No seminário – inocência perdida

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Sou o mais velho de 7 irmãos, em uma família conservadora. Sou da época em que falar de sexo era tabu e assunto proibido. Com 10 anos eu era completamente ignorante sobre qualquer coisa sobre sexo. Comecei a perceber que mexer no meu pênis era gostoso lá pelo fim dos meus 10 anos, quando tomava banho, sentado em uma bacia enorme, e segurando meu pênis com uma mão, esfregava a cabecinha com a outra em movimentos de fricção. As vezes colocava sabonete em uma caneca e ia fazer isso escondido. Com 11 anos, fui para um seminário em regime de internato. Queria ser padre. Ai começou meu inferno. Eramos em mais ou menos 100 internados das mais variadas idades. Tinha os da 5ª série até o 2º grau. Nesse ambiente, a regra era sobreviver. Se você não fosse o mais forte, tinha que ser esperto. Eu não era nem um dos dois. Era franzino e tapado. Presa fácil. Assistiamos TV em uma sala coletiva, sentados em cadeiras de palha. Não lembro como começou, mas não esqueço como terminou. Havia um seminarista que todos chamavam de Luizão em virtude de seu tamanho. Parecia gente boa. Sempre sorridente e brincalhão. Certa noite, ai é que não lembro como começou, estava sentado ao lado dele assistindo TV, a luz apagada para vermos melhor, esse Luizão conseguiu que eu segurasse no seu pau, enquanto ele ficava fazendo movimentos de punheta no meu pintinho. Comparado com o meu, o dele era gigante. Quase não conseguia segurar em minha mão. Ele pedia para eu ficar apertando e soltando seu pau. Ele continuava punhetando meu pênis, foi ai que aprendi a como me masturbar, e como estava muito gostoso fui deixando. Estavamos rodeados por outros alunos, e o filho da mãe não estava nem um pouco preocupado. Após algum tempo nessa brincadeira, ele começou a falar sobre como era gostoso botar o pau dentro do cuzinho. Como disse, eu era presa fácil. Acreditei. Ele foi me convencendo e conseguiu que concordasse em deixar ele botar seu pau em mim. Havia uma sala de aulas no piso superior que ninguem usava à noite. Ele me disse que ia me esperar lá. Como que hipnotizado eu fui. Ele saiu na frente para não dar muito na vista, e eu sai logo em seguida. Também não lembro muito bem dos detalhes, só sei que me ví de joelhos em uma cadeira de palha, com meu shorts abaixado e o Luizão esfregando seu pauzão em minha bundinha. Tentou empurrar algumas vezes para dentro de meu cuzinho, mas como reclamei de dor ele desistiu. Então me colocou sentado e aquele pauzão ficou em direção da minha boca. Nem tive tempo de falar. Ele enfiou a cabeçona em minha boca, segurou minha cabeça e enterrou com força. Senti aquele pauzão ir até minha garganta. Minha boca estava esgaçada pelo tamanho da torra. Quase vomitei. Ele tirou o pau, que saiu todo lambuzado de saliva, e depois de punhetar umas 3 vezes, começou a esfregar aquele pauzão em minha cara. Passava no rosto todo e ficava dizendo: Toma seu viadinho, chupa gostoso. Lambuzou meu rosto todo. Luizão tava meio alucinado. Acho que de tanto tesão, começou a sair um líquido incolor e viscoso na cabeça do pau dele. Ele me fazia lamber. No início ele teve que forçar seu pau em minha boca, mas comecei a gostar do gosto e passei a lamber a cabeçona. De vez em quando abria a boca ao máximo e colocava a cabeçona toda dentro dela. Luizão fazia movimentos de vai e vem, mas agora bem devagar. Já estava dominado por ele. Segurei seu pau com minha mãozinha para poder lamber melhor o líquido que saia. Luizão gemia e me xingava. Luizão segurou minha cabeça pelos lados como se estivesse tapando meus ouvidos, e começou a bombar mais rápido. Só colocava a cabeçona e um pouco mais do pau para dentro. Começou a sair mais líquido e eu lambia e chupava com gosto agora. De repente, ele me pegou, me colocou de joelhos na cadeira nov amente, me segurou com força com uma mão na nuca e outra no meu quadril. Pegou aquele pauzão, encostou no meu cuzinho, e deu uma estocada. Acho que entrou só a cabeça do pau, mas a dor foi grande e comecei a chorar. Ele deve ter se assustado e retirou rapidamente e colocou a mão em minha boca para não fazer barulho. Me fez sentar novamente, colocou seu pau na minha boca, que agora tinha um cheirinho de cocô, empurrou até a metade e deixou um tempo dentro. Quando tirou, estava bem lambusado de saliva. Luizão começou a punhetar seu pau enquanto segurava minha cabeça. Vii que ele fazia movimentos frenéticos de punheta e de vai e vem com o quadril. Quando ia pedir para ir embora, veio o primeiro jato de porra. Chegou a fazer splash, quando acertou meu rosto. Acho que ele gozou por mais de um minuto. Erra tanta porra que começou a escorres pela minha camiseta e shorts. Quando acabou, Luizão ficou espremendo seu pau , ordenhando até sair a última gosta. Eu estava todo melecado. Tinha porra entrando em minha boca, nariz e olhos. Ele ainda me fez colocar seu pau na boca e disse: Chupa até o final seu viadinho. Obedeci e chupei, Chupei com vontade, porque agora eu queria. Quando acabou, disse para limpar meu rosto com minha camiseta e que não era pra falar nada pra ninguém. Como se eu fosse falar isso para alguém.