Fazendo a esposa virar puta


Click to this video!

Desde quando casamos, que tenho vontade de ser corno, mas sempre mantive isso só para mim, pois pela nossa formação, nunca tive coragem de contar para minha esposa, pois toda vez que se comentava que alguem tinha sido descoberto traindo o cônjuge, ela sempre emitia opinião contra quem fazia esse tipo de coisa. Mas o tempo foi passando e até a pouco tempo atrás em quase vinte anos de casamento, nunca passamos do tradicional, e de tanto ler as histórias de marido corno, eu decidi que teria que contar para ela sobre esse desejo. Mas o destino me ajudou, pois um dia minha esposa me pega lendo aqui neste site os contos dos maridos cornos. Ai ela se sentou para ler um deles, leu uns dois ou três e depois me perguntou por que eu lia esse tipo de coisa. Dei um suspiro e pensei, é hora de expor meus desejos, é agora ou nunca, então contei para ela todo o meu desejo de vê-la sendo fodida por outro macho. Ela me perguntou se realmente era o que eu queria mesmo, eu confirmei que era isso que desejava, desde que ela concordasse também. Na hora ela não me disse nada e me deixou na sala e foi se deitar. Terminei de ler mais uns contos, e fui me deitar meio ressabiado, pois não sabia qual seria a reação dela após minha confissão de querer ser corno. Me deitei, mal encosto na cama minha esposa já me puxa para cima dela, e me pede para fodê-la, quando eu estava fodendo ela, percebi que minha esposa estava mais quente e molhada, coloquei ela de quatro e comecei bombar, aí ela ficava gemendo e quando estava quase gozando, começou a falar que tinha um negão comendo ela e me chamar de corno. Ao ouvir isso aumentei mais as bombadas e gemendo e chamando ela de puta safada, gozei como nunca em minha esposa. Depois disso começamos a conversar sobre esse desejo, e ela disse que ao me sentir mais tesudo quando falou do negão a comendo e me chamando de corno, resolveu embarcar nessa fantasia, mas que teríamos que fazer com cuidado e paciência, pois apesar de ela querer me ajudar me fazer ser corno e também não tinha ideia de como isso iria acontecer. Então comecei a me lembrar dos contos e como as mulheres dos cornos andavam, que tipo de roupa usavam e então fui ver como eram as roupas de minha esposa e nenhuma delas era como as esposas de corno usavam. Alertei a ela sobre esse fato, e começamos então a comprar algumas roupas desse estilo, mais decotada, calcinhas menores, vestidinhos mais curtos de alcinha e tomara que caia, além de sandálias de salto alto de acrílico. Depois disso, resolvemos começar a nossa entrada nessa aventura de ser corno. Como nossos filhos já não moram mais com a gente, pois já seguiram seu caminho, poderíamos começar a sair sem problemas. Fomos para um barzinho durante a semana, e ela vestiu uma saia acima do joelho e uma blusa de abotoar, e ficamos bebendo, a princípio para sentirmos o ambiente e a nós mesmos. Estávamos um pouco nervosos, mas nada que uma tequila não resolvesse, e por falar em tequila, alguns minutos depois que ela tomou a sua, começou a esquentar, e instintivamente abriu dois botões de sua blusa, mas ainda não estava aparecendo muito, mas já dava um pouco de visão de seu seios, que começavam a espetar a blusa, o primeiro que viu que ela estava com os peitos quase saindo foi o garçom, que a toda hora vinha até em nossa mesa para saber se precisávamos de alguma coisa. Pedi para ela dar uma volta pelo barzinho, mas antes falei com ela para abrir mais um botão de sua blusa, para que ficasse um pouco mais visível para os machos, ela fez o que pedi e saiu, foi até ao balcão, e o cara que a atendeu ficou doido ao ver os seios dela quase saindo. Ela voltou para a mesa e ficou se exibindo para o garçom. Depois de muito exibir, resolvemos ir embora, e chegando em casa, demos uma foda daquelas, e ela me chamando novamente de corno e me fazendo ficar alucinado com isso e gozando muito. A partir dessa noite, ousamos cada vez mais, e ela estava se soltando aos poucos, andávamos de ônibus com ela usando blusa super decotada, e um dia pegamos um ônibus no horário de pico, ela usando legging apertadinha sem calcinha, só para ser encoxada, e todas as nossas aventuras eram seguidas de uma sessão de sexo daquelas quando chegávamos em casa, sempre sendo chamado de corno e gozando muito. Mas o divisor de aguas, foi no dia que ela decidiu se soltar de vez, pois a desafiei a sair com uma roupa curta sem calcinha e se mostrar para alguém. Então ela escolheu um vestidinho de alcinha bem curtinho de algodão, bem fininho e leve, e escolhemos ir ao shopping mas usando mais uma vez o ônibus. Entramos como se não fossemos conhecidos e ao subir os degraus o motorista viu que ela estava sem calcinha, ele fez sinal para o cobrador, e minha esposa passou e se sentou numa poltrona próximo dele, e ficou com as pernas abertas de modo que o cobrador pudesse ver, e ainda dava um jeito para uma das alcinhas cair no ombro e deixar um dos seios quase exposto, mexendo no celular fingindo que estava concentrada no que fazia, depois o ônibus encheu mais um pouco, e quem estava no corredor tinha uma visão boa dos seios dela, mas como a poltrona ao lado dela estava vazia, ela de propósito se sentou no corredor deixando a janela vazia, um cara se sentou ali, e a viagem continuou e esse cara começou a encostar a coxa dele na dela, e como não percebeu reação nenhuma, encostou a mão disfarçadamente na coxa dela e foi aproveitando, quando chegou no ponto do shopping, ela se levantou e então descemos. Lá ela fez questão de se exibir mais um pouco, deixando os cara verem a buceta dela, seja na praça de alimentação ou nas inúmeras vezes que ela subiu as escadas rolantes, e deixando os caras loucos de tesão. Inúmeras foram as cantadas que ela recebeu, mas a que mais a deixou excitada, foi de dois rapazes novinhos, uns 18, 19 anos mais ou menos, que chegaram nela quando ela voltou a praça de alimentação, queriam o numero do zap dela, e ela passou e depois começaram a trocar mensagens, e ela então mandou um monte de nudes para eles. E eles retribuíam, até que uma semana depois eles fizeram um videozinho cada um se masturbando e gozando um tantão, minha esposa me mostrou o vídeo e falou que a primeira galhada que eu receberia seria dupla, e com os dois moleques. Combinou com eles de irem para nossa casa, e já adiantou que eu estaria presente e queria ver eles a foderem. Para eles tudo era festa e aceitaram numa boa. Marcamos para a sexta a noite. Minha esposa os recebeu já de camisolinha vermelha transparente, e de fio dental. Os rapazes chegaram tarados mesmos, mal me viram sentado no sofá, e já partiram para agarrar minha esposa, ela beijou os dois na boca, e as mãos deles já percorriam seu corpo, que estava sentindo muito tesão, os bicos dos seios já entumecidos furando a camisolinha, e eles abriram sua camisola e cada um chupou um dos peitos, deixando ela mais safada, alguns minutos depois, colocaram a rola para fora e a fizeram chupar os dois alternadamente, até que eu mandei que ela ficasse de quatro no sofá e os mandei meter a vara nela. Em alguns minutos minha esposa já estava sendo montada por um deles, que bombava com força e a chamava de vadia, o outro era chupado por ela, que enfiava todo o pau do garoto na boca, engasgando e tossindo com a vara batendo em sua garganta., depois trocaram mais uma vez de lugar, e o segundo bombou com vontade, mas gozou rápido na buceta dela, eu corri e limpei a gala que o garotão deixou na buceta dela, o segundo veio e também meteu na buceta e depois gozou. Os dois se sentaram para descansar e enquanto eu chupava a xana dela novamente esporrada, ela limpava o pau dos meninos retirando o restinho de porra do pau deles. Depois que descansaram, minha esposa começou a chupa-los de novo e disse que queria perder as pregas do cu, e escolheu o que tinha o pau maior para arromba-la, foi difícil, foi doloroso para minha esposa, mas ela aguentou firme, quando a cabeça arrombou as suas pregas, o moleque enfiou o pau com força para dentro dela, fazendo minha esposa dar um grito de dor e começou a fuder o rabo dela com força, arrancando gemidos de dor e prazer, e como ele já tinha gozado uma vez ficou quase meia hora bombando nela, até que gozou inundando seu cuzinho, o outro tomou seu lugar e ficou também um bom tempo fudendo a bunda da minha esposa até que gozou, eu aproveitei que ela estava de quatro e meti a vara também, gozando rapidinho também misturando as porras de ter homens, e assim que gozei já meti a boca no cuzinho dela chupando tudo o que saia, minha esposa exausta de tanto dar, e com o rabo esfolada de tanta vara que recebeu para um primeiro dia, desmontou no sofá, mas os garotos queriam mais, aproveitaram que ela estava de perna aberta e meteram mais uma vez em sua xoxota, gozando mais um pouco menos de porra dessa vez. Depois dessa terceira foda, sentamos todos para descansar. Depois fomos os quatro para o banheiro, e minha esposa chupou nos três. Mas não gozamos, foi mais um namoro mesmo. Depois que saímos do banheiro, os moleques foram embora. Hoje ela ainda transa com eles lá em casa, mesmo quando não estou, e além disso saímos quase todas as noites para novas aventuras, e minha esposa está fascinada por rapazes negros, ela adora ser arrombada por eles, e já saímos com dois primos negros bem dotados que a detonaram, de tanto meter em minha esposa. E estamos combinando com eles, de trazerem mais dois para uma gangbang bem hard mesmo, pra deixar ela bem fodida, e se ela suportar dar para quatro, vamos aumentando a quantidade de machos para ela. Um abraço pessoal e espero que tenham gostado, o que rolar de novo conto para vocês aqui.