Danone


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Meu nome é Anselmo, sou publicitário tenho 31 anos, mas aparento ter bem menos. Há quatro anos atras conheci Vanice, ela veio trabalhar na agencia, era casada, mãe de uma menina, com seus 23 anos era bem resolvida, determinada, inteligente, independente, enfim…. O esteriótipo de uma mulher moderna atual. Depois de um ano, ela se separou do marido. Tinha casado jovem, era de uma cidade pequena, ai veio pra cidade grande, se formou, teve novas experiencias, e acabou descobrindo que o casamento era perca de tempo. Quando se separou, sua filha estava com dois anos. De acordo com ela, isso foi a pior parte de se separar. Não tinha com quem deixar a criança, era uma confusão. Quando ela era casada, ela dividia o tempo com o marido, e a criança estava sempre bem cuidada, agora, Vanice estava meia estabanada com o fato de não saber com quem deixar a menina. Depois de muito sufoco, ela passou a levar a criança para o trabalho. No começo, as pessoas estranharam, mas como a menina é muito boazinha, acabou virando o mascotinho da agencia. No principio Joana (Filha da Vanice) chorava um pouco, fazia uma birra ou outra, mas Vanice não dava moleza, não deixava Joana abusar. Lembrava a menina que quem mandava era ela, e assim Joana foi se acostumando. Vanice ficava na sala dela com a menina, e não incomodava em nada. O tempo foi passando, e ter Joana dentro da agencia se tornou parte da rotina… Na parte da manhã, ela ia pra escola, e a tarde, ficava com a mãe no trabalho. A medida que a agencia ia crescendo a equipe tinha que trabalhar cada vez mais, sendo assim, Vanice já estava considerando pagar uma baba ou deixar Joana na escola em tempo integral, porem, nos dizíamos que não era necessário, que a menina lá, não atrapalhava nosso desempenho, que fazia bem para a menina estar com a mãe a maior parte do tempo e tal… O dias foram passando, Vanice começou a se relacionar com uma colega de trabalho chamada Telma. Ela é jovem, tem 22 anos, moderna, cheia de estilo, descolada, atual, enfim… O esteriótipo perfeito dos jovens de hoje em dia: Adepta ao poli amor, ao amor livre, a poder experimentar tudo e todos, não tem uma sexualidade definida, pega mulher, homem, enfim… Essa geração atual tem um problema terrível em fazer suas próprias escolhas. Acham que pode ter tudo, não precisam escolher nada, mas enfim, esse é outro papo.

Vanice entrou nessa de experimentar novas possibilidades, começou a ficar com Telminha, e estava muito feliz. Ela saiam muito, estavam sempre juntas, e o melhor, não afetava em nada a produtividade delas no trabalho. Pelo contrário, deixou Vanice mais animada, feliz, criativa e entusiasmada. Vanice não se dava muito com a família, depois que começou a ficar com uma mulher, então… Piorou ainda mais! Seu ex-marido tentou pegar a guarda de Joana, fez um drama danado, sua família à hostilizava, chamava ela de sapatão, dizia que ela era a vergonha da família, que ia pro inferno, enfim… Família conservadora é foda.

No meio desse tumulto todo, com o crescimento da agencia, houve uma reestruturação, e eu comecei a dividir a sala com a Vanice. Eu de um lado da sala, e ela e Joana, de outro. A essa altura do campeonato Joana ja estava com 5 anos e super adaptada ao ambiente de trabalho da mãe. Ficava quieta, fazia suas tarefas, via filmes no nootbook, dormia no sofá, brincava discretamente ao lado da mãe, enfim… Fazia tudo que uma criança tem que fazer durante o dia, inclusive comer. Toda tarde, por volta das 15:00h, antes de dormir Joana comia. Vanice levava lanches de casa, a menina sentava no sofá, se alimentava, e depois, tirava uma sonequinha maneira. Todo mundo da agencia tinha inveja da sonequinha que a menina tirava durante a tarde, inclusive eu. Meu sonho é poder dormir a tarde desse jeito.

Minha mesa do escritório é em formato de um “L” sendo que a parte menor fica meu computador, e é de frente ao sofá onde Joana fica. Seu lanche preferido é Danone, ela levava todo santo dia, e eu comecei a perceber como ela tomava aquilo. Nossa… Começou a me excitar de mais! No começou, eu achei um absurdo, me assustei comigo mesmo, tentava enviar o olhar, mas não dava, era mais forte do que eu… A menina lambia, chupava, passava a língua na borda do potinho, babava a colher, sua boca ficava toda lambuzada com aquela textura branca, ficava toda sapequinha em cima do sofá… Pra piorar, a menina é linda de mais, ela se parece com a Clara Castanho, uma atriz mirim, Enfim… Eu sabia que era errado, um absurdo, um crime, mas não conseguia evitar: So conseguia imaginar Joana chupando meu pau do mesmo jeito que ela tomava danoninho. Todo santo dia eu ficava de pau duro assistindo Joana tomar danone. E Vanice, nem desconfiava que eu tinha um tesão filho da puta na filha dela. As vezes ela deixava cair no braço ou no sofá… Quando caia no braço, ela lambia de um jeito muito sacana. Eu sei que parece loucura, porque a criança não tem essas maldade, mas é só você vendo pra acreditar em mim, não tem como explicar. Ela lambe o braço com tanta luxuria que eu quase gozo na cueca. Muito safada! Ja cheguei ao ponto de ir para o banheiro tocar uma punheta pensando nela. Quando caia no sofá, ela pegava uma toalha dentro da mochila dela, ficava de joelho no chão ou em cima do sofá, e limpava como se tivesse limpando minha gozada que respingou por ali. Eu ficava doido com ela, sem comentários! Qualquer pessoa que visse ela comendo daquele jeito pensaria a mesma coisa, porque era impossível não associar uma coisa com a outra. Uma vez, nosso estagiário entrou na sala, e ela estava comendo, o moleque olhou sem disfarçar, sorte que a Vanice não viu. Quando eu reparei, dei um toque nele disfarçadamente para ele não perceber que eu sabia no que ele estava pensando… A menina é impossível!

Atualmente ela esta com 6 anos, no começo do ano, tivemos muito trabalho, saiamos da agencia por volata das 20:00h… Um dia, estava todo mundo cansado, louco pra ir pra casa, e nos estávamos resolvendo um problema de uma campanha que o cliente ja tinha recusado três vezes, quando Joana começou a comer. Na minha sala estava eu, Vanice, Telma e Marlucio… Nos decidíamos nossa estratégia e Joana comendo nas costas da Vanice e do Marlucio, sentada no sofá, Telma, estava na quina da mesa, na minha lateral direita, e eu de frente para Vanice e Marlucio do outro lado da mesa. Eu não conseguia tirar o olho de Joana se lambuzando com a porra do danone. Eu estava cansado, ai que me distrai mesmo, viajei. Mó merda! Nesses 3 segundos que me distraí, Telma percebeu que eu estava olhando pra Joana e maliciando aquela situação. Quando eu voltei a mim, ja dei de cara com a Telma me olhando… Nossa, foi a coisa mais constrangedora que aconteceu na minha vida inteira, queria me esconder num buraco escuro, e não sair de lá nunca mais. Pra piorar, eu estava com pau duro, a desgraçada da sapatão viu. Meu olhar cruzou com o dela, e ela me julgava com os olhos, foram os piores 5 segundos da minha vida.Tentei voltar para o foco da reunião de imediato, mas não consegui. Foi humilhante, sem falar que ela poderia contar pra Vanice, afinal, elas eram parceiras… Ai sim, eu estaria fudido! Pagaria de pedófilo, ia foder minha vida inteira. Pedi licença, e sai da sala… A parede é de vidro, do lado de fora da sala ainda dava pra ver Telma me encarando com os olhos. Eu respirei fundo estressado, ate sair do campo de visão dela. Fui para cozinha, e me punindo psicologicamente, só remoía a merda que eu fiz. Me perguntava “como eu poderia ter dado um vacilo daquele?” Queria socar a minha cara de tanto ódio de mim mesmo. Passou uns 3 minutos e Telma veio atras de mim. Entrou sorrindo na cozinha porque estava falando com Vanice, quando me olhou, deu um sorriso sarcástico de canto de boca, e enquanto abria a geladeira me disse: “Éhh, num é mole não. Mas relaxa, que acontece. Ja aconteceu comigo também. É complicado!” Pegou uma água, colocou no copo e começou a rir! Eu respirei fundo aliviado, quase desmaiei de alivio com a reação dela… Telma concluiu reafirmando que eu podia relaxar, que era besteira, que me conhecia, e não ia dar em nada. Voltamos para a bendita reunião!

Em março a correria continuava, nossas horas extras passaram a ser permanentes, porem no final do mês as coisas começaram a se acalmar, mas como estávamos acostumados a ficar la ate as 20:00h no minimo, nossos corpos já tinham se adaptado, parecia que tínhamos nos acostumado. Numa noite de sexta feira acabou o expediente, e percebemos que o trabalho também tinha terminado, ficamos felizes e decidimos ficar lá comendo uma pizza, bebendo uma cerveja, fumando uma maconha, conversando, rindo, enfim… Nossa equipe é pequena, unida, somos em 13 pessoas ao todo, então é bem frequente nossos happy houers às sextas feiras pra relaxar. Nesse dia ficamos em 6 pessoas, bebemos muito, fumamos um, trocamos ideias, no final, por volta das 22:00h só estava eu, Telma, Vanice, e o “Paradinha” (Apelido do Lucas. Trabalha com a gente e é gay) e a Joana dormindo no andar de baixo na nossa sala. Estava todo mundo meio louco, chapado, rindo atoa, quando Lucas começou com um papo que estava solteiro a muito tempo, que tinha inveja da Vanice e da Telminha, que queria um lance mais serio, que estava cansado de ficar na putaria e tal… Interagimos na conversa, e a Telma diz: “É o Anselmo também ta precisando namorar, porque fica de pau duro assistindo a Joana tomar danone.” E começou a rir… Eu fiquei morto de vergonha, super constrangido com medo da reação da Vanice, mas ela foi a que mais riu. E o Lucas complementou com: “Num te disse Vanice, ela toma aquilo parecendo que ta chupando uma piroca; Eu já falei pra Vanice, mas ela fica me zoando. Acho que a Vanice deixou essa menina ver alguma coisa que não deveria.” E nós caímos na risada! Telma no meio da gargalhada disse que quando ela me viu olhando, e pensando sacanagem, eu fiquei constrangido, fiquei vermelho igual um pimentão, e todo mundo me zoou. Vanice levou na esportiva, disse que ela fazia isso porque ela (Vanice) educou a filha muito independente, ensinando ela fazer tudo sozinha, então ela aprendeu a tomar meia desengonçada, mas que não tinha maldade, e concluiu afirmando que nós é que eramos tarados. Lucas já deu um pulo estérico dizendo que não era tarado que nem “gostava do babado”, mas que era estranho ver como ela fazia. Telma exclamou que tinha falando com a Vanice também, mas ela desconsiderou, e eu aproveitei, e me desculpei; falei que fiquei excitado mesmo mas foi involuntário, que não tem nada a ver com a Joana em si, e sim com a maneira que ela tomava o danone. Vanice estava meia chapada, e me disse que tudo bem, que ia relevar, que confiava em mim, e tal… Telma cheia de gracinha como sempre, sugeriu que Joana era boa de chupar igual a mãe. Rimos muito e fomos em bora depois de alguns minutos, mas eu continuava cheio de tesão. A partir da outra semana Vanice parou de dar comida pra Joana dentro do escritório, e assim continuou até junho… Eu via uma vez ou outra Joana comer o danone dela, porem, dessa vez me dediquei a disfarçar bem. O fato dela esconder, me atiçou ainda mais, e eu estava determinado a fazer Joana chupar meu pau.

Me lembro como se fosse hoje, no dia 14 de junho de 2016, uma terça feira, Vanice tinha uma reunião com um cliente, Telma que sempre estava de olho não estava indo trabalhar atarde por conta um curso que ela estava fazendo. Lucas também iria para a reunião com a Vanice, e Joana ia ficar dormindo na nossa sala sozinha. Era a minha oportunidade. Joana é um pouquinho gordinha, não muito. Do tipo que se não cuidar, ela corre o risco de ficar um pouco acima do peso, nem chega a ser gorda. Mas a Vanice é obcecada com isso, a menina tem uma alimentação super regrada, então ela só pode comer um danone por dia, não mais do que isso. Como eu sabia disso, decidi me aproveitar. Quando todos que poderiam me atrapalhar saíram eu fui ate minha sala, e Joana estava de perninha de índio em cima do sofá assistindo alguma coisa no computador. Eu comecei a dizer que tinha tomado um danone e perguntei se ela queria, ela resistiu um pouco dizendo que a mãe ia brigar, que não podia, mas eu disse que não contaria para ninguém se ela não contasse. Disse que seria nosso segredo. Ai ela concordou… Pedi que ela me encontrasse la no terraço, que é o lugar onde fazemos nossos happy houers, e não tem ninguém la no horário de trabalho. Ela foi, e depois eu subi. Comprei oito danones e mostrei pra ela… Quando eu entreguei um, ela me perguntou onde estava a colher, eu sentei na cadeira na frente dela e disse que a colher estava comigo, e que hoje ela tomaria numa colher especial secreta, que fazia parte do nosso segredo. Coloquei meu pau pra fora que ja estava duro, peguei uma colher verde de plastico descartável, dessas de tomar sorvete, peguei o pote de danone da mão dela, peguei um pouco com a colher e passei no pau, e disse: “Pronto, agora lambe, igual você faz no pote.” Ela me olhou meio desconfiada, foi chegando perto bem devagar, abaixou a cabeça, e passou a lingua… Nossaaaa, eu nem tenho palavras. O gelado do danone em contraste com o quentinho da linguinha dela encostando no meu pau, pqp, foi incrível. Eu peguei mais, e labuzei meu pau… Ela foi perdendo a timidez e foi fazendo meu pau de colher, eu fazia ela limpar ate a ultima gota de danone no meu pau. Quando a boca dela ficava suja, eu limpava com a rola, acabei com cinco potes de danone no primeiro dia. Quando gozei, tive que disfarçar, e gozei em um pote vazio de danone pra ela não ver, não se assustar, e querer fazer de novo. No final, descemos, eu falei pra ela que não podia contar pra ninguém e a vida segui. Demorou um pouco para fazermos de novo, uns 15 dias mais ou menos, mas fizemos a segunda vez. Vanice me pediu para busca-la na escola, porque ela estava sem carro, e eu fui, claro. Nesse dia estava uma chuva terrível, eu cheguei na escola, peguei a Joana, e perguntei se ela queria danone sem colher de novo, e claro que ela disse que sim. Fui no mercado comprei 4, despejei tudo dentro de uma vasilhinha de plastico, e fiz ela me chupar no estacionamento do mercado. Lambuzava meu pau, e ela caia de boca, lambia tudinho, me babava inteiro. Meu pau é grosso, não cabe tudo dentro da boquinha dela, Joana só consegue colocar um pouco mais da metade da cabeça do meu pau dentro da boca, mas pra mim já é o suficiente, ela chupa muito gostoso. Eu seguro o cabelinho dela, mergulho meu pau no danone, e ela mama feito louca. Seu queixo, seus lábios, bochechas, ficam todos lambuzados de danone. Suas mãozinhas ficam sujas e ela limpa na toalhinha dela… Me lambe inteiro, e fica me olhando com um olhar bem inocente, doce, meigo, me mata de tesão. Mas eu não gozo em cima dela, sempre que vou esporrar, dou um jeito de não interagir com ela. Depois disso, se tornou frequente, na mesma semana, fizemos mais uma vez, desde então tenho colocado Joana pra me chupar com guloseimas sempre que tenho oportunidade. Ja fiz com Danete, pudim e claro, danone. Nos viajamos para Gramado nas ferias, foi eu, Telma, Vanice, e uma outra colega de trabalho, e eu fiquei mais tempo com Joana, foi incrível. Não tenho vontade de comer ela, mas morro de tesão naquela boquinha bagunceira. Me lambuza inteiro. Joana já esta adaptada, já sabe oque fazer, chupa a cabeça do meu pau deu um jeito inacreditavelmente bom, mas ela não encara de modo sexual, não tem prazer sexual nisso… Ainda acha que a unica coisa errada é que ela esta comendo besteira escondida da mãe dela.