O velho tarado da minha rua


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Oi, tudo bem? Bom, eu tenho 19 anos e aconteceram umas coisas na minha infância e adolescência que marcaram a minha vida e me transformaram. Sou muito safada e acho que é culpa disso. Não vou inventar nome, porque vocês sabem que é inventado e também não posso contar meu nome de verdade. Então…
Eu cresci num bairro de classe baixa de um lugar quente, desses que é verão boa parte do ano. Não era favela, mas era periferia.
Eu cresci acostumada a andar de calcinha em casa, com vizinho, visita e parentes por perto. Ninguém via nada demais, porque eu era criança e era geralmente muito quente.
Vez por outra minha mãe me mandava ir na mercearia ou na padaria, que ficavam há três quadras da minha casa. Eu só pegava o dinheiro e ia, como estivesse: descalça, de calcinha, de shortinho. Todo mundo se conhecia e eu praticamente acenava pra todo mundo quando passava correndo pra ir comprar leite, pão, café, o que ela precisasse.
Somente quando saía no meio da tarde, umas duas pra três horas, a rua estava mais vazia, quase ninguém saía esse horário, estavam todos dormindo ou cuidando das coisas de casa.
Na minha rua morava um velhote, não sei que idade ele tinha, mas ele gostava de ficar sentado na calçada da casa dele, em uma cadeira de balanço, embaixo de uma árvore que dava sombra. Ele sentava lá depois do almoço e ficava até quase amanhecer.
Eu via sempre ele lá e cumprimentava ele, também, embora ele fosse meio rabugento, sério, não era alegre e brincalhão como a maioria dos vizinhos.
Quando saía pra andar de bicicleta na rua ele também estava lá. Ele ficava com uma coberta nas pernas lendo livro e tomando alguma bebida que era cerveja ou café geralmente.
Bom, acontece que eu, criada por ali, estava com 10 anos, e era cheiinha, embora não fosse gordinha e tinha gordurinhas nos peitinhos. Quando então eles começaram a crescer, minha mãe, minha família e eu nem sequer ligamos pra eu começar a usar blusinhas. Já era acostumada a andar com as banhas aparecendo. Mas os biquinhos começaram a inchar mais e tudo ficou um pouco dolorido.
Quando eu passava, o velho sempre ficava olhando. Eu dava “bom dia, seu …”, mas ele nunca respondia. E um dia eu me surpreendi quando ele disse: “psiu… vem aqui”
Cheguei perto, sem medo, sem nada… Eu estava só de calcinha e chinelo, com o dinheiro embolado na mão. Era começo da tarde, eu ia comprar detergente pra minha mãe lavar a louça e não tinha mais ninguém na rua.
– Oi, seu …
– Quantos anos tu tem?
– Vou fazer 11.
– E anda na rua com esses peitos de fora? Acha bonito ficar se mostrando?
Não respondi, na verdade eu nem entendi o que ele tava querendo dizer…
– Vem aqui, deixa eu ver isso. É gordura ou é peito mesmo?
Cheguei perto e ele passou a mão nos meus peitos. Encolhi um pouco os ombros e franzi a cara porque doeu um pouco os dedos dele pressionando as gordurinhas dos meus peitinhos…
– Parece que é peito mesmo.
Ele falou e pressionou o bico.
– Ai, tio.
– É peito, tá com as peitola de fora, safada. Já quer chamar macho dessa idade?
Ele alisou com o polegar, colcou a mão no outro, deu uma lambida nos dedos e passou os dedos melados nos meus biquinhos, apertando de leve, o que fez eles formarem um biquinho.
– Ó os farolzinho acendendo, safadinha…
Eu estava parada, não entendi o que era aquilo, não sabia o que era perigo, ninguém nunca me ensinou nada sobre isso.
Então umas pessoas vieram dobrando a esquina de longe e ele tirou a mão e disse:
– vai, vai na venda, depois a gente conversa mais…
Saí e fui comprar o detergente, quando voltei pra casa ele não tava lá fora.
Fiquei curiosa sobre aquilo. Não entendia mas dentro de mim uma curiosidade tinha se despertado.
Passei por lá no dia seguinte antes do almoço pra comprar óleo e ovos e passei perto dele olhando, mas ele só me olhou de rabo de olho e não me chamou. Eu não entendi por que, mas fui e voltei pra casa curiosa.
No dia seguinte fui de manhã comprar alguma coisa e novamente à tarde comprar esponja. De tarde, ele me chamou.
– Vem aqui, miúda.
Cheguei perto, e ele perguntou:
– Você falou pra alguém que a gente conversou?
Fiz que não com a cabeça e ele sorriu de canto.
– Tá bom, não é pra falar mesmo. Deixa o tio alisar essas peitola.
Cheguei perto e ele foi passando a mão nos meus peitos, já beliscando os biquinhos e eu gemi, de dor.
– Gostou? Safadinha. Já tem pelo no priquito?
Eu sabia o que era mas só quem falava assim eram meus irmãos, adolescentes. Eu não repetia palavra assim senão apanhava na boca.
– Não.
– Deixa eu ver.
Fiquei imóvel e ele puxou minha calcinha pra frente, olhou pros lados nervoso pra ver se não via ninguém e baixou a frente.
Levei um susto, ninguém mexia desse jeito em mim… Deixei cair o dinheiro que tava na mão, eram umas moedas.
Me abaixei pra pegar e ele disse:
– Pega aquela moeda ali, olha.
Virei de costas e não vi, senti a mão dele alisar minha bunda, os dedos passeavam pelo meu rego por cima da calcinha.
– Onde?
– Ali.
Olhei onde ele apontou e vi a moedinha. Como ele estava segurando minha calcinha, abaixei só a parte de cima do corpo, e fiquei de bunda pra ele. Então ele enfiou os dedos pela minha rachinha em cima da calcinha.
Alisou pra cima e pra baixo e aquilo me deu um calor estranho.
Levantei e virei de frente pra ele e ele ficou alisando minha xaninha por cima da calcinha, pegando nos lábios dela e puxando e enfiando o dedo no meio da rachinha.
– Tu é bem rapariguinha, né?
Ele enfiou o dedo na lateral da calcinha e foi encostando na minha xaninha e eu senti um calafrio e tremi.
– É rapariguinha mesmo. Esse priquito gordo tá todo melado, olha só.
Não tava melado, acho que talvez um pouco. Mas eu ainda tava meio sem entender, quando ele se afastou e eu já olhei pros lados, sabia que vinha alguém. De fato, um carro dobrou na rua, no começo da rua e eu só fiz sair andando pra ir na mercearia. Na volta, de novo, ele não estava lá.
Durante alguns dias isso acontecia assim… Eu passava lá e às vezes ele chamava e ficava cutucando minha xana por cima da calcinha. às vezes enfiava o dedo pela lateral da calcinha. Tudo era rápido.
Entendi que ele chamava quando não tinha ninguém. Por isso, fiquei curiosa de sair mais nesse horário. Num dia, inventei de andar de bicicleta bem no vazio da tarde. E bingo: ele tava lá.
Já fui chegando perto sem ele chamar.
– Rapariguinha veio atrás de mostrar o priquito de novo?
Fiquei parada olhando. Eu estava montada em cima de uma bicicleta infantil, de rodinhas. Estava de calcinha e saia.
Ele estava com uma mão embaixo da coberta, segurando uma coisa que fazia volume. Eu nunca tinha visto, mas sabia que era um pinto e estava duro, porque meus irmãos às vezes ficavam de pinto duro nas calças.
Fiquei olhando curiosa.
– Quer ver minha rola?
Fiz que sim com a cabeça.
– Me mostra esse priquito então.
Eu levantei a saia e mostrei a calcinha. Ele ficou irritado.
– Quero ver tua buceta. Vai em casa e tira essa calcinha, vem só de saia.
Eu voltei em casa, no jardim mesmo larguei a bicicleta. Vi minha mãe lavar louça na cozinha ouvindo rádio e tirei a calcinha, que deixei no varal pendurada. Voltei lá.
– Cadê? Abre as pernas?
Eu estava sentada no selim. Afastei uma perninha e levantei a saia.
– Priquituda safada. Vem aqui pra perto.
Cheguei com a bicicleta perto da lateral dele, novamente mostrei minha xana pra ele. Ele lambeu um dedo e começou a alisar. Alisava com força, belicasva e fazia uma cara de tarado, mordendo a boca e grunindo. A outra mão ia debaixo da coberta. Fiquei olhando, ele tinha prometido mostrar.
– Quer ver meu cacete duro?
Fiz que sim e ele afastou a coberta, deixando ver uma pica dura e torta. Hoje que conheço muitas sei que não era grossa, era até bem fina, mas tinha a cabeçona. Era um pouco comprida, na média, mas pra mim, era enorme.
Ele punhetou ela, fazendo a cabeça sair e um líquido melar.
Vem aqui.
Ele levantou e me pegou pela mão. Larguei a bicicleta e entrei no quintal da frente da casa dele. O velho levantou minha saia e pegou minha mão, me fazendo subir num jarrinho de cimento que tinha num canto, me deixou de frente pra ele. A saia estava presa abaixo dos peitinhos.
Os dedos dele me invadiam de um jeito que até doía, machucava um pouco.
Ele estava arfando e enfiou a pica dura entre as minhas pernas, fazendo vai e vem. Tirou, cuspiu na mão e melou ela toda. O esfregado daquilo em mim era gostoso. Ele então me segurou e ficou forçando aquela rola entre as minhas perninhas e com as mãos na minha bunda aproveitava pra bolinar meu cuzinho, melando tudo de cuspe.
Era gostosinho aquilo. Mas ele enfiou um dedo no meu cu e doeu um pouco. Mas eu não reclamei. Ele empurrava o dedo fundo e socava a pica entre as minhas pernas. Fez isso até gemer forte e soltar uns jatos que eu nunca tinha visto que melaram tudo ali por baixo e escorreram pelas minhas pernas.
Ele arfou, estava cansado. Eu fiquei paradinha ali toda melada e ele só fez dizer:
– Vai embora antes que alguém chegue.
Fui pra casa, vesti a calcinha na área e corri pro banheiro sem minha mãe ver, pra limpar aquela meladeira.
Gostei daquilo e no dia seguinte fui de novo. Queria mais.
Tudo parecia se desenrolar igual, mas quando estava com o dedo atolado no meu cu, ele me virou de costas e me inclinou na parede.
Senti quando ele encaixou a piroca no meu rabo e foi enfiando. Já estava esticado de dedada, era o que faltava pra ele estourar meu cuzinho. Mas doeu. Doeu horrores, parecia que queria ir ao banheiro mas ao invés de sair, entrava e entrava fundo. Segurei o choro, mordi o lábio, tremi toda sentindo a rola do velho tarado entrar até o talo no meu cuzinho. Ele arfava no meu ouvido me chamando de puta, rapariga, cu gostoso. Dizia:
– Abre esse cu, abre. Arreganha essa rabeta que eu tô estourando esse cu. Issoooooooooooo, isssssssssssooooo, toma no cu, toma. Tô comendo um cuzinho. Tô esfolando teu rabo, rapariguinha, toma no cu gostoso, agasalha minha pirocaaaaaa. Vou entupir teu cu até enfiar o saco no fundo.
Era tanta pornografia, e ele levantava minha perninha, pra me deixar arreganhava e eu chorava baixinho levando pica no cu. Foi uma meia hora de rolada no meu cu, eu já estava exausta quando senti ele despejar aquele leite dentro de mim.
– Esse velho pensou que nunca mais comia um cu, e olha só. Uma rapariga desse tamanho vem se oferecer pra mim.
Fui pra casa de cuzinho esfolado, ardido e frouxo. Chorei com medo na minha cama, sabia que tinha feito algo errado. Mas sabe como é… depois que dá, a gente não para. E no dia seguinte eu tava lá de novo pra levar mais cacete no meu cu ardido.
Foi aí que viciei em dar o cu, até hoje gozo mais gostoso no cu que na buceta. Mas depois conto pra vocês como ele me descabaçou e me transformou na safada que sou.