Sendo corno de suruba – a curra do cu


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Já contei duas aventuras anteriores, a primeira vez com um cara só e a primeira dupla penetração. O fascinante dessas aventuras é que toda vez parece a primeira. A

insegurança, ansiedade, medo e tesão ficam por dias, até chegar a hora marcada. Desta vez, decidimos ir além. Ela ia precisar de muita coragem e força para aguentar:

meu sonho de vê-la devorada por 4 machos. Demoramos para encontrar os 4 ideais, confiáveis. Mas achamos. Um convidou e nos mostrou a foto dos quatro: quatro morenos

altos, todos bem roludos e fortes. Eles ficaram loucos quando souberam dos meus relatos e viram a minha mulher: realmente muito bonita, alta, um pouco gordinha,

bundinha deliciosa. Marcamos em um motel. Chegamos antes.

Só eu e ela, ela estava um tanto apreensiva e ansiosa. Quando veio o aviso da chegada dos quatro, ela só faltou se esconder. Dava para perceber o medo, sentia pena e

excitação. Vê-la com medo e ao mesmo excitada também me deixava excitado. os quatro chegaram e entraram no quarto. Já havíamos visto as rolas por fotos. Todas enormes.

Mas os caras em grandes, grandes em tamanho mesmo e fortes. Vi em seu rosto uma certa preocupação. Conversamos, me afastei e falei:

– Ela é de vocês.

Os quatro tiraram a roupa. Ela ainda não, estava com um pouco de vergonha e sem graça, com todas aquelas mãos percorrendo seu corpo. Um foi mais ousado, tirou a sua

blusa. Seus seios ficaram nus, todos revezavam nas mamadas, enquanto ela estava muito envergonhada, mas com os bicos duros.Pedi:

– Amor, tira a roupa toda.

Ela tirou a calça e a calcinha. Tentou cobrir a bucetinha com as mãos, ainda estava com margonha. Mas um dos machos foi dominante, a colocou de joelhos. E colocou o

pau em sua boca. Ela começou a chupar, punhetando outros dois, enquanto o outro passava a mão nas suas costas e em sua bunda, enfiando até o dedo em seu cuzinho. Ela

chupava uma a uma, lambendo as bolas, passando os sacos em seu rosto. 3 deles soltaram um pouco de sêmen, ela esfregou bem no rosto. Ninguém mais aguentava de tesão, o

mais alto a pegou no colo e jogou na cama.

E caiu com a rola em sua bucetinha. Ele começou a bombar,enquanto os outros enfiavam os paus em sua boca, bulinavam teu seio, passavam a rola em seu rosto. O cara

bombou por uns 5 minutos e antes de gozar passou a vez. Veio outro roludo, a virou de quatro e enfiou de uma vez só. Ela gritou e pediu “Ai, devagar”. E o cara começou

a bombar com mais força ainda, ela tentou escapar, mas foi puxada novamente. Os outros correram e a seguraram, minha mulher estava sendo currada! Ela começou a chorar

e xingar: – Para, tá doendo, filho da puta. Seus gritos de dor deixavam os caras mais loucos ainda, que passaram a bater em seu rosto. Este não aguentou e gozou. Os

outros a deitaram, abriram sua boca e fizeram ela engolir toda a porra que estava na cozinha. Vi que seu rosto estava cheio de lágrimas, mas ela abriu um sorriso,

deitou de costas e falou: – Agora quero assim.

Começou um revezamento de machos penetrando-a, de bundinha pra cima. Foi lindo demais vê-la chorando e gemendo de prazer e dor, com aqueles caras revezando sua

bucetinha e batendo seus corpos contra sua bunda. Todos revezeram e passaram a se masturbar, para que o gozo fosse ao mesmo tempo. Foi então que deitada, completamente

rendida, cada um gozou em seu rosto.

Eu já havia gozado duas vezes e falei:

– Arrombem o cu.

(o estupro a seguir foi combinado previamente, não houve nada forçado)

Ela ficou assustada: – Amor, no cu não. No cu sim. Ela protestou: – É sério, não vou aguentar. E se retraiu na cama, tentando se proteger. Os caras riram, mas estavam

receosos. Falei: – Eu mandei, o cu é de vocês. Ela tentou fugir, mas foi encurralda. E pediu ajuda: – Amor, por favor, manda parar. Fui até lá, peguei em sua mão e

falei: dá direito esse cu. Me afastei, enquanto ela gritava: – Me solta, me larga.

Ela foi levada até uma mesa, onde foi colocada de bruço, com os braços segurados por outros dois. O de rola maior abriu bem seu cuzinho e começou a chupá-lo e enfiar o

dedo, enquanto ela chorava: – Não, por favor.

E o cara foi colocando devargazinho, só a cabecinha, enquanto ela chorava. Até que enterrou de uma vez, ela deu um grito de dor e o cara passou a bombar. Muita bombada

forte e tapas na bunda, enquanto os outros seguravam seus braços. o cara passou a puxar seu cabelo, ela cada vez mais rendida, até que ele tirou a camisinha e jorrou

em seus costas. E assim foram revezando, minha fêmea com o cu alargado e as costas cheias de porra. Quando a soltaram, ela caiu no chão e ficou descansando um pouco.

Os quatro foram para o banho, enquanto ela descansava, exausta. Estava cheia de lágrima e porra no rosto, com sangue no cuzinho. Sim, arrancaram sangue do cu da minha mulher. Quando eles foram embora, a levei para o banho. Quando já estava limpo, ficamos abraçados um bom tempo. Agora ela chorou, de verdade. Acho que foi muita humulhação para um dia.

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