A enteada de 15 aninhos


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O conto que passo a relatar a seguir é em parte verídico. O restante é o que eu desejava que tivesse acontecido.
É apenas um desejo que eu tinha com a minha ex enteada de 15 aninhos.
Vou chamá-la de Cristina.
Cristina é uma menina linda, loirinha, cabelos longos quase na cintura, lisos. Olhos azuis, pequenininha e com o corpinho já formado.
Bundinha redondinha e coxas grossas. Peitinhos lindos.
O relato aconteceu num dia em que ela estava na cozinha adiantando a janta para a mãe dela que trabalhava na época.
Ela vetia um shortinho jeans minúsculo que deixava as polpas da bundinha aparecendo e marcava o volume de sua bucetinha.
Fui à cozinha sob o pretexto de beber água e dei uma longa olhada para aquela delícia em forma de menina.
Pequei um vidro de azeitonas na geladeira, tirei algumas e comecei a comer.
Foi então que tive uma idéia: peguei uma e ofereci a ela que prontamente aceitou.
Como ela estava com as mãos ocupadas, levei a azeitona à sua boca e ela a abocanhou.
Peguei outra e dessa vez, coloquei o dedo em sua boquinha.
Sinceramente, até hoje tenho a impressão de que ela entendeu a minha safadeza naquela hora porque me olhou de um jeito safado, com um olhar malicioso e um sorrisinho na boca.
A partir daqui entra a parte fictícia do conto.
Percebendo que ela estava entrando na brincadeira, coloquei uma azeitona na minha boca e ofereci a ela. Ela riu e disse: pára com isso Carlos.
Insisti e ela abriu sua boquinha e tirou a azeitona de entre os meus dentes.
Fiz de novo, só que dessa vez quando ela foi pegar a azeitona, passei a lingua em seus lábios.
Novamente ela deu um sorrisionho e pude perceber que ficou meio sem graça.
Como eu já havia ido tão longe, decidi continuar a brincadeira.
Fui guardar o vidro de azeitonas na geladeira e passei por detrás dela dando uma sarrada naquela bundinha deliciosa.
Pensei que dessa vez ela iria chiar, mas não. Ficou paradinha deixando que eu tirasse uma casquinha dela.
Aí eu pensei: É tudo ou nada.
Fechei a geladeira e me posicionei atrás dela, encoxando aquela bundinha deliciosa.
Coloquei minha mão direita em sua coxa e alisei subindo até o volume da sua boceta.
Nisso ela me disse: Pára, pode chegar alguém.
Eu respondi: Que nada. Sua mãe não chega agora.
Tentei enfiar a mão dentro de sua bermuda, mas era muito apertada.
Ela percebendo minha intenção, abriu o botão da bermuda e abaixou o ziper.
Pude ver sua calcinha, e quase fui à loucura.
Beijei seu pescoço e enfiei a línga em sua orelha.
Ela respondeu com um gemido gostoso.
Foi a deixa para ir mais longe.
Abaixei seu short e sua calcinha e pude ver aquela bundinha linda.
Me abaixei e passei a língua entre suas nádegas.
Ela gemeu de novo e me pediu que parasse.
Não dei ouvidos a ela.
Terminei de tirar seu short e abri suas pernas.
Dessa vez enfiei a língua em em cuzinho. Ela suspirava.
Virei-a de frente para mim e pude ver aquela bucetinha lisinha, e rosada.
Enfiei a língua e senti o gosto do seu melzinho.
Ela suspirava e gemia feito uma cadelinha.
Abocanhei seu grelinho e suguei com relativa força.
Fiquei assim por uns instantes e pude sentir que ela estava gozando.
Fui à loucura de novo. Aquela menininha, de apenas 15 anos gozando pela primeira vez na minha boca. Uma delícia.
Pude sentir suas unhas em meu ombro. Ela me apertava contra sua boceta.
Minha vontade naquela hora era deitá-la no chão da cozinha e tirar seu cabacinho, mas tive medo. Mandei-a colocar a calcinha e o short.
Meu pau estava duro que nem pedra. Sempre imaginei fazer isso com ela mas nunca tive coragem.
Foi então que pensei: vou botá-la para mamar.
Pedi que ela se ajoelhoasse e tirei o pau para for a.
Passei a cebeça no seus lábios. Ela não abriu a boquinha e eu pedi: Abre a boquinha. Ela meio relutante abriu. Coloquei a cabeça do pau dentro de sua boca e pedi a ela que passasse a linguinha. Ela atendeu.
Comecei um movimento de vai e vem em sua boca mas sem colocar o pau todo. Não queria assustá-la e estragar a brincadeira.
Pedi a ela que olhasse para mim enquanto me lambia e quase gozei ao ver seus lindos olhos azuis e seu rostinho de boneca.
Ela, é claro, não sabia chupar, mas o prazer de ter aquela ninfetinha à minha disposição era tamanho que nem liguei.
Continuei o movimento e em alguns minutos senti que ia gozar.
Foi aí que me bate a dúvida: gozo na boquinha dela ou no chão?
Decidi gozar em sua boquinha e em instantes inundei sua boca com um jato de porra.
Ela, é claro, se assustou e tentou tirar meu pau da boca.
Segurei em sua cabeça e não deixei, obrigando-a a cuspir minha porra pelos cantos da boca.
Subi minha bermuda e ela correu para o banheiro para se limpar.
Quando ela voltou, estava meio sem graça.
Aí eu disse: Gostou? E ela: gostei sim.
Depois desse dia fizemos muitas sacanagens ainda.
E então? Gostaram?
Como eu disse a maior parte deste conto é fictícia.
Fiquei com medo de dar vazão aos meus instintos.
Agora, separado da mãe dela, fico imaginando o que poderia ter acontecido naquele dia.