Há Males Que Vem Pra Bem


Click to Download this video!

Meu nome é Silas, tenho 31 anos sou policial, moro no estado de Minas Gerais e tenho muitas, muitas histórias libertinas pra contar graças ao meu oficio. Hoje tomei coragem e vou contar sobre a mais recente delas. Eu sempre gostei de novinhas, meninas entre 12 e 15 anos, porem, sempre me contive. Antes de entrar para policia, isso era apenas uma tara que satisfazia assistindo um filme ali, outro aqui; Tocava umas punhetas homenageando filhas de amigos, vizinhas, parentes, enfim… Antes de entrar para a policia efetivamente, fui guarda municipal, e ali, tive a minha primeira oportunidade de satisfazer meu desejo proibido, mas essa é outra historia, vou deixa-la para outra oportunidade.
Eu tenho um irmão de 17 anos, que é como um filho pra mim. Nossa família passou por algumas adversidades que me fizeram assumir a responsabilidade sobre ele. Moramos em um bairro de classe média, próximo de tudo, e Dillas (meu irmão) vai e volta a pé da escola do cursinho, entre outras atividades.
Em uma quarta feira ele estava voltando pra casa com alguns amigos, e foi assaltado por dois moleques em uma moto CG Titan preta, com rodas pintadas de verde limão, um verde fluorecente, é uma cor bem bonita, inclusive, enfim… Eles não viram os rostos dos meliantes ou a placa da moto ou qualquer outra característica que pudesse identificar os autores do assalto, alem da cor das rodas da moto, alguns detalhes do capacete e a roupa que vestiam, que são coisas que não ajudariam em nada achar quem os roubou, sendo assim, tentei por uma semana achar alguma coisa, mas foi sem exito, então, ficamos com o prejuízo. Eles levaram os celulares dos meninos, as mochilas, bonés e dois óculos escuros.
Duas semanas se passaram, eu estava trabalhando em frente de uma escola publica, na hora da saída, por volta do meio dia, observei uma moto com as características que Dillas tinha me falado, cheguei mais perto, olhei o capacete que estava na mão de um rapaz, e mais uma vez, coincidia com os detalhes relatados pelo meu irmão. Olhei o rapaz na moto, anotei a placa, e fui olhar no sistema o registro do veículo. Não acusou nada, veiculo limpo, documento em dias, não tinha nem multas registradas… O nome do proprietário é Leandro.
Depois de uns 15 min parado na porta da escola conversando com um grupo de amigos ele subiu na moto com uma maloquerinha e foi em bora. Me aproximei discretamente do porteiro da escola e me informei sobre quem era o moleque, e o porteiro me disse que o nome dele era Leandro e que era filho de uma das auxiliares de limpeza que trabalhava na escola. O porteiro foi logo questionando se tinha algum problema, e eu disse que não, que confundi ele com o namorado da minha filha, e ia querer saber quem era a menina na garupa da moto dele. O porteiro, fofoqueiro como sempre, ja foi dando a fixa do garoto: Onde ele morava com a mãe, que era muito gente boa, que ele namorava com essa menina que estava levando ele pro mal caminho, enfim… Em 10 min de conversa ja sabia tudo sobre ele. Leandro tinha 19 anos, ja tinha reprovado não sei quantas vezes, não quer saber de trabalhar, é sustentado pela mãe, namora com essa Ingredi que tem 15 anos e é uma marginal. Ja foi apreendida não sei quantas vezes por roubo, briga, desacato, agressão, trafico, enfim… A fixa da garota é corrida. Porem, o moleque não era tão marginal assim, pelo que deu pra perceber, ele tinha tudo pra ser um, mas ainda não era.
No outro dia me dediquei a me certificar se Leandro era de fato o moleque que roubou o celular do meu irmão. Eu achei que seria difícil, eu teria que sondar, fazer umas perguntas sem levantar suspeitas, mas foi simples: Na hora da saída, fiquei próximo a moto de Leandro e ele conversando com amigos, tirou o celular do Dillas do bolso. Ai eu tive certeza que era ele, e de que ele não era um marginal completo, porque os que são, roubam, e vendem, e o imbecil, ficou com o telefone roubado pra ele. Depois de alguns minutos, Ingredi chegou eles subiram na moto, e foram em bora.
Ingredi é o esteriótipo de mulher de malandro. Ja tem varias pequenas tatuagens pelo corpo, essas de cadeia. Uma rosa no dorso da mão, uma folha de maconha na cintura, uns nomes escritos nos punhos, um coração partido no ombro direito, enfim… Essas foram as que eu vi. Ela é magrinha, de aspecto frágil, um corpo meio maltratado pelo abuso de drogas, tem uma aparência meia suja, encardida. Não é relaxada como uma moradora de rua, porem tem uma aparência de puta barata de beira de estrada, tem um comportamento vulgar, provinciano, vive gritando, falando alto. Se você ja viu um filme porno com mulheres tailandesas, ela é igualzinha. Usa umas roupas de piriguete bem fuleiras, uns shorts jeans, umas calças de laicra, sandálias rasteirinhas, umas bijoteiras grandes e chamativas, usa um óculos espelhado desses de fanqueiro, enfim… O mal gosto em pessoa. Porem, mesmo com todas essas características, Ingredi é um tesão: Seu rostinho é lindo, sua magreza te deixa com um ar bem juvenil, frágil e inocente. Seu aspecto promiscuo, te deixa com cara de putinha fácil submissa. Seu aspecto humilde da a entender que se impressiona fácil, com qualquer coisa. Ela é encrenqueira, brigona, atrevida, do tipo que não leva desaforo pra casa, sendo assim, fica fácil relacionar sua atitude a uma verdadeira safada na cama. Magrelinha desse jeito ela deve ser apertadinha, seu cuzinho deve ser um convite para uma foda anal bem insana, seus peitinhos adolescentes delicados, provavelmente, tem mamilos extremamente sensíveis que devem faze-la se arrepiar inteira quando são chupados. Suas pernas magrelas devem ter uma elasticidade para fazer com que ela se arreganhe inteira pra que eu pudesse meter ainda mais fundo. Sua boquinha escandalosa de piranha de colégio publico, que draga bek e chupa rola de traficante pra conseguir droga, ia chupar o lado dos executores da lei, ia se engasgar com meu cacete enfiando fundo na garganta dela. Eu estava determinado a estouras aquela bundinha seca com meu caralho até ensinar aquela vadiazinha a viver de um jeito digno. E assim eu fiz…
Durante uma semana observei os dois, busquei informações precisas sobre a menina, combinei com um amigo, e na minha folga coloquei em pratica meus planos: Eles estavam saindo da casa de uns amigos, e desceram a rua pra pegar a moto de Leandro. Na frente da moto, deixei estacionada uma parati vinho, um desses carros que apreendemos e levamos para o pátio. Quando Leandro estava subindo na moto, eu e um amigo, abordamos os dois de costas, colocamos uma toca de moto na cabeça deles, e rapidamente os colocamos dentro do carro.
Eu fui no banco de trás com eles, e meu parceiro foi dirigindo. Leandro chorava, pedia pelo amor de Deus, dizia que não tinha feito nada, brigava com a Ingredi, dizia: “ta vendo, pqp… Eles vão nos matar! Que desgraça, que desgraça” Eu mandava ele calar a boca, e Ingredi só chorava, chorava, chorava, mas não fazia escândalo ou barulho. Porem, Leandro estava apavorado, se mijou todo, resmungava, implorava, dizia que não ter culpa de nada, que a marginal era ela, que nunca fez nada de errado, que só namorava com Ingredi, enfim… Foi tenso. Em um determinado momento, meu amigo parou no sinal, e ja tava puto com a estéria de Leandro; tirou a arma e apontou na cara dele e disse que se ele não calasse a boca ia mata-lo na próxima esquina. Até eu me assustei com a atitude descontrolada do meu parceiro. Andamos mais uns 5 min e chegamos no lugar combinado; um ferro velho do padrasto desse meu amigo. Chegamos lá, fomos para um quartinho, sentamos os dois em um sofá algemados com as mãos para trás, e ainda mascarados, comecei a conversar com eles. Fui direto e objetivo, perguntei pra Leandro se ele tinha feito um assalto no bairro “tal”, dia “tal” e sobre os objetos que ele tinha roubado. Ele nem acabou de deixar eu falar, e ja foi confirmando, pedindo desculpas, disse que não machucou ninguém, implorou para eu não mata-lo (Eu não ia matar ninguém. Nunca matei, e não seria diferente naquele momento, meu objetivo era assusta-los e foder a Ingredi) disse que só fez porque foi uma especie de “iniciação” que o cunhado propôs a ele (irmão da Ingredi) e Leandro se submeteu; Afirmou que ainda tinha os objetos que ele roubou, que iria devolver, e que trabalharia para pagar o resto. Falou onde o irmão da Ingredi morava, enquanto ela chorava ao lado dele mandando ele calar a boca… Leandro pediu para eu pegar o celular que estava no bolso dele… O moleque não tinha apagado nem as fotos do Dillas do celular, o protetor de tela ainda era a foto do nosso cachorro, nesse momento, eu fiquei com dó dele, que moleque burro, pqp!
Ingredi começou a pedir para não mata-los, que ela iria mudar, que ela não fez nada de mais, “so traficava”. Implorava e disse que faria o que nós quiséssemos, nessa hora, meu parceiro já indagou “o que nos quisermos?” Ela de imediato concordou, e conclui dizendo que faria qualquer coisa desde que não machucássemos ela, ai eu disse: “Então me chupa”… Botei meu cacete pra fora, levantei a mascara dela e comecei a passar o caralho na boquinha de Ingredi, e ela ia passando a língua, ate encaixar a boca e começar a chupar. Nossa, e que delicia, chupou muito… E isso porque ela estava nervosa, tremula de medo. Eu mandei ela fechar os olhos, tirei a toca do rosto dela e coloquei em mim, o rostinho dela estava todo vermelho de lagrimas, medo e temor, eu tratei de acalma-la. Meu amigo, teve que ficar la fora para ela não ver o rosto dele, e eu comecei a disciplinar a adolescente rebelde, enquanto Leandro chorava na outra ponta do sofá.
Eu comecei deixando ela chupar no tempo dela, com as mãos presas ela estava totalmente submissa a mim, conforme foi ficando mais gostoso eu fui impondo meu ritmo; segurava a cabecinha dela e enterrava me cacete na garganta ate ela engasgar ou fazer ânsia de vomito. Leandro escutava os barulhos e chorava, e pedia pra parar. Eu dizia: “Mas parar porque, ela gosta, né safada? Você num age feito puta na rua, num se orgulha de ser piranha? Então, tem que ser putinha aqui também, né?” E ela só concordava com a cabeça bem nervosa… Seu rosto estava vermelho, e seus olhos lacrimejavam, porem, eu não sei se ela ainda estava chorando ou se era o efeito colateral do meu cacete invadindo sua garganta.
Ingredi vestia um shotinho jeans bem curtinho que enfiava no seu rego e marcava sua bocetinha, uma blusa preta apertada que dava volume aos seus peitinhos, e um tênis branco, enquanto ela me chupava eu massageava seus peitinhos. Perguntei se ela queria dar a bucetinha pra mim também, e ela balançou a cabeça dizendo que sim, então eu provoquei o Leandro dizendo que a mulher do “malandrão” “assaltante descolado” “fodão” ia dar pra outro na frente dele, e questionei se ele ia deixar eu foder a namoradinha dele. Leandro meio resmungando balançou a cabeça afirmando, porem, eu queria escutar ele dizendo, e mandei ele falar, e Leandro verbalizou com um tom contrariado: “sim, eu deixo você comer minha namorada”. Eu bem irônico agradeci, disse “obrigado” e falei que meteria com bastante carinho na xota da vadiazinha. Ingredi começou a relaxar, a expressão corporal dela, era outra. Então, eu peguei Leandro, e ainda sentado no sofá, o algemei na grade da janela. Voltei, e deixei minha putinha me chupar mais um pouco, enquanto a elogiava interagindo e provocando Leandro, eu dizia: “Nossa Leandro, ela chupa muito bem” Ela te chupa assim também ou só comigo que não roubo celulares de pessoas de bem?” E ele calado… Depois eu decidi tirar as algemas de Ingredi, porem antes, eu disse olhando nos olhos dela que se ela tentasse alguma gracinha, eu iria tortura-la ate ela não conseguir andar. Ela se pôs de pé, e eu tirei as algemas dela, sentei onde ela estava, ela ficou no chão e continuou me chupando e me punhetando, sem eu mandar ela tirou a blusa. Eu não perdi a oportunidade e provoquei Leandro de novo, dizendo: “Hiiii Leandro, ela tirou a blusa sem eu mandar, você ta perdendo, cara. Acho que ela ta começando a gostar! Essa nasceu pra ser puta mesmo!” Ingredi me chupou mais um pouco e eu coloquei ela de joelho em cima do sofá, ela desceu seu short, empinou aquela bundinha magrela gostosa, e eu me deparei com a bucetinha mais linda que ja vi: Pequinininha, depiladinha, rosada, toda delicada… Apontei meu caralho, e empurrei pra dentro com força, ela chega deu um suspiro e deixou escapar um “ain”. E eu martelei, bombei, meti até gozar gostoso lambuzando as costas dela toda. Depois fiz ela chupar o Leandro. Disse que ele estava tenso, precisava relaxar, e ela começou punhetando, deu umas chupadinhas, mas o pau do moleque não subia. Ai eu provoquei, claro; disse: “Nossa Leandro, agora sei porque ela gosta de dar pra outro, seu pau num sobe, rapaz. Alem de ladrão, vagabundo, você é broxa?” E eu ria, de gargalhar, em alguns momentos, percebi um semblante sarcástico no rosto de Ingredi, ela estava querendo rir porque eu estava zoando o macho dela. Conclui dizendo: “Ué leandro, sera que você é do tipo que sente prazer por outros métodos, se quiser pego um cabo de vassoura que tem ali.” Nossa, o moleque ficou desesperado, começou a dizer que não, para eu não fazer isso, e bla bla bla… Mandei ele relaxar, mas era bom ele dar no couro, se não teríamos que testar. Ele respirou fundo, Ingredi deu um beijo nele, começou a punheta-lo, e ele foi relaxando e entrando no clima.
Enquanto Ingrdi chupava Leandro, a coloquei de quatro, tirei seu tênis, e pela primeira vez vi os pés dela limpinhos, e são ate bonitinhos, fiquei ali assistindo ela chupar o leandro, esfregando meu caralho no pézinho dela e metendo o dedo na bucetinha e no cu… Quando meu cacete voltou a dar sinal de vida, entrei na brincadeira pra ela me chupar também… Fiz ela me chupar, e depois beijar a boca do Leandro, depois que ela fez isso umas três vezes, provoquei dizendo: “E ai Leandro, qual é o gosto do meu cacete, o que é melhor: roubar celulares ou o gosto doce do meu pau?” Ele excitado, não falou nada, mas se negou a beija-la novamente! E Ingredi caindo de boca na duas rolas… De quatro, toda empinada e submissa as minhas vontades, enquanto ela chupava o Leandro eu fui comer o cuzinho dela; Ingredi se empinou toda pra mim; Dei uma cuspida no cuzinho, esfreguei meu caralho na preguinha, e eu fui metendo devagar, e a ninfetinha aguentou tudo, enfiei ate o talo, e ela só dava umas gemidinhas … A putinha já tinha dado muito aquele cuzinho magrelo, e eu achando que ia arrebentar as pregas. Enquanto eu metia no cuzinho dela Leandro conseguiu tirar sua toca que estava cobrindo seu nariz e seus olhos e se deparou com a cena libertina de eu fodendo o cu da namoradinha dele. Ingredi quando viu, abaixou a cabeça na hora e voltou a chupa-lo. Eu mais uma vez provoquei, dizendo: “Você quer ver sua namorada sendo minha putinha, seu corno ladrão? Pode ver, eu deixo. Mas você quebrou uma regra tirando a mascara, agora, ela não vai mais te chupar!” Puxei Ingredi pelo cabelo e fiz ela ficar cavalgando no meu cacete de costa pra mim recebendo rola no cu enquanto eu massageava seus peitinhos deliciosos e o troxa do Leandro assistia de camarote. Nesse momento eu me acomodei e fiz ela ter todo o trabalho, deixei ela quicar, rebolar, se esfregar ser a melhor das putinhas, minha escrava disposta a me proporcionar prazer enquanto o malandro do namoradinho marginal dela assistia tudo sendo humilhado, desprezado, algemado na janela sem um pingo de dignidade. Ela cavalgando no meu caralho começou a se siriricar, e eu fazia questão de falar pra ela o quanto ela era fácil, promiscua, vadia, uma pirainha adolescente sem perspectiva ou ambição que tinha a obrigação de proporcionar prazer com seu corpinho juvenil para todos os homens que quisessem fode-la com força, sem carinho ou afeto porque essa era a unica coisa que ela sabia fazer bem alem de traficar drogas e brigar na rua. Ela começou a gemer, sentir prazer com aquilo, quando ela notava que deixava um gemido de tesão escapar, ela de imediato olhava para Leandro abaixava a cabeça e tirava as mão do grilinho… Porem o corpo não mente, a bucetinha dela estava inchada, molhada, pegando fogo de tão quente, seus peitinhos estavam com malilos durinhos, ela transpirava, estava ofegante e eufórica… Quando eu vi que ela estava gostando eu interagir, e metendo no cuzinho dela comecei a siriricar, demorou um pouco para eu tocar o lugar certo, porem, quando achei, ela não se segurou, se debruçou sobre mim, fechou seus olhinhos, eu marretava seu cu com ela no meu colo (ela é bem levinha, nem me esforçava) e estimulava seu grilinho com os dedos, enfiava o dedo na grutinha dela, massageava seus peitinhos, chupava sua orelha e dizia baixinho: “Goza, vai… Relaxa, esquece tudo e goza pra mim.” Ela tentou se controlar, mas não conseguiu, murmurou baixinho oprimida pela presença de Leandro, respirou fundo, e em um dado momento o corpo se rendeu: se tremeu toda, contraiu-se dos pés a cabeça, soltou um gemido murmurado, e gozou bem gostoso com meu cacete enterrado no seu cuzinho juvenil. Quase que instantaneamente, ao vê-la naquele estado, me deixou louco de prazer, e eu gozei no fundo do cuzinho dela. Nossa, foi uma das melhores gozadas da minha vida. Ficamos ali nos restabelecendo, e meu cacete foi escorregando da bundinha dela aos poucos revelando os vestígio da minha porra que caia gota a gota do cuzinho dela.
Leandro na ponta do outro sofá tinha um semblante de ódio e decepção que eu nunca mais vou ver na minha vida. Nos recompusemos, Ingredi colocou sua roupa, eu a algemei novamente, cobri seu rosto, chamei meu parceiro, os colocamos dentro do carro e Leandro voltou a ter ataques de panico, choro de desespero… Através de muitas ameaças, e alguns tapas que ele nem sentia de tanto medo, ele se acalmou, e Ingredi só chorava e rezava achando que nós íamos machuca-los. Andamos uns 10 minutos e ele começaram a reconhecer o lugar onde estavam e ficaram mais calmos. Paramos na porta da casa de Leandro, e eu disse pra ele buscar o que ele havia roubado. Ele entrou na casa, demorou uns 3 min, e voltou com mais um celular, dois fones de ouvido, uma das mochilas e o material escolar. Depois, fomos para a casa onde Ingredi morava, era um lugar muito simples, quase paupérrimo.
Com Leandro ainda dentro do carro eu disse pra eles tomarem juízo, que nos não machucaríamos eles, que só queríamos o que era nosso de volta, alem de foder a gostosinha da namorada piranha dele, porem, outras pessoas poderiam tortura-los, machuca-los, e provavelmente, mata-los. Fizemos eles saírem do carro, deitarem no chão, e nos viemos em bora.
Isso aconteceu uns dois meses atras e eu continuo fazendo patrulhas diárias na mesma escola onde eles estudam. Ingredi continua putinha do mesmo jeito. Provavelmente, ainda esta vendendo droga, se prostituindo e o caralho, porem, Leandro, esta trabalhando em uma loja que vende dubos de encanamento, terminou com Ingredi, e eles não se falam mais, vendeu a moto para ajudar a mãe a colocar umas telhas que quebraram na casa dele, enfim… Parece que o moleque tomou juízo depois do susto. Sei que o que fiz, e o que faço de vez em quando, é errado, porem, em muitos dos casos, a molecada toma tendencia na vida, acorda e começa a entender que vida de marginal não vale a pena. Sendo assim, eu gosto de pensar que sou o “lado bom da parte ruim” ou o “lado ruim da parte boa”, enfim… Cada cabeça uma sentença.