Eu eu meus primos


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É engraçado como a convivência com certas pessoas desde a nossa infância modificam a vida da gente.

Desde que me conheço como gente, vivia cercado com meus primos e primas. Morávamos num quintal grande, onde viviam 5 tios e seus filhos. Eu era uma nas menores de todos, pois quando eu tinha 7 anos, só dois primos eram menores que eu, os demais, tinha de todas as idades, variando de 8 a 15 anos.

E foram nas brincadeiras de quintal, que fui descobrindo o sexo.

Os meninos faziam de tudo com as meninas, e eu não ficava fora das brincadeiras deles. Nas brincadeiras de esconde-esconde, já com 7 anos, já levava dedadas no cu, e eu adorava me esconder com o primo Rogério, além de ser o mais velho (15 anos), é o que ficava enfiando o dedo no meu cu enquanto a gente se escondia dos outros.

O Primo Eduardo, tinha na época 13 anos, e ele fazia eu mamar na pica dele e quase todos os dias, todas as meninas tomavam o leitinho do primo Edu. tinha também o primo Anselmo (14 anos), esse adorava brincar de papai-e-mamãe, e eu adorava ser a mamãe dele, ele me levava pra cama, tirava toda a minha roupa e me chupava inteira.

Quando estava com 10 anos, o primo Anselmo me colocou de quatro uma vez e começou a forçar a entrada do meu cu, até que entrou só a cabeça. Não podia gritar senão minha avó poderia escutar e fuder com tudo, então, tive de receber aquela pica enorme rasgando meu cu sem poder gritar. Doeu muito naquele dia, mas os depois, eu não via a hora dele me levar para o quartinho e meter rola na minha bunda.

Não demorou muito pros outros primos saberem e também quererem dar uma trepadinha na minha bunda. Um dia, meus cinco primos me comeram o cu todos ao mesmo tempo, fizeram até uma fila, vinha um, enfiava, dava umas bombadas e gozava, dai vinha outro, enfiava, dava umas bombadas e gozava. Naquele dia, caguei mais porra do que merda.

Eles gostavam de me pegar pois quando tinha 10 anos, minhas primas, a mais nova já com 14 anos, já não deixavam os meninos se divertirem, mas eu adorava tudo aquilo, e quanto mais atenção eu ganhava deles, melhor pra mim.

E foi num dia, quando tinha 12 anos, minha avó e tias tiveram que sair por causa de um falecimento, e eu fiquei aos cuidados do primo mais velho, que na época já estava com 19 anos, quase 20, e dos meus outros primos

Eles me levaram pra minha casa e falaram que naquele dia eu seria a mulherzinha de todos eles, e que todos iriam me fuder inteira, que eu iria fazer de tudo com eles. Fiquei apreensiva na hora, pois nunca tinha dado a buceta, só pra ser chupada, e os cavalos começaram a me estuprar.

O primeiro a meter foi o Rogerio, achei que ele ia ser mais gentil, tirando a minha virgindade, mas não, ele já veio pincelando seu pinto na minha buceta e enfiou com tudo. Eu gritei da dor que senti, e o safado começou a meter com força na minha buceta, enquanto os outros primos, ou chupavam meus peitos, ou dava suas rolas para serem chupadas.

Confesso que a dor e o medo ficaram só nos primeiros minutos, pois depois disso, eu estava adoram cada estocada que o Ro dava dentro de mim. Quando ele gozou dentro de mim, me virei e sentei na pica do Anderson, e eu estava la cavalgando na rola dele, quando sinto um pinto querendo entrar na minha bunda. Era o Rogerio.

nessa hora me senti a mais vadia das meninas, pois estava com um pinto na buceta, outro no cu, outro na boca e estava batendo para dois pintos.

neste dia, meus primos acabaram comigo, meteram em mim de todas as maneiras, levei surra de pica na cara, acabei com duas rolas na buceta ao mesmo tempo e levei gozada em todos os lugares.

Quando terminou, eu quase não andava direito, pois meu cu doía, minha buceta doía, doía tudo, mas eu estava satisfeita , pois nunca tinha gozado tanto na minha vida. Minhas outras primas tentavam me convencer a parar com aquilo, mas eu não dava atenção pra elas. Tinha virado uma vadia.

Vivemos assim até eu fazer 14 anos, quando meus pais compraram um apartamento e já não ficava mais direto com eles. Mas agora, eu fazia a alegria dos meninos do condomínio, mas sempre tinha um espaço dentro de mim para as rolas e línguas dos meus queridos priminhos.