A sobrina e o tio

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Os pais de Aninha faleceram em um acidente quando ela ainda havia completado quinze anos, foi quando ela teve que morar com seu Tio que vivia em outra cidade, o qual tinha 40 anos mas aparentava muito mais e que pouco falava. Até então ela tinha o visto poucas vezes, mas em todas ele fez questão de ter contato físico, sendo através de um forte abraço (no qual fazia questão de apertar seu corpo junto ao dele) ou até mesmo em pequenas brincadeiras, das quais sua mão sempre escorregava entre as coxas de aninha.

Ao chegar na casa percebeu que seu tio vivia sozinho e que sua casa era muito afastada das outras da vizinhança. Ele logo a conduziu a um quarto, o qual passou a lhe pertencer, disse que teria que ir buscar mantimentos no centro da cidade, mas que ela poderia ficar a vontade para conhecer toda a casa.

Era uma casa média, mas aconchegante. Com apenas dois quartos, sala, escritório, cozinha, área de serviços e um amplo quintal. Ela já havia circulado por toda a casa quando resolveu entrar no quarto do tio, com o objetivo de tentar conhecê-lo melhor. Cama arrumada, tudo em ordem e muito limpo, então ela abriu o guarda-roupas e se deparou com diversos DVDs de filmes pornográficos e fotos de garotas nuas, e todas eram muito jovens. Ouviu o barulho na casa e saiu correndo do quarto quando percebeu que seu tio havia chegado.

Ela já estava vestida mais a vontade, um leve vestido que marcava seu juvenil corpo, embora muito nova, já exibia formas sensuais. Seios médios, cintura fina, bumbum empinadinho que muito combinava com seu rosto de garota levada.

Já o seu Tio Carlos exibia sempre um rosto fechado, quase não falava e estava sempre pensativo. Magro, com expressivas rugas e início de calvície.

Jantaram juntos e logo após o tio a chamou para conversar, em poucas palavras disse que na casa quem manda é ele e que o papel dela era obedecê-lo sempre, caso contrário a colocaria na rua. Disse que se quisesse ficar na casa teria que ajudá-lo na arrumação, pois não gosta de nada fora do lugar e iria pensar em uma forma para ela pagar a estadia e os gastos que teria. Sem palavras a mandou ir dormir…

Chorando Aninha colocou sua camisola e foi dormir. De madrugada acordou com o barulho da tv, se aproximou lentamente da sala e avistou seu tio assistindo um filme pornô, no qual havia uma jovem chupando o pau de um homem. Ela nunca havia beijado e nem visto nenhum filme assim. Deu mais alguns passos e percebeu que o Carlos estava segurando seu grande e grosso pau fora da calça e fazendo leves movimentos, voltou lentamente para o quarto e deitou-se na cama, se cobriu assustada pensando no que acabou de ver.

Foi quando ouviu passos em direção ao seu quarto, fechou os olhos e percebeu a presença dele em seu quarto. De repente seu lençol começou a ser puxado a deixando com o bumbum e sua belas coxa de fora, sua camisola estava levantada acima da calcinha e mesmo com muita vergonha teve medo de reagir. Ele ficou ali em pé olhando aquela princesinha na cama e a desejando enquanto se masturbava, sentiu que ia gozar e se aproximou um pouco mais ejaculando em suas pernas. Observou seu leite naquele corpinho e saiu.

Aninha sentiu algo quente escorrendo em sua pele, mas teve medo de olhar.

No dia seguinte acordaram cedo, seu tio olhava firmemente para seu corpo, mas como se nada tivesse acontecido. Passou o restante do dia trancado em seu escritório enquanto ela se revezava entre assistir tv e ouvir música, ainda não estava matriculada em sua nova escola e não conhecia ninguém da vizinhança.

Ao fim da tarde foi tomar banho, entrou no banheiro, tirou a roupa e embaixo do chuveiro começou a pensar no ocorrido. Foi quando percebeu que estava sendo observada, a porta foi sendo aberta lentamente e seu tio entrou no banheiro, ela tentou esconder seus seios e sua linda buceta com as mãos, então ele gritou:

– Tire as mãos, quero vê-la nua e não me faça falar de novo! Hoje só vou te olhar.

Começou a chorar e deixou que ele observasse seu lindo corpo. Lindos seios, barriguinha retinha e os poucos pentelhos que encobriam sua bucetinha. Ele não aguentou e tirou seu pau pra fora e mandou que ela ficasse ali sob os seus comandos. Analisou a frente de seu corpo, enquanto ela mantinha os olhos fixos no seu pau.

O ritmo da sua punheta aumentava com a voz dela pedindo pra parar, pois estava muito envergonhada. Mandou ela ficar de costas pois queria ver sua bunda, ela prontamente se virou, mandou que ela abrisse mais as penas e inclinasse o corpo, então pode ver seu cuzinho e uma parte da sua saliente buceta.

O medo e o domínio excitava aquele rude homem, que ainda mais excitado a mandou sentar-se em cima do vaso sanitário que estava fechado e abrir a pernas, com medo ela o obedeceu e exibiu sua carnuda e branquinha buceta. Intensificou ainda mais o ritmo da punheta e pensando no prazer de quebar aquele cabaço, sentou no chão e chegou com o rosto perto dela, sentiu o cheiro da sua vagina e de tanto tesão gozou intensamente.

Logo após levantou-se e disse que dali em diante sempre que a quisesse a veria nua. Mandou que ela limpasse seu gozo e saiu do banheiro com um leve sorriso de satisfação.