Obcecado pela filhinha V


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Continuando as aventuras com a minha putinha pré-adolescente (vocês tem razão em pedir pra foder ela, porque ela é uma delícia de gostosa, tesuda e tarada por rola), lembram que levei ela ao mercado pra se exibir pro coroa? Ela viciou. Disse que adorou o perigo e gostou dele comendo a buceta dela com os olhos. Agora quer se exibir mais. Pediu pra fazer outras vezes e agora de vez em quando vamos ao mercado. O velho asqueroso, ao invés de fazer cara feia pra ela, agora fica louco seguindo ela pelos corredores, procurando oportunidade pra ver a buceta dela de novo. E ela se mostra, se arreganha e se baba toda. Agora quando ele passa por ela, ao invés de xingar e desfazer dela, ele agarra o pau e sussurra: bucetuda, deixa eu chupar essa buceta. Priquituda, quero ver teu cu também.
Outro dia ele colocou o pau pra fora pelo zíper da calça. Ele não faz na minha frente, então ela que me conta. Que ele entrou no corredor e quando viu que ela tava sozinha, levantou o avental e a rola dura tava pra fora do zíper. Perguntei como era e ela disse que era uma pirocona torta pra cima e cabeçuda, cheia de pentelhos brancos. A safada adorou. De outra vez, ele ia passando por trás dela, segurou ela pelo braço e enfiou a mão embaixo da saia dela. Ela tomou um susto mas não gritou nem falou nada. Tentou se afastar, mas não podia porque ele tava segurando o braço dela, então ele socou a dedada na buceta dela e disse: “Puta bucetuda, tá toda melada. Vem aqui sem teu pai, vem? Vou te arrombar no depósito.”
E a maluca queria ir. Mas nunca que eu ia deixar ela ir sozinha. Porque ele poderia machucar ela, maltratar, algo assim. E esse risco a gente não pode correr. Já pensou perder a puta mais gostosa, mais gulosa e mais apertada que já fudi na vida?
Poderíamos ir lá sempre e ela atentar o coroa, até tomar umas dedadas, mas ela não iria sem mim de jeito nenhum. Mas trepamos muito gostoso com ela imaginando que era o velho do armazém arrombando ela.
E pra atender os desejos dela de se exibir vez por outra saímos pra passear de carro, com ela vestindo as sainhas e sem calcinha. Então quando ela encontra oportunidade, ela mostra a bucetinha rosada e se delicia vendo os caras pirarem. Mas ela morre de vontade de deixar eles passarem a mão. Já fizemos a tradicional experiência de ir ao posto e enquanto eu ia na loja de conveniência ela se arreganhava pro frentista. Com isso ela ganhou umas passadas de mão e dedadas gostosas. Tem um posto que vamos sempre, porque ela e o frentista já sabem que vai rolar putaria. Inclusive ele já colocou o pau pra fora na porta do carro e ela tanto punhetou como pôs na boca rapidinho. Disse que era uma piroca branca carnuda e cheirosa. A safada se pudesse trepava com quem encontrasse. Tem um fogo na buceta e no cu que eu nunca vi.
Enfim… Ela estava me devendo uma trepada a três com o namoradinho. Ela ser arrombada pelos dois. Cada vez que eu pensava em ver a rola preta fudendo ela ao vivo, eu ficava doido. E queria muito meter na buceta e no cu dela na frente dele. Ver ele assistindo eu arrombando minha filhinha. Mas ele tinha muito ciume dela. E eu tinha medo que ele resolvesse abrir a boca. Nunca se sabe. Então comecei a orientar como ela deveria fazer.
Ela começou a falar com ele tinha tesão de imaginar ele com outra. A princípio ele foi muito relutante, mas depois foi se empolgando. Depois começou a enfiar a ideia dele ver ela sendo comida por outro. Ele sempre se excitava, mas dizia que só na fantasia. Então ela começou a me inserir nas conversas. Disse que entrou no banheiro de uma vez e eu tava de pau duro. Que meu pau era grande e grosso e que ela tinha ficado com a imagem na cabeça. Aos poucos ela foi tornando isso uma fantasia. Ver a piroca do pai, e se imaginar sendo comida. Ele entrou no jogo. Daí pra frente era amadurecer a ideia, não tinha mais volta.
Ela começou a contar que agora dormia sem calcinha, ou só de calcinha, e que fingia que dormia pra ver se eu mexia com ela. Que eu demorava no quarto, mas não tocava nela, mas que ela tinha muito tesão em saber que eu tava olhando. O garoto foi ficando doido. Dizia que eu via a buceta dela aberta, e fodia ela gostoso.
Ela filmava a rola entrando e ele dizendo: papai tá olhando a buceta arreganhada, é? buceta safada, se abrindo pro papai, toma pica, toma!
O plano estava indo muito bem.
Então ela começou a dizer que sentava no meu colo pra sentir meu pau, mas que quando começava a ficar duro eu forçava ela a sair (mas que mentira! kkkk), mas ela já tinha sentido minha piroca dura no meio das pernas.
A gente queria que partisse dele a ideia de me deixar participar da metelança com eles. Mas o garoto não evoluía. Não sugeria e ainda queria – com menos segurança – que ficasse somente no campo das fantasias. Mas ele mesmo sempre falava nisso quando começavam a meter.
Então sugeri uma estratégia perigosa, mas calculada. Pedi a ela pra meter com ele na sala quando eu saísse pra trabalhar e eu voltaria e pegaria os dois no flagra. Ia deixar a porta da cozinha encostada e não era pra ela mexer. No trabalho, avisei que tiraria o dia de folga, mas me arrumei e saí. Dez minutos depois, entre na ponta dos pés pela porta da cozinha estavam os dois engatados no chão da sala. Ele segurando os cabelos dela e enfiando com força na buceta dela, arreganhada feito uma cadela no cio.
Dei um berro e os dois se assustaram. Comecei a fazer um escândalo. O garoto quis se vestir e mandei ele sentar no sofá, e ele se encolheu no canto. Gritava aquele discurso moral, que não tinha criado ela pra puta, igual a mãe dela e encontrava ela tomando pica no chão da sala feito uma puta barata. Tirei o cinto e segurei ela pelo braço. Ela tentou correr e puxei ela pelos cabelos, jogando ela de quatro no meu colo, igual ao dia que surrei ela a primeira vez. Mas calculei sentar num lugar que ela ficasse de bunda pra ele.
Comecei a largar o cinto na bunda dela, e ela gritando pra parar, pedindo por favor, papai… E eu dizendo pornografias em forma de lição de moral e vendo a bunda dela vermelha. O garoto tremia todo, num canto do sofá, não ousava se mexer. E eu gritando: Gosta de tomar de quatro? Toma então! Não criei você dando tudo que queria pra ficar dando essa buceta pra meterem rola no chão de casa. Sua putinha vagabunda. Deve estar toda arrombada de levar rola.
Aquilo ia me excitando e eu tava com o pau pra estourar dentro das calças mas o garoto não via porque o corpo nu dela encobria. Ela arreganhava as pernas fingindo tentar se soltar e eu segurava pela cintura. Numa pernada que ela deu, propositalmente deixei o cinto cair no chão e comecei a dar tapas na bunda dela.
Perguntei há quanto tempo ele fodia dela. E disse pra não mentir. Ele gaguejou e disse: faz pouco tempo. Eu comecei a bater direto na buceta dela.
Mentira! Essa buceta tá toda arrombada. Fala a verdade!
E ela gritou: Faz três meses, papai! Faz três meses!
Eu largava a mão na buceta dela.
– Vagabunda! Mal começou a namorar e já foi sentar em piroca. Vaca vagabunda! Puta igual tua mãe. Não pode ver uma piroca e já se arreganha! Que decepção, criei uma puta.
E dá-lhe tapas na buceta. Abri a buceta dela, segurando pelas pernas e olhei pra ele:
Tava fudendo, arrombando a buceta da minha filha, seu canalha!
E ele olhava assustado pra buceta dela aberta, sem saber o que dizer. Dei mais tapas em cima e ela gritando:
– Ai minha buceta, pai. Ai minha bucetinha!
A safada tava com as pernas meladas da babadeira que a buceta tava fazendo.
– Tá vendo? Toda melada, melada de porra, de engolir piroca. E o cu? Já deu o cu? Fala a verdade, você já tomou no cu. Esse canalha enfiou a piroca no teu cu?
E ela gaguejava, sem saber se mentia, se falava a verdade.
Comecei a dar palmadas na bunda dela, acertando bem em cima do cuzinho.
– Já deu o cu e a buceta, sua vagabunda? Tá toda arrombada?
Abri a bunda dela, mostrei o cu dela pra ele: Viu? Arrombou minha filha! No cu e no priquito! Filho da puta!
Arreganhei os dois e comecei a bater alternado, e a cada tapa demorava a mão em cima.
O garoto foi ficando excitado. Antes cobria o pau que tinha amolecido com as mãos. Agora colocou uma mão em cima e a outra apertava a rola que tinha endurecido de novo.
– A vaca tá com a buceta enxarcada, filha da puta, vagabunda. Putinha.
E continuei batendo nos dois, no cu e na buceta. Quando tirava a mão, puxava os dedos em cima, alisando. Ela se arreganhava mais, colocou uma perna pra fora do meu colo, pra ficar toda aberta. A buceta vermelha e inchada. Quando vi o garoto acelerar a punheta dei mais um tapa e deixei a mão em cima da buceta dela e esfreguei os dedos pra cima e pra baixo, falando palavrões e xingando ela.
Ela começou a gozar, gemendo alto e eu falei:
– Vagabunda, é tão puta que tá gemendo. Tá gostando de apanhar na buceta. Vagabunda, tu tem uma buceta de puta igual tua mãe. Toda gemendo, tá pra gozar na minha mão.
O garoto gozou, os jatos de porra espalharam no sofá. Eu não olhava diretamente, mas percebia tudo. E ela gemeu alto, sinal que tinha gozado na minha mão.
– É assim, um bando de filhos da puta. Todo mundo gozando e eu fico na mão.
Levantei, fui até o banheiro e pus o pau pra fora. Comecei a me punhetar de frente pro vaso, com a porta aberta. Os dois chegaram e pararam na frente da porta. Ficaram olhando. Eu fingia que não via, mas tava com muito tesão deles verem meu pau cabeceando vermelho, gozei feito um cavalo.
Fechei a porta, tomei um banho e fui pro meu quarto. Lá, liguei meu notebook e vi na câmera da sala os dois conversando. O garoto tava de olho arregalado.
_ Cara, ele também ficou excitado. Cara, que pauzão teu pai tem!
E a safada dizendo que tinha ficado com tesão de ver meu pau. De me ver gozando.
O pirralho só repetia:
– Caraca, que louco! Eu não me aguentei de tesão, gozei pra caralho. Tu gozou e teu pai gozou também. Que maluco. Ele metia a mão na tua buceta, achei que ia enfiar os dedos, foi me dando um tesão do caralho. Quando ele te arreganhou achei que ele ia meter os dedos. Achei que ia te comer.
E ela começou a dizer que achava também. Que se excitou pensando que eu ia meter os dedos na buceta dela, que ia estuprar ela. Que agora ela queria que eu comesse ela.
– Porra, agora sei que eu ia ficar com tesão de ver ele te comendo.
Pronto, tava criado o monstro.
Voltei pra sala, já de banho tomado, já refeito da gozada. Sentei no sofá, de toalha, como costumava ficar, tomando uma cerveja e com os olhos na TV. Comecei a mexer no controle e fingi que eles não estavam lá.
A safadinha veio sentar do meu lado.
_ Papai, por favor me perdoa.
Fingi que ela não estava lá.
– Papai, não faz assim, fala comigo. Por favor. Tô te pedindo perdão.
Ela me agarrava pelo pescoço e beijava meu rosto, me abraçava o peito e eu fingindo que não via.
– Papai, quer que eu peça perdão de joelhos?
Então ela se ajoelhou na minha frente. Colocou as mãos na minha perna e ficou repetindo:
– Papaizinho, por favor. Me perdoa. Não vou deixar você na mão, papai, por favor. Me perdoa.
Ela começou a alisar minhas pernas, e foi subindo as mãozinhas embaixo da toalha até chegar no meu pau. Começou a apertar meu pau, punhetando devagar e pedindo perdão, por favor.
Arrebitou a bundinha e eu já respirando mais fundo. Tirou meu pau já meio duro pra fora, punhetando ele de frente pra mim, comecei a olhar aquela mãozinha esfolando meu cacete. Olhei pro namorado dela, e ele olhava de olho arregalado, já passando as mãos na bermuda discretamente.
Ela punhetou e rapidamente meu pau ficou durão, apontando pra cima. A minha putinha então caiu de boca. Chupou, mamou, lambeu, fez barulho, babou ele todo, descia e subia a cabeça engolindo minha rola até engasgar.
Eu respirando fundo, subi um pouco o corpo pro pau subir mais e ela soltou a putinha chupeteira que é. Lambeu meu pau, esfregou na cara, lambeu meu saco, chupou as bolas e eu já com o pau pra estourar.
O namorado dela não se fez de rogado, meteu a mão dentro das calças, sacou o pau pra fora e batia uma punheta daquelas.
A safada veio subindo o corpo com meu pau na boca e só soltou depois que subiu nas minhas pernas. Se esfregou no meu pau, esfregou a buceta gulosa vermelha no meu meu cacete duro e virou pro namorado:
– Posso, amor?
Ele nem respondeu. Fez que sim com a cabeça.
Ela então veio descendo e fazendo careta, até enfiar meu pau inteiro na buceta.
Gemeu, subiu e desceu, cavalgou e ainda repetia:
_ Ai, papaizinho, ai, perdoa por favor. Ai minha bucetinha, ai tá ardendo. Ai, tá rasgando.
E rebolava gostoso no meu pau. O garoto de olho, sentou na mesa de centro e ficou vendo por trás a buceta dela engolir, subindo e descendo na minha rola.
– Ai, amor, a piroca dele é muito grossa. Ai, tá ardendo, tá me rasgando.
_ To vendo, amor. É enorme. Você aguenta, engole a piroca dele.
Quando vi o garoto já perto de gozar, e eu mesmo tava pra não conseguir mais segurar, sussurrei no ouvido dela pra montar nele. Empurrei ela pela cintura e direcionei ela pra ele, ela sentou de frente pra ele, na mesma posição que tava. Ele começou a socar com força na buceta dela e ela se arreganhou toda, vi aquele cuzinho piscando e fui direto lá pra trás. Comecei a pincelar o rabo dela, e perguntei:
– Você já deu o cu, filhinha?
_ já papai, desculpa.
_ Então aguenta.
Segurei ela pelos ombros e fui enfiando a rola no cu dela. Ela gemendo e chorando, sentia o cu dela piscar e ele com certeza sentia a buceta estrangular a piroca dele.
– Ai, pai, tá doendo, pai. Tá doendo muito.
Ela chorava, mas eu sabia que tava chorando de tesão de dar o cu, porque ela adora uma rola grossa estourando o cu dela.
O namorado doido de tesão, enfiando a rola nela, disse:
– Aguenta, amor, aguenta. Aguenta a tora no teu cu, aguenta.
Acelerei a rola no cu dela, queria estourar de novo as pregas daquele cuzinho apertado, e ele acelerou a rolada na buceta dela, e ela começou a gritar:
– Aiii, aaaai, vou gozar, vou gozar!!!
Enchi o rabo dela de porra. Gozava ainda mais que das outras vezes, senti o cacete dele por dentro da buceta dela, também latejando. Estava gozando e a cara dele, de olhos fechados e boca aberta, não deixava dúvida: Tava enchendo a buceta dela de porra também.
Gozamos juntos os três, exaustos. Foi a primeira trepada a três. Essa agora virou rotina. O menino adora me ver fuder a putinha da minha filha. E eu seguro ela, arreganho ela pra ele comer o cu e a buceta dela. Às vezes enfiamos a garrafa na bucetinha e no cuzinho dela, enquanto o outro come o outro buraco.
Dependendo de como for o dia, já que hoje não pude faltar o trabalho, conto pra vocês mais detalhes da nossa orgia e como armamos pra eu fuder a irmãzinha pretinha e puta de 10 aninhos dele, que já vai fazer 11. A safada já tomou no cuzinho do tio e do irmão mais velho e é doida pra tomar na buceta. Tô preparando, mas ainda não comi. kkkkkkk, em breve estouro aquela bucetinha roxa deliciosa, que já tive o prazer de chupar e dedar.