Flagra na fazenda


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Tão logo meus tios chegaram de fora, passaram um par de dias na minha casa e logo se foram para a fazenda da família que fica no meio do nada e com muitos atrativos para quem gosta ou está acostumado com a vida do campo, o que não é o caso do meu tio. Depois de umas três semanas, minha tia embarcou de volta, deixando o pobre do meu tio mais solitário que nunca. A partida da minha tia coincidiu com o início das férias escolares e logo meus pais decidiram passar este período na fazenda. Logo que chegamos, senti novamente aqueles olhares fulminantes para os meus peitinhos juvenis e para a minha bundinha bastante avantajada para a minha idade. Procurei não me importar com aqueles olhares e continuei agindo como se nada estivesse acontecendo apesar da minha xaninha se recusar a me obedecer. Todas as vezes que percebia os olhares discretos do meu tio para a minha bundinha ou os meus peitinhos, minha calcinha logo ficava empapada com os meus caldinhos. Que doideira. Nem parece que tenho onze anos e meu tio setenta. Não consigo olhar para ele como um tio, mas sim como um macho que me deseja e quer. Tanto é verdade que, nesta família, todas as crianças e até mesmo alguns adultos tomam a benção dos pais, tios e avós, o que não acontece comigo em relação à ele. Vejo-o como um macho que me quer comer e nada mais. Sei também que ele me vê como aquela ninfetinha que ele sempre quis ter e nunca conseguiu e como sua última esperança ou chance na vida de comer alguém tão gostosinha como eu. Pouco depois, sendo aniversário do meu padrinho e como sempre acontece, ele organizou uma puta de uma festa e vieram centenas de convidados da família ou não. Entre estes convidados estava um menino, o Paulinho, que apesar de ser mais novo que eu, é um tesãozinho e bem safadinho. No dia da festa, todos estavam reunidos em mesas no pátio interno da sede da fazenda e enquanto eles bebericavam e comiam, alguém se encarregou de colocar alguns colchonetes na sala que foram destinados à mim, minha prima Ariela, da mesma idade que eu e o Luís Paulinho a quem me referi anteriormente. Nos puseram para dormir e enquanto o sono não vinha, o Luís Paulinho, muito safado, resolveu me dar umas apertadas na gente e rolando pelo colchonete, veio em minha direção dizendo baixinho:
– “Aline. Deixa eu fazer as coisas um pouquinho? Bem rapidinho. Só um pouquinho”
Dizendo isso, ele veio me montando e aproveitando que eu estava deitada de barriga pra cima, logo encaixou sua piroquinha durinha bem no meio das minhas coxinhas, ainda cobertas pela bermuda fininha que eu estava usando. Meio sem jeito, mas se movimentando gostoso pra cima e pra baixo e apertando os meus peitinhos, ele me deixou taradinha. Vendo minha passividade, ele saiu de cima de mim e foi lentamente baixando meu shortinho. Como eu estava sem calcinha e sem soutien fiquei com quase tudo de fora. Quando ele voltou a se deitar em cima de mim, senti aquela piroquinha durinha roçando diretamente em cima da minha xaninha lisinha e apertadinha.
– “Nossa menino, para com isso, alguém pode chegar e pegar a gente, seu taradinho”
Ao ouvir isso, a Ariela, rapidamente se arrastou pelo colchonete e ficou vigiando o corredor para ver se chegava alguém. Com os caldinhos que já estavam escorrendo pelas minhas perninhas, a varinha do Luís Paulinho roçava gostoso entrando e saindo do meio das minhas coxas e as vezes forçando um pouquinho a entradinha da minha bucetinha. Aquilo estava uma delícia e sem querer já estava movendo os meus quadris e gemendo.
– “Aiii que gostosinho. Faz mais rápido garoto. Tá uma delícia”
Aquilo estava me deixando louquinha de tesão e ficou melhor ainda quando ele, levantando a minha blusinha começou a mamar nos meus mamilos rosadinhos. Mesmo desajeitado, ele estava conseguindo me deixar doidinha. Senti um baita arrepio percorrer meu corpinho juvenil e um leve tremor ao ter o meu primeiro orgasmo de verdade e não um daqueles que tenho quando estou sozinha em meu quarto tocando uma siririca. Logo a seguir ele me pediu:
– “Abre mais as pernas que quero dar uma metidinha. Só uma metidinha. Vai Aline, deixa”
– “Ahhhhh não. Isso eu não vou deixar não. Você tá muito abusadinho. Muito sem vergonha”
Com uma vontade louca de sentir aquela coisinha dura em mim, lentamente fui abrindo as perninhas. Arreganhei-me toda, mas devido à falta de experiência, ele não conseguia acertar o alvo e depois de uns rápidos movimentos pra cima e pra baixo, ele gosou me deixando toda melecada com o seu leitinho quente e grosso. Rapidamente me levantei e corri para o banheiro para me limpar. Ao passar pela Ariela que continuava deitada, vi que ela estava tinha baixado o shortinho e a calcinha e estava se deliciando com uma siririca enquanto assistia aquelas cenas eróticas. Poucos minutos depois, quando voltei, aquele cenário tinha mudado completamente e para meu espanto, dei de cara com ele fazendo o mesmo com a Ariela, o que me deixou meio mordida de ciúmes. A Ariela é bem mais alta que eu e tem uns peitões enormes para sua idade, que chama muito a atenção da molecada na escola onde estudamos. Assim que me deitei ao lado deles, a Ariela me disse pra fazer o mesmo que ela tinha feito, isto é, vigiar o corredor. Este taradinho deve ser muito convincente pois não demorou muito e pude ver que a Ariela estava nuinha em baixo dele, gemendo como uma gatinha. Fazendo-a abrir as perninhas, começou a enfiar aquela piroquinha dura na bucetinha dela, igualmente peladinha, fazendo ela do gemer de dor ou prazer.
– “Nooossssaaaa Gustavinho, você meteu tudo em mim. Que gostoso”
Enquanto ele metia gostoso na Ariela, foi a minha vez de vigiar o corredor e alisar minha xaninha que já estava toda babadinha outra vez. Eu já nem sabia pra onde olhar pois o tesão tomou conta de mim e eu estava subindo pelas paredes. Minha vontade era assusta-lo dizendo que vinha alguém só para eles pararem e eu poder fazer de novo com o Luís Paulinho. Eu realmente estava mordida de inveja ou ciúmes. A Ariela gemia baixinho enquanto mexia com a bundinha pra cima e pra baixo acompanhando o ritmo dele. Não demorou nem dois minutos para que ela gemendo baixinho dissesse:
– “Aiiiiiinnnnn que delícia. Estou sentindo uma coisa aqui dentro que está me deixando com vontade de meter mais. Enfia que tá ficando muito bom. Noooossssa que gostoso. Acho que vou gosar”
Imediatamente tive que, com o meu dedo indicador sobre os lábios, pedir que gemessem mais baixo pois alguém ia acabar escutando aquela barulheira. Nem reconheci a minha prima. Aquela menina ali, trepando feito gente grande, nem parecia aquela minha prima tão recatada e tão séria. Aquele pivetinho cretino, mesmo depois de ter metido bastante na minha prima e gosado dentro dela, ele a largou de lado e me chamando pra perto, voltou a montar em mim. Com a minha ajuda, ele foi logo tirando meu shortinho completamente, e me fazendo abrir bem as pernas para meter em mim como tinha acabado de
fazer com Ariela.
– “Ahhhhh não. Eu não vou deixar você meter isso na minha xerequinha. Naquela hora você me deixou toda melecada com o seu leite condensado e não vai fazer de novo”
Quase implorando ele disse:
– “Pô Aline, só um pouquinho. Se você deixar, prometo que tiro na hora de gosar e esporro na minha mão mesmo”
– “Não senhor, agora você tá prometendo, mas na hora H vai acabar soltando seu leitinho em cima de mim”
Mas, deixei que o tesão falasse mais alto que a razão e quando senti aquela piroquinha na entrada da minha grutinha molhada, eu mesma, sem esperar que ele fizesse, dei uma leve mexidinha com os quadris para cima e senti que a cabecinha entrando. Apesar de estar muito bom, a falta de jeito dele me fez sentir uma leve dorzinha.
– “Aiiiinnnn. Eu te falei que não queria. Agora mete só a pontinha senão você vai me machucar. Seu negócio está muito duro”
Como a piroquinha dele é realmente pequena, quase não senti dor nenhuma dor quando com um golpe certeiro, ele enfiou tudo de uma vez, me fazendo ficar com medo de ter perdido meu cabacinho. Coloquei minha mão para me certificar e senti que estava tudo enfiado dentro da minha xerequinha. Ainda peladinha e coberta pelo lençol, a Ariela se aproximou e alisando a bunda do Paulinho, falou baixinho:
– “Nossa, tá muito gostoso, Depois eu quero mais um pouquinho”
Com medo que ele parasse para voltar a trepar com a Ariela, como ele já tinha feito antes, envolvi sua cintura com as minhas pernas e o apertei contra mim, fazendo com que aquela minhoquinha terminasse de entrar todinha na minha grutinha. Aquilo estava ficando demais e sem conseguir me aguentar mais, gosei maravilhosamente ao mesmo tempo em que ele me enchia a bucetinha de porra quentinha.
– “Noooooosssssa, que coisa mais gostosa. Vou gosar também. Aiiiiiiii Paulinho, você acabou gosando dentro de mim. Que porra quentinha. Mexe mais rápido que eu acho que vou gosar de novo”
O cretino do moleque era tão safado que enquanto metia e gosava dentro de mim, ele ficou alisando a bucetinha da Ariela e mamando feito um bezerro nos peitões dela, fazendo ela gosar quase que ao mesmo tempo que nós.
– “Ââââiiiinnnn, vou gosar de novo” gemeu ela com tremores pelo corpo todo.
No exato momento em que o Paulinho saiu de cima de mim, me deixando toda arreganhada, o meu tio apareceu na passagem da sala e vendo aquela cena de filme pornô, em altos brados disse:
– “Que porra é essa? É melhor vocês pararem logo com esta pouca vergonha antes que outra pessoa, menos liberal que eu, os pegue”
Putz, quase morri de vergonha e imediatamente nos cobrimos com o lençol. Com uma cara amarrada de fazer medo, ele se dirigindo ao Luís Paulinho, disse:
– “E você, seu moleque safado, cai fora daqui antes que eu perca a paciência. Vai procurar outro lugar pra dormir. Amanhã quero ter uma conversa bem séria com os três”
Depois de quase nos matar de susto e esperar que o Paulinho saísse, meu tio voltou pro seu quarto. Nos vestimos rapidamente e logo fomos dormir, imaginando o que poderia nos acontecer no dia seguinte.
– “Agora estamos lascadas mesmo” disse a Ariela quase gaguejando de medo.
Não muito convencida com as minhas próprias palavras e com muito medo, só consegui dizer baixinho:
– “Amanhã tudo se resolve. Vamos dormir”
Com minha xerequinha ainda escorrendo porra, dormi gostoso.
No dia seguinte bem cedo, ele me intimou a ajuda-lo a alimentar os peixes e assim que passamos da porteira, de chapa foi logo dizendo:
– “Eu vi tudo desde o início e também filmei por cima da parede que separa meu quarto da sala. Você e a Ariela são muito safadinhas. Quem diria né? Essas carinhas de santa, hein?
Ainda tentei argumentar dizendo que ele estava exagerando e que só tinha rolado uns beijinhos mais quentes e nada mais, mas foi tudo em vão. Ele realmente tinha visto muito mais do que eu queria.
– “Os beijinhos devem ter sido bem quentes mesmo pois até peladinhas vocês estavam. Quentes demais para o meu gosto e se seus pais sabem disso, você sabe muito bem o que vai acontecer. Se sua mãe descobre que você já não é mais virgem, ela te mata”
– “Aiiii tio, não fala assim de mim. Sou uma garota direita e ainda sou virgem sim”
– “Porra nenhuma, depois de ter levado aquela piroquinha inteira nesta bucetinha, você ainda acha que seu cabacinho está inteiro? Me engana que eu gosto” disse ele com muita sarcasmo
– “Ai tio, claro que ainda sou virgem, o negocinho dele é muito pequeno e não fez nada” Sem ter outra saída, eu quase implorando de joelhos, disse:
– “Por favor tio, não conte pra ninguém. Mantenha segredo de tudo isso pois caso contrário, vai acontecer uma tragédia na família. Eu faço qualquer coisa que o senhor quiser, mas não fala nada”
Ao ouvir minhas últimas palavras, ele com um sorrisinho muito safado disse:
– “Faz mesmo? Tem certeza?”
Sem falar diretamente, e olhando fixamente para o meio das minhas pernas, para o volume que a minha xaninha fazia por baixo da bermuda apertadinha de lycra, ele disse:
– “E seu quiser o mesmo que vocês estavam dando pro Paulinho?”
Morta de medo e já me arrependendo das minhas palavras, disse:
– “Aiiii tio, não foi bem isso que eu quis dizer. Por favor, não me entenda mal”
Senti muito medo do que pudesse me acontecer se tivesse que dar pra ele também. Eu já estava imaginando o tamanho da piroca só de ver o volume que se formava por baixo de sua bermuda. Vendo que eu também não desgrudava os olhos daquele volume, ele disse:
– “Você e a Ariela são bem gostosinhas e quero comer as duas. Se aquele pirralho chato pode trepar com vocês duas. Porque eu não?”
Sentindo um puta calorão no rosto e na minha xaninha, disse:
– “Ai tio não faz isso não, o seu negócio deve ser muito grande pra nós. Nós somos virgens e vai doer muito. Esta foi a primeira e única vez que fizemos isso”
Com o pau duro como uma estaca, pois dava pra ver claramente por baixo da bermuda, meu tio retrucou com uma certa dureza.
– “Vocês não são virgens porra nenhuma porque eu vi o menino enfiando tudo em vocês. Estes cabacinhos já foram pro espaço, e não foi ontem”
O descaramento dele era tão grande que chegava a me dar tesão e novamente minha bucetinha começou a babar.
– “Para provar que você vai me dar como deu pro menino, quero que faça duas coisas agora. Quero uma provinha, uma amostra grátis”
Com um leve tremor no corpo e a boca seca de medo, consegui balbuciar:
– “Ai tio, não vai pedir nada impossível, né?”
– “Claro que não. O que eu quero é bem simples de fazer, mas quero agora”
Já adivinhando o que ele ia pedir, fechei os olhos e esperei. Ele foi logo dizendo:
– “Ontem a noite eu vi seus peitinhos e sua bucetinha, mas estava meio escuro e foi muito rápido. Quero ver tudo de novo e desta vez no claro e bem mais de perto. Vai mostra. Baixa o shortinho e depois levanta a blusinha”
Ainda com os olhos fechados e morrendo de vergonha disse:
– “Pelo menos vamos para um lugar mais escondido. Aqui na beira da barragem qualquer um pode ver a gente e ai sim, está tudo perdido”
Caminhamos até debaixo de uns arbustos que mesmo com poucas folhas devido à seca, nos protegia de olhares indesejáveis e nos dava uma sombra já que o sol estava queimando. Assim que chegamos, fechei novamente os olhos de tanta vergonha que eu sentia e segurando meu shortinho pelo cós e fui baixando lentamente. Quando minha xerequinha carequinha ficou à vista, ele disse:
– “Nossa Aline, como ela lisinha e parece bem apertadinha. Nem parece que levou vara ontem à noite. Acho que você tem razão, meu pau não vai nunca conseguir entrar em você. Assim sendo você vai ter que me dar o cusinho”
Ele caminhou até perto de mim e colocando a mão sobre a minha bichinha, deslizou vagarosamente o seu dedo médio pelos grades lábios e ao ver que eu já estava toda molhadinha, ele disse:
– Tá doidinha pra levar um ferro de verdade como o meu, né putinha do titio”
Dizendo isso, ao mesmo tempo em que alisava minha xerequinha, com a outra mão ele colocou seu pau pra fora e ai pude ver que o bruto já estava duro como uma pedra. Ao ver aquela vara dura e apontando pra mim, a minha bucetinha piscou e verteu mais caldinhos, molhando a mão dele. Ao sentir minhas piscadas, ele imediatamente procurou meu buraquinho com o dedo e quis enfiar a pontinha. Dei um pulo pra trás e não permiti dizendo:
– “Pô tio, não enfia não. Com este dedão enorme você vai tirar meu cabacinho e vai me machucar”
– “Deixa de ser boba, você não tem mais cabacinho nenhum. A piroca daquele menino é maior que meu dedo e entrou todinha em vocês”
– “Não é não, tio. O piruzinho do Paulinho é bem menor que seu dedo e mais fino. Este dedão vai furar meu cabacinho”
Não conseguindo mais resistir ao tesão que estava sentindo por aquele velho, disse:
– “Tá bom tio, mete só um pouquinho. Se doer você promete que para?”
– “Claro minha franguinha. Não quero te machucar. Vou enfiar só a metade e se doer eu paro”
Abri um pouquinho as minhas perninhas para permitir a invasão daquele dedão grosso e então senti a pontinha cutucando minha grutinha. Quando seu dedo entrou até a metade, dei um gemidinho e disse:
– “Aiiinnnn tio. Para tá. Deu uma dorzinha gostosa”
Sem me dar ouvidos, ele meteu mais um pouquinho dizendo:
– “Não te falei? Aqui não tem mais cabacinho nenhum. Além de ontem, você já tinha dado pra alguém? Pra quem? Foi pra outro menino ou foi algum adulto?”
– “Claro que não tio. Tá pensando o que de mim? Não sou nenhuma piranha não. Só se aconteceu com um dos brinquedinhos da minha mãe que eu as vezes uso pra me distrair”
Aquilo deixou o meu tio cada vez mais doido e com o pau cada vez mais duro e ainda apontado pra mim ele disse:
– “Já que você não é mais cabacinho e já enfiou um consolo grosso nesta bucetinha, deixa eu enfiar meu dedo todo e sentir seu calorzinho”
Sem pensar muito pois estava com o raciocínio toldado pelo tesão, concordei dizendo:
– “Tá bom tio. Mas, por favor, bem devagarinho, seu dedo é muito grosso. Ele é bem maior que a piroquinha do Paulinho”
Quando terminei de falar, senti seu dedão deslizando para dentro de mim me arrancando um gemidinho gostoso de dor.
– “Aiiinnnn que delícia tio. Pode enfiar mais um pouquinho. Tá muito gostosinho. Noooossssa, que dedão mais duro”
Com o dedo todo cravado na minha xerequinha, ele pegou minha mão e a guiou até aquela pirocona que não amolecia nem por nada, me deixando alucinada. Quando meus dedos tocaram aquele mastro, ele ficou mais duro e pulsante. Colocando sua mão sobre a minha, fez os movimentos de vai-e-vem que ele queria que eu fizesse. Logo ele deixou que eu continuasse tocando a punheta sozinha e ele, com a mão livre, levantou minha blusinha, dizendo:
– “Agora são estes peitinhos lindos. Deixa eu mamar gostoso. Deixa eu beijar e sugar este mamilos rosadinhos”
Quando senti aquela boca quente nos meus mamilos, a coisa desandou e eu já estava completamente entregue. Quando eu menos esperava, ele me envolveu em seus braços e mesmo com a minha mão na frente, segurando seu pau, ele me fez encaixar aquela cabeçona no meio das minhas coxinhas roliças, quase em cima da minha xerequinha. Como as minhas coxas estavam completamente cobertas com o meu suquinho, o bruto deslizou suavemente chegando a roçar gostoso na entrada da minha grutinha. Aquilo me deixou tão doida que bastou ele entrar e sair umas poucas vezes e eu gozei me agarrando na sua cintura e puxando-o contra mim.
– “Âââââiiiiiiinnnnnnn tio tô gozando muito gostoso. Ah se você conseguisse entrar em mim. Ia ser melhor ainda. Faz mais um pouquinho e deixa eu ficar segurando este pau gostoso. Mexe mais rápido”
Atendendo ao meu pedido ele colocou de novo entre as minhas coxas e segurando firmemente, vez ou outra eu guiava aquela cabeçona pra minha entradinha, quase deixando-o entrar. Sentindo o calor da
minha xaninha na cabeça da piroca, meu tio dando um tremendo urro, disse:
– “Coloca na sua portinha que eu vou gozar. Sente o meu leitinho quente escorrendo na sua xaninha. Sente a minha vara tentando te invadir”
Assim que coloquei a cabeça na minha portinha, ele começou a arquear o corpo pra frente e com estocadas mais fortes, gosou abundantemente me esporrando a bucetinha, pernas e até o meu cusinho que ficou bem melecado. Como já tínhamos demorado muito “alimentando os peixes”, voltamos rapidamente a tempo de contar tudo o que tinha acabado de acontecer pra Ariela e dar-lhe o recado que o meu tio tinha deixado pra ela. Arregalando os olhos de susto e dando um sorrisinho safado. Ela entrou no caminhão do seu pai e logo partiram. Como sei que ela deverá voltar no próximo fim de semana, é possível que meu tio pape mais uma bucetinha. Pouco tempo depois, a maioria das pessoas partiu, ficando somente meus pais, meus irmãos e outra prima, a Sabrina, mais nova e mais safadinha que eu, pois segundo ela, apesar dos seus dez anos, já deu a bucetinha pra alguém. Uns dias depois, meus pais e um dos meus irmãos se foram, nos deixando sozinhas com meu tio e meu irmão mais velho.