Rasguei o Viadinho Novinho

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Me chamo Guilherme, sou negro, tenho 1.87m, peso 90kg, tenho 22 anos, tenho um corpo legal porque há pouco tempo comecei a fazer academia mas sei que não sou bonito, ou pelo menos não tenho o perfil de beleza que se espera, que se admira, talvez, por ser negro.

Bom, vamos à minha história.

Eu moro em uma cidade do litoral do Paraná em um bairro bem próximo ao centro, porém, com pessoas bem carentes, pobres mesmo, assim como eu. Meu pai é autônomo e minha mãe do lar. Tenho uma irmã de 18 anos, que já é mãe e mora em um bairro distante do meu com o marido (de 19 anos) e minha sobrinha, e também tenho um irmão de 24 anos que é um baita vagabundo, não faz nada da vida e mora aqui em casa comigo e com meus pais, contudo, amo os dois.

Meu pai tem 53 anos e minha mãe 48 anos. Ambos, assim como eu, não têm o padrão de beleza que se espera. Meu pai tem mãos calejadas pelo trabalho duro que sempre exerceu até hoje poder só lidar com frágeis pipocas, minha mãe é negra, assim como eu, um pouco acima do peso o que lhe confere uma barriga saliente. Ambos não sabem escrever e ler muito bem. Meus pais abandonaram os bancos escolares muito cedo para poder criar os filhos. Pra encurtar a parte da história sobre minha família, resumo que eu sou o único que curso ensino superior nesta casa, que terminou o ensino médio e tenta mudar de vida.

Meu pai, minha mãe, eu e meus irmãos sempre frequentamos a igreja, mais precisamente a Assembléia de Deus, cultos e vigilias eram feitas aqui em casa à época, com certa frequência. Hoje, meus pais não estão mais tão “religiosos” assim, mas ainda continuam frequentando a igreja em alguns dias específicos.

Eu nunca gostei de ir pra igreja e por conta disso, ficava em casa sozinho.

Minha vizinha, de nome Nair (fictício) é casada com um vagabundo de primeira linha, ambos tem a idade mais ou menos parecida com a de meus pais. O marido da Nair é o seu Sandoval (fictício), cresceu junto com o meu pai aqui no bairro, porém, por ter o que eu achamo de “alma de vagabundo”, nunca gostou e nem gosta de trabalhar, vive bebendo e, o mais importante para um típica família “Bolsa-Família”, vive fazendo filho em Nair. Importante salientar que Nair e Sandoval devem ter mais ou menos a mesma idade de meus pais e seu penúltimo filho é o Pedro Henrique (fictício), que tem, hoje (Setembro de 2016), 11 aninhos. E é com ele a minha história. (A título de curiosidade, o filho mais novo do pródigo casal Nair e Sandoval é Enzo (fictício), e este conta, hoje (setembro de 2016), com 08 anos de idade).

Nair e Sandoval são extremamente pobres. Conseguiram luz e água encanada em casa após o fatídico governo Lula/Dilma conceder inúmeros benefícios sociais que todos nós conhecemos. Me lembro que até os anos 2000/2003, mais ou menos, Nair pegava água aqui em casa para tomar banho, banhar os filhos e cozinhar. Ou seja, era miserabilidade quase extrema. A situação do núcleo familiar Nair e Sandoval melhorou um pouco, mas bem pouco, pois as duas filhas do casal, Vivian e Elizabeth (fictícios) engravidaram, e ambas deram à luz a duas menininhas. Na casa de apenas 3 cômodos, ao lado da minha casa, moram: Nair, Sandoval, Vivian, Elizabeth, as duas filhas delas e o Pedro Henrique.

Certa feita, em uma gelada noite de julho deste ano, Nair e Sandoval brigaram feio. Foi um quebra-quebra quase que generalizado na casa deles. Nair chegou a dar, segundo meu pai, uma sapatada na cabeça de Sandoval que lhe rendeu um corte profundo com direito a esguicho de sangue e tudo. Foi um horror. Por conta disso, Nair pediu à minha mãe para que Pedro Henrique dormisse aqui em casa, por uns 02 ou 03 dias, até que pudesse arrumar a bagunça que havia feito e acertar as contas com Sandoval. (A título de curiosidade, Vivian, Elizabeth e suas filhas foram para a casa de um tio delas (irmão de Nair) que fica bem longe aqui do nosso bairro).

Minha mãe, por óbvio, aceitou o encargo de cuidar e dar abrigo ao pequeno PH (Pêagá) por um curto período de tempo. Ocorre que, apesar de espaçosa, minha casa não é grande. Parece dubiedade, mas é isso mesmo, minha casa tem cômodos grandes, mas não têm muitas peças. São 3 quartos, um sala bem grande, um banheiro e uma cozinha espaçosa, uma área de lazer na frente e uma área de serviço bem grande nos fundos, (a título de curiosidade, o terreno é herança de minha avó ao meu pai, apenas a construção da casa que começou quando meu velho tinha 20 anos e terminou ano passado foi obra conjunta de meus pais), assim, PH teria que dormir ou na sala, ou com meus pais, ou com meu irmão ou comigo.

Para lhe conferir mais conforto e segurança, minha mãe decidiu acomodar PH em meu quarto. Colocá-lo para dormir na sala poderia tirar a nossa privacidade, no quarto do meu irmão é impossível, pois ele negou um espaço ao menino de prima, eu, como permeneci em silêncio, levei o “prêmio”.

Antes de minha irmã se mudar, ela dormia aqui comigo, portanto, aqui no meu quarto já havia uma cama de solteiro que não estava sendo usada uma razão a mais para PH vir parar aqui.

O pequeno PH, ao contrário do resto de sua família, não é “porco” nem preguiçoso, gosta de se manter higienizado, come com garfo e faca e não tem um vocabulário tão pesado quanto seus irmãos mais velhos e suas irmãs, já mães. Ele tem uma compleição física “mirrada”, é bem magro, talvez em razão da alimentação “dia sim/dia não”. Ele me contou, quando veio dormir aqui em casa, que Nair e Sandoval não faziam comida todo dia, e que já chegou a dormir com fome. Eu, de fato, já sabia que alguns vizinhos da quadra de cima, que são bem ricos, davam cestas básicas à Nair e Sandoval, como forma de tentar dar de comer à sua prole e não deixar que as crianças morressem de fome. Minha mãe mesmo, em algumas oportunidades, já cansou de dar um pouco de feijão e arroz à Nair. Eu tinha conhecimento da situação da família, mas por estar sempre ocupado, nunca acompanhei o sofrimento dos pequenos de perto.

Pois bem.

A situação de Nair e Sandoval que deveria ser resolvida em 2 ou 3 dias, durou um pouco mais e minha mãe se afeiçoou por PH e o manteve aqui em casa por mais algumas semanas. As meninas, Vivian e Elizabeth, na companhia, cada qual, de suas filhas já haviam retornado ao lar, mas PH continuou aqui.

PH é um menino muito bonitinho, assim como todos os filhos e filhas de Nair e Sandoval. Ele é branquinho, baixinho, magrinho, têm olhos grandes e escuros boquinha, pequena e rosadinha. O corpo dele era bem delineado, tinha cintura e uma bundinha empinadinha, coisa de nascença mesmo. Apesar da beleza natural de PH eu nunca havia sentido atração física por ele. Eu, obviamente, tinha ciência do meu desejo por meninos, e já tinha até transado com alguns, mas não tinha desejo ou atração por PH, até então.

Enquanto esteve aqui em casa, minha mãe deu a PH algumas roupas da minha infância para ele usar. E foi em uma dessas vezes, que eu senti pela primeira vez, tesão pelo menino.

Cheguei da faculdade por volta de 22h00min e fui comer, pois chego da aula morrendo de fome. Meus pais já estavam deitados e PH estava no meu quarto também dormindo. Comi, tomei banho e fui me deitar. Ao entrar no quarto, vi o pequeno Pedro Henrique de bruços, com uma camisa minha que nele ficou meio larga e um short de malha fina que sob a forte luz do corredor percebi que era azul claro e quase transparente, a ponto de eu poder perfeitamente ver que ele estava sem cueca.
Sem muitos rodeios, fui para minha cama. Liguei o notebook e o coloquei sobre minhas pernas, fiquei, assim, sentado na cama. Comecei a assistir vídeos pornográficos no bom e velho “XVideos”, e não pude me segurar, precisava aliviar. Tirei a caceta pra fora e comecei a tocar uma punheta esperta bem de boa, aquela que a gente bate pra relaxar. Não pude negar que quando estava de rola duraça, desviei o olhar do PC para PH. Senti tesão pelo menino, vê-lo ali com aquele corpinho bonitinho, cinturinha delicada e bundinha empinada ao meu lado, a menos de 3 passos de distância me deixou maluco, mas resolvi não arriscar. Gozei bastante na minha mão e fui pro banheiro me limpar. Voltei e dormi.

A semana se passou. No sábado à noite meus foram para a igreja e depois iriam para a casa de minha irmã, meu irmão foi para a “cachaçada” e eu e PH ficamos em casa. Era minha oportunidade para tentar despertar no menino o desejo pela sacanagem. Apesar do frio do inverno horrível aqui do sul, eu dei um jeito de ficar sem camisa, queria exibir meu corpo quase transformado pela academia e pela maturidade para o menino. Coloquei um short de futebol, aqueles de malha fina e quase transparente e sem cueca. Peguei o PC e fui pra sala, onde estava PH. Sentei ao seu lado, coladinho mesmo, pele com pele. Perguntei se ele queria assistir alguma coisa, tipo séries ou filmes, ele acenou com a cabeça que sim. Eu, determinado, coloquei um filme pornô logo de cara. Obviamente, ele ficou meio sem jeito, tentava desviar o olhar da tela do computador, mas eu insisti.

Eu: Você nunca tinha visto?
PH: “Acena com a cabeça que não”.
Eu: Olha só que gostosa. Rabão e bucetão. Se liga.
O menino balbuceia
PH: Uhum.
Eu: Queria comer uma dessa?
PH: “Acena com a cabeça que talvez”.
Era o momento, arriscado, mas era o momento. Resolvi tirar minha caceta que já formava um volume no calção, para fora. PH desviou o olhar do monitor para a minha rola. Tentei instigá-lo.
Eu: Bate aí.
PH: “Acenou negativamente com a cabeça”.

Apesar de negar, PH deu um sorrisinho malicioso, meio de lado, meio envergonhado, contudo, não tirava o olho da minha caceta. Talvez não fosse um sinal de desejo, mas sim curiosidade, o que para mim, já valia para um começo. Resolvi ousar mais um pouco. Larguei o PC na mesinha de centro, desci o calção até meus pés, ou seja, fiquei completamente nu na frente de PH e intensifiquei a punheta. Batia com força, rápido esticava o caralho até aparecer a cabeçona babando, foi aí que ousei ainda mais. Percebi que PH já não mais assistia ao filme no computador e sim a mim. Peguei a baba que escorria da cabeça do meu caralho e, em tom de brincadeira passei com os dedos em seus lábios, em um ato rápido. O pequeno PH, óbvio, limpou a boca com a palma da mão.

Eu: Parece água né.
PH: “Acena positivamente com a cabeça”.
Eu: Você também tem.

O menino se mantém imóvel apenas me olha. Decidi dar mais um passo.

Eu: Tira aí. Você nunca bateu? O PH balbuceia.
PH: Não.

Era o que eu esperava e precisava ouvir. Dei minha última tacada para aquela frutífera noite de sábado.

Eu: Me dá aqui tua mão.

Sem deixá-lo pensar, peguei a mão direita de PH, que estava super suada e gelada, e a coloquei segurando minha caceta. CA-RA-LHO!!! Que sensação deliciosa! Aquela mão gelada e suada se encaixou perfeitamente à minha rola duraça e quente. Passei a guiá-lo. Segurava sua mão direita com força em torno da minha caceta e firmava um sobe e desce delicioso, sem pressa. PH estava imóvel não resistia nem reclamava. Decidi então pegar sua mão esquerda e colocá-la em meu corpo, pessei pelo peitoral e pelo abdômem, aproveitei que ambos estavam peludos e esfreguei sua mão esquerda pelo meu corpo, queria que PH sentisse o corpo de um macho, de um homem. Passei sua mão esquerda em meu sacão peludo e nas minhas coxas grossas. O pequeno não expressava reação.

Por mais que quisesse, não aguentava mais, estava bom mas o tesão era maior, se continuasse ali, devoraria o menino no sofá mesmo, e não era o que deveria acontecer, por mais que eu quisesse. Decidi me entregar ao tesão e gozei. E, porra, gozei pra caralho. Sujei todo meu peito, e melei a mão direita de PH. Foram vários jatos fortes e fartos de leite que melaram meu peitoral e meu abdomêm. Minha vontade era de esfregar a cara do PH na porra que estava depositada nos pêlos do meu peito, mas ainda não era o momento.

Encarei PH e o indaguei:

Eu: Gostou?

PH não responde, dá um meio sorriso e desvia seu olhar do meu e vai em direção ao banheiro. Enquanto isso, fico ali, largado no sofá, completamente anestesiado respirando fundo e aliviado. Mas a noite é uma criança. Deu 22h30min, quinze para as onze, meus pais chegaram. Não vou negar, fiquei com medo, receio de que PH comentasse algo com eles. Seria o fim de tudo, inclusive, da minha vida mas, para a minha sorte, ele nada disse nem mesmo fez menção ao ocorrido. Reagiu como se nada tivesse acontecido. Jantamos. Tomamos banho e fomos dormir.

Na mesma noite, a minha juventude falou mais alto. Lá estava eu de novo, no “XVideos”. Meu pais domiam no quarto da frente da casa e o meu ficava nos fundos, ou seja, tinha um quarto (o do meu irmão) e um banheiro entre nós. Barulho era algo com o que eu não precisava, muito, me preocupar. Enquanto assistia o vídeo no mudo, decidi gemer baixinho e intensificar a punha a ponto de fazer o estrado da minha ranger, tudo a fim de chamar a atenção do meu companheiro de quarto, PH.

Porém, nada disso fez com que PH desse sinal de vida. Não posso afirmar se ele estava de fato ou não, dormindo. A única coisa que sei é que ele não demonstrou interesse nas minhas investidas. Resolvi arriscar. Me levantei, deixei o PC virado com a tela para a parede, tranquei a porta, me despi por completo (estava apenas com o calção de futebol de horas atrás) e fui em direção a PH.

Cheguei ao seu lado, me ajoelhei. Ele estava deitado, como sempre, de bruços. Porém, estava duas cobertas sobre seu corpo, pois estava fazendo frio. Não pensei duas vezes, tirei as cobertas que estavam o cobrindo e comecei a passar, de leve, a mão sobre sua bunda. Nossa, que delícia. Era durinha, branquinha, quentinha, pronta para ser devorada. Ousei mais uma vez e forcei minha mão direita por debaixo da calça de moletom que PH vestia. Ele estava sem cueca. Serei sincero. Não tem como uma pessoa não sentir que está sendo “bulinada”, mesmo enquanto dorme. Tenho para mim que PH estava acordado e permitiu minha investida.

Acelerei a punheta e passei a apertar com mais força a bunda de PH. Não a ponto de acordá-lo, se é que ele já não estava, mas apertei com carinho. As duas “bandas” da raba do meu menino dava uma palma da minha mão, não conseguia imaginar outra coisa, senão minha caceta arrombando aquele rabinho infanto-juvenil. Passei a fazer carinho no ânus. Sem penetrar, é claro, apenas fazendo movimentos circulares na “portinha” do cuzinho com meus dedos médio e indicador. Nossa que tesão, era quentinho e mega fechadinho. Não aguentei mais, gozei gostoso no chão. Limpei o piso, me limpei, cobri PH e fui deitar.

No domingo depois do almoço, fui fazer uns trabalhos da faculdade enquanto ouvia o meu PH brincar na rua. Não conseguia mais pensar em outra coisa senão comer aquele menino. Era um “ranso” que eu precisava tirar, um tesão que eu precisava aliviar. Na noite de sábado, em que pese o menino não ter esboçado reação à minha investida, não consigo crer que ele estava dormindo. Mas a dúvida me vencia.

Uma nova semana se passou, me controlei ao máximo. Não demonstrei interesse em nada. PH nada falava sobre o que havia acontecido. Até que recebo a melhor notícia do mundo, meus pais iriam viajar no sábado, na verdade iriam viajar já na sexta no início da noite e iriam retornar apenas no sábado de madrugada, ou seja, manhã de domingo, e meu irmão iria junto. Era a oportunidade perfeita para comer PH.

Na sexta a noite nada deu para fazer, pois as irmãs ficaram a noite toda lá em casa. Mas a madrugada de sexta para sábado era a minha oportunidade de ouro e eu não poderia deixar passar despercebido.

Logo depois que as meninas (irmãs de PH) foram embora, fui tomar banho. Ele ficou sozinho na sala assistindo a um filme que deixei rodando no PC. Para começar a dar clima, apesar do frio, sai do banheiro nu. Sem toalha, sem roupão, sem nada. Com a benga balançando fui em direção a PH e parei bem a sua frente. Ele meio sem jeito, tentou não desviar os olhos da tela do PC, mas não aguentou, e me fitou por uns segundos. Decidi então ser “direto”.

Eu: Vamo lá pro quarto?! Não vai dormir?!
PH: Tá.

Nem eu imaginei que seria tão fácil assim, ou talvez PH imaginasse que na verdade eu não me contentaria com uma punhetinha naquela noite. Daquela vez eu queria mais, eu queria no mínimo uma gulosa com direito a leite na garganta e olhos lacrimejando. Eu estava estourando de tesão. Não trepava com o Gustavo, meu passivo fixo, há umas duas semanas. Tudo esperando pelo rabinho virgem do PH.

Chegando no quarto apaguei a luz, deixei o PC ligado no Word e virado pra parede e tranquei a porta. PH deitou e ato continuo eu, completamente pelado, deitei com ele, na mesma cama, de conchinha. Antes que ele falasse algo, decidi sensualizar, erotizar ao máximo o momento. Nos cobri com as cobertas dele e disse em seu ouvido que estava com frio. PH, como sempre, permaneceu imóvel, calado, apenas com a respiração ofegante.

Foi automático, coisa de instinto mesmo. Ao me deitar e encontar meu pau na bunda de PH, minha caceta endureceu na hora. Rija feito pedra. Ao passar minha mão na raba de PH percebi que ele flexionou as nádegas, fechou o cu. Era hora de relaxar meu menino. O abracei, beijei de forma bem molhada sua nuca, acareciei seus mamilos e comecei a punhetá-lo. Pode parecer babaca da minha parte, mas eu não me importava com o tesão e o prazer dele, queria vê-lo relaxado para não precisar ser bruto ou rude na hora de meter nele. Não queria machucá-lo. Passei a beijar sua bochecha, fazer carinho e uma quase massagem em suas costas, peguei sua mão esquerda e a coloquei em minha caceta. Fiz com que ele a punhetasse enquanto eu não parava de fazer carinhos nele, e o indaguei.

Eu: Tá bom? Perguntei em seu ouvido.
PH: Uhum. Balbuceia, pois estava sem fôlego.
Eu:Bate pra mim?! Pedi.
PH: Tá bom. Respondeu suave e calmamente, em voz baixa.

Estava ficando bom. Tirei as cobertas que estavam sobre nós, me escorei no encosto da cama, fiquei meio que sentado na cama, abri bem minhas pernas e deixei PH no meio delas. Meu meino de 11 aninhos estava cara-a-cara com a minha caceta duraça. A minha vontade era de enterrar a cara dele na minha rola. Mas me controlei. Deixei ele se soltar. E por conta própria, PH começa a me punhetar, devagarinho, meio sem jeito, sem pegar com firmeza e força na minha rola, mas foi. Estava uma delícia, a mão dele estava gelada e sua respiração era ofegante. Eram bons sinais. Era a minha vontade de foder aquele menino se concretizando.

Depois de um tempo, para dar mais tesão, decidi “ajudar” PH. Segurei sua mão com força no meu pau e comecei uma punheta “nervosa”, rápida, que fizesse o menino sentir minha força ou o que eu realmente queria.

Eu: Passa a língua?! Pedi de modo calmo e cortez.

Sem responder qualquer coisa, PH tira a língua para fora e a esfrega por baixo da rola deslizando até o início do saco fazendo com que a cabeça da minha piroca encostasse em sua sobrancelha e a umidecesse com o meu mel. Que delícia de lambida. Eu não acreditava que estava ensinando uma criança a ser puta. Se continuasse como estava, eu não aguentaria mais nem um minuto, portanto, decidi usar a minha língua também.

Me levantei e fiz com que PH permanecesse deitado de bruços na cama, abri suas pernas e depositei meu rosto bem no meio da sua bunda. Esfreguei meu rosto naquela raba a fim de fazê-lo sentir o quão áspero estava o meu rosto após retirar a barba. Queria que ele sentisse que estava sendo dominado por um macho, por um homem. Com força, abri as bandas de sua bunda e encarei aquele anelzinho intocado, rosa, quentinho que pulsava de tesão, mesmo sem ele, talvez, perceber.

Lambia aquele cuzinho como se fosse sorvete, passava a língua com força. Ao contrário do que muitos – virgens – imaginam, o ânus tem cheiro de cocô e o meu menino, ao contrário dos “experts” não sabia fazer “chuca”, talvez nem soubesse do que se tratava. Mas aquele rabinho delicioso não estava sujo, estava com cheiro de suor, suor de menino gostosinho, pronto pra levar uma pirocada. Decidi que aquela, era a hora. Babei muito naquele cuzinho, encharquei o buraquinho rosinha do meu menino. Me levantei e fiquei de joelhos admirando aquele guri, por trás e sob o meu domínio, ele era ainda mais excitante.

Dei uma cuspida forte na minha rola, babei no buraco dele e, sem pensar, meti. Uma estocada naquele rabinho apertado e a minha rola não entrou. Chegou a “entortar”, mas não entrou. Com tudo isso PH se assustou e flexionou todo o seu corpinho. Fechou a bunda, como gosto de falar. Mas eu não desisti. Babei ainda mais naquele rabinho lindo e me deitei sobre PH, passei a lhe fazer carinhos no pescoço, na nuca, a beijar e lamber suas orelhas, acariciava seus mamilos e, enquanto isso, esfregava minha caceta completamente dura como pedra contra sua raba. Queria que ele se acostumasse com aquilo, relaxasse.

Após alguns minutos nessa preliminar estranha, fiquei novemente de joelhos e intentei novamente contra aquele rabinho selado. Babei ainda mais, lambi aquele cu ainda mais acariciei aquela bunda ainda mais e, com força, voltei a estocar minha rola naquele buraquinho. Ao sentir a cabeça do meu pau se acomodar em uma local quentinho e macio, e ao olhar para o rosto de PH e vê-lo rangendo os dentes e soltando finos grunhidos de dor, sabia que estava lá. A sensação foi maravilhosa. Aquele rabo era tão apertado que machucava minha rola, estufava as veias da minha caceta a ponto de quase explodirem. Sabia que aquela era a hora e não podia sentir pena.
Para não perder a oportunidade e o embalo, deslizei meu corpo ainda mais sobre e dele e acomodei toda a minha caceta naquele cuzinho. Só parei de forçar contra aquela bundinha quando senti minha pentelhada encostar nas nádegas frágeis de PH. Nossa, que delícia. Minha vontade era de bombar aquele rabo como se não houvesse amanhã, estralar pirocada naquele menino, mas eu não podia fazer isso.

PH então tentar se ajeitar, eu com medo que ele tantasse fugir o segurei com força, com as duas mãos me cravei em sua cintura e partir dali, o comando seria meu. Para não assustá-lo nem machucá-lo, permaneci imóvel com a rola dentro de PH para que ele tentasse se acostumar com minha pica dentro de seu rabo.

PH: Pára, tá doendo. Pediu com voz embargada quase chorosa.

Não vou mentir e também não quero parecer sadomasoquista, mas aquela carinha de desespero, misturada com dor e a voz manhosa e chorosa do meu menino, me instigaram, me deixaram com ainda mais tesão. Tudo aquilo fez com que eu me sentisse o maior e mais foda homem do mundo.

Eu: Calma, relaxa. Falei enquanto iniciava um calmo e lento vai-e-vem.

Fiquei naquela de sentir minha caceta ser engolida por aquele rabinho apertado até não aguentar mais. Olhar aquele rostinho lindo se afundando no travesseiro, aqueles dentes que mordiam os lábios a fim de tentar diminuir a dor que sentia, minha rola estufada dentro daquele cuzinho que começava a sangrar. Quando vi que tinha arrombado aquele viadinho, me entreguei ao meu tesão e me descontrolei um pouco. Comecei a bombar com mais força e intensidade, mas não a ponto de estralar rola naquele cuzinho. PH apenas gemia baixinho e choramingava forçando seu rostinho contra o travesseiro. Eu me saciava naquele rabinho. Tirei minhas mãos de sua cintura a as coloquei em minha nuca, estava literalmente montado no meu viadinho novinho. Olhava admirado para aquele corpinho sob meu comando, as mãos do meu vidinho apertavam o colchão, seus olhos lacrimejavam e sua bundinha estava vermelha. Dei dois tapas nela, que engolia minha caceta de forma sublime.

Eu: Toma rola do teu macho, meu viadinho. Disse baixinho em seu uuvido. Ouvi gemidos finos e baixinhos como resposta. PH não tinha forças para responder.

O cuzinho de PH era tão apertado que machucava minha rola. Apertava minha benga de modo que as veias saltavam quando tirava, mas sem tirar completamente, toda a rola do fundo do seu ânus. Era lindo de ver aquele anelzinho se rompendo e se alargando.

Não aguentava mais e para minha surpresa gozei. Gozei feito um cavalo no cio, leitei demais aquele cuzinho alargado pela minha caceta que saiu daquele buraco suja de bosta, de sangue e de gozo. Minha pica esguichou gala até a nuca do PH. Melei a escosta inteira do moleque. Extasiado e aliviado, permaneci de joelhos atrás de PH admirando o estrago que tinha feito no viadinho.