Esposinha Evangélica


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Eu confesso que sou uma mulher muito, muito fogosa. Sou viciada em pornografia e em sexo. Sou evangélica desde adolescente, quando meus pais se converteram e me obrigaram a ir também. Em uma dessas igrejas mais tradicionais, eu sou obrigada a usar saias longas e não usar maquiagem nem roupas que meu marido aprove. Sim, porque casei com um homem da igreja que se tornou pastor. De filha de evangélico a mulher de evangélico, vivo com essas roupas sem graça e preciso saciar meu fogo muitas vezes ao dia, com os dedos, garrafas, cenoura, banana. O que tiver disponível na hora que estiver sozinha. Tenho 4 anos de casada, casei ainda menor de idade, porque meus pais não queriam que eu me perdesse, fizesse sexo antes do casamento. Eu estava no meu segundo namoradinho, um garoto gostoso e safado que ia me comer na primeira oportunidade, mas que eu já punhetava e chupava e também puxava a mão dele na minha bucetinha tarada sempre que podia. Antes de fazer 16 eu já estava casada. Parece que isso só existe nos países do outro lado do mundo, mas infelizmente não é. Meu marido já era missionário na igreja quando começou a se interessar por mim e pediu minha mão ao meus pais, que aceitaram no meu lugar. Ele não é bonito, e é bem mais velho. Quando casamos ele já tinha 30 anos.
Na nossa primeira noite ele não me excitou e eu estava com muito medo. Nunca tinha nem beijado ele. Ele nem passou a mão em mim e já foi socando, me rasgando e depois conferindo se eu era virgem. Quando eu ainda estava parando de sentir ardência ele gozou. Gozou dentro. E assim era o sexo com ele. Eu até gostava depois de um tempo, mas não conseguia gozar antes dele e ficava sem nada. Aprendi a gozar sozinha vendo pornografia na internet e me masturbando sozinha dentro de casa. Ele também comeu meu cu, ele gosta de sexo anal, mas dizem na igreja que é pecado, então dificilmente ele come, eu acho bom porque ele é muito bruto e não cospe nem passa óleo e dói muito.
Hoje em dia quase não transamos porque ele está sempre na igreja, e eu não tenho vontade com ele. COM ELE.
Engravidei nos primeiros meses de casada, e tive minha filhinha linda. Depois engravidei de novo e abortei espontaneamente. Por ele eu vivia grávida, porque ele acha que é pecado usar meios de impedir a gravidez. Então eu coloquei um DIU escondido e às vezes finjo que engravidei e perdi, vou ao médico a cada três meses revisar do DIU e ele acha que é pra ver se tive algum aborto. No fundo ele acha bom porque ele não me deixa trabalhar e vivemos num certo aperto financeiro.
Falando de mim eu sou morena clara e pinto os cabelos com luzes. Tenho peitos bicudos, minha buceta é bem lisa pois depilo toda. Hoje ele permite, mas meus pais não deixavam eu depilar nem as pernas. Então saio escondida pra depilar tudo na clínica, mas ele acha que depilo sozinha em casa. Imagina depilar meu cuzinho só em casa.
Minha bunda é bem redonda e empinada, embora não seja um bundão, fica bem marcada nas saias e chama atenção.
Sempre fui quente, doida por sexo, mas não sabia o gosto que tinha sem desejada. Quando comecei a levar minha filha de ônibus pro médico semanalmente para acompanhar alguns problemas respiratórios que ela tinha, já comecei a sentir como os homens não podiam ver uma mulher desacompanhada. Senti as primeiras encoxadas na bunda no ônibus quando ia em pé e não me cediam lugar. Eu ficava com minha filha pequena no colo e atrás um ou outro homem sempre dava um jeito de esfregar a piroca dura na minha bunda. Eu ficava molhada, não reagia mas não me defendia porque gostava. Ficava mesmo toda melada embaixo da saia. A minha buceta piscava de sentir as roladas na bunda. Alguns homens eram mais avançados. Uns passavam a mão na minha bunda e outros colocavam a piroca pra fora, mas isso era mais difícil. Não sei se por causa da minha filha no colo.
Um dia, sentada numa cadeira para preferenciais que me cederam (raridade), um homem parou ao meu lado. Ele era desses quem encoxam as mulheres e já tinha se esfregado na minha bunda algumas vezes. Sentada com minha filha, ele discretamente encostava a rola no meu ombro. Eu estava de saia até os pés, um cardigã por cima da blusa de manga longa. Minha filha começou a chorar com fome. Ela só mamava e eu me senti muito envergonhada mas foi o jeito tirar o peito pra fora dentro do ônibus pra ela mamar.
Quando puxei a blusa e coloquei ela no peito, esse homem ficou de olho e piroca duros. Esfregava forte no meu ombro e não tirava o olho. Eu coloquei uma fraldinha sobre a minha filha, mas eu fiquei muito excitada. Preferia não colocar. Mas não podia ser tão descarada. Com o movimento do ônibus a fraldinha afastou e embora minha filhinha ficasse coberta dava pra ver sua boca sugando meu peito branco. Ela não largava o bico, mas às vezes soltava e eu tinha que arrumar. Eu gostava dessas horas porque ele empurrava com força a rola no meu ombro, e olhava com uma cara de tarado que só faltava pular em cima de mim. Eu estava toda melada. Sentia minha buceta pulsar. Demorava uns segundos a mais pra ajeitar o peito e botava o biquinho devagar na boca dela. Quando ela sugava eu fazia uma carinha de quem sente dor, mas estava fazendo charme pra ele imaginar a boca chupando o bico do meu peito. Uns quinze minutos depois troquei ela de peito. Isso é normal, claro, mas eu demorei arrumando ela e me arrumando e quando tirei o outro peito não coloquei o primeiro dentro da blusa. O cardigã estava aberto e a blusa levantada e os meus dois peitos com bicos vermelhos (um deles bem chupado) aparecendo. Coloquei ela chupando o outro bico e ajeitei a fralda sobre ela, mas sem guardar o primeiro peito, que ajeitei e dei uma alisada discreta mas que o tarado com certeza não ia deixar de perceber. Se esfregou gostoso e senti o pau dele feito uma pedra no meu ombro. Ele mexia quase descaradamente e estava com uma calça de sarja que dava pra sentir bastante aquela rola tarada. Olhei pra cima algumas vezes e ele estava de boca meio aberta, de olho duro nas chupavas que minha filha dava no meu peito. Ela mamou mais um tempo, até que fomos descer e ajeitei a blusa sem subir o sutiã, os bicos duros marcando e molhando a blusa. Quando ajeitei ela sobre o ombro e me levantei, o tarado deu uma passada de mão na minha bunda pois estava do meu lado e disse: Delícia. Queria mamar esses peitos até você gozar. Nossa! Saí bamba só de imaginar!
Fui aprendendo o quanto isso me excitava. Mas por implicância do meu marido comecei a pegar táxis pra ir ao médico. Acabou a festa das minhas encoxadas. Ele dizia que era perigoso de machucar a nenem nos ônibus lotados e conseguiu dinheiro na igreja pra ajudar no tratamento e no táxi. Ele mesmo me levava até o ponto de táxi e só saia quando eu pegava o ônibus, recomendando ao taxista onde me deixar.

Mas por outro lado, comecei a exibir mais as mamadas da minha filha. Os taxistas também eram tão machos quanto meus amigos do ônibus e eu passei a dar de mamar sempre do mesmo jeito, muitas vezes deixando minha filha descoberta e os dois peitos pra fora da blusa. Também ouvia algumas cantadas dos taxistas.

_ Senhora, desculpe, mas a senhora tem uns peitos lindos.
– Eita nenê de sorte, hein? Mete a boca e chupa gostoso.
_ Desculpe, a senhora tá me deixando excitado com os peitos de fora.

E alguns mais descarados, diziam que dava vontade de dar uma mamada. Um deles até disse assim, rindo:

– Dá vontade de perguntar se a senhora não quer trocar uma mamada.
_ Como assim?
_ Se eu mamar nos peitos, deixo você dar uma mamada no meu pau. Também sai leite.

Eu desconversava, dizia que era casada, mas saia me derretendo de tesão. Muitas vezes me masturbei pra gozar no banheiro da clínica, segurando minha filha no colo, pra aliviar.
Isso não me consolava de ter perdido as esfregadas nos ônibus. Adorava sentir aquelas rolas duras invadindo minha bunda. Sonhava que era comida e enrabada no ônibus. A idéia de dar o cu até me excitava.

Num fim de mês eu estava com muito pouco dinheiro. Eu queria ir de ônibus por mais de um motivo. Precisava economizar e estava doida por umas safadezas na minha bunda, no meu corpo. Mas ele bateu o pé. Não ia de ônibus, era perigoso, etc etc. Fomos até o ponto de táxi e mesmo quando eu entrei (e era um motorista que já havia me levado umas vezes e ficava mexendo na calça quando eu dava de mamar) eu ainda perguntei: Não é melhor não gastar esse dinheiro e ir de ônibus. Levei uma bronca na frente do motorista, o que me deixou com ódio. Quando fui atrás, fiquei com uma cara chorosa, estava com muita raiva daquele marido que me tratava muito mal. Nem me animei de me exibir. Num sinal, o taxista disse:
– Dona, a senhora não quer vir na frente? Venha ouvindo música aqui, pelo menos a senhora não fica aí tão calada e triste.
Eu agradeci e saí enquanto o sinal estava fechado, indo pro banco da frente. Quando vi ele me olhando da cabeça aos pés, lembrei das ajeitadas que ele dava no pau enquanto eu dava mama pra bebê e comecei a esquecer a tristeza e me excitar. Ele ficou conversando e a nenê começou a choramingar.
– Ela deve estar com fome, né, dona?
– É sim.
– A senhora não deu mamar pra ela hoje.
– Sim, mas vou dar.
– Pode ficar à vontade, viu?

Agradeci. Comecei a me acender de novo, subi um pouco a janela do carro que era fumê e pus o peito pra fora antes de arrumar a nenê no lugar. Fiquei lá com um peito nu do lado dele (eu costumava sentar atrás e deixar eles me verem pelo retrovisor) e arrumei a bebê devagar, deixando ela mais à vontade pra mamar, pegando a fralda forrar minha roupa, e cada vez que o carro parava num sinal ele fixava o olho nos meus peitos, enquanto eu fingia que não via. Coloquei ela pra mamar e dei um gemido, e ela estava mesmo com fome. Mamava fazendo barulho.
Depois de uns minutos de silêncio dei outro gemido numa puxada que ela deu.
– Dói quando ela mama, senhora?
– Às vezes dói. Às vezes ela dá uma chupada forte no bico e dói.
Notei que ele segurou a respiração quando respondi.
– Meus peitos ficam com os bicos doloridos.
Outra respirada.
– Vou trocar ela pra ver se dói menos.
Era mentira, não estava doendo tanto. Já estava acostumada. Era desculpa pra tirar o outro peito. Deixei de novo os dois de fora, mal cobertos pela roupa, mas do lado dele, dava pra ver o bico melado do peito já mamado.
– A senhora desculpe eu olhar. É que a senhora tem uns peitos bonitos e bicudos. Minha mulher não dava de mamar na minha frente.
– Tudo bem. Já estou acostumada. As pessoas às vezes ficam curiosas.
– È mesmo? A senhora não acha ruim os homens verem seus peitos assim, pra fora?
– Não. Nem ligo. Esqueço isso enquanto minha filha mama.
Eu estava era com muito tesão. Falava com ele e às vezes a minha filha perdia o bico e eu ficava falando com os dois peitos pra fora e a blusa levantada.
– Ai, tá doendo um pouco.
Falei e comecei a alisar o bico que tinha sido mamado.
O taxista olhava sem parar, nem esperava mais o sinal. No sinal ele se esticava no banco e ajeitava o pau. A calça social marcava uma rola grande.
Olhei e ele percebeu. Baixei a vista.
– Desculpa, dona. É que num vejo isso todo dia. Uns peitos bonitos assim, uns bicos assim pra fora. Acaba que a pomba endurece sem querer.
_ Tudo bem.
Falei de cabeça baixa.
– A senhora já deve ter visto que os homens ficam assim, né?
– Não presto atenção.
Mentira, eu prestava. De rabo de olho olhava a tal da “pomba” grossa e dura marcando o caminho até a perna da calça.
– Mas deve ficar. Vendo sua nenem mamar assim, dá vontade de chupar. Dá umas besteiras.
Ele se ajeitava mais descaradamente. Às vezes dava uma apertada no pau.
– Nossa, tá doendo aqui.
– Tudo bem, vamos já chegar, ela já não vai mais mamar.
– Ah dona. Pode deixar.
– Mas ela já terminou.
– A senhora pode deixar os peitos assim um pouco?
– Assim como?
– Assim pra fora da blusa.
Ele falava segurando o pau dentro das calças.
Não respondi e ajeitei a blusa, mas não pus o sutiã no lugar nem fechei o casaco. Os peitos marcavam a blusa e eu derretia de tesão com aquele homem tesudo do meu lado.

Fomos chegando na clínica. Era uma clínica grande e os taxistas já sabiam que me deixavam no estacionamento. Não precisava esperar voltar, porque era mais barato pegar outro, mas entrar pelo elevador do estacionamento era bem mais tranquilo que pela entrada, muito movimentada.

– No estacionamento, né, moça?
– Sim.

Quando entramos no estacionamento, ele procurou um lugar bem lá no fundo pra me deixar. Estava cheio, mas o estacionamento era subterrâneo dividido em três patamares e ele foi me deixar no último patamar. Eu não falei nada, mesmo sabendo que ele poderia ter me deixado no primeiro piso do estacionamento e não nos mais debaixo.
No último, quase sem movimento, ele parou a algumas vagas do elevador. Eu tirei o dinheiro pra pagar e ouvi então:

– Senhora, se a senhora não quiser não precisa pagar.
– Como assim?
– Assim, vi seu marido e a senhora falando, né? Tá com pouco dinheiro, é fim de mês, eu entendo.
– Moço, mas você precisa receber seu pagamento.
– Se a senhora não se ofender, eu faço uma proposta.
– Como assim? Que proposta?
Eu estava muito excitada e assustada também. Ninguém nunca tinha sido tão descarado. Mas eu queria ouvir o que ele tinha a dizer. Com certeza não era nada que não gostaria de sentir o tesão de ouvir, mesmo se não fosse fazer.

– A senhora deixa eu mamar nos seus peitos e eu não cobro a corrida.
– Como? Moço, por favor, sou casada.
– Eu sei, eu também sou. Mas nunca chupei uns peitos lindos e sou doido em chupar peito. E queria sentir como é chupar esses bicão. A senhora tem uns peitão delicioso, olha como me deixou?

Ele mostrou o pau marcando a perna da calça. Deixou numa posição que dava pra ver até a marca da cabeçona da rola.

– Minha rola tá doendo de tão dura porque vim pensando em dar uma chupada gostosa nesses peitos. Eu gosto de chupar. Adoro uma chupada gostosa, até a buceta da minha mulher eu chupo muito.

– Moço, por favor.Meu marido não chupa meus peitos. Por causa da nenê.
– A senhora lava lá em cima, não vou fazer nada. Só chupar seus peitos. A senhora vai gostar. Deixa eu chupar, deixa?

Eu gaguejei e ele veio pra perto e passou a mão num dos meus peitos ainda melados. Eu me arrepiei mas fiz menção de me afastar e ele disse:

– não, moça, deixa. Prometo que a senhora vai gostar. Não vou fazer nada que a senhora não queira.
– Só chupar os peitos e eu posso ir?
– Sim. Só chupar e a senhora leva a nenê pro médico.

Ele já veio beliscando meu bico e passando a mão nos dois. Avançou e já foi subindo a blusa e pondo a língua pra fora. Quase gozei quando ele colocou um bico na boca chupando guloso. Fechei os olhos e gemi, mordi os lábios.

– Viu como é bom? Peitão gostoso, umas tetas dessas de vaca, merece uma chupada todo dia. Merece uma mamada qualquer hora mesmo.

Deixei ele chupar, ele mamava e até mordia os bicos, estalava e chupava afastando a boca até estalar e o bico saltar no ar. Depois passava entre os dedos, alisava, rodava o bico e ia mamar o outro peito.

Me ajeitei mais no banco, estava muito excitada e relaxei escorregando um pouco no banco, minha filha sobre meu ombro bem pro lado da janela. Ouvia aqueles estalos e contraia minha buceta carente sem rola.

Ele se afastou e tirou o pau pra fora de uma vez.
– Moço, por favor.
Falei sem tirar o olho da piroca gostosa, cabeçuda, vermelha e grossona apontada pra cima entre as pernas dele.
– Calma, é que tá doendo.
Ele falou punhetando de leve.
Voltou pros meus peitos mamando guloso, chupando e mordendo, mais excitado e alternando a mão entre o pau e meus peitos. Ele beliscava os bicos, babava meu peito, depois alisava o peito melado e descia a mão no pau. Acho que tinha prazer em alternar as mãos entre a rola e meu peito. Punhetava e me deixava ver, depois voltava pra mamar.
Eu já tinha sem perceber aberto mais as pernas e escorregado no banco. Quando senti a mão dele na minha perna, alisando minha coxa por cima da saia longa, falei:
– Não moço. Não. Já chega.
– Calma, calma. Tà tão gostoso, deixa eu gozar aqui, chupando tuas tetas.
– Minha perna.
– Calma, tõ só alisando, não vou fazer nada.

Ele falava isso, mas alisava já dentro da minha coxa se aproximando da minha buceta piscando. Eu segurava o braço, mas queria mesmo era ele me pegando na buceta.

Agarrando meus peitos com a boca, mamando e fazendo barulho, mordendo os bicos, eu nem percebi quando ele desabotoou minha saia (era cheia de botões na frente, de cima até embaixo) e passou a alisar minha perna por baixo da saia.
Quando senti a mão grossa dele na minha pele lisa, olhei e estava com as pernas abertas e a saia desabotoada.

Me assustei e tentei abrir a porta, e ele reagiu enfiando a mão na minha buceta. Já veio com tudo alisando com força por cima da calcinha, toda ensopada e chupando feito um doido minhas tetas já vermelhas.

_ nâo moço. Era só chupar meus peitos, sai, sai!
Tentei afastar a mão dele que alisava minha calcinha com força e ele não respondia nem largava meus peitos.
– Moço, pára, sai.
Ele enfim largou e eu até me acalmei, mas foi o suficiente pros dedos dele entrarem pelo lado da calcinha alcançando minha buceta ensopada e carente.

_ Calma, moça. Você tá gostando, olha. Tua buceta tá ensopada, toda inchada, calma. Deixa eu fazer um carinho, calma.

Senti os dedos invadirem meu buraco e ao invés de brigar me abri.
Ele parou de chupar e ficou vendo minha cara, as pernas abertas e a buceta raspada engolindo dois dedos dele.

– A senhora tá precisando duma surra nessa buceta. Tá muito carente. Seu marido num chupa nem em cima nem embaixo. Acho que nem fode, né? Nem mete a piroca. Essa buceta tá muito melada e muito quente. Vamos no motel, deixa eu te fuder gostoso, deixa eu dar um trato nessa buceta. Um banho de língua, deixa.

Eu repetia que não, não, mas deixava ele socar o dedo na minha buceta. Socava e tirava e amassava meu grelo com o polegar. Eu já tava pra gozar e ele puxou minha mão no pau dele. Apertei e punhetei gostoso, amassei… Nossa. Que saudade de pegar uma piroca!

– Ai meu Deus, me perdoa. Ai meu Deus. Eu sou crente, moço. Sou casada.
– As crentes são as mais putas, senhora. As bucetas mais gostosa. Elas ficam de quatro orando enquanto eu meto gostoso e elas choram na oração.

Nossa, imaginei aquilo e comecei a tremer. Ia gozar. Ele enfiou fundo os dedos e eu apertei o pau dele com força. Ele caiu de boca nos meus peitos e eu arreganhei as pernas no banco, sentindo a piroca dele pulsar na minha mão.

– Ai, moço, vou gozar. Ai, meu DEus, me perdoa. Ai, vou gozar, ai ai aaaaaaaaaaaiii….
– Goza, puta, safada, bucetão gostoso, tetuda, gostosa goza. Goza que o corno num te faz gozar assim…
E quanto mais ele falava, mais eu me arreganhava e ele chupava meus peitos de olho na minha buceta, me vendo gozar. Gozei suando cansada no banco do carro…. Amoleci, só segurava a nenê no ombro e minha mão tremia.

Ele segurou minha mão na piroca dele e acelerou a punheta. Fiquei olhando o pau dele pra cima e pra baixo, uma rola grossa, deliciosa, mais gostosa que a do meu marido.
Eu queria descer a cabeça e chupar aquela pica, mas não teria como, com minha filha no colo.
Ele gozou melando minha mão inteira. Escorreu porra ao redor da minha mão, melando tudo. Ele encostou no banco suado e eu procurei papel no porta luvas e achei um paninho, limpei a mão e me ajeitei, fechando a saia com uma mão só, mas só deu pra fechar pouco acima do joelho. Levantei e peguei a bolsa e tentei me arrumar, foi tempo suficiente pra ele sair de uma vez do outro lado. Veio, abriu a porta por completo pra mim pois estava mal aberta.
Não olhei nos olhos dele e ia saindo, e ele me encostou no carro e se abaixou.
– Pra senhora saber como é.
_ Moço, sai!
Me desesperei, estava morrendo de vergonha e remorso, e cansada da gozada que dei.
Ele rapidamente me prendeu com o braço na minha cintura e subiu minha saia, abrindo mais uns botões e afastou a calcinha de uma vez, caindo de boca na minha bucetinha raspada.
Nossa, que delícia! Aquela língua quente parecia um massageador na minha buceta cansada da gozada!
Chupou e enfiou a língua no meu buraco, limpou tudo da gozada que eu dei e levantou.
_ Pronto. Se a senhora quiser, da próxima vez, a gente para num motel e eu faço o serviço completo.
Saí sem olhar pra trás. Ainda com a saia aberta e foi só no elevador que eu vi como eu estava descabelada e com a roupa torta. Os peitos aparecendo embaixo da blusa torta e a saia aberta.
O ascensorista me olhava com cara de quem imaginava o que eu tinha feito enquanto eu me ajeitei o máximo que deu e fui pra consulta com minha filha.

Esposinha Evangélica (Continuação)
Esposinha Evangélica Dedicada