Seu Marcelo me molestou e eu gostei


Click to Download this video!

Todo mundo espera algo de um sábado a noite. Bom, no caso era de manhã e eu não fazia ideia do que estava por vir.
Havia acabado de acordar, feliz pela noite anterior ter sido ótima. Fui a uma festa com meus amigos do colegial, gastei toda minha grana com bebidas e beijei um cara do terceiro ano, Gustavo. Ele era gato e tinha uma pegada gostosa, possivelmente eu daria pra ele hoje a noite, na casa de uma amiga.
Então levantei disposta e em direção ao banheiro para tomar um banho quente. Lavei meus longos cabelos pretos, típico de toda japinha safada e comecei a ensaboar o meu corpo. Eu precisa me prepar para o encontro, raspar minhas pernas e minha xaninha. Todo cara deve gostar de uma buceta toda molhadinha e lisinha. Eu fechava meus olhos ficava imaginando como o pau do Gustavo devia ser. Pelo o que senti ontem, aposto que era grande e cabeçudo.
Delícia.
Eu só tinha dezesseis anos, havia transado algumas vezes com um ex namorado, mas nada extraordinal, pois nunca consegui gozar com ele e esse tipo de frustação acabou levando nosso namoro ao término. Mas com o Gustavo eu sabia que seria diferente. Não era apaixonada por ele, mas certamente eu tinha muito tesão. Por ele ser mais experiente, eu não poderia decepcioná-lo de modo algum, queria fazer tudo certo, deixar ele louco, impressioná-lo.
Sabendo disso fui até meu quarto no notebook asssitir alguns vídeos pornôs na internet, para aprender novas coisas, posições, como chupar um pau bem gostoso. Eu vi em uma pesquisa que homens adoram gozar na boca ou na cara das mulheres e eu quero fazer isso. Quero sentir a porra do Gustavo na minha cara, escorrendo nos meus lábios enquanto eu passo a língua para sentir seu gosto. Vou fazer cara de safada, vou pedir mais, vou chupar aquele pau até não sobrar uma gota. Só de imaginar isso eu sinto minha bucetinha latejando de vontade, uma siririca não vai ser suficiente para acalma-la. Deitada em minha cama, nua, com as mãos entre as pernas, eu escuto a capainha tocar estridente.
Droga. Eu não vou sair agora. Não agora.
Mais uma vez ela toca.
Inferno.Havia me esquecido que hoje o encnador viria para fazer a manutenção na cozinha. Meu papai está no escritório hoje, cheio de clientes para atender, minha mãe foi até a cidade grande fazer compras e empregada tirou o dia de folga para cuidar do filho, que gripou. Fiquei sozinha em casa encarregada de uma só tarefa: acompanhar o Seu Marcelo enquanto ele estiver em casa. E eu acabei esquecendo completamente disto.
Coloquei a primeira roupa que vi na frente, uma saia de malha rodadinha e uma blusa cropped, que é mais curta e deixa a barriga mostrando. Nem lavei minhas mãos e fui correndo até a porta para atendê-lo. Fiquei imaginando se ao comprimentá-lo, ele iria sentir os dedos da minha mão melados. Minha bochechas ficaram vermelhas com a situação, mas pedi ao homem que entrasse para realizar seu trabalho.
Seu Marcelo é um homem que deve beirar os 43 anos de idade, imagino. Ele é divorciado há sete anos e seus filhos moram com a ex-mulher. Ele parece ser soltário as vezes, mora sozinho e sempre vai aos bares e butecos para conversar com amigos e beber umas. Para ser sincera, há um comentário na cidade de que o Seu Marcelo é um tarado. Sua vizinha estava recolhendo as roupas no quintal e viu ele tocando uma punheta para ela enquanto segurava uma calcinha sensual. Foi um "bafo" na cidade quando a história surgiu. Eu sempre acreditei, pois já vi o Seu Marcelo me olhando maliciosamente diversas vezes na rua. Dizem que seu pau é enorme e grosso e eu sempre fiquei muito curiosa a respeito dessa informação. Será?
Acompanhei o homem até a cozinha e relatei os problemas com o encanamento. Ele logo começou a trabalhar e eu só ficava desejando que ele acabasse logo, para poder voltar ao quarto e continuar com minhas brincadeiras.
Ele estava deitado no chão da pia, com uma ferramenta na mão e me chamou para ajudá-lo. Cheguei ao seu lado, em pé, e segui suas orientações. No entando, eu percebi que tudo que ele me pedia para fazer era inútil, Ele continuava deitado no chão, mexendo em alguma coisa e não parava de olhar para meu corpo. Aposto que ele conseguia ver minha calcinha fio dental por baixo da saia. Que homem tarado! A ideia de estar sendo observada me deixava ansiosa e sentia minha calcinha molhar ainda mais. Será que ele conseguia ver? Ou ele só saberia se enfiasse o dedo por baixo da minha saia?
– Sayuri, agora você vai ficar aqui em baixo para ver uma coisa. Me diga quando ver. Certo?
Ele pegou o seu celular e ligou a lanterna. disse que o ralo estava escuro demais para enxergar.
Achei estranho ele pedir isso pra mim, mas mesmo assim sentei no chão e obedeci. Eu não estava encontrando o que ele pedia, estava lá no fundo e eu não conseguia alcançar. Então eu fiquei de quatro e tentei novamente. Acho que ele está de sacanagem comigo. Bom, decidi ver até onde ele iria.
– Seu Marcelo, encontrei. E agora?
– Sayuri, me descreva como é o cano?
– É bem grosso, Seu Marcelo.
Neste momento eu fiquei com uma pulga atrás da orelha. Será que ele não estava me filmando? Eu estava de quatro e provavelmente ele conseguia ver todo meu bumbum. Como minha cabeça estava de baixo da pia, eu não fazia ideia do que estava acontecendo lá fora. Não sei o que me deu na cabeça, mas empinei o meu bumbum pra cima, igual as atrizes pornôs fazem. A ideia dele me filmando naquele estado me deixava louca e eu queria continuar aquele joguinho, já que ele tinha interrompido a minha brincadeira mais cedo. Eu disse a ele, com uma voz inocente, mas maliciosa ao mesmo tempo
– Seu Marcelo, o cano que estou segurando é grande e grosso. E é duro também. Me explica como devo fazer pra segurar ele?
Neste momento o homem ficou empolgado. Ele ficou de joelhos no chão, chegou perto de mim, segurou meu braço e me encoxou.
Ele me encoxou com seu pau duro dentro da calça jeans. Eu senti todo o volume dele roçando no meu bumbum. Nunca havia sentindo isso na vida. Um mix de medo, de tesão. Eu queria rebolar no pau dele, tirar pra fora, ser sua vadia. Eu queria tanto, mas tanto que acabei dando uma leve rebolada. E então eu senti ele me encoxando de novo. Por um segundo, achei que o pau iria estourar o zíper da calça e enfiar tudo em mim. O cheiro de homem suado, a barriga dele roçando nas minhas costas, sua mão apertando minha cintura…
Mas em um momento de lucidez eu me dei conta da situação. Uma mão só? Quer dizer que a outra ainda estava com o celular. Ele poderia estrar me filmando mesmo. Meu Deus, ele era um homem bem mais velho, tinha idade para ser meu pai, eu conheci os filhos dele. Empurrei o Seu Marcelo, desconversei e falei que ele precisava ir embora, porque eu iria sair aquele momento. Ajeitei minha saia e perguntei quanto havia ficado o valor do serviço.
Ele foi um pouco grosso comigo. Disse com muita rispidez o valor e que precisava do dinheiro naquele instante para ir embora.
Neste momento eu lembrei que gastei todo o dinheiro que meu pai havia me dado na noite passada. Todo, todinho. Não havia mais um centavo na minha carteira. Fiquei em pânico, pedi para o Seu Marcelo não contar o meu pai, porque ele iria me botar de castigo e nunca mais confiaria em mim.
Ele colocou a mão na minha bunda e disse com um tom muito perverso:
– Bom, Sayuri, eu fiz meu serviço e preciso receber por ele. Seja em dinheiro ou em algo em troca. Senta aqui no meu colo e vamos negociar.
Pronto, eu estava me sentindo uma verdadeira putinha. O pau dele ainda estava duro quando eu sentei e ele começou a passar a mão em meus peitos.
– Querida, não é assim que se faz. Você vai sentar com vontade. Vai empinar essa bunda gostosa pra mim, vai rebolar e roçar no meu pau. Você é tão novinha, não deve saber essa coisas direito, mas eu vou te ensinar. E se não fazer direito eu vou ser obrigado a te dar umas palmadas na bunda.
Obedeci rapidamente. Sentei, de costas para ele, levantei minha saia e rebolei no meu pau. Logo ele colocou uma mão na minha xaninha, e a outra massageava meus peitos. Eu escutava a respiração dele forte na minha nuca, sua barba roçando meu pescoço. era como se a gente estivesse transando de roupa. Aquilo me fazia arrepiar de vontade.
– Agora você vai me chupar, Sayuri. Vai mamar na minha rola com vontade.
Ele me puxou pelos cabelos e me fez ajoelhar na frente dele. Então ele rasgou a minha blusa com as mãos e arrancou meu sutiã ferozmente, tirou a rola pra fora da calça e esfregou a minha cara nela. Aquilo me deixou com muito tesão, eu estava sendo usada e molestada pelo encanador e amava aquela sensação. Era um monstro aquela rola, minha boca se enchia de água pra chupar. Comecei pela cabeça dele, enorme e suculenta, estava saindo um líquido da pontinha e eu lambi, com cara de safada olhando nos olhos dele. A sensação de chupá-lo foi incrível. Me sentia a mais puta da cidade, minha língua percorria todo seu tronco, eu sugava e chupava sem parar. Comecei devargazinho e fui aumentando o rítimo e quando via que ele estava se empolgando muito, eu parava e começava do zero. Ele acha que vai gozar na minha boca e ir embora? Jamais. Ele vai me comer agora, vai ficar com vontade de mim.
Então ele me puxou com força e me jogou contra a mesa, de costas pra ele, me encoxando de novo. Dessa vez eu pude sentir o pau dele nu e quente na minha bundinha. Seu Marcelo puxava minha saia pra cima, esfregava aquela pica gigante no meio do meu bumbum e derrepente me deu um tapa ardido.
Eu adorei.
– Escuta aqui, sua biscate… Eu que mando aqui. Não você. Você é a minha putinha hoje, vai se submeter o tudo o que eu quiser. Se eu mandar você chupar, é pra chupar. É pra continuar até onde eu mandar. Entendeu? Mas eu gostei de ver cara de me chupando. Sempre sonhei em comer uma japa novinha que nem você. Agora vou te mostrar como um homem faz.
Seu Marcelo me deitou na mesa e ergueu minhas pernas. Eu pensei que ele ia me fuder agora mesmo, minha bucetinha tava piscando de vontade. Mas não, ele começou a me chupar. Aquele homem sabia o que estava fazendo, dando leves mordiscadas no meu grilinho com a boca, enfiando um, dois dedos na minha xaninha. Eu estava indo a loucura. Tinha vezes que ele passava a língua no meu cuzinho, depois os dedos. A sensação de ser invadida por ele era indescritível. Posso dizer que eu nunca deixei alguém fazer isso comigo, mas o seu Marcelo… Bom, ele poderia me comer alí mesmo, que eu deixaria. Eu pedia pra ele menter aquele pau em mim, pedia pra ele me fuder logo, que eu precisava da rola dele dentro de mim.
Seu Marcelo Colocou seu pau na entrada da minha xaninha. Ela estava encharcada de melzinho e saliva, qualquer deslize entraria fácil. Mas ele queria me torturar, ficava roçando a cabela do seu pau bem na entradinha, escorregava pelo clítores, depois descia pro meu cuzinho e fazia tudo de novo. Eu gemia de tesão, gritava, implorava por mais até que ele entrou, bem devagar. Eu pude sentir o pau dele entrando na minha xota, deslizando bem gostoso. Era enorme, mas estava uma delícia. E começou a dar estocadas em mim e eu sentia o seu saco batendo no meu corpo. Eu estava sendo fodida na cozinha da minha casa, em plena luz do dia, por um encanador tarado e safado. Eu fazia tudo o que ele queria, todas as posições. Gemia alto pededindo pra ele fazer com mais força.Sentei em cima dele e cavalguei naquela rola com vontade, ele batia na minha bunda, chupava meu peito e enfiava um dedo no meu cuzinho, me virava de costas e puxava o meu cabelo. Me batia de novo,falava que eu era a putinha dele. Eu senti que seria agora, uma corrente de energia percorria meu corpo, minha xotinha estava toda inxada de tesão. Gritei que iria gozar no pau dele, pra ele ir com mais vontade. Foi então que explodi. Minha buceta toda melada pulsava como nunca. Tenho certeza que seu Marcelo sentiu ela apertando seu pau, latejando e piscando pra ele. Eu gemia de êxtase com a melhor sensação do mundo
Quando o encanador percebeu que eu havia terminado de gozar, ele me ajoelhou novamente na frente de seu pau e me fez chupa-lo Que delícia aquela rola grossa na minha boca. Agora eu sentia o gostinho salgado que minha xotinha deixou no Seu Marcelo, isso me deixava com mais vontade de chupar.
– Eu vou gozar nessa sua cara de japonesa safada.
Senti um jato quente jorrar no meu rosto, com força. Cheiro de homem. Parecia que não acabava mais, de tanta porra. Abria a boca pra sentir o gosto. Alguns jatos caiam na minha bochecha, testa…Outros caiam dentro da minha boca e os que ficaram nos meus lábios, eu lambia tudo. O gosto não era bom, mas a sensação era maravilhosa.
Como eu disse no início, todo mundo espera alguma coisa de um sabado a noite. Mas aposto que esta manhã vai ser uma das melhores da minha vida.