No meu primeiro emprego


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Sou Aline e tenho doze anos. Apesar de baixinha, tenho um corpinho de fazer inveja a muitas meninas mais velhas. Tenho uma carinha de anjo e corpinho de uma mini mulher. Meus peitinhos, como próprio da minha idade, estão em fase de crescimento, vivem doloridos e tentando furar minhas blusinhas. Tenho um lindo par de coxas roliças e completamente desprovidas de pelos ou marcas. Minha bucetinha, é completamente peladinha onde se destaca um minúsculo grelinho que vive durinho. De todos estes meus atributos, o que mais chama a atenção dos meninos, é minha bundinha que além de ser redondinha, é lisinha e ligeiramente arrebitada. Desde que, aos nove anos, fui despertada, por um tio velho, para os prazeres da carne, não consigo pensar em mais nada que não seja: meninos, pirocas, etc. Na semana passada, mudou-se para nossa rua, duas casas de distância, um casal muito simpático com quem eu logo travei conhecimento. Apesar de terem um menino de uns 2 anos, a senhora estava grávida de oito meses e estava tendo uma gravidez muito difícil, necessitando cuidados médicos e muito repouso. Assim sendo, quando fiquei sabendo destes problemas e mais o fato dele serem de São Paulo e não terem nenhuma pessoa conhecida na cidade, prontifiquei-me ajuda-la na parte da manhã já que só tenho aula à tarde.
– “Não uma grande babá, mas posso ajudar cuidar do Erick e também nos afazeres da casa”
Com um sorriso muito simpático, ela disse:
– “Quanto você vai querer receber para me ajudar?”
– “Oh Dona. Carmen, de maneira nenhuma. Vou ajuda-la no que puder e não quero pagamento algum”
– “Assim eu não quero. Vou conversar com o meu marido e se você puder, venha aqui logo mais para que você conheça Augusto”
– “Venho sim, logo depois do jantar estarei aqui”
– “Porque você não jantar com a gente? O Augusto prometeu me trazer uma pizza”
– “Tá combinado, venho mais cedo para comer pizza”
Por volta de sete horas, fui até lá e quando a porta se abriu, dei de cara com o Seu Augusto, que já me esperava com um enorme sorriso nos lábios.
– “Pela descrição da Carmen, você deve ser a Aline, a futura companhia do Erick”
– “E o senhor deve ser o Seu Augusto, marido da Dna. Carmen e pai do Erick?”
Estendendo a mão para me cumprimentar, ele completou:
– “E pai da Jéssica, que não tarda a chegar. Vamos entrar, a pizza já está quase esfriando”
Assim como a Dona Carmen, o Seu Augusto estava na casa dos trinta e poucos anos, alto, musculoso, cabelos negros, olhos verdes e com a barba por fazer que lhe desse um charme todo especial. Na manhã seguinte, um pouco antes das oito, eu já estava tocando a campainha.
– “Bom dia Aline, tá preparada para encarar a minha ferinha?”
– “Claro Dona Carmen, sempre gostei de crianças e o Erick é uma gracinha”
Depois de me divertir muito com o menino, tratei de fazer algumas coisas para organizar a casa. No dia seguinte, a rotina foi mais ou menos a mesma e assim os dias foram se passando e a Dona Carmen sofrendo cada vez mais com aquele barrigão enorme. Por trabalhar bem perto de casa, o Seu Augusto a toda hora estava por lá para saber se estava tudo bem. Muitas vezes ele aparecia duas três vezes no período da manhã. Num destes dias, depois que Dona Carmen o chamou, ele chegou esbaforido e depois de subir as escadas de três em três degraus, ele me chamou lá no quarto e disse:
– “Olha Aline, vou ter que levar a Carmen para o hospital porque ela não está nada bem e gostaria saber se você pode ficar com o Erick na parte da tarde. Eu sei que você tem escola, mas será que você não poderia faltar hoje. Depois eu te ajudo a repor a matéria dada da sua ausência”.
– “Não tem problema algum. Posso ficar sim. Só preciso avisar a minha mãe e como não tenho celular, tenho que ir lá em casa”
– “Pode ligar do meu” disse ele me entregando um celular de última geração que me deixou babando. Depois de falar com a minha mãe, virei pra ele e disse:
– “Pronto Seu Augusto, tudo certo. Posso ficar por tanto tempo quanto for necessário”
– “Você é uma ótima menina, muito obrigado”
– “Pode ficar sossegado que o Erick vai ficar muito bem cuidado”
Pouco depois eles saíram e assim que me vi sozinha com aquele lindo molequinho, me senti uma adulta e cheia de responsabilidades. Quase ao anoitecer, ele apareceu e com uma aparência mais tranquila ele disse:
– “A Carmen está bem, mas o médico exigiu que ela passasse a noite por lá para ficar em observação”
– “Que bom. Fico feliz que ela está melhor”
– “Como não posso ficar com ela no hospital, se você quiser ir pra casa, tudo bem. Eu sei me arranjar com o Erick. Ele é um bom menino”
– “Se o senhor quiser, é só eu falar com a minha mãe que ela me autoriza a passar a noite aqui com Erick”
– “Não sei se será necessário, mas a única coisa que não faço com ele é trocar fralda e dar banho”
– “Então é melhor que eu fique por aqui. O senhor deve estar cansado e logicamente vai querer dormir”
Com um sorriso meio amarelo, ele disse:
– “Você tem razão. Mas, será que sua mãe vai deixar você passar a noite aqui?”
– “Claro que deixa. Ela já sabe do problema da Dna. Carmen e vai entender”
– “Vai lá então, explica a situação em que me encontro e não se esqueça de trazer seu pijama, escova de dentes, e tudo mais que você acha que vai precisar”
– “Tudo bem” disse enquanto me encaminhava para a porta.
Depois de explicar o problema para a minha mãe, ela concordou e imediatamente voltei pra casa da Dona Carmen.
– “Oi Seu Augusto, está tudo certo. Minha mãe disse inclusive que se houver alguma coisa que eu não consiga fazer, ele pode vir até aqui ajudar ou se o senhor quiser deixar o Erick lá em casa, tudo bem”
– “Muito obrigado mesmo, mas isso não vai ser necessário, nós dois podemos muito bem cuidar do Erick”
Como o menino estava dormindo no seu quarto e a babá eletrônica estava ligada, fiquei mais descansada e fiquei na sala assistindo TV enquanto Seu Augusto foi tomar banho. Depois de algum tempo no banheiro, ele saiu usando um lindo robe preto felpudo que o deixava mais sexy e indo até o bar que havia num dos cantos da sala, se serviu de uma generosa dose de whisky. Como sua TV a cabo ainda não tinha sido instalada, ele me perguntou se eu gostaria de ver algum filme que ele tinha na sua coleção. Depois de pegar um DVD à esmo, ele o colocou pra rodar e veio sentar-se ao meu lado. Era uma comédia romântica cujo nome não me lembro, mas que depois de passar algum tempo vi que o Seu Augusto estava quase apagando ali mesmo. O coitado devia estar muito cansado e estressado com tudo aquilo que vinha acontecendo com sua esposa. Depois de algum tempo, vendo-o largado, de uma maneira incômoda, em cima daquele enorme sofá, fui até o quarto do casal e peguei dois travesseiros e os coloquei ao seu lado para que ele mesmo os acomodasse. Tratei logo de diminuir as luzes da sala e continuei vendo o filme que não estava nada interessante. Lá pelas tantas, ao virar-se de lado, percebi que o robe estava ligeiramente aberto, o suficiente para que eu visse uma piroca lindíssima, apesar de estar meio murchinha. Tive que contar até mil para não terminar de abrir o robe e segurar aquela tora e me divertir um pouco. Minha xaninha que tem raciocínio próprio, logo deu sinais de vida e depois de algumas piscadelas, me deixou com a calcinha toda babada. Para evitar que tanto eu como ele passássemos vergonha, com muito cuidado puxei o robe para encobrir aquela maravilha. No exato momento em que eu terminei de cobri-lo, ele se movimentou e sem que eu pudesse evitar, o robe se abriu mais ainda, deixando-o praticamente nu da cintura pra baixo. Sem saber o que fazer, continuei tentando me concentrar no filme, mas em vão, a cada dois minutos eu olhava para aquela maravilha que como que adivinhando que tinha alguém o desejando, igualmente deu sinais de vida e não demorou muito para ficasse igual a uma barra de ferro. Minha nossa, aquilo estava demais para minha pobre bucetinha juvenil e ela estava piscando como uma louca e minha calcinha parecendo um brejo. Quando filme terminou, eu me levantei do sofá e ao fazê-lo, ele acordou e vendo que estava com tudo de fora, se cobriu e me olhando com uma cara de espanto disse:
– “Oh Aline, mil desculpas, mas o cansaço e o uísque que tomei fizeram efeito e apaguei direto. Espero que você não tenha ficado ofendida com o que viu, não tive nenhuma intenção”
– “Não se preocupe Seu Augusto, estou acostumada a ver estas cenas, afinal tenho pai e dois irmãos adolescentes vivendo sob o mesmo teto que eu, portanto…”
Depois deste rápido diálogo, fomos dormir e meus sonhos foram só com aquela vara dura tentando me comer. Na manhã seguinte, assim que acordei, depois de trocar e alimentar o menino, bati levemente na porta do quarto e disse:
– “Seu Augusto, o Erick já está trocado e alimentado e eu vou dar uma corridinha até em casa”
Ao ouvir minha voz, ele rapidamente se levantou e quando abriu a porta percebi que ele estava novamente de pau duríssimo. Ele ainda estava tão bêbado de sono que nem percebeu sua própria ereção e eu me deliciei com aquele visual.
– “Oi menina. Bom dia. Desculpe, mas dormi muito mal e acho que nem vou trabalhar hoje. Vou telefonar para a Carmen e mais tarde vou ao hospital para vê-la. Preciso dormir um pouco mais”
– “Tudo bem. Eu só vou dar uma corridinha até em casa, mas já voltou. Só dez minutos. O Erick está dormindo de novo”
– “Está ótimo. Leve a chave para você não ter que tocar a campainha”
Quando eu já estava saindo, ele disse:
– “Por favor, não me deixe dormir o dia inteiro. Pode me acordar daqui a umas duas horas”
– “Tudo bem” disse eu antes de bater à porta.
Aquilo tudo tinha definitivamente mexido com os meus hormônios e durante o curto trajeto até a minha casa, fiquei com a calcinha toda molhada só de pensar naquele homão. Depois de conversar com minha mãe, ela concordou que eu ficasse por lá mais tempo e tão logo peguei algumas roupas para trocar, voltei rapidamente. Depois de checar o menino para ver estava tudo bem, dei uma arrumada rápida da cozinha e depois de algum tempo, calculei já que era hora de acordar o Seu Augusto. Com muito receio de acorda-lo, bati levemente na porta, mas ele não acordou. Bati novamente e desta vez mais forte e nada. Vendo que minhas batidas tinham sido em vão, resolvi criar coragem e entrar para acorda-lo. Abri lentamente a porta e pela fresta pude vê-lo dormindo de barriga pra cima, só de cueca samba-canção e com aquele pirocão duro de novo. A visão daquele homem seminu, aquele tórax musculoso e cabeludo e aquele circo armado me deixaram bambeada. A tentação foi muito forte, mas resisti bravamente e saindo do quarto novamente bati na porta, com mais força ainda. Desta vez sim, mesmo depois de alguns longos segundos, ele finalmente abriu a bendita porta e sem perceber, exibiu aquela ereção de deixar qualquer mulher de água na boca.
– “Acho que já está na hora” disse eu com a voz embargada pelo tesão.
– “Desculpe Aline, mas estou realmente com o sono bastante atrasado” disse ele
“Não acho que seja só o sono” pensei eu com os meus botões enquanto dava uma olhadela discreta para aquele volume. Rapidamente ele passou a mão numa toalha e se dirigiu para o banheiro. Com as pernas tremendo de medo de ser pega, assim que ouvi o barulho da água, fui até a porta que ele, na pressa, tinha deixando entreaberta e só então pude ver aquele corpão másculo em toda a sua plenitude. Nossa, aquele visual foi demais pra mim que até então só tinha visto homens pelados nas revistas de sacanagens dos meus irmãos. Puxei meu shortinho e a calcinha pro lado e passei a esfregar vigorosamente minha xaninha que já estava toda babada com os meus suquinhos vaginais. Em questão de segundos tive um orgasmo homérico que me deixou de pernas bambinhas e quase sem forças para sair dali. Antes que eu fosse pega de surpresa, sai rapidamente e fui para o quarto do Erick que ainda estava dormindo como um anjinho. Tão distraída que estava com o Erick que nem percebi que o Seu Augusto tinha entrado no quarto e estava bem atrás de mim igualmente olhando para o filho.
– “Aiii Seu Augusto, que susto. Nem ouvi quando o senhor entrou”
– “É que eu não queria acorda-lo”
Quando me virei para trás, vi que ele estava enrolado na toalha e que mesmo estando com aquela piroca mole, dava pra perceber o volume. Vendo que eu não conseguia desgrudar meus olhos, ele deu um pigarro e saiu rapidamente do quarto. Daí a alguns minutos e voltou e já completamente vestido, disse:
– “Vou lá no hospital ver como está a Carmen e assim que eu puder eu volto para você não ter perder outra aula”
– “Tá bom. Se for preciso, eu falto às aulas hoje também”
– “Como eu prometi, vou cumprir e assim que tudo se resolver, eu te dou umas aulas de reforço”
– “Que ótimo. Assim eu fico mais tranquila, pois minhas notas não andam muito boas. Sou muito fraca em matemática”
– “Pois eu sou engenheiro e meu forte é a matemática. Posso ser muito útil para que você melhore”
– “Nossa, isso vai ser muito bom. Muito obrigada desde já”
– “Uma mão lava a outra” disse ele com um lindo sorriso.
Sem que eu esperasse, ele me deu um beijinho na testa seguido de um sonoro “muito obrigado”. Aquele homem estava me conquistando a cada minuto e depois daquele paternal beijinho, tive ganas de me pendurar no seu pescoço e encher aquela boca carnuda de beijos. Depois que ele saiu, tive que correr para o quarto e depois verificar se o Erick estava bem, me acabei em uma deliciosa siririca. Pensando naquela piroca que vivia dura e me deixava subindo pelas paredes, gosei como uma louca. Algumas horas depois, quando ele voltou do hospital, imediatamente percebi que estava tudo bem com Dona Carmen, pois ele estava bastante relaxado e contente.
– “Antes que você pergunte, a Carmen está bem e só vai ficar no hospital ou mais um dia ou dois para que não aconteça nenhum imprevisto”
– “Que bom Seu Augusto. Fico muito feliz em saber que tanto ele como a Jéssica estão bem”
– “O único problema é a sua escola. Como vamos fazer para conciliar estes horários?”
– “Olha Seu Augusto, eu não me importo em faltar as aulas porque sei que o senhor vai me ajudar depois. Quanto ao Erick, o que posso fazer, caso eu seja obrigada a ir à escola, é ficar com ele na parte da manhã e à tarde deixa-lo com minha mãe. Depois das aulas, venho direto pra cá e fico com ele até o dia seguinte. O que o senhor acha?”
– “Aline, sua ideia é ótima, mas não quero incomodar sua mãe que deve ser uma pessoa muito ocupada”
– “Pode ficar descansado, minha mãe vai adorar a ideia de ficar com o Erick”
Depois de tudo acertado, fui cuidar das coisas e depois me distrair um pouquinho com aquela doçura de criança. Agora mais relaxado, Seu Augusto, depois de um demorado banho, se esparramou no sofá e ficou um bom tempo assistindo a um filme de guerra que não me interessei em assistir apesar da ótima companhia. Aproveitei que os dois meninos estavam dormindo e dei uma corrida em casa onde coloquei o meu uniforme do colégio militar e sem querer contar vantagens, dizem que eu fico arrasadora. Quando voltei, o encontrei apagado no sofá enquanto o filme rolava e eu aproveitei para ficar olhando aquele homem lindo e viajando na maionese. Acho que ele estava tendo um daqueles sonhos molhados, pois não demorou muito tempo para que, o tecido fino do short que ele estava usando, denunciasse a tremenda ereção. Nossa, ver aquele pauzão duro outra vez estava acabando comigo e se não fosse pelo medo que eu sentia de ser descoberta, eu teria tocado uma siririca ali mesmo, na frente dele. Assim mesmo, dei umas alisadinhas na minha xerequinha e mesmo por cima das roupas, quase gosei. Como que adivinhando minhas intenções, ele depois de dar uma resmungada, alisou aquela vara que em segundos ficou mais dura ainda. Mãããeeeeeee, eu realmente estava com medo de não resistir e segurar aquela vara pra ele. Quando não podendo mais me aguentar, resolvi sair da sala e ao me virar, ouvi sua voz dizendo:
– “Aline, fica ai mais um pouco. Faz tempo que estou te olhando pelo espelho”
Só então percebi que na parede oposta a onde eu estava, havia um enorme espelho. Caraca, ele tinha visto eu ficar olhando pra ele e alisar minha xotinha. Então, esta foi a razão para aquela ereção.
– “Você fica linda neste uniforme. Deixa eu te olhar mais um pouquinho”
– “Aiii Seu Augusto, assim o senhor me mata de vergonha. Já está na hora de ir pra escola”
– “Fica aqui na minha frente só por mais uns minutinhos. Você está linda”
– “Me deixa levar o Erick pra minha mãe senão eu vou chegar atrasada”
– “Pode ficar tranquila que eu te levo de carro, quer?”
– “Bom, se o senhor vai me levar, ai eu posso ficar mais um pouquinho”
– “Leve o Erick lá pra sua mãe e volte aqui. Você volta?”
– “Tá bom então. Já volto”
Minhas pernas ficaram tão bambas que nem sei como consegui caminhar até em casa, carregando aquele menino enorme. Tão logo conversei com minha mãe, voltei e o encontrei no chuveiro.
– “Aline, me faz um favor, você pode me trazer a toalha que eu esqueci?”
Com o corpo todo tremendo de medo ou tesão, peguei a primeira toalha que encontrei e depois de pendura-la na maçaneta da porta, disse:
– “A toalha já está aqui na porta. Vou lá cozinha tomar um suco antes de sair”
– “Não. Prá que esta pressa?” disse ele abrindo a porta sem se importar com a toalha e sem me dar tempo de sair dali.
Quando vi aquele corpão lindo nu na minha frente, disse:
– “Nossa Seu Augusto. Não precisa me levar na escola, eu posso muito bem ir de bicicleta”
Vendo o meu espanto por vê-lo completamente nu, ele disse:
– “Não venha me dizer que você nunca viu um homem nu?”
– “Claro que não Seu Augusto, lembre-se que eu só tenho doze anos. Sou só uma menina”
– “Tudo bem. Mas, porque você ficou me olhando enquanto eu fingia que dormia. Pelo espelho, pude ver o que você fez”
– “Eu não fiz nada demais. Só fiquei te olhando porque te acho muito bonito”
– “Então nós temos a mesma opinião um pelo outro, né?”
Como o rosto ardendo de vergonha por ter que admitir, disse:
– “Tudo bem, mas agora tenho que ir. O senhor vai me levar?”
– “Claro menina. Minha promessa é dívida e eu pago”
Com um sorrisinho amarelo deixei-o peladão na porta do banheiro e fui para a porta da sala espera-lo. Muito bem barbeado e cheiroso, ele estava usando uma camisa polo e calça jeans que o deixava mais sexy que os ternos tão formais que ele usava no dia a dia. Assim que entramos no carro, ele disse:
– “Já se vão vários e vários dias que você está trabalhando pra nós e eu ainda nem me cocei para te dar algum dinheiro de adiantamento. Você está precisando de algum?”
– “Já falei Seu Augusto, não se preocupe com isso de pagamento. Estou fazendo isso para ajuda-los e não quero pagamento algum”
Mesmo com esta resposta, no primeiro sinal de trânsito que paramos, ele meteu a mão no bolso e tirando duas notas de cem, dobrou-as em quatro e as colocou no bolso da minha blusa do uniforme, aproveitando para dar uma leve alisadinha no meu peitinho esquerdo. Ao sentir aquele toque sutil, me arrepiei toda e dando um leve suspiro disse:
– “Não precisa Seu Augusto”
Não satisfeito em ter dado uma leve alisadinha que me deixou com os mamilos durinhos, ele bateu de leve com a mão em cima do bolso e disse:
– “Por favor, aceite como se fosse um presente pelo que você está fazendo”
– “Tá bom então. Vou comprar material escolar que estou precisando”
Como já estávamos quase na porta do colégio, ele, me pegando de surpresa disse:
– “Aline, espero que você não ficado ofendida por eu ter ficado pelado na sua frente, mas depois que eu vi você se alisando enquanto me olhava, fiquei louco de tesão. Afinal, desde o início da gravidez da Carmen que eu não tenho nada com ninguém e é por isso que sempre fico assim” disse ele apontando para aquela piroca que já estava dura como uma rocha.
Parando o carro um pouco antes da entrada do colégio, ele pegou minha mão esquerda e colocou em cima daquele monumento e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ele colocou sua mão sobre a minha e fez uma leve pressão como quem diz, “é assim que eu quero”. Na mesma hora senti minha calcinha ficar encharcada com os meus caldinhos e sem largar aquela tora, eu disse:
– “Aiiii Seu Augusto, para com isso. Eu nunca fiz estas coisas”
– “Não está gostando? Deixa eu ver”
Me pegando totalmente desprevenida, ele largou minha mão e me deixando agarrada àquele mastro, pôs sua mão direita em cima da minha bucetinha e com o dedo médio, deu uma deliciosa alisada.
– “Faz isso não Seu Augusto. O senhor é um homem casado e eu sou uma menina de doze anos e sem nunca ter feito estas coisas”
– “Então me responde, tá bom ou não está?”
Morrendo de vergonha só tive forças para dizer:
– “Agora deixa eu ir que já está na hora de começar as aulas”
– “Depois do que aconteceu agora, aposto que você nem vai querer ir lá em casa logo mais, não é?
– “Claro que não. O senhor acha que eu vou deixar o Erick sozinho com o senhor a noite inteira?”
– “Quer que eu venha te buscar?”
– “Se o senhor quiser e puder, quero”
Depois de me dar um beijinho no rosto, ele disse com um enorme sorriso nos lábios:
– “Claro que eu quero e posso. Estarei aqui às 6, não é mesmo?”
– “Entre seis e seis e quinze. Estarei aqui no portão”
Dizendo isso, sai rapidamente daquele carrão e mesmo com as pernas bambinhas, consegui correr até o portão e entrar no colégio antes que ele fosse fechado. Foi dificílimo me concentrar nas aulas quase nem ouvia as explicações que eram dadas pelos professores. A coisa estava tão difícil que um deles percebendo meu desligamento, me chamou a atenção com muita veemência. Cacete, eu só conseguia pensar naquela vara dura pulsando na minha mão e aquele dedo médio deslizando em cima da minha bucetinha. Já nem conseguia raciocinar direito e não via a hora de entrar naquele carro e ir pra casa em tão boa companhia. Apesar de ser virgem de tudo, já faz algum tempo que penso em como me livrar desta coisa chamada cabaço que tanto atrapalha a vida das meninas. A cada cinco minutos eu olhava para o relógio na parede desejando que o tempo passasse mais rápido e chegasse logo a hora de ver aquele homem outra vez. Quando finalmente bateu o sinal avisando do fim das aulas, peguei meus materiais e sai a toda em direção ao portão e ao ver aquele carrão estacionado em um lugar seguro, sai em desabalada carreira. Ao me ver me aproximando, ele abriu a porta e em segundos já estava sentada ao seu lado. Mãe do céu, o perfume que exalava daquele corpão era qualquer coisa de inebriante e quando ele me deu aquele beijinho no rosto, bem pertinho da minha boca, eu quase pirei.
– “Aline, eu já estava morrendo de saudade de você. Estas horas que você passou na escola, me pareceram uma eternidade”
Dizendo isso, ele passou a mão pelos meus cabelos e até chegar a minha nuca me deixando toda arrepiada. Percebendo que eu tinha ficado totalmente excitada, ele se aproveitou que eu não estava encostada no banco do carro e deslizou sua mão pelas minhas costas até chegar na minha bundinha onde ele deu uma leve apertadinha.
– “Me responde uma coisa, você gosta dos meus carinhos?”
– “Puxa Seu Augusto, pergunta isso não. Eu fico com vergonha. Nunca ninguém triscou um dedo em mim. O senhor é o primeiro que eu deixo fazer estas saliências”
– “Mas, tá gostoso. Não está? Pode responder. Não fica com vergonha de mim”
– “Tá bom, é muito gostosinho”
Ao ouvir isso, ele tirou sua mão da minha bundinha e trazendo-a para frente começou a alisar minhas coxas até chegar na minha xerequinha. Quando ele fez menção de levantar a minha “saia”, ele descobriu que na realidade não era uma saia e sim uma bermuda do tipo “engana papai”. Vendo o seu desespero para me tocar, eu disse baixinho como se alguém pudesse nos escutar:
– “Vamos pra casa. Aqui é muito perigoso”
– “Você tem razão. Vamos”
Durante todo o trajeto, ele só tirava a mão direita das minhas coxas para passar as marchas e estava me deixando alucinada. A cada vez que sua mão subia pela parte interna das minhas coxas, eu me sentia tentada a me arreganhar toda para que tivesse melhor acesso à minha xaninha, mas ao mesmo tempo não queria que ele fizesse mal juízo de mim. Agora sim, eu estava totalmente entregue àquelas carícias e não via a hora de chegar na sua casa para que pudéssemos fazer aquelas coisas gostosas com mais liberdade. Assim que ele estacionou o carro, desembarquei e disse:
– “Vou correndo lá em casa pegar o Erick e tirar este uniforme. Já volto”
– “Aline, me faz um favor, fica de uniforme. Você fica linda assim. Faz isso pra mim”
– “Tá bom. Só espero que minha não desconfie”
Sai quase correndo e em questão de minutos estava de volta. Depois de dar banho no Erick e dar a mamadeira, deixei-o berço e fui pra sala onde ele estava assistindo a um noticiário qualquer. Já me sentindo mais à vontade a presença daquele homem, me sentei ao seu lado ansiando por seus carinhos. Não foi preciso esperar quase nada, pois imediatamente ele me segurou pela mão e me fazendo levantar, disse:
– “Como você fica sexy neste uniforme. Uma verdadeira delícia. Imagino como você deve deixar os meninos e até os professores doidinhos.
– “Nossa Seu Augusto, com tantos elogios, vou acabar ficando convencida”
Depois de me fazer girar o corpo várias vezes, ele me puxou pela mão e mesmo sem fazer força, me sentar no seu colo. O contato daquela tora contra minha bundinha, acabou de vez com todas as minhas resistências e quando ele começou a desabotoar minha blusinha, meu coração quase parou. Nunca nenhum homem tinha visto os meus peitinhos e aquilo que estava pra acontecer, estava me deixando terrivelmente amedrontada. Mesmo sem desabotoar todos os botões, ele enfiou a mão por dentro do meu sutiã e passou a alisar suavemente meus minúsculos peitinhos.
– “Aiiiinnnn Seu Augusto, faz isso não. Tenho medo do senhor querer mais que isso”
– “Fique tranquila porque não vou fazer nada que você não queira. Posso dar uma mamadinha?”
Sem esperar por uma resposta, ele terminou de desabotoar minha blusinha e levantando meu sutiã, colocou aqueles lábios carnudos e quentes sobre os meus mamilos me levando ao mais completo delírio.
– “Tá gostoso?” perguntou ele ao ver a expressão depuro prazer estampada no meu rosto.
– “Aiiiinnn não faz. Para por favor”
– “Quer mesmo que eu pare?” perguntou ele com um sorriso cínico e sabedor de que aquilo era tudo que eu queria.
– “Não. Não para não. Tá muito gostoso”
Enquanto ele me distraia com aquela boca quente, ele foi desabotoando minha “saia” e quando ele me fez ficar de pé, eu me viu só de calcinha e com os peitinhos completamente expostos para aqueles olhos famintos, ele disse:
– “Que peitinhos mais lindos. Fazia tempo que não via uns peitinhos assim. Que coisinha deliciosa”
Vendo que estava perdidinha de tesão, ele começou a baixar minha calcinha e em poucos segundos, eu estava quase que completamente nua na frente de um homem que eu mal conhecia. Depois de baixar minha calcinha, ele voltou a atacar nos meus peitinhos enquanto seu dedo médio deslizava entre os grandes lábios da minha xaninha que não parava de babar. Aquilo estava me levando ao paraíso e não demorou muito para que eu tivesse meu primeiro e intenso orgasmo.
– “Aiiiiiiiinnnnnnnn Seu Augusto, que delícia. Faz mais. Faz mais rápido. Vou gosar”
Num espaço de uns poucos segundos, gosei outra vez, deixando-o com a mão toda melecada com os meus “caldinhos”. Vendo que eu estava doidinha de tesão e perdida com aquelas carícia que nunca tinha experimentado antes, a cada vez que seu dedo deslizava pela minha bucetinha lisinha, ele dava uma paradinha na entrada da minha grutinha e fazia uma leve pressão. Ao mesmo tempo em que aquela tentativa de invasão me provocava um deliciosa dorzinha, me deixava cada vez à mercê daquele homem delicioso. Pra facilitar seu trabalho, abri minhas pernas e imediatamente senti seu dedo me penetrar até a metade.
– “Aiiiinnnnn, assim o senhor vai furar meu cabacinho. Isso eu não quero”
Percebendo que tinha avançado demais, ele me fez sentar no sofá e depois de se ajoelhar entre as minhas pernas começou a chupar meu grelinho e meter a língua bem fundo.
– “Mãããeeeeeeee, que coisa gostosa. Não para. O senhor vai acabar comigo. Que coisa deliciosa”
Apesar de eu ter chegado da escola e não ter tomado banho, eu estava morrendo de medo que minha bichinha estivesse fedorenta e quando tentei interrompe-lo para tomar um banho, ele respondeu:
– “Gosa mais uma vez e depois vamos tomar banho juntos”
Com aquela língua dardejando meu grelinho, claro que gosei como uma cadela e entre gemidos e palavras desconexas. Depois de gosar três vezes seguidas num espaço de cinco minutos, minhas pernas já nem respondiam aos meus comandos e quando tentei me levantar, cai novamente em cima do sofá. Vendo que eu estava exaurida, ele com uma facilidade impressionante me pegou no colo e me carregou até o banheiro. Fiquei esparramada dentro da banheira de hidromassagem enquanto ele a enchia com água deliciosamente morna que só fez aumentar o meu tesão. Quando a banheira estava quase cheia, ele também tirou sua roupa e se acomodou atrás mim fazendo com que aquela jeba dura ficasse forçando minha bundinha. Nossa, aquilo tudo era muito além do que qualquer menina pode sonhar e agora estava acontecendo comigo. Depois de ficarmos mais de uma hora no banho, onde ele esfregou cada centímetro do meu corpinho quase infantil, ele se levantou e disse:
– “Agora vem a melhor parte”
Ao ouvir aquilo, minha xaninha deu uma piscada de medo e meu cusinho travou. Será que este homem, com esta coisa enorme, vai querer me invadir e arrebentar meu cabacinho. Como não tinha mais volta, resolvi que era hora, caso ele tentasse, deixa-lo me fazer mulher. Cheia de medo ainda perguntei:
– “O que o senhor vai fazer agora?”
– “Vou te levar pra cama e vou te comer” disse ele dando uma risada.
– “Ah não, eu tenho medo. Este seu negócio é muito grande pra mim e não vai entrar de jeito nenhum e se entrar, vai me deixar toda alargada”
– “Brincadeirinha, meu anjo” disse ele enquanto ria do meu medo.
– “Seu bobo” disse eu dando um sorriso sem graça
Mais uma vez, me pegando no colo como se eu não pesasse nada, ele me levou pra cama e depois de enxugar e se enxugar, se deitou ao meu lado e imediatamente caiu de boca nos meus peitinhos, os quais ele logo descobriu ser meu ponto fraco. Alternando mamadas em um e outro mamilo, ele logo passou a dedilhar meu grelinho com experiência de matar muito homem de inveja.
– “Aiii para Seu Augusto, assim o senhor vai me fazer gosar de novo. Agora é a sua vez” disse eu cheia de pose de mulher experiente.
Se deitando de barriga pra cima, ele puxou pra cima dele e depois de encaixar aquele piroca gostosa entre minhas coxas, ele disse:
– “Quero gosar aqui no meio das suas coxas, bem pertinho desta bucetinha linda. Posso?”
Só de ouvir aquilo, fui aos poucos me acomodando em cima daquela pirocona e logo senti a cabecinha encostada na minha grutinha. Como eu tinha certeza de que aquela coisa enorme não entraria na minha bucetinha lisinha e apertadinha, deixei que ele a esfregasse por toda a extensão dos grande lábios, chegando a encostar no meu cusinho que na mesma hora dava uma travada.
– “Pode” respondi com uma vozinha bem lânguida de fêmea no cio.
– “Tudo o que eu queria agora, era poder enfiar meu pau bem fundo na sua bucetinha e enche-la de porra”
– “Eu também queria, mas não vai entrar”
Até então, eu estava deitada em cima do seu tórax enquanto ele com as duas mãos na minha bundinha, comandava os movimentos de “entra-e-sai”. Aquele atrito contra o meu grelinho estava me deixando maluquinha e sem que ele esperasse, levei minha mão para trás e segurando sua piroca pelo meio, encaixei na entradinha e dei uma leve empurrada. A dor que senti foi qualquer coisa de monstruosa e imediatamente desisti, mas ele me segurando pela cintura, fez com a cabeça toda entrasse.
– “Aaaaaaaaiiiiiiiiiiii” gritei em desespero enquanto ele me mantinha empalada naquela vara dura.
– “Fica relaxada que você vai conseguir. Tenho certeza de que você aguenta. Sua bucetinha é bem elástica e logo você vai poder perder seu cabacinho e gosar realmente gostoso”
Eu não podia acreditar que aquela cabeçona já estava dentro da minha bucetinha virgem. Depois de um tempinho que eu usei para me recuperar daquele ataque, senti que realmente eu poderia aguentar aquilo tudo dentro de mim. Sem esperar que ele me puxasse contra aquela puta vara, eu mesma me encarreguei de empurrar minha bundinha para trás e deixar que entrasse o resto da cabeça. Ao mesmo tempo que sentia dor, um calorão enorme tomou conta do meu corpinho e gosei. Agora sim, se aproveitando que estava mais relaxada ainda, ele me puxou e quando me dei conta do que estava acontecendo, eu já tinha metade daquele invasor dentro da minha bucetinha e meu cabacinho tinha acabado de ir pro espaço.
– “Aiiiinnnnnn meu cabacinho. O senhor tirou meu cabacinho. O senhor me fez mulher”
– “Claro. Não era isso que você queria? Pronto, agora você é minha mulherzinha e vou poder te comer todos os dias”
Ouvindo aquelas palavras e sentindo sua vara me invadindo cada vez mais, disse:
– “Aiiiinnnnn Seu Augusto, tá muito bom. Porque não fiz isso antes como a minha prima que perdeu a virgindade com dez anos”
Ao ouvir aquilo, parece que seu tesão aumentou na mesma proporção que aquele todo que eu tinha dentro de mim.
– “Agora vou te encher a bucetinha de porra. Toda a porra acumulada estes últimos meses, vou despejar dentro de você, minha putinha gostosa”
– “Não faz isso não. Eu não tomo e nem nunca tomei anticoncepcional e não quero pegar barriga com o senhor. Deus me livre disse”
– “Fica sossegada que amanhã eu compro a pílula do dia seguinte pra você e nada vai acontecer. Você confia em mim ou não?”
– “Confiar eu confio, mas estou com medo”
– “Pois não tenha medo e gose gostoso quando sentir meu leitinho quente dentro de você”
Depois de dizer isso, ele me puxou mais forte contra sua vara que acabou de entrar, encostando na portinha do meu útero.
– “Vai minha galinhasinha, mexe esta bundinha bem gostoso. Me faz gosar como eu fiz com você”
Instintivamente passei a movimentar desajeitadamente meu corpinho pra frente e pra trás para logo em seguida sentir os primeiros jatos se chocando contra meu útero. Aquela sensação era algo tão gostoso que, ao mesmo tempo em que ele gosava, gosei deliciosamente. Ficamos esparramados naquela cama enorme por um bom tempo e como ainda tínhamos a noite toda para passar juntos, fechei os olhos e viajei imaginando o que estaria ele reservando para mim.