Abusada e Feliz

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Meu nome é Carla, tenho 35 anos, casada, sem filhos, moro em Betim/MG, sou branca, dos cabelos e olhos pretos, tenho um corpo legal, ele não é escultural, mas é bonito, tenho os seios médios, a cintura fina, o bumbum meio grande e coxas grossas, a historia que vou contar aconteceu comigo há muito anos atrás, e durou 4 anos, nessa época eu estava com 7 anos e morávamos minha mãe, meu pai e eu em um barracão de aluguel nos fundos da casa de um casal que não tinham filhos, ela se chamava Ana , 45 anos, e ele Jorge, 50 anos, eles eram pessoas legais e meus pais confiavam muito neles; um certo dia minha mãe comentou com a Dona Ana que ia procurar uma pessoa pra cuidar de mim na parte da manha que e quando ela e meu pai saem pra trabalhar, e eu estudava a tarde e não poderia ficar sozinha em casa, Dona Ana se ofereceu pra fazer isso e sem custo já que ela gostava de crianças e eu era uma menina quietinha e não daria trabalho algum, minha mãe aceitou e assim ficou combinada, quando meus pais saíssem de manhã a Dona Ana iria pra nossa casa e ficaria la ate eu acorda e depois me levaria pra casa dela e la eu ficaria ate na hora de ir pra escola, e assim foi, de manhã quando eu acordava a Dona Ana me levava pra casa dela e la eu tomava café, ficava vendo TV, as vezes brincava sozinha no quintal e quando era hora eu tomava banho, almoçava e ia pra escola, o escolar me pegava e me trazia na porta.
No começo foi tudo normal, sempre que eu chegava o seu Jorge vinha me cumprimentar, sempre feliz e contente, me abraçava carinhosamente e me dava um beijinho na testa, e eu me sentia muito feliz em ser amada daquele jeito, afinal de contas eu era uma criança de 7 aninhos, e toda criança gosta de carinhos. Mas com o passar dos tempos o seu Jorge começou a ficar mais carinhoso comigo, quando eu chegava a casa dele na parte da manhã alem do abraço de sempre ele começou a me carregar no colo do jeito que eu ficava de pernas abertas em volta da cintura dele e ele sempre me segurava pegando na minha bundinha, e também quando eu estava vendo TV ele chegava sentava no sofá e me chamava pra sentar no colo dele, e eu fazia o que ele pedia e ate gostava de sentar no colo dele, como eu era uma criança não via maldade nisso e como a Dona Ana sempre via tudo e nunca falava nada então eu achava que era uma coisa normal e alem desses carinhos que ele me fazia o seu Jorge passou a ir à minha casa na parte da manha quando meus pais saíam pra trabalhar e eu ainda estava dormindo, antes era sempre a Dona Ana que fazia isso.
No começo eu não estranhei essa mudança, e nem meus pais, porque eles confiavam muito no seu Jorge e na Dona Ana, mas com o tempo eu comecei a achar estranho, porque sempre que eu acordava o seu Jorge estava sentado na beirada da minha cama e a Dona Ana sempre me esperava na sala. Certo dia eu acordei antes de meus pais saírem, mas fingi continuar dormindo pra ver o que acontecia e porque o seu Jorge estava sempre sentado na beirada da minha cama, ai eu ouvi meus pais saindo e se despedindo de seu Jorge e da Dona Ana, pouco depois eu vi o seu Jorge entrando no meu quarto, eu continuei fingindo que estava dormindo pra saber o que ele fazia, foi ai que pra minha surpresa eu senti quando seu Jorge se aproximou e me “cutucou” pra ver se eu tava dormindo mesmo, eu senti o cutuco dele, mas fiquei quietinha, ele então tirou o cobertor de cima de mim e jogou ele no canto da cama me deixando descoberta, eu estava deitada de ladinho vestindo apenas uma camisolinha de criança e calcinha, achei aquilo estranho, mas continuei fingindo dormi pra ver o que ele iria fazer comigo, foi então que seu Jorge me cutucou de novo pra confirma se eu estava mesmo dormindo, como não teve reação nenhuma da minha parte ele levantou minha camisolinha deixando a mostra minha calcinha branca, passou uns segundos e senti a mão dele passando pelo meu corpo, começou nas pernas e foi subindo pelas minhas coxas ate chegar à minha bundinha, la ele passava a mão e apertava ela por cima da calcinha, enquanto ele fazia isso eu me virei ,ficando de barriga pra cima e as pernas meio abertas, acho eu o seu Jorge se assustou com meu movimento porque quando eu fiz isso eu senti que ele tirou a mão do meu corpo e saiu do meu quarto, e logo depois entrou a dona Ana e me chamou, eu ouvi ela me chamando mas fingi continuar dormindo, então ouvi ela chamando o seu Jorge e os dois começaram a conversa baixinho.
_fica calmo Jorge, ela ainda ta dormindo, mas não aperta ela muito forte senão ela pode acorda. Disse dona Ana.
_ta bom, vou mexer nela devagar, fica aqui pra você ver. Disse seu Jorge.
_não, agora eu não quero ver nada não, pode fica mexendo nela mais um pouco ai que eu vou embora, quando ela acorda você leva ela pra tomar café e ver TV.
_ta bom, quando ela acorda eu levo ela pra la. Respondeu seu Jorge.
Depois disso eu ouvi quando dona Ana saiu do meu quarto e seu Jorge se aproximou novamente da minha cama, ele então passou a mão levemente sobre meu ombro, acho que foi pra confirma se eu dormia mesmo, eu continuei fingindo dormi, ele então levantou novamente minha camisolinha e passou à mão na minha pererequinha por cima da calcinha, eu achava aquilo tudo muito estranho, mas como não tava sentindo dor nem nada continuei fingindo dormi deixando ele mexer em mim, foi então que ele levantou ainda mais minha camisolinha deixando minha barriga descoberta, ele então passou a mão na minha barriga depois desceu ate a beirada da minha calcinha e enfiou a mão por dentro dela tocando diretamente na minha pererequinha, eu senti um frio quando ele fez isso mas não me mexi, ele então tirou o dedo dela, mas logo colocou novamente só que dessa vez o dedo dela tava molhado, acho que ele deve ter enfiado o dedo na boca e depois colocou ele na minha pererequinha novamente, eu só não sabia porque ele tava fazendo aquilo, mas eu estava gostando dele mexer ali, eu tava sentindo umas cócegas gostosa, ele ficou mexendo com o dedo nela por um bom tempo, depois tirou o dedo, arrumou minha calcinha, me cobriu novamente e saiu do meu quarto, eu esperei um pouco e logo depois “acordei” olhei e não vi ninguém dentro do quarto então eu gritei:
_dona Ana, seu Jorge, tem alguém ai?
Seu Jorge mais que rápido entrou no meu quarto e falou:
_ja acordou princesinha do tio?
_sim, já acordei seu Jorge, bom dia. Disse eu.
_bom dia minha linda,vem dar um abraço de bom dia no tio. Disse seu Jorge com um sorriso nos lábios.
Eu fiz o que ele me pediu e quando ele me abraçou eu senti na minha barriga um volume que tinha no meio das pernas dele, ele passou as mãos nas minhas costas depois abaixou ela colocando ela na minha bundinha e apertando ela de leve, depois me soltou e disse:
_vesti sua roupinha ai princesa e vamos la pra casa tomar café e ver desenhos na TV.
_ta bom seu Jorge. Respondi.
Ele então saiu do meu quarto pra eu pode vesti minhas roupas, eu vesti um shortinho de pano e uma blusinha de malha fina, depois fui ao banheiro escovar os dentes e lavar o rosto, quando acabei de fazer tudo eu fui pra casa da dona Ana junto com o seu Jorge, chegando la dona Ana já nos esperava com um belo sorriso e o café pronto, ela me cumprimentou, me abraçou e nos sentamos a mesa pra tomar café, durante o café reparei que dona Ana e seu Jorge ficavam se olhando e sorrindo disfarçadamente.
Depois do café seu Jorge me chamou pra ir ver desenhos, chegando la ele ligou no canal dos desenhos se sentou no sofá e me chamou pra sentar no colo dele, quando me sentei senti novamente o volume no meio das pernas dele, como eu estava sentada senti o volume na minha bundinha, olhei pro seu Jorge e ele me olhou sorrindo, não falei nada e continuei vendo os desenhos na TV, vez ou outra seu Jorge colocava a mão na minha coxa e na lateral da minha bundinha fazendo eu me mexer sobre aquele volume que ele tinha no meio das pernas, e as vezes eu mesma me mexia devagar pra sentir aquele volume, eu queria saber o que ele tinha ali mas ficava com vergonha de perguntar, então não disse nada e fiquei sentada sobre aquele volume por um bom tempo, depois de um tempo eu senti algo molhando meu short e minha calcinha, me levantei depressa do colo dele e ele foi logo falando:
_desculpa princesa, senti vontade de ir ao banheiro, mas não deu tempo de levantar, eu acabei mijando nas calças, me perdoa minha linda.
_ta bom seu Jorge, eu te desculpo. Falei sorrindo, achando graça do que tinha acontecido.
Ele então me virou de costa pro lado dele, passou a mão no molhando que tinha na minha bundinha e disse:
_molhou muito princesa, tira essa roupa e vai tomar um banho pra você não fica com cheiro de urina. Ele disse isso e já foi abaixando meu short junto com minha calcinha.
No momento que ele ia abaixando minha roupa dona Ana entrou na sala olhou o que estava acontecendo e perguntou:
_o que ouve Jorge? Porque ta tirando a roupa da menina?
Seu Jorge então parou o que estava fazendo, deixando minha roupa na altura dos meus joelhos e disse:
_e que eu não agüentei e acabei mijando nas calças molhando a Carlinha e as roupas dela, então eu to tirando pra ela ir tomar banho e não fica cheirando urina.
Dona Ana deu um sorriso e falou:
_você tem que ir ao medico Jorge, já e a segunda vez que você mija nas calças, você precisa ir no medico ver isso, porque pode ser doença.
_ta bom Ana, depois eu vou procurar um medico, mas agora precisamos colocar a princesinha pra tomar banho. Ele falou isso e continua tirando minha roupa, me deixando pelada da cintura pra baixo.
Logo depois de tirar minhas roupas ele as pegou e jogou pro lado da dona Ana e falou:
_olha ai pra você ver como eu molhei ela.
Dona Ana pegou minhas roupas e falou:
_verdade, molhou muito a roupa dela Jorge, ela precisa tomar banho agora, Carlinha vamos pro banheiro que vou te ajudar a tomar banho. Disse dona Ana.
_isso mesmo, vai la tomar banho princesa, eu te molhei muito, me perdoa. Disse seu Jorge passando a mão e apertando de leve a minha bundinha.
Eu já tomava banho sozinha há muito tempo, por isso estranhei eu ter que tomar banho junto com dona Ana, mas na minha inocência eu não percebi a maldade que a havia ali e falei:
_ta bom dona Ana.
Então eu e dona Ana fomos pro banheiro, chegando la ela falou:
_acaba de tirar a roupa ai Carlinha pra mim te ajudar no banho.
Eu não disse nada, apenas tirei minha blusa entrei no Box, dona Ana então ligou o chuveiro e eu comecei a tomar banho, enquanto eu me molhava dona Ana tirou toda a roupa e ficou pelada na minha frente, eu já tinha visto mulher mais velha pelada, minha mãe às vezes tomava banho comigo, mas o corpo da dona Ana era bem diferente do da minha mãe, dona Ana tinha os peitos maiores e mais caídos, e ela tinha cabelo na perereca, enquanto a da minha mãe era lisinha igual a minha, dona Ana então pegou o sabonete liquido, passou um pouco na mão e disse:
_abre as perninhas meu amor que eu vou lavar sua pererequinha e seu bumbum.
_ta bom dona Ana. Respondi abrindo as perninhas como ela mandou.
Dona Ana então começou a passar a mão na minha pererequinha com muito cuidado e carinho, e ficou esfregado ela por um bom tempo, no começo eu sentia umas cócegas, mas depois comecei a senti uma coisa gostosa, foi a mesma coisa que senti quando o seu Jorge esfregou os dedos nela quando eu estava deitada, mas com dona Ana tava mais gostoso senti aquilo, não sei se é porque os dedos dela eram mais lisos do que o do seu Jorge ou se era por causa do sabonete e da água, só sei que tava muito bom sentir aquilo. Pouco depois ela parou e disse:
_vira de costas que vou lava seu bumbum também.
Eu não disse nada, apenas me virei de costas pra ela e abri mais um pouco as pernas, ela então colocou mais sabonete liquido na mão e começou a passar no reguinho do meu bumbum indo com os dedos ate minha pererequinha e voltando pro bumbum, ai que eu comecei a gosta mais ainda, a senti esfregando minha pererequinha por trás tava ainda mais gostoso não sei o que era, mas sensação era maravilhosa, ela me esfregou por trás por um bom tempo, depois parou e me mandou enxaguar, quando terminei de me enxaguar ela falou:
_agora passa sabonete liquido nas mãos e lava minha perereca e minha bunda Carlinha.
_ta bom dona Ana. Disse eu passando sabonete liquido nas mãos e começando a esfregar a perereca dela.
Eu nunca tinha feito isso antes, e pra mim tava estranho fica passando a mão naquela perereca grande e cabeluda que ela tinha, mas acho que eu tava fazendo certo, porque ela começou a mexer o corpo e respirar forte, quanto mais eu esfregava mais forte ela respirava e mexia o corpo, então ela falou.
_Carlinha, lava por trás agora, que ai você lava minha bunda também e pra fica melhor eu vou me abaixar pra fica mais fácil pra você.
_ta bom dona Ana. Respondi.
Ela então ficou igual cachorrinho no chão do banheiro, encostou a cabeça no chão, abriu bem as pernas, empinou a bunda e disse:
_pronto linda, já pode começar a lavar minha perereca por trás, esfregar bem a mão nela pra ela fica limpinha e cheirosa.
Eu não disse nada, apenas coloquei mais sabonete liquido nas mãos e comecei a esfregar a mão no bumbum e na perereca dela por trás, eu esfregava forte como ela mandou e ela então começou a mexer a bunda e gemer auto:
_huummmmm….hummmmm….hummmm…hummmmmm…hummmmmmm…
Eu me assustei com os gritos dela, então parei e perguntei:
_ta doendo dona Ana, quer que eu pare?
Ela olhou pra trás e disse:
_não ta doendo não linda, ta é muito bom, pode continuar esfregando forte e só pare quando eu mandar.
_ta bom dona Ana. Eu respondi e voltei a esfregar a perereca dela, eu já estava ate gostado de esfregar aquela parte macia, úmida e peluda.
Dona Ana rebolava e gritava cada vez mais sentindo as minhas esfregadas em sua perereca, acho que ela sentia o mesmo que seu sentia quando ela ou o seu Jorge esfregavam a minha pererequinha. Um tempo depois dona Ana começou a gritar mais auto e rebolar mais forte, então entre gritos ela disse:
_hummm…esfrega mais rápido linda… hummmm….esfrega mais forte….hummmm…não para não…hummm…..continua…huuuuummmmmmmmm…
Depois disso dona Ana jogou o corpo pra frente se deitando no chão do banheiro com a cara mais feliz do mundo, eu sem entender nada perguntei:
_ta tudo bem dona Ana?
Ela então me olhou sorrindo, passou a mão nos meus cabelos, no meu pescoço, na minha barriga, na minha pererequinha e disse:
_ta tudo ótimo minha linda, e muito obrigada por ter me ajudado a lavar minha perereca.
_de nada dona Ana. Respondi mesmo sem entender nada do que tinha acontecido.
Acabamos de tomar banho, vestimos nossas roupas e fomos pra sala, chegando la o seu Jorge estava sentado no sofá assistindo TV, ele já tinha trocado de roupa também, ele nos olhou e disse:
_ja acabaram de tomar banho meninas?
_sim, acabamos, Carlinha me ajudou a lavar minha perereca e eu ajudei a lavar a dela, foi muito bom tomar banho com ela, vou começar a fazer isso sempre. Respondeu dona Ana com um belo sorriso nos lábios.
_que bom, a Carlinha é uma menina muito boa e prestativa, qualquer hora eu vou pedi pra ela me ajudar no banho também. Você me ajuda princesa? Perguntou seu Jorge.
_ajudo sim seu Jorge. Respondi sorrindo na maior inocência do mundo.
Sentei-me no sofá pra ver TV e dona Ana foi para a cozinha, passado alguns minutos seu Jorge se levanta e vai pra cozinha também, pouco depois eu começo a ouvi os dois conversando.
_gostou de tomar banho com ela? Perguntou seu Jorge.
_sim, eu adorei, coloquei ela pra esfregar minha buceta e gozei como nunca, é muito bom ter uma mãozinha daquela esfregando meu grelo. Disse dona Ana.
_eu percebi, eu tava ouvindo você gemendo como uma louca ate pensei em entrar no banheiro pra ver o que acontecia, mas achei melhor não fazer isso. Disse seu Jorge.
_e você fez bem em não ir la, senão poderia estragar tudo e nunca mais a gente ia brincar com essa novinha linda, e eu ainda quero brincar muito com ela. Disse dona Ana.
_eu também quero, e hoje na hora que ela for tomar banho pra ir pra escola vai ser minha vez de tomar banho com ela, eu também quero gozar com ela. Disse seu Jorge.
_ta bom, poder tomar banho com ela, mas cuidado pra não passar do limite. Disse dona Ana.
_ta bom, eu só vou esfregar a bucetinha e o cuzinho dela e colocar ela pra mamar, nada mais. Disse seu Jorge.
_faz isso mesmo, nos temos que ir com calma com ela, porque não podemos perde essa novinha. Disse dona Ana.
_ta bom, agora eu vou la pra sala ver desenho com ela, na hora do banho você chama ela e avisa que eu vou tomar banho junto com ela. Disse seu Jorge.
_vai la, na hora do banho eu aviso vocês. Disse dona Ana.
A conversa deles parou e logo em seguida seu Jorge entrou na sala, ele se sentou no sofá e disse:
_senta aqui no meu colo princesinha, o tio veio ver desenho com você.
Eu sorri e fui me sentar no colo dele, ele foi logo arrumando meu corpo do jeito que aquele volume ficasse no meio do meu bumbum, então ele colocou uma mão sobre minha coxa e a outra na beirada do meu bumbum. Continuei olhando pra TV, mas sem presta muita atenção no desenho, eu só pensava em como o seu Jorge ia me colocar pra mamar na hora do banho se nem peito ele tinha. Será que ele ia me dar uma mamadeira? Eu fiquei com essa pergunta na cabeça e não prestava atenção em nada, meus pensamentos só foram cortados quando senti a mão só seu Jorge que estava sobre minha coxa chegando bem perto da minha pererequinha, ele passava o dedo sobre ela, eu vi e senti tudo, mas não falei nada, olhei e ele estava olhando pra TV como se nada tivesse acontecendo, ele me olhou e deu um sorriso, eu sorri de volta e continuei olhando pra TV, ele então chegou com a mão mais perto da minha pererequinha e continuou alisando ela.
Pouco tempo depois dona Ana entrou na sala e falou:
_Jorge, me ajuda a fazer uma coisa ali na cozinha.
_ta bom, já estou indo. Carla levanta do colo do tio, eu vou ali ajudar sua tia e já volto pra gente assisti mais desenhos. Disse seu Jorge.
_ta bom tio. Disse eu me levantando do colo dele.
Na hora que eu tava levantado seu Jorge passou a mão no meu bumbum e deu uma apertadinha de leve, como dona Ana tava vendo tudo e não falava nada eu achava aquilo tudo normal. Então eu me sentei no sofá e eles foram pra cozinha, pouco depois comecei a os ouvir conversando.
_hora errada pra você me chamar, eu tava passando a mão na bucetinha dela, e tava muito gostoso. Disse seu Jorge.
_calma homem, daqui a pouco é hora do banho dela e você vai passar muito a mão nela ajudando ela a se ensaboar. Disse dona Ana.
_vou mesmo, eu vou ensaboar aquele lindo corpinho todinho, vai ser muito bom. Disse seu Jorge.
_ta bom, mas agora me ajuda a pica umas coisas aqui pro almoço. Disse dona Ana.
A conversa deles parou e eu fiquei ali na sala pensando no que tava acontecendo, no banho com a dona Ana, no seu Jorge passando a mão no meu corpo, no banho que eu ia tomar com seu Jorge e nele me colocando pra mamar, mas na minha inocência eu achava que não tinha nada de errado nisso tudo, já que a dona Ana via tudo e também fazia coisas comigo e não falava nada, então eu pensava que tudo aquilo era normal, meus pensamento foram interrompidos com a dona Ana entrando na sala e falando:
_Carlinha ta na hora de você tomar banho pra ir pra escola, e já que o Jorge precisa tomar banho pra sair vocês vão tomar banho juntos, ta bom?
_ta bom dona Ana. Disse eu.
Eu já tava ansiosa por esse banho, eu queria ver o que era aquele volume no meio das pernas do seu Jorge e também queria sabe como ele ia me colocar pra mamar, me levantei rapidamente do sofá e fui pro banheiro, como já era de costume eu não levei nada, (roupas, toalha) porque a dona Ana sempre levava pra mim quando eu acabava de tomar banho, então eu entrei no banheiro, tirei toda minha roupa liguei o chuveiro e comecei o meu banho, pouco depois chegou o seu Jorge, ele estava enrolado em uma toalha e eu já fui logo notando o volume que tinha entre as pernas dele, nas mãos ele trazia minha toalha. Ele me olhou dos pés a cabeça e sorriu, ele colocou a minha toalha em cima do lavatório, tirou a toalha que enrolava o corpo dele e entrou debaixo do chuveiro junto comigo. Eu olhei assustada para aquele negocio no meio das pernas dele, era grande, grosso, roliço, com a ponta vermelha e brilhando, antes que eu pudesse falar alguma coisa o seu Jorge disse:
_não precisa se assustar não linda, isso aqui é a minha rola, todo homem tem isso. Mulher tem perereca e homem tem rola.
Ele disse isso pegando na rola dele se aproximando de mim e passando a mão na minha pererequinha, a rola dele ficou bem próxima ao meu rosto.
_eu nunca vi uma coisa dessas seu Jorge. Disse eu ainda assustada por ver e saber o que era aquele volume no meio das pernas dele.
_agora que você já viu você pode pegar, eu deixo. Disse seu Jorge.
Eu levantei a mão e peguei na rola dele, era grande e grossa, nem cabia direito na minha mão, e era quentinha também, seu Jorge me olhou e falou:
_isso linda, pega na minha rola, coloca as duas mãos e aperta ela pra você sentir melhor.
Apesar de achar a rola dele feia, porque era grande, grossa, cabeluda e quente, eu tava gostando de pegar aquilo, era uma coisa diferente pra mim, fiquei um bom tempo pegando nela e seu Jorge me olhando, ate que ele disse:
_bom princesa, vamos tomar banho senão você se atrasa pra ir pra escola.
_ta bom seu Jorge. Disse eu tirando a mão da rola dele e entrando de baixo do chuveiro.
Seu Jorge pegou o sabonete liquido, passou nas mãos e disse:
_princesa eu vou te ajudar a lavar esse corpinho lindo.
Ele disse isso e já veio passando as mãos cheias de sabonete líquido no meu pescoço, no meu peito, na minha barriga, então ele se ajoelhou no chão do banheiro e começou a passar a mão na minha pererequinha, eu não disse nada apenas abri mais as minhas perninhas, os dedos do seu Jorge era mais grossos do que o da dona Ana, mas mesmo assim tava eu tava gostando de o sentir esfregando minha pererequinha, seu Jorge respirava forte enquanto fazia isso.
Depois de um tempo ele parou de esfregar minha pererequinha e disse:
_princesa, vira de frente pra parede, coloca as mãos nela e abre mais as perninhas que eu vou lavar o seu bumbum agora.
_ta bom seu Jorge. Disse eu fazendo o que ele mandou.
Eu achava aquilo muito estranho, mas estava começando a gostar, eu sentia uma coisa boa quando ele ou dona e Ana esfregava minha pererequinha, só não sabia o que era.
Então com eu ficando do jeito que ele mandou eu senti alguma coisa diferente tocando o meu bumbum, eu olhei pra trás e vi seu Jorge passando a rola dele no meio da minha bundinha, eu achei aquilo estranho, mas fiquei com vergonha de perguntar o que ele estava fazendo então deixei fazer tudo que ele queria comigo, ele então abriu a minha bundinha com as duas mãos e passou a rola dele no meio dela, a rola dele era quentinha e eu tava gostado de sentir ela ali, logo depois ele colocou a rola dele entre minhas pernas e começou a esfregar minha pererequinha por trás eu olhei pra baixo e pude ver a ponta da rola dele saindo pela frente, não sei o que me deu mas a sensação de sentir a rola dele esfregando na minha pererequinha era muito boa, depois de um tempo fazendo isso ele parou, tirou a rola dele do meio das minhas pernas se ajoelhou novamente abriu minha bundinha com as mãos e começou a passar a língua no meio dela, quando senti a língua dele tocado no rego da minha bundinha eu não sei porque mas tremi, ele me olhou e disse:
_fica calma princesa, eu só quero senti o gosto do seu bumbum pode fica tranqüila.
_ta bom seu Jorge. Respondi.
Ele então abriu mais minha bundinha e voltou a passar a língua no meio dela, ele passava a língua no meu bumbum e ia ate a minha pererequinha, não seu porque mais eu comecei a gostar daquilo tudo, eu sentia meu corpo tremendo e ficando tipo quente por dentro e eu começava a respirar mais forte, seu Jorge ficou um bom tempo lambendo meu bumbum e minha pererequinha, depois ele parou, se levantou, passou a mão no meu bumbum deu uma apertadinha e disse:
_linda, agora é sua vez de lavar minha rola.
Eu me virei e falei:
_ta bom seu Jorge.
Quando eu fui pegar o pote de sabonete liquido ele disse:
_não pode passar sabonete não linda, tem que ser só com as mãos.
Eu estranhei aquilo, mas fiz como ele mandou, peguei aquela rola grande, grossa e cabeluda com as duas mãos e comecei a esfregá-la, seu Jorge levantou a cabeça e fechou os olhos, eu esfregava e olhava aquela rola e ficava pensando se meu pai tinha aquilo também. Seu Jorge continuava com a cabeça pra cima e respirando forte, aquele negocio parecia que ia crescendo cada vez mais nas minhas mãos, pouco depois seu Jorge me olhou e falou:
_ta gostando de esfregar minha rola princesa?
_sim, to sim seu Jorge. Disse eu.
_achou ela bonita? Ele perguntou.
_não, ela é feia, é muito grande e grossa. Respondi.
_verdade, ela não é bonita mesmo não, mas é muito gostosa, sua tia Ana adora colocar ela na boca, experimenta pra você senti como ela é gostosa. Disse ele.
Eu olhei pra ele, olhei pra rola dele e falei:
_isso não vai caber na minha boca não seu Jorge, ela é muito grande e minha boca é pequena. (risos)
Ele riu e falou:
_calma linda, não precisa colocar ele todo na boca, só a pontinha já da pra você senti o gosto, abre a boca que vou te mostrar.
Eu soltei a rola dele e abri bem a boca, ele então segurou na minha cabeça e foi me puxando fazendo com que minha boca se aproximasse da rola ate que a ponta dela entrasse, entrou só a pontinha mesmo, a rola dele era muito grossa não dava pra entrar mais que a pontinha vermelha, quando entrou eu senti um gostinho meio salgado, não era muito bom, mas também não era muito ruim, só era estanho pra mim colocar uma coisa grande daquelas na boca, não dava nem pra mim mexer com a língua direito, ele deixou ela la dentro por um tempinho, depois ele tirou, soltou minha cabeça e disse:
_e ai princesa do tio, gostou do sabor da minha rola?
_não muito, sua rola é meio salgadinha seu Jorge. Respondi.
Ele riu e falou:
_no começo sua tia Ana também achava ruim, mas depois ela começou a gosta e hoje chupa ela todo dia, vou chamar ela aqui pra te mostrar e você vai ver como ela gosta de chupar minha rola e depois você também vai acabar gostando.
Ele falou isso e chamou a dona Ana, ela rapidamente apareceu na porta do banheiro e perguntou:
_o que foi Jorge? Pra que me chamou?
_e que a nossa princesinha não gostou muito do gosto da minha rola ai eu te chamei pra você mostrar pra ela como você gosta de chupar minha rola e como ela é gostosa. Disse seu Jorge.
_ata, mas sua rola é muito gostosa, vou mostrar a ela como chupar e como ela é gostosa, desliga o chuveiro ai que porque eu não quero me molhar. Disse dona Ana.
Seu Jorge desligou o chuveiro, dona Ana se aproximou de nós, se abaixou pegou na rola do seu Jorge, olhou pra mim e disse:
_a rola dele é gostosa Carlinha, mas você tem que saber chupar pra pode sentir o gostinho dela, primeiro você tem que lamber ela toda como se fosse um pirulito, depois você lambe só a cabecinha dela, e depois você coloca o maximo possível dela dentro da boca, vou te mostrar como se faz.
Dona Ana acabou de falar e começou a lamber a rola do seu Jorge, ela lambeu tudo e depois a colocou quase toda dentro da boca, eu ate me assustei com ela conseguindo colocar aquela rola enorme quase toda dentro da boca, ela ia e voltava com a cabeça fazendo a rola sai e entrar na boca dela, e ela parecia gostar muito de fazer aquilo, porque fazia com muita vontade, depois ela parou, tirou a rola do seu Jorge da boca e disse:
_sua vez princesa, faz igual eu fiz que você vai adorar chupar essa rola gostosa.
Então eu peguei na rola novamente e tentei fazer como a dona Ana fez, lambi-a toda, depois lambi só a cabecinha vermelha e por ultimo a coloquei na boca, mas entrou só a cabecinha, então comecei a movimentar a minha cabeça pra ela entrar e sai como a dona Ana tinha feito, e fazendo como ela me mostrou ate que tava bom chupar a rola do seu Jorge, e acho que ele também tava gostando, porque ele tremia todo e respirava forte, quando parei eu olhei pro seu Jorge e ele me olhava com a cara mais feliz do mundo, então dona Ana disse:
_então princesa, gostou de chupar a rola do Jorge? Ela ficou mais gostosa agora?
_sim, gostei, e o gosto dela ficou melhor mesmo, não ta muito salgado mais não. Eu disse.
_que bom que você gostou linda, a parti de hoje vou deixar você chupar ela todo dia. Disse seu Jorge.
_ta bom. Respondi.
_ja que você gostou pode continuar chupando ela agora princesa, que daqui a pouco vai sair um leitinho quente dela e o Jorge vai jogar ele todo no seu rosto, o leitinho da rola do Jorge é muito bom, você vai gostar. Disse dona Ana.
_isso mesmo princesinha do tio, o meu leitinho é bom e gostoso, hoje vou jogar ele no seu rosto, mas quando você quiser eu jogo ele todo dentro da sua boquinha. Disse seu Jorge.
_ta bom. Respondi.
Eu achava tudo aquilo bom e estranho ao mesmo tempo, mas na minha inocência eu não pensava que era coisa ruim porque não doía e eu tava começando a gosta de fazer aquilo tudo, achava tudo novo e divertido, eu gostava quando eles esfregavam a minha pererequinha e agora eu tava fazendo uma coisa nova que era chupar a rola do seu Jorge, que apesar de feia, grossa e grande tinha um gosto diferente de tudo que eu já havia chupado antes, pensando tudo isso eu peguei a rola dele novamente e fui fazendo tudo de novo, lambia, colocava na boca, lambia de novo; eu estava em pé com o corpo curvado pra frente ai dona Ana se levantou, ficou atrás de mim e me pediu pra abrir um pouco mais minhas pernas, eu fiz o que ela mandou então ela colocou a mão na minha pererequinha por trás e começou a esfregá-la, eu não falei nada porque já gostava de receber esfregadas na perereca, ficamos assim por um bom tempo, eu chupado a rola do seu Jorge e dona Ana atrás de mim esfregando os dedos na minha pererequinha, eu comecei a sentir uma coisa dentro de mim, não sei o que era mas era muito bom sentir aquilo, de repente seu Jorge segurou na minha cabeça, tirou a rola de dentro da minha boca e disse:
_olha pra mim princesa, o meu leitinho vai sair e eu vou jogar ele todo no seu rostinho lindo, fecha a boca.
Ele disse isso e começou a mexer na rola dele, não demorou muito e começou a sair jatos de leite da ponta da cabeça da rola dele, e eram jatos fortes de um leite grosso, quente e melado, caiu leite no meu nariz, olho, cabelo e na boca que estava fechada, meu rosto tava todo sujo com o leite da rola do seu Jorge, e dona Ana continuava atrás de mim esfregando minha pererequinha cada vez mais rápido e forte, quando acabou de sair todo leite da rola do seu Jorge ele disse:
_Ana, vem limpar minha rola e o rosto da noss princesa linda.
Dona Ana então parou de esfregar minha pererequinha, se aproximou so seu Jorge se ajoelhou, pegou a rola dele e começou a chupá-la, chupava com muita vontade tirando o leite que tinha nela e engolindo tudo como se fosse a coisa mais gostosa do mundo, e eu ali parada sem saber o que fazer com o rosto todo sujo, foi ai que dona Ana me olhou e falou:
_Carlinha eu vou limpar seu rosto, mas vou limpar com a boca porque eu adoro beber o leite da rola do Jorge.
_ta bom. Eu respondi.
Então dona Ana começou a lamber o leite que tinha no meu rosto, ela lambia e engolia tudo com muita vontade e enquanto ela lambia meu rosto ela começou a esfregar minha pererequinha novamente, não sei o que tava acontecendo comigo, mas aquilo me fez sentir uma coisa boa que eu nem sabia o que era e do nada eu respirei forte e soltei um “aaaaaiii”, então dona Ana parou de limpar meu rosto me olhou e perguntou:
_ta gostando princesa?
_sim, estou. Respondi sorrindo.
_que bom, sendo assim experimenta um pouco do leite do Jorge, acho que você vai gostar do sabor. Disse dona Ana.
Então ela passou o dedo num pouco de leite que tinha no meu rosto e levou ate a minha boca, eu lambi o dedo dela pra senti o gosto daquele leite grosso e quente, mas não gostei não, era melado e salgado, foi a coisa mais ruim que eu já comi na vida. Eu cuspi e falei:
_credo, esse leite é muito ruim, eu não quero tomar ele não.
_tudo bem linda, não precisa comer ele não, da próxima vez eu vou jogar ele no seu corpo pra não suja seu rosto. Disse seu Jorge.
_bom, já que você não gostou eu vou lamber ele todo. Disse dona Ana.
Ela então voltou a lamber o resto do leite que tinha no meu rosto, e quando ela foi lamber o que tinha perto da minha boca ela passou a língua nos meus lábios, e não sei por que, mas eu ate gostei daquilo, dona Ana acabou de lamber todo leite que tinha no meu rosto, deu mais uma chupada na rola do seu Jorge que estava mole e menor, se levantou e disse:
_acabem de tomar banho que já ta quase na hora da Carlinha ir pra escola. Ela falou isso e saiu do banheiro.
Seu Jorge ligou o chuveiro e começamos a tomar banho novamente, ele estava muito feliz, dava pra ver isso no rosto dele, e a rola dele ficava cada vez mais mole e menor, eu olhava e pensava em tudo que aconteceu ali, e apesar de não saber o porquê daquilo eu tinha gostado de tudo, menos do gosto do leite da rola do seu Jorge, durante o banho seu Jorge me pediu pra chupar a rola mais um pouco, ela agora estava mole e pequena, deu pra colocar mais da metade dela dentro da minha boquinha, ele também deu mais umas esfregadas na minha pererequinha e passou bastante a mão no meu bumbum, acabamos o banho e fomos pro quarto deles no enxugar e vestir nossas roupas; não sei o que aconteceu comigo, mas enquanto eu estava sentada na cama vestindo minha calcinha eu olhei e o seu Jorge estava em pé pelado enxugando o rosto, eu olhei pra rola dele, que ainda estava mole e pequena, e sem pensar duas vezes eu me aproximei peguei ela e comecei a chupá-la, acho que ate o seu Jorge se assustou com o que e fiz, porque ele ficou me olhando de uma forma diferente, como se estivesse admirando o que eu tava fazendo, eu tava chupando a rola dele sem ele pedi e tava gostando muito de fazer aquilo, eu continuei chupando e ela começou a crescer na mina boca, eu a lambia toda, chupava a cabecinha, apertava ela com as mãos, eu tava me divertindo com o meu novo “brinquedo”, seu Jorge me deixou chupar ela por um bom tempo e depois em mandou parar porque eu poderia me atrasar pra escola, mas ele disse que no outro dia eu poderia chupá-la de novo, então eu parei e fui continuar me vestindo, mas antes de eu começar o seu Jorge disse:
_princesinha do tio, deita na cama ai que o tio vai fazer uma coisa muito gostosa com você.
_ta bom. Eu disse isso e me deitei na cama.
Seu Jorge então se aproximou de mim, tirou minha calcinha, abriu minhas perninhas e começou e passar a língua na minha pererequinha, no começou eu comecei a sentir cócegas, mas depois fui sentindo uma coisa muito boa que eu na sabia o que era, mas sei que era muito bom, ele continuou lambendo minha pererequinha e eu não sei por que comecei a mexer o quadril, respirar mais forte e sem querer soltei um “aaaiiii”, seu Jorge me olhou, sorriu e voltou a lamber minha pererequinha, tava muito bom sentir a língua dele passando por ela, mas ai dona Ana entrou no quarto olhou o que estava acontecendo e disse:
_Jorge, pare, amanha você brinca mais com a Carlinha, agora ela precisa acabar de se arrumar senão vai acabar se atrasando pra ir pra escola.
_ta bom Ana. Respondeu seu Jorge se levantando da cama com cara de triste por ter que parar o que estava fazendo.
Eu também fiquei triste porque tava gostando se sentir a língua dele na minha pererequinha, mas não disse nada, apenas me levantei, vesti minha calcinha novamente e continuei vestindo minha roupa de escola, quando acabei de me vesti eu fui pra cozinha onde estava a dona Ana, chegando la ela me olhou e falou:
_princesa, senta ai que já vou arrumar o seu almoço.
_ta bom dona Ana. Eu respondi.
Ela me serviu o almoço acompanhado por um copo de suco, me deixou ali almoçando e foi pro quarto onde seu Jorge ainda estava, então eu comecei a os ouvir conversando.
_hoje dia foi maravilhoso, as brincadeiras com a Carlinha estão ficando cada dia melhor, mal posso esperar pelo dia de amanha. Disse dona Ana.
_eu também não posso esperar, colocar ela pra chupar minha rola foi a coisa mais gostosa do mundo, e acho que ela também gostou, porque quando a gente tava aqui trocando de roupa ela começou a me chupar sem eu pedi. Disse seu Jorge.
_que bom, que ela continue assim, gostando de tudo, essa menina é muito linda e vamos brincar muito com ela, em breve vou começar a colocar ela pra chupar minha buceta, mas vou com calma pra não assustá-la. Disse dona Ana.
_verdade, vai com calma, e antes de colocar ela pra te chupar você tem que depilar essa bucetona sua, ela ta muito cabeluda e isso pode assustá-la. (risos) Disse seu Jorge.
_seu chato (risos) eu vou depilar ela mesmo, e quando eu fizer isso você tem que me chupar também, eu vi você chupando ela e fiquei com vontade de sentir sua língua de novo. Disse dona Ana.
_eu chupei ela gostoso, e acho que ela gostou disso também, porque quando eu tava chupando ela começou a rebolar de leve e ate gemeu baixinho. Disse seu Jorge.
_isso é bom, pra ela continuar gostando de tudo temos que continuar brincando com ela do mesmo jeito, sem apresar nada, não podemos correr o risco de perde essa novinha linda e gostosa. Disse dona Ana.
_verdade, vamos com calma, essa semana a gente continua só com as mesmas coisas, ai semana que vem você começa a colocar ela pra te chupar a buceta e você chupa a dela também. Disse dona Ana.
Eu ouvia tudo enquanto almoçava e ficava pensado em como seria a dona Ana chupando minha pererequinha, porque esfregar ela com os dedos ela fazia melhor que o seu Jorge, então chupando ela devia ser melhor também, enquanto eu pensava nisso dona Ana e seu Jorge voltaram pra cozinha, eu acabei o meu almoço e fui ao banheiro escovar os dentes, quando retornei os dois estavam almoçando; não demorou muito e o escolar buzinou la fora, estava na hora de eu ir pra escola, me despedi do seu Jorge e ele me deu um abraço, um beijo na bochecha e passou a mão na minha bundinha e na minha pererequinha por cima da calça jeans que eu usava, fui a sala pegar minha mochila e depois dona Ana me levou ate o portão como fazia todos os dias, mas antes dela abrir o portão ela me deu um beijinho na boca e passou a mão na minha pererequinha por cima da calça, eu sorri, ela abriu o portão e eu entrei no escolar pra ir pra escola.
No caminho pra escola eu fiquei pensando em tudo que tava acontecendo entre o seu Jorge a dona Ana e eu, no que eles faziam comigo e no que eles mandavam eu fazer com eles, e apesar se acha tudo estranho eu tava gostando de tudo e queria fazer aquilo todo dia com eles, e por isso nem pensava em contar aquilo pro outros, eu ficava com medo de contar e alguém mandar a gente parar e nunca mais alguém fazer igual comigo, por isso eu guardava segredo de tudo.
E depois daquele dia seu Jorge me deixava chupar a rola dele diariamente, na hora dos desenhos na TV em vez de ele me mandar sentar no colinho dele ele mandava era chupar a rola dele e eu chupava com muita vontade e ele jogava o leite dele sobre meu corpo, ele enfiava a mão dentro da minha roupa pra esfregar minha pererequinha, e as vezes ele me mandava era tirar tudo e ficar pelada o dia todo; dona Ana esfregava minha pererequinha e mandava-me esfregar a dela, eu não tomava banho sozinha mais, tava sempre acompanhada de um ou outro e as vezes os dois juntos e eu gostava cada vez mais das brincadeiras que eles faziam comigo, eu tinha ate vontade que minha mãe e meu pai fizessem o mesmo comigo mas isso nunca aconteceu e eu sempre tinha que esperar eu ir pra casa do seu Jorge e da dona Ana pra brincar daquele jeito com eles, e eles brincaram comigo por um bom tempo, por 4 anos pra ser mais exata, e aqueles foram os anos mais felizes da minha vida.

Bom pessoal espero que tenham gostado no inicio da minha historia, se é real ou não isso eu deixo por conta do julgamento de vocês, em breve eu volto pra continuar contando tudo que aconteceu entre seu Jorge, dona Ana e eu, beijos a todos e ate a próxima.