Encoxada no trem


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Diariamente pego o trem em Guainazes sentido Luz para ir para o trabalho.
Certo dia, na mesmo rotina, peguei o trem lotado em guainazes e a cada estação que passava o trem enchia mais. Quando chegou na estação itaquera muitas pessoas entraram empurrando e nesse empurra empurra, fiquei frente a frente com um homem sem se quer conseguir se mexer, uma das mãos levantada segurando a barra de apoio e a outra abaixada segurando a bolsa, mau conseguindo me ajeitar, percebi que minha mão estava prensada bem no pau dele. O homem que aparentava ter uns 38 anos, meio calvo, casado olhava para os lados disfarçando mas nao me encarava, as pessoas ao redor estavam todas na mesma situação, sem conseguir se mexer. Aos poucos fui sentindo um volume se formando nas calças dele, olha para ele disfarçadamente e ele com cara de paisagem olhando para os lados, percebi que ele forçava o volume contra minha mao como se quisesse que eu participasse, meu corpo ja tremendo com aquela situação, decidi entrar na brincadeira. Soltei minha bolsa que de tao lotado nem caiu no chão, ficou entre minhas pernas. Com a mão desocupada, comecei a massagear aquele volume que ja estava pulsando, quase estourando a calça jeans, fazendo movimentos sutis para que ninguém notasse. Chegando na estação Tatauape, poucas pessoas desceram e outras entraram complicando ainda mais a situação. Tentei dar uma pequena folga para minha mão se afastando um pouco, para nossa sorte, a posição que estávamos nao dava visao para ninguém Notar minha mão. Tentei baixar o ziper dele , mas nao consegui, então ele desceu uma das mãos que estavam na barra de apoio, abriu o ziper e levou minha mão ate a abertura, enfiei a mão e senti seu pau mais duro dentro da cueca, coloquei a mao por dentro da cueca e quase gozei de tesão ao sentir seus pentelhos, agarrei seu saco e botei seu cacete para fora, comecei a punheta lo bem de leve sem causar suspeitas e aos poucos sentia meus dedos sendo lubrificados pela baba que escorria pela cabeça do pau. Ja chegando próximo a estação Bras ele guardou o pau e fechou o ziper, peguei minha bolsa do chao e ao chegar na estação, para nossa tristeza o trem esvaziou bastante e tivemos que nos afastar, mas percebi que ele ainda estava morrendo de tesão, pois disfarçadamente ele se exibia apertando o pau e eu morrendo de vontade de ajuda lo a relaxar. Chegamos na estação Luz, cada um foi para um lado e eu fiquei o dia inteiro pensando no ocorrido. No final dia ao chegar em casa, minha esposa estava preparando a janta e eu fui tomar banho, bati uma punheta caprichada que rendeu jatos e jatos de porra pensando naquele homem que apelidei na minha mente de “casado safado”.
Meu percurso para o trabalho nunca mais foi o mesmo, sempre tinha a esperança de reencontra lo novamente, mas infelizmente nao reencontrei.
3 dias se passaram e eu na mesma rotina, quase morri do coração quando vi ele subindo a escada na minha frente na estação guainazes. Como o trem ainda nao havia chegado na plataforma ele se encostou na pilastra aguardando o trem, com minhas pernas bambas, decidi passar por ele como se nao quisesse nada, com a cabeça baixa, fone no ouvido e celular na mão passei e parei umas tres portas de onde ele estava, percebi que ele me reconheceu. O trem chegou, esperei todo mundo entrar para ver onde ele entraria, para minha surpresa, ele fez o mesmo, então fui na porta que tinha mais gente e ele logo veio atras e entrou no mesmo vagão…
O que aconteceu nesse dia foi incrível, eu jamais vou esquecer. Contarei na próxima postagem.