Titio me dando leitinho no rego


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Oi, sou Aline e tenho dez anos. Apesar da pouca idade, chamo muito a atenção dos meninos por onde passo. Não me considero bonita, mas meu rostinho angelical e minha boquinha carnuda e vermelha fazem com que eu fique com ares de Lolita. Tenho um par de peitinhos redondinhos, durinhos e meus mamilos são rosadinhos e extremamente sensíveis ao toque. Como não uso sutiã, até a mais leve brisa ou mesmo o tecido das minhas blusinhas os deixam bicudinhos, chamando atenção por onde passo. De todos estes atributos, o que mais me deixa orgulhosa e o que mais atrai os olhares masculinos é a minha bundinha que é arrebitadinha e um pouco maior que a maioria das meninas da minha idade. Na escola ou na rua, sou alvo de piadinhas dos colegas e até mesmo de professores que disfarçadamente me comem com os olhos. Fui despertada para o sexo na mais tenra idade e por diversas vezes fui pega pela minha mãe até por um dos meus irmãos, brincando com minha bucetinha que na ocasião nem tinha os pelinhos fininhos que tenho agora. Sentia aquela coceirinha e uma necessidade mortal de enfiar alguma coisa no meu buraquinho, mas sempre com medo de, segundo minha mãe, perder a virgindade. Ao contrário dos meus irmãos, sempre fui muito reprimida e tudo relacionado ao sexo não me era permitido ver, ouvir, falar e muito menos fazer. Enquanto isso, meus irmãos se acabavam na punheta vendo revistinhas de sacanagem ou na ausência dos meus pais, assistindo filmes pornô no computador. Vez ou outra, na ausência deles eu conseguia dar umas olhadas nas tais revistas ou sites de putaria que me deixavam com mais vontade de fazer aquelas coisas que aqueles homens musculosos e pirocudos faziam com aquelas mulheres peitudas e bundudas. Nossa, olhando aquelas cenas, minha xaninha ficava em chamas e quase sempre me acabava naquilo que os meus irmãos se referiam como siririca. Isso eu aprendi com os filmes vendo as mulheres fazerem enquanto levavam aquelas pirocas enormes no rabo. Por várias vezes, antes do banho, usei o cabo da minha escova de cabelo para esfregar meu grelinho ou então enfiar a pontinha no meu cusinho. Outra coisa que me levava ao delírio era o jato forte de água morna do chuveirinho que eu direcionava para o meu minúsculo grelinho. Estas coisinhas que eu fazia, me proporcionavam uma sensação deliciosa, mas não creio que tenha atingido um verdadeiro orgasmo como acontece agora quando me masturbo. Numa destas vezes, estando sozinha em casa, liguei o computador e estava tão distraída alisando minha bucetinha com a mão metida dentro do pijama enquanto assistia um destes filmes que nem percebi a presença do meu tio que da porta me observava silenciosamente. Ao perceber sua presença, quase tive um troço e imediatamente tratei de encobrir a tela com o meu próprio corpo enquanto tentava desesperadamente desligar o computador. Meus esforços foram em vão já que ele deveria estar ali a um bom tempo, assistindo a tudo. Ao me virar, dei de cara com ele que com um enorme sorriso nos lábios e um verdadeiro circo armado entre suas pernas, disse:
– “Pode continuar menina e faz de conta que não estou aqui”
Eu não sabia o que fazer e roxa de vergonha só consegui dizer:
– “Ai tio, mil desculpas. Eu deveria ter fechado a porta”.
– “Não se preocupe. O que você está fazendo é a coisa mais normal do mundo e até eu, nesta idade, também faço quando sua tia não está aqui”.
Alisando acintosamente sua piroca dura, ele completou:
– “Eu é que devo te pedir desculpas por ter chegado sem fazer barulho e ainda ficar te espionando”
– “Tá bom tio. O senhor me promete que não vai falar nada disso pra minha mãe?”
– “Claro minha lindinha, você acha que eu sou o que?” disse ele, me deixando mais tranquila.
Este meu tio, é um senhor de uns sessenta e tal de anos, feio, careca e barrigudo, mas segundo minha mãe e até mesmo a minha tia, era um tremendo galinha e num passado não muito distante, aprontou poucas e boas com algumas mulheres da família.
– “Ai tio, muito obrigado” disse eu sem conseguir desviar os olhos daquele volume que ele tinha entre as pernas.
Chegando mais perto de mim, ele depois de passar a mão carinhosamente nos meus cabelos, me abraçou e então pude sentir, pela primeiríssima vez na minha curta vida, um piroca encostada em mim. Como sou baixinha, aquela estaca dura estava encostada bem acima do meu umbigo. Pegando minha mão direita, ele a levou até perto do nariz, deu uma aspirada e disse:
– “Que cheirosinha é esta sua bichinha”
Aquelas palavras me pegaram de surpresa e quase cai de vergonha que só aumentou mais ainda quando ele, sem que eu pudesse evitar, colocou o meu dedo médio na boca e o chupou dizendo:
– “Além de cheirosinha, tem um gostinho de fêmea no cio”.
– “Nossa tio, não fala estas coisas não. Devo estar roxa de tanta vergonha”.
– “Não precisa ter vergonha de mim. Não venha me dizer que nunca te disseram ou fizeram isso contigo? Que desperdício. Uma menina tão bonita e cheirosa, sem namorado. Ah se eu tivesse a sua idade”.
Estas últimas palavras não só inflaram o meu ego como também fizeram a minha xaninha dar umas piscadas e imediatamente ficar toda babada. Que fogo é esse? Enquanto estas coisas rolavam entre eu e meu tio, na tela do computador, as cenas de sexo explícito continuavam passando sem que tivesse conseguido desliga-lo. Ao ouvir os gemidos que saiam das caixinhas acústicas, me livrei do abraço de urso do meu tio e me virei para mais uma vez tentar desligar o maldito computador e ao faze-lo, levei outro choque. Me vendo naquela posição, isto é, apoiada na escrivaninha, quase de quatro e com a bundinha pra cima, meu tio me enlaçou por trás e então pude sentir aquela piroca duríssima encaixada no meu reguinho.
– “Aiiiiinnnnn tio, que é isso? Por favor, vamos parar. Já estamos indo longe demais”
– “Deixa o titio ficar encostado em você mais pouquinho. Vai, deixa. Só pouquinho”.
– “Nossa tio, eu nunca fiz isso e o senhor está me matando de vergonha”.
Sem dar ouvidos às minhas palavras, ele se abaixou um pouco mais para poder deslizar o bruto pra cima e pra baixo pelo meu reguinho. Percebendo que eu não esboçava nenhuma reação, ele ficou mais ousado e me segurando pelos quadris, forçou mais ainda sua pirocona contra meu rabinho.
– “Para tio. Daqui a pouco o senhor vai querer fazer igual eles estavam fazendo no filme e isso eu não quero”.
– “Só mais um pouquinho. Fica quietinha que o titio já vai gosar”.
Sentindo aquele toco no meu rabo, protegido apenas pelo pijama de seda já que eu estava sem calcinha, acabei por me entregar e logo a seguir senti sua mão direita sobre minha xaninha. Seus dedos facilmente encontraram meu grelinho duro que ele passou a massagear com uma habilidade de mestre.
– “Aiiiiinnn tio. Agora chega. Para por favor. Aiiiinnnn tio, tá me dando uma coisa aqui dentro”
– “Isso meu amorzinho, você já vai gosar com o titio. Você vai ver que gostoso”.
Completamente perdida de tesão, nem percebi quando ele baixou o meu pijama até o meio das coxas e tirando aquele jeba de dentro das calças a encaixou dentro do meu reguinho. Aproveitando sua lubrificação natural ou saliva, não sei dizer, o bruto deslizava facilmente pra cima e pra baixo me deixando de pernas bambas.
– “Aiiiiiii tio, para senão daqui a pouco o senhor vai querer enfiar esta coisa em mim e isso não vou deixar. Este seu piru é muito grande e está muito duro. Tenho medo”
Falei tudo isso sem muita convicção já que instintivamente comecei a movimentar minha bundinha para melhor sentir aquela vara que estava me deixando doida de tesão. As cenas que eu tinha acabado de ver naquele filme e que não saiam da minha cabeça, só fizeram aumentar ainda mais o tesão que eu estava sentindo assim como o fluxo dos meus líquidos vaginais que agora já escorriam livremente perna abaixo. Sem nada na frente para atrapalhar e com a minha xaninha completamente ensopada, seus dedos deslizavam entre os grandes lábios, indo desde o meu grelinho até o meu anelzinho que piscava incessantemente.
– “Nossa tio, tá me dando uma coisa aqui dentro e acho que vou gosar”
– “Gosa sim minha menina. Não sinta vergonha de gosar”
– “Uiiiiiiiiiii, tá muito gostoso. Vou gosar”
Vendo que eu estava gosando, ele para fazer a coisa melhor ainda, acelerou seus movimentos e dando um gemido mais alto também gosou me inundando o reguinho com aquela gosma branca e quentinha.
– “Arrrggghhh tô gosando muito gostoso. Vai rebola esta bundinha gostosa que um dia vou comer”
Levando minhas duas mãos pra trás, arreganhei minhas polpinhas e deixei que o bruto chegasse até a encostar na minha argolinha. Ao sentir sua que sua vara estava prestes a me penetrar, soltei as polpinhas e prendi aquela coisa gostosa dentro do meu reguinho. Fazendo pressão com os glúteos, deixei este homem doido que fazendo uma leve pressão, quase enfiou a cabeça no meu cusinho. Aquela quase invasão, fez com que eu, mesmo morrendo de medo, desse mais uma gosada monumental. Com a bundinha cheia de porra, corri para o banheiro e depois de dar uma boa limpada na área atingida por aquele “tsunami” voltei com uma toalha úmida e mesmo sem ele pedir, passei por toda extensão daquela coisa gostosa, deixando-a limpinha.
– “Nossa tio, nem acredito que a gente fez estas safadezas. Agora tô com medo de alguém descobrir isso”
– “Só se você falar. De minha parte, isso vai ser o nosso delicioso segredinho”
– “Você promete tio?”
– “Só se você me fizer uma promessa”
– “Qual?” perguntei, cheia de curiosidade.
– “Você tem que me prometer que na hora em que você resolver, me deixa ser o primeiro a comer estes dois deliciosos buraquinhos que você tem. Promete?”
Só de ouvir aquilo, eles piscaram de tanta ansiedade e sem sentir um pingo vergonha, respondi:
– “Prometo”
– “Não se esqueça, promessa é dívida”
– “Eu sei. Tá prometido”
Antes de sair, ele arranjou mais uns minutos para dar uma deliciosa alisadinha nos meus peitinhos e levantando rapidamente a minha blusinha, deu um beijinho em cada mamilos me deixando toda arrepiada. Mais ou menos uns quinze dias depois, ele apareceu e sabendo que eu estava sozinha em casa, veio logo me agarrando por trás e enquanto me encoxava, beijou minha nuca e com as duas mãos massageou meus peitinhos.
– “Nossa. Isso tudo é saudade de mim? Eu também estava com saudade do senhor. Porque sumiu?”
– “Minha coisinha linda. Estive muito ocupado todos estes dias e foi por isso que não apareci, mas a saudade só aumentou”
Ainda agarrado nos meus peitinhos e com aquela tora, ainda meio molenga, encostada na minha bundinha, ele disse:
– “E dai? Já resolveu?”
– “Nossa tio, só faz alguns dias que eu fiz a promessa e o senhor já quer que eu a cumpra?”
– “Tô brincando, mas se esqueça da promessa. Pode ficar sossegada que não vou querer agora, você ainda está muito nova e certamente não iria aguentar. Meu negócio é muito grande pra você”
– “Ainda bem né tio? Caso contrário o senhor poderia me matar. Eu vejo nos filmes como algumas mulheres sofrem com aquelas coisas enormes enfiadas nelas”
– “Mas, isso não nos impede de fazermos outras coisas gostosas. Você quer aprender mais alguma coisa gostosa?”
Só de ouvir aquela pergunta, minha xerequinha chegou a dar umas piscadas para logo a seguir ficar encharcada.
– “Pra começar, quero fazer e quero que você faça algumas coisinhas que naquele dia não deu pra fazer. Topas?”
– “Ai tio, adoro surpresas, mas tenho medo de o senhor perder a cabeça. Naquele dia o senhor quase enfiou este seu negócio no meu buraquinho de trás. O que o senhor quer fazer?” disse eu cheia de medo da resposta.
– “Você ainda sente vergonha de mim ou do que já fizemos?”
– “Não sei. Acho que não. Por quê?”
– “É que uma das coisas importantes que eu quero que você faça é ficar nuinha em pelo”
– “Ai tio, isso eu não vou fazer não. Isso eu tenho vergonha”
– “Posso ficar então. Você não vai ficar com vergonha de me ver pelado?”
– “Pode. Não me importo não”
Depois de me soltar daquele demorado abraço por trás. Sem perder muito tempo e em poucos segundos se livrou da roupa e completamente nu, me virou de frente pra ele e pela primeira vez me deu um puta beijo de língua que chegou a me deixar sem fôlego.
– “Ufffffffaaaaaa, cheguei a ficar sem ar. Que beijo, nossa”
– “Gostou? Depois tem mais”
Como neste dia eu estava usando uma sainha leve e uma mini blusa, ele nem precisou usar as mãos para levantar minha sainha. Seu pau estava tão duro que depois de se abaixar, ele veio deslisando a vara entre minhas coxas, levantando tudo até encostar aquele mastro na minha xaninha, protegida pela calcinha. Ainda com aquela piroca duríssima entre minhas coxinhas, ele levantou minha blusinha e colocou sua boca quente em cima dos meus peitinhos, sugando um mamilo após o outro.
– “Ai tio, isso é muito gostoso. Chupa mais”
– “Você já foi mamada assim?”
– “Claro que não tio. Você é o primeiro homem que trisca um dedo em mim. Nunca deixei ninguém fazer estas coisas. Sou virgem de tudo”
– “Que coisinha deliciosa do titio. Tá gostosinho. Você está gostando destas novidades?”
– “Tô tio, mas não podemos avançar muito, tá?”
– “Que você quer dizer com avançar?”
– “O senhor não vai tentar enfiar esta coisona em mim não, né?”
– “Claro que não meu anjinho apesar de ter muita vontade de fazer. Pode confiar no seu titio”
Como nossas diferenças de tamanho e idade são enormes, todo este tempo em que ele mamava nos meus peitinhos e enfiava sua vara entre as minhas coxas, ele esteve com os joelhos dobrados e logo cansou.
– “Nossa, estou com os joelhos doendo. Vamos mudar de posição. Agora você vai ter confiar cegamente em mim”
Dizendo isso, ele me sentou na beira da escrivaninha e depois levantar minha sainha, para o meu terror, ele tratou logo de tirar minha calcinha me deixando toda exposta para seus olhos famintos. Usando minhas duas mãos, tapei minha xaninha e logo fui recriminada por ele:
– “Não. Não faz isso. O que é bonito é pra se ver. Deixa-me ver esta bucetinha lisinha e cheirosa”
– “Ai que vergonha. Pelo menos deixa fechar a cortina e apagar a luz”
– “Tá bom. Eu faço isso. Mas, quero vê-la nem que seja na penumbra”
Assim que ele voltou para a posição em que estava, ele colocou uma mão em cada um dos meus joelhos e fazendo uma leve pressão para os lados, mostrou que queria que abrisse as pernas. Como muito medo obedeci e ele se encaixando entre minhas coxinhas, foi logo direcionando aquela cabeçona vermelha para a entrada da minha grutinha úmida de tanto tesão.
– “Aiiii tio, que o senhor vai fazer. Por favor estou confiando no senhor”
– “Já te falei sua bobinha, o titio não vai meter em você, como você pode ver, nem cabe”
– “É por isso mesmo. Se o senhor forçar, vai me machucar”
Pra dizer a verdade, aquela cabeça dura como aço estava me deixando louca de vontade de deixa-lo enfiar em mim, mas ao mesmo tempo, o medo da dor espantava qualquer tesão. Segurando sua piroca pela base e aproveitando meus caldinhos, ele deslizava aquela coisa deliciosa pra cima e pra baixo, me fazendo soltar uns gemidinhos de prazer.
– “Uuuiiiiiii tio, que delícia. Faz mais rápido. Vou gosar. Aiiiiiinnnnnnnn”
Meu corpinho todos estremeceu e sem sentir, fiz um movimento mais brusco pra frente e quase que fiz aquela cabeçona entrar. Depois de me fazer gosar maravilhosamente, ele se abaixou entre minhas pernas e colocou a boca em cima da minha xaninha e desandou a mover a língua, numa velocidade impressionante, sobre o meu grelinho me provocando espasmos musculares incontroláveis. Assim como o que aconteceu no primeiro dia com o meu tio, agora também, tudo era novidade, tudo era a primeira vez e aquela boca quente estava me deixado completamente sem rumo.
– “Aaaaiiiiinnnnn, vou gosar de novo. Não para tio. Faz mais rápido”
Apesar das “chicotadas” que aquela língua dura dava no meu grelinho, eu queria mais e em maior velocidade. Cansado daquela posição em que estava, ele pra finalizar aquela “tortura” meteu a língua na minha grutinha com tanta vontade que cheguei a temer pelo meu cabacinho. Ao se levantar, vi que apesar de não ter gosado, seu pau tinha murchado bastante me deixando frustrada e com uma enorme sensação de perda. Com toda a minha ingenuidade e inexperiência, perguntei:
– “Ué tio, cansou”
– “Um pouquinho. Não se esqueça de que sou um velho e devido à idade, estou sem muita resistência”
– “Ah tadinho do meu querido titio. Quer dar um descansadinha?”
– “Não meu anjo, o que eu quero é que você faça o mesmo que eu fiz em você com a boca. Coloca na boquinha e chupa gostoso pra ele ficar bem durinho”
– “Ai tio, tenho nojo. Se eu fizer, tenho certeza de vou vomitar”
– “Vai aos pouquinhos. Não precisa enfiar tudo na boca. Coloque a cabeça, chupe um pouquinho e aos pouquinhos você vai se acostumando. Tenta pra ver”
Depois de descer da escrivaninha, me coloquei de joelhos na frente dele e timidamente segurei aquele toco que mesmo mole era bastante grande. Depois de dar um cheiradinha discreta e sentir que não estava tão fedorento quanto eu pensava, coloquei a ponta da cabeçona na boca e comecei a movimentar minha língua sobre ela. A reação foi quase que instantânea e pouco depois aquela coisa estava enorme e dura como pedra. Sabendo que não caberia na minha boquinha infantil, me limitei à pontinha enquanto movimentava minha mão direita numa tímida punheta como já tinha visto naqueles filmes. Meu único medo é que ele me enchesse a boca daquela gosma branca, ai sim eu iria vomitar. Como que adivinhando meus pensamentos, ele disse:
– “Fique tranquila meu amor, o titio não vai te dar leitinho na boca, outro dia a gente faz isso”
– “Hum hum” foi tudo que consegui dizer voltando a chupar mais sossegada.
Entre gemidos e palavras desconexas, entendi ele dizer:
– “Apara meu leitinho na sua mãozinha, vai. Vou gosar bem gostoso”
Ao ouvir aquilo, tirei a boca e segui movimentando minha mão naquele vai e vem. Com um gemido mais forte, ele derramou jatos e jatos de porra que às duras penas consegui aparar um pouco com a mão e o que passou entre os meus dedos, foi direto pro chão.
– “Arrggggghhhh que delícia, meu amor” disse ele entre espasmos
Com a mão toda melecada de porra, disse:
– “Que bom que o senhor gostou. Fico feliz”
– “Aline, como você é gostosa. Gosei espetacularmente. Fazia tempos que eu não gosava assim”
Segurando meus ombros, ele me ajudou a levantar e depois de um breve descanso, ele disse:
– “Tava bom? Você gosou gostoso?”
– “Sim tio, tava delicioso”
– “Bom, hoje você aprendeu a dar uma chupadinha e tocar punheta. Na próxima aula você vai aprender algumas outras coisas gostosas. Você quer?”
– “Se forem tão gostosas como as de hoje, quero sim”
Mais uma vez, com a ajuda do meu tio, fomos pro banheiro e depois de nos limparmos, limpamos o chão do quarto e ele me dando uma puta beijo e mais uma mamadinha nos meus peitinhos disse:
– “É melhor que eu me vá antes que seus pais cheguem. Não quero que desconfiem de nós”
– “É, realmente é melhor mesmo. Quando é que o senhor volta?”
– “Não sei meu amor, mas se eu pudesse voltaria amanhã mesmo”
– “Tá bom, mas pelo menos telefona”
– “Claro meu anjinho” dizendo isso, ele rapidamente se foi.
Fiquei pensando em tudo que tínhamos feito e não demorou muito, eu já estava taradinha de novo. Parece que ele ficou realmente impressionado com o meu desempenho pois não demorou quinze minutos e o telefone tocou. Ele ligou só pra dizer que já estava morrendo de saudades e eu adorei ouvir aquilo. Assim como ele, eu também já estava sentindo sua falta. Espero que ele não demore a reaparecer.