda estava sob o impacto prolongado daqueletesão. Mordia a fronha do edredom, me revirava na cama, fechandominha mão bem forte, como se quisesse conter dentro dela o desejo que me possuía.
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