Irmã e irmão, uma vida de tesão e paixão 2


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Como havia falado no conto anterior, passaram-se vinte anos desde a última transa entre eu e minha irmãzinha de 18 anos.
Após este tempo, muita coisa aconteceu: seu filho cresceu, ela se juntou com outro cara e teve mais dois filhos, casei e tive duas filhas, alguns da família se fora, e nosso romance ficou no passado.
Em alguns momentos me vinha novamente a lembrança de tudo que aconteceu desde quando ela tinha 13 anos, e assim passei a me interessar por contos de incesto, principalmente entre irmãos, e o que é proibido pela sociedade acabou me criando um fascínio que desperta um tesão só de começar a ler um conto e imaginar a história.
Mas vamos ao que interessa: o tempo passou, nosso relacionamento de irmãos ficou um pouco afastado, mas sempre que nos encontramos vejo que apesar da idade (agora ela está com 38 anos), mantem um corpo invejável, sendo muito elogiada até por minha própria esposa.
Nunca houve nenhuma oportunidade de tentar algo, e sinceramente eu achava que uma investida de minha parte seria um verdadeiro fracasso, por isso resolvi deixar que tudo ficasse somente nas boas (ótimas!) lembranças que tinha.
Mas as oportunidades na vida aparecem naturalmente, e de repente me vejo à sós, eu e minha irmã depois de vinte anos.
Como ele levava uma vida difícil, sem trabalhar, minha esposa lhe propôs que fizesse uma faxina em casa, pois como nós dois trabalhamos e as meninas ficam o dia inteiro na escola, não tem tempo de fazer uma faxina geral na casa. O combinado seria durante as férias de julho, quando viajaríamos e ela teria uma semana inteira para uma faxina geral, mas à uma semana de minhas férias, fui comunicado que um colega de serviço perdeu a mãe e como ele ficaria uma semana de folga, eu teria que adiar minhas férias. Para não perder a viagem minha esposa e as meninas viajaram, fiquei de ir na semana seguinte.
Minha esposa até conservou com minha irmã por telefone se ela queria deixar para fazer a faxina somente quando eu viajasse, mas como a casa ficaria livre o dia inteiro ela achou melhor seguir o combinado, fazer tudo na primeira semana, e assim aconteceu.

Na segunda-feira, sete horas da manhã ela chegou em casa e eu já estava saindo para trabalhar, ficamos conversando e tomando café que eu tinha preparado, ela foi no quarto e se trocou para começar a faxina, colocou uma bermuda agarrada que definia sua bunda e sua racha, uma camiseta curta sem sutiã, as pernas continuam torneadas, olhei e tratei de ir logo embora, mas aquelas imagens não saiam da minha cabeça o dia inteiro, tinha que bater uma punheta pensando nela.
No outro dia saí antes que ela chegasse, e devido á um problema no servidor do escritório fui dispensado após o almoço, ao chegar em casa ela estava lavando o quintal, desta vez ela estava com um vestido solto, um palmo acima dos joelhos, ficou feliz quando me viu chegando e veio me abraçar, meu pau endureceu na hora, ela falou “vai lá se tocar enquanto vou preparando o almoço”, coloquei um short e fiquei um tempo no quarto pro pau baixar, votei pra cozinha, ficamos conversando e ela pra lá e pra cá, subia em cadeira e suas coxas ficavam expostas, aquilo foi me excitando cada vez mais, quando ela perguntou como era ficar em casa sozinho, eu respondi:
– O problema não é ficar sozinho, e ficar sem sexo! Ela ficou envergonhada, engoliu em seco e parou de conversar, terminou o almoço, almoçamos ela foi lavar a louça, fui para a sala ver tv,deitei e acabei dormindo.
Depois de umas duas horas acordei e fui tomar um pouco de água, ela estava limpando os degraus da escada que sobe para os quartos, de onde eu estava tinha a visão perfeita de sua bunda com uma calcinha cor de rosa enfiada, ela não me via mas eu podia ver até o seu pacote, meu pau subiu na hora.
Aquela visão me deixou maluco, relembrei tudo que já tínhamos feito, comecei a subir a escada devagar, cheguei e encostei meu pau em sua bunda, ela me olhou assustada, já entendendo o que eu queria, mas para minha surpresa ela não cedeu, me empurrou e correu para o quarto, corri atrás, não deixei ela fechar a porta, segurei seus braços e joguei ela na cama, ela levantou e veio para cima de mim, como sou bem mais forte agarrei com força e tentava beijá-la, ela resistia, me chutava, aquilo me excitava ainda mais, joguei ela novamente na cama e caí por cima, com a força de minhas pernas separei as pernas dela e encaixei meu pau sob o short em sua racha, comecei a beijar suas orelhas, seu pescoço, falava sacanagens em seus ouvidos, ela dizia “não, não….”, mas foi amolecendo, quando beijei sua boca ela já não oferecia resistência, estava completamente entregue, abaixeis as alças de seu vestido, ela não usava sutiã, chupava, mordia e beijava seus peitos, ela estava possuída, me entrelaçou com suas pernas, arranquei o vestido deixando ela só com a calcinha pequena, mergulhei minha boca em sua buceta e chupei insistentemente, ela gritava como louca, arranquei a calcinha, tirei meu short e cueca e coloquei meu pau na entrada da sua boca, ela chupo como antigamente, a língua percorrendo de cima abaixo, lambia o saco, quase gozei em sua cara, mas me segurei e sentei na cama, coloque ela de frente pra mim e fiz ela cavalgar gostoso, ela subia e descia, seus peitos pulavam na minha cara, de repente quando sentimos que íamos gozar nos beijamos e gozamos de bocas coladas.
Nos outros dias da semana transamos quando ela chegava e quando eu voltava do trabalho, no final da semana viajei e quando estava transando com minha esposa vinha a imagem de minha irmã na cabeça.
Na volta das férias meu pensamento era só em comê-la outra vez. Sempre que podia ia até sua casa com a desculpa de ver meus sobrinhos, mas nunca conseguiámos ficar sozinhos, e ela disfarçava muito bem não dando bandeira na frente de outras pessoas, e mesmo quando ficávamos pouco tempo sozinhos, não me dava nenhuma chance.
No aniversário de um de meus sobrinhos, chegamos à casa dela sábado pela manhã, e o short jeans que ela estava usando deixa as polpas de sua bunda totalmente de fora, aquela visão me enlouquecia, jurei para mim mesmo qe naquele dia não poderia passar sem sentir meu pau entrando e saindo daquela bunda deliciosa.
Lá pelas seis da tarde. Minha esposa pediu para leva-la em casa, pois queria tomar um banho e descansar um pouco para a festa à noite, pois tinha ficado praticamenteo dia inteiro no churrasco e na preparação da festa.
Como minha esposa havia assado o bolo em casa, minha irmã se propôs a ir conosco até em casa e ajudar minha esposa a enfeitar o bolo, e assim seguimos em meu carro, eu olhava para ela no banco de trás pelo retrovisor e ela dava sorrisinhos safados.
Chegando em casa, as duas terminaram de enfeitar o bolo enquanto eu tomava banho, e assim que saí, minha esposa entrou no banheiro para tomar banho, como ela ia lavar o cabelo, sabia que seu banho levaria no mínimo uma hora.
Assim que ouvi o barulho do chuveiro ligando, não tive dúvidas, tranquei a porta da sala para não ser surpreendido por ninguém, fui direto para a cozinha só de cueca, ela estava na pia lavando louça, já cheguei por trás encoxando e beijando seu ouvido, ela já estava me esperando, perguntou se não teria perigo, levei ela para sala que lá dava para escutar quando o chuveiro fosse desligado.
Deite a n sofá, comeceia beijar e morder de leva suas coxas, ela tirou a blusa, ficou de pé e tirou o short, a imagem dela só de sutiã e calcinha me deixou louco, ajoelhei e lambi sua buceta, sobrea calcinha, ela agarrava meus cabelos, dizia que me amava, enfiei a língua dentro de sua racha e ela foiao delírio, virei ela de costa e enfiei a língua em seu cozinha, meu pau estava duro como pedra, ela sentou no sofá puxou minha cueca colocando meu pinto para ora e metendo na boca, que delícia de chupeta, colocava todo na boca e depois tirava, lambia a cabeça aquilo me deixava louco.
Como não podíamos perder tempo, coloquei ela de quatro no sofá e fui enfiando em seu cuzinho, o fato de saber que minha esposa estava em casa me excitava mais ainda, qual mulher vai imaginar que seu marido sozinho em casa com a irmã poderia estar metendo o chifre nela?, aliás eu estava metendo o chifre e outra coisa, o pua entrava e saía daquela bunda deliciosa, gozei em abundância, deitei ela de costa no sofá e fui por cima, bombava deliciosamente e beijava sua boca carnuda, assim gozamos mais uma vez e nos refizemos antes que minha esposa saísse do banho.
Quando ela saiu, eu já estava trocado para voltar a festa e minha irmã a esperava na cozinha, voltamos para a festa e ninguém (acho) desconfiou de nada.