Nudismo com a tia e prima paraense (Parte I)


Click to Download this video!

Olá, meu nome é Yuri, tenho 18 anos.

Na época que se passa o conto, eu tinha dezesseis. Pois bem: moro com minha mãe e meu pai em Guarulhos e jamais tinha deixado o Estado de São Paulo. Não havia nenhum motivo específico senão o fato de eu não gostar de viajar. No entanto, lá para outubro, eu estava conversando com uma guria pelo Facebook. Ela era do Pará. A família de mamãe era de lá e, portanto, ela ainda tinha algumas parentas na região. À saber, sua irmã mais nova, Alessandra, com seus trinta-e-alguma-coisa. Ficou combinado entre eu, mamãe e Alessandra que eu ficaria uma semana com a minha tia, veria a guria e voltaria.

Eu já conhecia a Alê. Ela teve uma filha, Natália, com vinte e anos e, desde então, dedicava todo o tempo do mundo a menina, já que o pai a abandonou. Mesmo assim, ela, juntamente com a Naty, agora com quatorze, vinham até SP com alguma regularidade quando eu era mais novinho. Depois, acho que por dinheiro, começou a vir menos, embora ainda assomasse de vez em quando.

Alê e Naty eram muito parecidas uma com a outra. Um rostinho redondinho e delicado, com as maçãs do rosto meio protuberantes – mas não muito!, seios em forma de gota, de tamanho médio para grande e bunda bem lapidada, ainda que pequena. E, por fim, e o que eu mais gostava, cabelão preto e pele branquinha – que realçava mais ainda o cabelo. Achava-as lindas, mas sempre de forma inocente – o incesto não é natural para a maioria de nós.

De qualquer forma, ao chegar na casa delas em um domingo, tudo parecia muito comum. Ficou combinado que eu veria a guria na quarta e iria embora no domingo que vem, segundo o protocolar. Eu estava bem confortável, já que eles me deram da melhor comida e conversa. Uma maravilha.

O único problema era o calor infernal. PQP. Eu não sei se vocês conhecem o Norte, mas é um lugar quente e com espetos: verdadeiro inferno. Em certa noite, percebendo que eu estava suando em bicas na varanda, a minha tia, sempre muito educada, comentou:

– Pode ficar mais a vontade. Tira a camisa, não tem problema não.

Eu juro que, em outra situação, ficaria encabulado, mas tava MUITO calor. Assim, com o aval dela dado, tirei a camisa e fiquei curtindo um pouco aquela liberdade térmica. Ela riu, comentou que, mesmo vivendo desde a infância, não se acostumava de jeito nenhum.

– Inclusive, eu também costumo tirar a camisa. Você não se incomoda, né? Direitos iguais, afinal, haha.

Eita. Eu dei uma risada sinceramente inocente. Quer, sei lá, achei que ela tava brincando. E, rapaz, tava nada! Ela realmente tirou a camisa e ficou de sutiã na minha frente, conversando comigo. Tive muito receio de parecer desrespeitoso – ela claramente confiou em mim – e, então, evitei olhar.

Mas quem é homem sabe. A consciência, a moral, o pudor, nessas horas, ficam de lado. E parece que quanto mais força eu fazia para virar de lado, para olhar para os olhos, mais eu ficava focando nos peitos, que agora pareciam enormes para um virgem feito eu, da Tia Alessandra.

Acho que dei tão na cara que, uma hora, ela levantou de forma meio abrupta. Gelei. Entrou. Fiquei na varanda com cara de demente, achando que ela ia me mandar de volta, que ia dar sermão, não sei. No meio disso, ela volta, junto com a Naty que, Deus, também estava de sutiã!

– Que calor absurdo! – disse minha prima.

Os peitos dela, pela idade, eram menores, mas ainda grandes. E tinham algumas pintas suaves ao longo deles, sabe? Bem pequenas, mas que davam uma sensualidade grande.

E fiquei lá, parecendo um cabide de duro, com aquelas duas mulheres lindas semi-nuas do meu lado. Fiquem na imaginação o que ocorreu que, mais tarde, conto o resto!