Meu padrasto me fodia dos 11 aos 18


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Eu fui criada numa chácara próxima da capital. Tinha apenas um irmão mais velho e meu pai morreu quando eu tinha só seis anos. Minha mãe é uma mulher bonita, de peitos fartos e bunda grande, morena clara, de cabelo cacheado. Eu puxei mais meu pai, mais polaco, da pele branca e os olhos claros. Os dele eram azuis da cor do céu e eu nasci de olho verde mas depois foram ficando meio cor de mel. às vezes estão de uma cor e às vezes de outra.
Fui criada livre, brincando na chácara com minha mãe e meu avô e meu irmão. Cansei de tomar banho pelada no riacho e no açude pequeno que tinha lá. Eu com sete, oito, nove anos e meu irmão que era 8 anos mais velho. Andava correndo pelada dentro de casa e no açude. Mas quando meus peitinhos foram ficando maiores e começou a nascer cabelo na minha bucetinha, todos eles (mãe, avô e irmão) brigavam pra eu me vestir direito, pra não andar sem calcinha, pra sentar de perna fechada.
Eu era um bichinho do mato e esquecia. Cansava de vestir vestido e esquecer de colocar calcinha e levar palmada da mãe e ouvir grito do meu avô e meu irmão.
Então, perto de fazer dez anos minha vida mudou de novo. Meu irmão tinha acabado de ser chamado pra servir o exército e estava muito feliz. Acabava de fazer 18 anos, se apresentou e foi convocado. Ele chorava de felicidade, porque era o sonho dele. Mas, meu avô morreu. Ele teve um infarto fulminante, então numa sexta ele estava bem, fazendo serviço da roça e simplesmente, morreu. No dia seguinte, teve velório, choradeira da família, visita de muita gente que nunca vi e no domingo, a vida estava “normal”, mas sem meu avô. Eu demorei a me dar conta da realidade, mas minha mãe, que não tinha como dar conta sozinha da chácara e de mim. Ela não tinha coragem de impedir o sonho do meu irmão, então tentou, de todo jeito segurar a barra. Mas era muito trabalho para uma mulher sozinha. Mesmo contratando trabalhadores temporários. Meu irmão foi servir em outra cidade distante 300km e quando ele ligava, ela dizia que estava tudo bem. Mas todo dia ela chorava de cansaço e com dificuldades financeiras. Eu percebia e ajudava no que podia, mas estava até mais livre, porque ela me deixava ficar pelada e de calcinha em casa. Tinha tantas preocupações e nenhum homem por perto.
Então, ela conheceu aquele que viria a ser meu padrasto. Um homem cinco anos mais velho que ela, dono de um escritório de despacho no centro da cidade, que morava sozinho numa casa grande e boa, era viúvo tinha seis anos (mais ou menos). Minha mãe tinha seus 38 anos, eu com 10 e meu irmão, de 18, longe de nós.
Quando ele começou a demonstrar interesse nela, sendo ele conhecido na cidade porque era bem sucedido, discreto, educado, estudado, ela correspondeu. Ia resistir pra que, né? Estava viúva tinha 4 anos, sem pai havia uns 8 meses, passando aperto financeiro. Ele pôs logo um anel de noivado nela. Ela não quis sair da chácara que era de família tinha muito tempo e ele alugou a casa dele, reformou a nossa, deixou tudo novo e bonito como nunca tinha sido e casaram 6 meses depois.
A presença dele mudou um pouco a rotina, eu tive que voltar a ficar vestida o tempo todo. Comíamos todos juntos na mesa e víamos TV de noite juntos tb. Ele via o jornal, depois de tomar banho e de jantar. Ele e minha mãe transavam. Eu levei um susto no começo porque dormiam de porta trancada e eu ouvia os gemidos e barulhos. Pedia pra entrar, chamava na porta e ela me mandava ir pro meu quarto. Fiquei assustada, mas depois ela me disse que era algo natural entre homem e mulher e um dia eu teria um marido e faria aquelas coisas com ele. Hoje percebo que os dois tinham muito fogo. Eu ainda ouvia na porta, mesmo já acostumada. Ouvia gemidos altos da minha mãe, uns barulhos repetidos (hoje sei que era as enfiadas que ele dava nela e batia na bunda dela), barulho de estalo das chupadas. Eles sussurravam também, e eu tentava ouvir mas era difícil. Mas era curiosidade infantil. Eu não tinha vontades de nada, não me excitava. Só era muito curiosa.
Eu continuava uma lerda na hora de sentar e me vestir e minha mãe constantemente brigava comigo. Tinha melhorado um pouco, mas ainda vacilava. Meu padrasto nunca me chamou atenção e parecia não notar.
Enfim, veio meu aniversário de 11 anos, comemoramos juntos com meu irmão que veio visitar a gente. Meus peitinhos estavam maiores e comecei a cortar os cabelinhos da buceta, ensinada pela minha mãe, pra não ficarem grandes demais. Cortava com a tesourinha que ficava no banheiro, limpava tudo. Cortava bem curtinho pra demorar a cortar de novo porque eu tinha preguiça.
Um dia estávamos na sala vendo TV. Tinha sido um dia cansativo na fazenda e eu tinha ajudado minha mãe e os dois trabalhadores a colher e alimentar os bichos. Uma cabra pariu e fizemos o parto. Estávamos cansadas.
Tomei um banho, vesti uma camisa de dormir e esqueci de colocar calcinha. Só joguei o camisão surrado por cima do corpinho, penteei os cabelos. Jantamos juntos e fomos ver TV. Passou a primeira novela enquanto meu padrasto tomava chá e lia jornal. Então, começou o jornal. Eu e minha mãe dividíamos um sofá. Ela estava sentada alisando meus cabelos molhados e eu deitada com a cabeça no colo dela, de frente pra TV. Meu padrasto numa poltrona do lado, de apenas um lugar, agora assistia as notícias.
De tão cansadas, pegamos no sono, nós duas.
Acordei um pouco de tempo depois, o jornal ainda estava rolando, mas já perto do fim. Fui abrindo os olhos devagar e vi meu padrasto olhando fixamente pra minha bunda. Ele tinha uma das mãos em cima da bermuda do pijama e seu pinto estava muito duro, ele alisava ele por cima da bermuda, apertava e olhava pra minha bunda. Quando ele olhou meu rosto, percebeu que eu tinha acordado e estava quieta, parada, observando ele. O homem levou um susto, levantou depressa e saiu em direção ao banheiro. Quando ele levantou, vi aquela barraca armada na bermuda, mesmo ele tentando esconder com o jornal.
Estranhei um pouco e olhei pra minha bunda. O que ele estaria vendo? Percebi que meu camisão tinha subido todo e eu estava com as pernas dobradas em cima do sofá. Passei a mão na bunda e notei que tudo estava de fora. De onde ele estava, tinha visto minha bunda, cu e buceta. Virei a cabeça e olhei pra minha mãe, que dormia desmaiada de cansaço no sofá.
Me levantei sonolenta e fui pro meu quarto, continuar a dormir lá. Nesse dia não me aconteceu nada, mas aquilo povoou minha cabeça. Meu padrasto estava de olho duro em mim. Ninguém tinha me olhado daquele jeito na vida. Mas ele gostou de ver minha buceta, eu achava. Fiquei com muitas dúvidas e muita curiosidade.
A partir desse dia, comecei a ter atenção ao que eu vestia. Não pra me vestir melhor, mas pra olhar se meu padrasto olhava pra mim. E comecei a perceber que ele não brigava quando eu sentava de mal jeito, ou deixava ver minha calcinha ou mesmo minha bucetinha.
Discretamente vi ele olhar algumas vezes. E isso começou a despertar finalmente meu tesão de mulher. Eu sentia um calor estranho quando sabia que ele estava olhando pro meio das minhas pernas. Tinha vontade de me abrir pra mostrar mais e ver a expressão dele e o volume que fazia na bermuda dele.
Poucos dias depois, tomei meu banho da noite, antes de jantar. Ele já havia chegado e estava na mesa da cozinha, fazendo conta em vários papéis, com calculadora, anotando e separando documentos. Minha mãe se apressou para tomar o banho dela antes que a janta esfriasse, para servir a todos e não desagradar o marido. Só que o telefone tocou e ela foi atender. Era meu irmão e então ela tinha que conversar um pouco, pra fazer valer a ligação. Não era sempre que ele podia ligar.
Eu tinha arranhado as costelas no celeiro, enquanto brincava com os bichos e ela tinha que passar remédio antes de me vestir. Tinha que esperar ela vir.
Na minha curiosidade, resolvi provocar. Enrolada na toalha, sentei numa cadeira da mesa redonda, próxima da dele. Mas não junto. A cadeira ficou afastada da mesa. Sentei normal, pernas semiabertas penteando meu cabelo molhado e prestando atenção aos papéis dele.
Ele olhava discretamente pra mim.
– O que você tá fazendo? (Perguntei)
– Trabalhando.
– Hum.
– Você não vai vestir uma roupa?
– Tô esperando a mamãe passar remédio no meu arranhado.
Ele continuou trabalhando e eu fiquei fazendo nada, enrolando e penteando meu cabelo. Sentava à vontade na cadeira, de pernas abertas, sem estar arreganhada, mas não dava pra ele ver entre minhas pernas, mas ainda o vi olhando na direção da minha buceta.
Me mexi de todo jeito, para fazer a toalha subir um pouco, o que de fato aconteceu, mas mal dava pra ver. E ele estava agitado…
Resolvi apelar…
Pus um dos pés na cadeira e comecei a cutucar meus dedos…
– Preciso cortar as unhas dos pés. O que o senhor acha?
Ele olhou pro meu pé, do lado da minha buceta que aparecia.
Ficou olhando… olhando… até que disse quase sussurrando.
– Precisa.
– Vou pegar a tesoura!
Levantei de uma vez e corri no banheiro. Peguei a tesourinha, passei álcool (como sempre tinha que fazer, ensinada pela mamãe, pois era multiuso) e voltei pra mesma cadeira, onde bem rápido voltei à mesma posição que antes, agora cortando minhas unhas devagar.
Meu padrasto parou o que estava fazendo, parei de ouvir o teclado da calculadora e o mexido dos papéis. Fingi que não percebi e me abri o máximo que podia. Eu mesma via minha bucetinha, aberta, vermelhinha, o grelinho saltado parecendo uma linguinha, os cabelinhos aparados clarinhos e o pé do lado, eu cortando as unhas inocentemente.
Pelo rabo do olho vi quando ele levou a mão até a bermuda e apertava com força aquele pau que marcava tudo, dava pra ver o formato. Fiquei olhando tanto que esqueci de cortar. Eu de olho no pau dele marcado no tecido fino da bermuda do pijama e ele na minha buceta aberta. Aquilo, sim, me excitou e sem perceber, minha bucetinha começou a ficar levemente melada, brilhando no meio.
Quando ouvi minha mãe se despedir ao telefone, foi como se tivesse acordado. Meu padrasto também percebeu na hora e eu saltei da cadeira e disse: vou passar remédio!!!
Saí correndo ao encontro da minha mãe esbaforida.
Passei a não usar mais calcinha em casa. Somente quando mamãe percebia e mandava. Mas usava shorts frouxos, porque se estivesse de saia ou vestido, ela percebia.
Pelas pernas do shorts, eu deixava meu padrasto ver minha xaninha como se eu mesma não percebesse que ele estava vendo.
Era algo novo, mas sempre depois dessas ocasiões, quando eu ficava só passava a mão e sentia minha buceta sensível, o toque era gostoso e ela estava babada. Cada vez mais babada.
Isso aconteceu durante um tempo, algumas semanas, pouco mais de um mês.
Um dia, minha mãe preparava o jantar enquanto eu e ele víamos TV. Ele na poltrona dele e eu no sofá do lado.
Deitada de lado no sofá, com a cabeça apoiada na mão, e o cotovelo encostado no sofá, eu deixava ele ver tudo, pois meu short era tão largo que o fundo caía pro lado quando eu ficava nessa posição. A bundinha arrebitada fazia tudo se abrir mais. Eu estava bem safadinha. Sabia me tocar agora, mas nunca tinha gozado.
Sabia que ele estava vendo minha buceta e meu cu. Coloquei uma perna mais pra cima até, pra mostrar mais. E ele, por trás do jornal, assistia meu show. Vi sua mão ir até a bermuda algumas vezes e aquela vara pra cima.
Percebi que estava muito melada quando senti o melzinho escorrer na minha perna, de lado, devido à posição. Levantei, fui ao banheiro e passei papel higiênico, pra diminuir aquilo.
Mas então meu padrasto percebeu que realmente era de safadeza. Se ele tinha alguma dúvida, acabou ali.
Depois jantamos e ficamos todos vendo TV, até que eu cochilei. Minha mãe percebeu e mandou eu ir deitar. Eu não queria ir ainda (esperava me mostrar mais pra ele se tivesse chance), mas ela brigou e disse que eu ia acabar dormindo ali.
– Deixa ela ficar aí.
Meu padrasto, que nunca se metia na minha criação, pela primeira vez falou algo.
Mas não falou em voz grosseira e como minha mãe olhou pra ele espantada, ele disse:
– Tá cedo ainda. Senão ela acorda no meio da noite. Se ela dormir aí, eu levo ela pro quarto.
Minha mãe não gostava de contrariar ele, queria fazer tudo pra agradar o marido, afinal ele era muito bom pra nós, vivíamos agora bem e ela cuidava da chácara por amor, vivendo numa casa muito bonita e confortável.
Então ela simplesmente me deixou lá. Ainda aguentei mais uma meia-hora vendo novela e peguei no sono. Acordei com o telefone tocando. Era meu irmão. Minha mãe então foi pra varanda conversar com ele, como sempre fazia, porque o barulho era menor (por causa da TV). Me larguei no sofá cochilando, estava bem sonolenta.
Senti meu padrasto me colocar no colo pra me levar pra cama e não abri os olhos, me enrosquei no pescoço dele e quando ele me colocou na cama, virei de bundinha empinada pra cima, me agarrando com o travesseiro. Estava mesmo com muito sono. Ele não apagou a luz e não ouvi a porta, mas estava quase voltando a dormir quando senti a mão dele na minha bunda.
Fiquei quieta, a mão também. Entre acordada e dormindo, fui sentindo ele afastar o fundo do meu short de dormir, e passar os dedos delicadamente na minha bucetinha que, pela primeira vez era tocada por outra pessoa.
Foi tão gostoso! Empinei mais a bundinha e senti mais os dedos dele deslizando pra lá e pra cá e entre os lábios da minha buceta, abrindo e cutucando meu buraquinho.
Deixei ele mexer o quanto quisesse, senti deslizar no meu cuzinho que piscou. Senti também que estava melada, bem melada com os toques gostosos. Ouvia lá longe minha mãe falar com meu irmão. Quando senti a língua dele, molhada e a boca chupando minha inocência. Aquela língua que parecia uma cobra, quente e molhada, e aquela boca que me chupava com força, foram me enchendo de excitação. Me arrebitei o mais que pude e senti ele enfiar um dedo no meu rabinho. Não doeu, foi estranho no começo e agora eu estava mais desperta, só que de olhos fechados. Senti o dedo ir entrando, devagar, até estar lá dentro enfiado e a mão pressionando minha bunda.
Enquanto isso a boca dele explorava minha buceta com força. Sugando, chupando, forçando a língua pra dentro. Um dedo apertava meu grelo forte e rápido, beliscava ele, puxava e eu sentia um prazer que nunca tinha sentido e me abria muito, gemia baixinho.
O dedo começou a entrar e sair do meu cu e foi ganhando força e velocidade. Senti aquilo socado no meu rabo, era muito gOstoso, muito gostoso, com a língua quente e macia me chupando e tentando me engolir e o dedo apertando meu grelo. Uma onda de calor foi subindo e explodi num gozo que parecia que eu ia desmaiar. Me mexi feito uma cobra, empurrei com força a buceta na boca do meu padrasto que me segurava pelo quadril me puxando pra ele sem parar de enfiar aquele dedo no meu cu. Senti passar aquele fogo, fui relaxando e senti quando ele se posicionou atrás de mim, senti algo novo, quente se esfregando no meu melado, abrindo minha buceta. Não era mais a boca. Deduzi que era o pau que eu nunca tinha visto. Senti forçar minha bucetinha, forçar mais e depois sair e forçar meu cuzinho. Forçou, forçou e ele se masturbava, eu sentia o movimento e ouvia o barulho, e aquela cabeça pressionava meu cuzinho.
Eu não sabia que homem gozava, nem como era gozo, nem que nada espirrava. Não sabia o que ele faria. Mas quando ouvi barulho na varanda me padrasto se levantou e saiu feito um raio.
Eu mesma me cobri e fui dormir.