Duas Crentes Missionárias Fudidas No Motel

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Era uma sexta-feira, e como trabalho com vendas visitando o comércio de várias cidades do interior, me hospedando em muitos hoteis e principalmente motéis por causa do custo ou quando os hotéis estão cheios. Eventualmente quando vou para motéis, janto na rua e, eventualmente nestes casos, levo uma puta junto liberando elas após o programa.

Era um dia nublado, final de tarde, estou parado na frente de um bar tomando uma latinha de cerveja, bem duas garotas em torno dos seus 20 anos e eu, como todo tio quarentão, fico de olho naquelas duas com seus vestidos e cabelos longos, uma pastinha com papéis na mão e me perguntam:
– O senhor quer receber convite?!
– Depende! Qual seria moça?
– Somos missionárias e estamos convidando a comunidade para visitar nossa igreja e assistir ao nosso culto próximo sábado as 19:00.
– Santa aqui um pouco, aceitam que pague uma água mineral pra vocês?! Daí vocês me falam melhor a respeito.

As duas se olharam e aceitaram a ficar uns 5 minutos.
Denise era uma missionária, cabelos e olhos negros, estatura média, peitos fartos, um belo par de coxas e bunda. Inalda era mais baixinha, pele bem morena puxando para uma índia, lábios carnudos (fiquei de cara imaginando a boca dela mamando meu pau).

Nossa igreja é nova na cidade, e estamos convidando a todos a participar, não precisa propriamente se converter para participar ativamente.

Tambem vamos na casa das pessoas para dar uma bênção e conversar e oferecer atenção necessária no que for de nosso alcance. Seria muito gratificante se pudesse nos receber em seu local de descanso e repouso.
– Vocês querem ir aonde eu costumo descansar quando vemho a cidade?! Tou saindo daqui agora, posso levar vocês lá. Posso até ficarem para vocês dormirem, já que também são de fora. E amanhã cedo vou embora.

Elas toparam, principalmente Denise que ficou toda animadinha.
Era umas 17:30. Entramos no carro e levei ao meu local de “repouso” perto do Centro e uma 5 minutos de carro dali onde estávamos.
Imbico o carro e Inalda, que estava no banco de trás, se exalta.
– Você nos trouxe num motel?! Perdição!!! Não vou entrar.
– Posso até ter omitido que era um Motel, mas falei que era levaria vocês duas em meu local de descanso. Se não querem entrar, sou meia volta e deixo vocês de volta onde estávamos.
Denise não esitou e quis entrar. Inalda entrou cheio de dedos e entrou.
Fomos pro quarto, chegando lá, pedi uma pizza grande de 4 queijos e disse para as duas ficaram a vontade, iria tomar um banho.
– Vou tomar um banho. Se não querem me ver se cuecas, não olhem.
Nisto, toca o telefone de Denise. Era o marido querendo notícias.
Volto no banho enrolado num Roupão.
– Desculpem ficar assim a vontade. Denise, você é casada então?!
– Sim, 3 anos casada. Meu marido é pastor e missionário também, mas não pode vir. Tá dando treninamento para outras missionárias.
– Hummm… Interessante!
Sou viciado em sexo, tenho vontade de fazer sexo com duas mulheres. Sei que é pecado…bla…bla…bla…
Que acham de antes de me fazerem pregação, saber na prática o que é?! Assim, vocês não ficam sabemdo só a teoria.
Inalda se desespera e enche os olhos e lágrimas.
– Eu sabia que o pecado iria vir. Sou pura…
– Cala boca Insira. Falou Denise.
Nisto Denise solta seus cabelos e começa a gesticular para tirar a roupa.
– Eu topo. Inalda, se tu quiser, fica só olhando. Sei que meu marido as vezes “se perde” com uma ou outra missionária, mas não posso provar. Mas que hoje ele vai ter troco ele vai.
Digo a ela se quiser tomar banho era pra ficar a vontade pois a pizza deveria chegar a qualquer momento.
Nesse meio tempo recebemos a pizza por uma porta interna e discreta do motel.
Em seguida, surge Denise enrolada numa toalha.
– Denise, se quiser comer a pizza mais a vontade, pode deixar a toalha a vontade. Fique como você veio ao mundo. Ela deixa cair e toca a toalha num canto. E que mulher, verdadeiro corpinho cheio de pecado.
Comemos a piizza e puxo Denise pro meu como com o pau já em plano vapor encochando a bandinha dela.
Inalda nem olha, e fico mexendo nos peitos e na xoxota já molhadinha.
– Te ajoelha Denise!
Ela agora começa a chupar meu pau fazendo …slut….slut… Ponho ela deitada na beira da cama, chupo a buceta e começo a meter na buceta com vontade arrancando gemidos…
Rapidamente gozo e encho a barriga dela e porra mandando em seguida chupar o resto do gozo em meu pau.
Inalda estática na cadeira olha com cara de reprovação e diz:
– Pecadores!
Denise me olha e pergunta:
– Sabe ler pensamento?
– Sim, vai lá e traz tua amiga aqui:
– Não! Não!!!
Denise piça Insira pelos cabelos e braços e começa a arrancar as roupas de Insira.
– CALA BOCA!!! Deixa de ser faróis e tira tua roupa senão te encho de porrada. Sei de todos Deus pecados.
Insira tinha antes de se converter transar com seu ex-namorado. Era de qualquer forma impura ou algo do gênero.
Puxo Inalda , agora toda nua e com Denise segurando ela por trás e começo a mamãe aqueles seios com mamilos marrons e durinhos.
Viro ela de quatro gente a cabeceira da cama, com Denise chupando rapidamente dando uma chupada no cadete para lubrificar e meto na buceta dela com vontade arrancando um grito e gemidos altos.
Inalda chora baixinho e fica gemendo até eu soltar um item ejaculando sobre o Rego dela.
Denise eu dela e fala:
– Nunca sei para um macho né?! Você vai falar tua boca e contarfora ninguém. Teu passado também te condena e ninguém vai acreditar na tua história de abrir a boca. Sei mais uma trapaça gostosa com Denise que chupava e cavalgava no meu pau. No meio da madrugada acordei com Inalda se rebatendo e soltando uns gemidos. Era Denise que estava com a cara metida entre as pernas de Inalda chupando sua buceta de pentelhos pratos meio encaracolados e com as duas mãos segurando firme nos peitos dela.
Inalda tem um gozo meio forçado e Denise com a cara toda sorridente e melada da buceta da outra.
Denise com seus olhos negros me encarando sob a claridade da rua me pergunta:
– Já no meio de noite?!
– Sim, mas não com com duas crentes no meu lado.
– Quero que vocês me chupem o caralho até gozar. Quem me fazer ejacular vai ter que engolir minha porra.
Pergunto a Inalda:
– Já deu o cú?
– Não!!! E nunca vou fazer isto!
– Então se meu pau começar a ejacular na tua boca é melhor segurar ele, vai mamando ele mais devagarinho e engolir toda a porra senão vou meter no teu rabo sem piedade, entendeu?! E chupa direitinho como a Denise faz.
– Sim.
Inalda, agora sem saida e aceitando a situação, começa a chupar gostoso meu pau…
Na hora que sinto que vou ejacular, mando Inalda chupar:
– ENGOLE TODA PORRA!!!
Encho a boca de Inalda de porra escorrendo um pouco pelos cantos da boca. No que ela se afasta um pouco de meu pau, Denise puxa a cabeça dela e manda beija-la.

Que cama linda, pensei eu.

Dormimos e peela manhã bem cedo, dentro do carro paguei o motel e com Denise com a mão sobre minhas calças foi me acariciando até deixar elas pelo centro, e me fui embora da cidade. Dois meses depois voltei na mesma cidade, mas não tive mais notícias ou encontrei tais “missionarias” mas minhas andanças pelo cidade.