Como tudo começou (Part.1)


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Olá, me chamo Álvaro. Hoje tenho 33 anos, sou branco, tenho estatura mediana, 1,70 de altura, olhos castanhos muito escuros, cabelo e barba preta. Meu corpo é aquele típico corpo de quem malha, sou o tipo bulk, sou grande, mas não sou definido. Vou lhes contar algo que aconteceu há alguns anos e que até hoje me rendem lembranças ímpares.
Bem, como já coloquei, sou um homem relativamente bonito, porém quando adolescente nunca me achei essas coisas, tirando meu pau que tem 19 cm, sempre me achei comum, barba, pele branca, cabelo preto. Confesso que sempre tive uma queda por homens loiros, sempre os achei bem lindos, acho que influencia de minha infância. Minha mãe era empregada da casa de dois médicos, o homem, vou chama de Dr. Coelho, um homem realmente lindo, para a idade que tinha era extremamente conservado, cabelos começando a ficar grisalhos, olhos verdes bem vibrantes, sempre deixava a barba grande. Desde que me entendo por gente, não sábio o porquê, mas achava Dr. Coelho muito bonito. Ele sempre gostou de mim, seu filho mais velho, Matheus, tinha a mesma idade que eu. Matheus era como o pai, branquinho e loirinho. Como minha mãe não tinha dinheiro, Dr. Coelho pagava todos os meus estudos, eu estudava na mesma escola que seu filho, e sempre brincávamos juntos.
Quando completei 13 anos, descobri o que era homossexualidade, então percebi que eu era gay, nunca tive atração por mulheres, a primeira punheta que bati, foi vendo o Dr. Coelho na piscina de sua casa, de sunga. Aquela mala, me fascinou, eu estava estudando, enquanto minha mãe fazia o serviço. Ficava olhando aquele homem, sentia meu pau pulsando dentro da cueca, aquilo não tinha fundamento. Dr. Coelho me chamou para nadar, mas recusei. Fui para dentro, estava muito atordoado, ao mesmo tempo queria estar com ele naquela piscina. Então resolvi ir banhar para me acalmar, mas as imagens daquele homem lindo, de 1,80 de altura, corpo atlético, olhos verdes, e uma mala imenso, começaram a permear meu imaginário, meu pênis foi ficando ereto, minha respiração ofegante. Eu comecei a tocar meu pênis, e beijar a parede do banheiro como se estivesse beijando aquele homem, quando menos espero, uma série de jatos brancos jorram do meu pênis em direção a parede. A sensação de alívio era imensa, eu me sentia tão bem. Meu pau continuava pulsando, queria mais daquilo. Desde então passei a dedicar todas as punhetas ao Dr. Coelho.
Todos os dias me masturbava pensando no Dr. até o dia em que vi Matheus, seu filho, de sunga na beira da piscina. Nessa época eu já tinha 15 anos, Matheus, já malhava, estava com um corpo lindo, de repente, aquele fogo começou a me consumir, eu estava varrendo a área perto da piscina, quando dei por mim, minha cueca já estava toda babada. Corri para dentro e comecei a me masturbar, ficava me perguntando, “porque aquilo? ” Nunca tinha tido atração por Matheus…. Pus minha rola para fora, que na época já era do tamanho de hoje e comecei a me masturbar. Eu rolava enfiando minha pica contra o colchão, desejava Matheus, ele de costas era muito lindo, a sunga colada vermelha, contrastava com a pele branca, resplandecente a luz solar. Como estava sozinho, nas dependências de empregados, sussurrava o nome dele, baixinho, e quando estava perto de gozar, ouço batidas na porta. Era Matheus me chamando, o susto foi tão grande, que não pude prender o gozo, os jatos de porra melaram toda a cama, apenas me limpei o mais depressa e levantei o calção. Quando abri a porta, era Matheus, so com um short, perguntando se eu tinha respondido os exercícios de química. Porque ele estava com preguiça de fazer e só queria copiar. Eu estava pálido, coração acelerado. Quando Matheus indaga:
– Eu sei que eu sou gostoso demais cara, não precisa ficar espantado assim não – Quando Matheus falou isso, meu coração parou por alguns segundos, meu pau estava pulsando novamente. Rapidamente, peguei meu caderno e entreguei, disse que ele procurasse, porque eu estava com muita dor de cabeça.
– Tudo bem… – Murmurou Matheus – Pode continuar a bater sua punheta – Quando ele falou aquilo, morri por dentro, fiquei em um misto de medo e desespero.
No outro dia, não tinha coragem de olhar para a cara de Matheus, passei a evita-lo, na escola, em casa, em tudo.
Até que depois de alguns meses, ele veio falar comigo.
– Álvaro! – Olhei e dei um sorriso amarelo para Matheus – Vim me despedir de você, amanhã vou morar nos EUA, vou estudar lá, fazer um intercâmbio. Vim aqui me despedir de você, de uns tempos para cá você tem me evitado, senti muito sua falta.
Naquele instante, tudo parou, eu não sabia o que dizer.
– Olha Álvaro, eu sei que naquele dia você estava falando meu nome enquanto se masturbava, não precisa ficar com vergonha, isso acontece, as vezes temos curiosidades….
– Espera – Disse eu – Como assim? Você também tem?
– Eu já fiquei com outros homes, mais velhos, que conheci em um chat. Eu quero conhecer outros lugares, outras pessoas, por isso estou indo, percebi que você tinha interesse em mim, queria ter curtido você naquele dia. Mas você estava morto de vergonha, então eu broxei.
Ao ouvir isso, apenas puxei Matheus, em minha direção, e dei-lhe um intenso beijo, tão molhado, que não me contive e mordi seu lábio inferior, nesse momento ele me dá um empurrão e diz:
– Você está doido? Quem disse que você podia me beijar assim, e pior, quem te deixou me morder? O que meu namorado vai pensar?
– Você namora? – Disse eu.
– Namoro sim, o cara que conheci no chat, ele está voltando para os EUA, por isso vou para la, disse para meu pai que so iria estudar, mas caia “na real”, você até que é bonito, mas vai ser sempre o filhinho da empregada, não nasci para isso, so queria ter me divertido contigo mesmo. Ele é atraente, forte, decidido, “bem nascido” e tem um pau muito gostoso.
Nessa hora eu me enfureci, em um ímpeto, dei um soco na barriga de Matheus, que com ódio, partiu para cima de mim. Começamos a nos bater, até que agarro ele, e jogo no chão, quando vou socar a cara dele, ele começou a me olhar ofegante, não resisti e beijei-lhe a boca, a raiva de Matheus cedeu, senti sua língua entrando na minha boca. Joguei-o na cama, comecei a fazer um cunete nele, quanto mais eu lambia aquele rabo lindo, do cuzinho rosinha, mais ele gemia e rebolava. Matheus era uma verdadeira putinha, mesmo com pouca idade, já tinha o cuzinho largo. Fiquei encantando, sentia pele piscando. Quando já estava bem molhado, apenas enfiei minha pica, na hora nem liguei de por a camisinha, apenas enfiava minha rola naquele rabo que pedia pica, fodemos loucamente, ele começou a gritar e eu tapava sua boca com minha cueca. Fodi ele apenas de 4 puxando seu cabelo, quando mais via aquela puta loira gemendo, mais louco ficava.
Era um misto de sensações, ver minha rola entrando e saindo daquele cu, ele rebolava loucamente, eu chupava seu pescoço, apertava seus mamilos, enfiava no cu dele como jamais enfiei em outro cara. Ele quicava, gemia, me sentia inteiramente no comando, dele, foi uma sensação ímpar. Eu sabia que eu estava mandando, e aquele cara que sempre desejei obedecendo. Enfiava a pica, mordia ele todo, beijava, sentia o cheiro, tirava meu pau devagar e enfiava com tudo. Ele aguentou minha pica com maestria, modéstia parte, minha pica de 19 cm não é pequena, fazia um estrago grade, mas aquele puto queria mais e mais. E apertava minha piroca, babava de prazer. Eu comece a foder mais rápido, foi quando puxei o cabelo dele e gozei com tudo dentro daquele rabo maravilhoso que sempre sonhei.
Matheus gozou logo depois, passamos 2 minutos estáticos, com meu pau dentro dele. Foi quando ele despenca e cai no chão, como estava apoiado, caio por cima dele. Começo a sussurrar em seu ouvido, que foi a melhor transa que já tive, quando menos espero, Matheus me joga para o lado e grita:
– Como assim?! Já fodeu outras? Como você pode – Ele se veste e sai com ódio, bate à porta, me deixa sozinho, sem saber o que houve.
No outro dia, Matheus viajou, não disse mais nada. Desde então passei a tentar ignorar a falta que ele fazia, estudando muito, noite e dia. Comecei a comer outros garotos, para tentar esquece-lo (devidamente protegido, claro). Se gostaram, comentem, a história ainda não acabou.