Pesquei o guri!


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Era fim de semana e eu tinha ido para meu sitio, peguei minha égua encilhei e fui dar uma volta pelo campo, percorrer as cercas, ver como estavam, andei por todo o campo, aí quando venho voltando, voltei pelo lado do açude para ver como estava a água, aí vejo na barranca do açude um gurizote pescando, não era conhecido, como eu proíbo caça e pesca no meu campo me aproximei para xingá-lo, perguntei tu não sabes que é proibido pescar aqui, diz ele não sabia, eu sou novo aqui, minha família mudou a pouco para cá, somos alí da cancha de bocha. Aí eu pensei é mesmo eu sabia que tinha mudado uma gente para ali, ele disse não tem nada para fazer aqui, estes dias estava dando uma caminhada vi esse açude, e resolvi vir pescar um pouco para me distrair. Enquanto ele falava fiquei observando era um guri ruivinho, cabelo meio avermelhado, um rosto bonito, um sorriso meio tímido no canto da boca, um corpo bonito parelho, não era magro nem gordo, um corpo bonito, desci do cavalo, perguntei já pegou alguma coisa, ele disse não, eu disse tomara que tu tenhas sorte, tem peixe aí, mas seguido a gente atira comida para eles, dificilmente eles mordem em anzol. Aí fiquei um pouco ali com ele conversando, falando bobagens, procurando conhecer melhor ele, ás vezes eu me encostava nele para ajudar a desinlear a linha que as vezes ficava presa nalgum galho, as vezes me roçava nele e via que ele não reclamava, aí comecei a falar em namorada, saber se ele tinha alguma, se já tinha comido alguém, ele dizia que não, eu falava tu bonitinho é fácil de arrumar namoro, aí fui direto perguntei e troca troca tu já deves ter feito com alguém, ele disse com um primo meu e deu um sorrisinho meio timido, eu ri e falei sempre tem um primo na estória, eu sei por que comi uns quantos. Como a conversa tava como eu queria, dei mais uma conferida, fui passar por tras dele, fiz que resvalei e me abracei nele por tras e encostei o pau duro na bunda dele, ele só deu uma risadinha e não se mexeu. Eu disse para ele vou ter que ir agora, mas amanhã de manhã ali pelas 9hs. eu vou estar aqui, se tu quiseres vem aí.
Passei a noite de pau duro pensando naquele guri, 14 aninhos, lindo, no outro dia levantei cedo, tomei um banho, tomei café, sentei um pouco na frente de casa, quando foi lá pelas oito meia, levantei do banco e disse vou dar uma caminhada no campo. Sai tranquilo, mas só pensando será que ele vem, o açude fica numa baixada, quando me aproximei, lá estava ele, de cócoras na beira da taipa olhando a água, quando me viu deu aquele sorriso doce, como quem diz: estava te esperando. conversamos um pouco, aí eu perguntei ué não trouxe linha, não vai pescar? Não eu vim aqui só para a gente conversar, aquilo foi um convite para mim, cheguei perto dele passei a mão na cabeça dele, nos cabelos, deixei a mão deslizar pelas costas, e ele quietinho, só sorria, então eu falei vamos sair daqui tem muito sol, vamos conversar ali na entrada do matinho, tem um gramado bonito e é tranquilo, ele saiu andando na frente e eu atrás olhando aquela bundinha linda que daqui a pouco eu ia foder, quando chegamos na beira do mato eu já fui abraçando ele por trás, beijando no pescoço, na nuca, acariciando os peitinhos dele, virei ele nos beijamos, e eu disse tira a roupa, eu fui tirando a minha, e ele me olhava, quando fiquei pelado ele me olhando perguntei tu já viu um pau assim, assim não, eu já vi o do meu primo mas é um pouco menor, pedi para ele pegar, ele pegou com todo carinho, pedi para ele chupar ele disse que não, mas que poderia fazer outra coisa, eu disse o que, ele disse dar uns beijinhos nele, beijou a cabeça, o lombo, o saco, e eu doido de tesão, estendi minha bombacha na grama e disse deita aí, ele deitou e eu fiquei olhando aquela bundinha, aquelas pernas perfeitas com uns pelinhos ralos amarelados, eriçados, fiquei louco, deitei em cima, cuspi bem no cuzinho e no reguinho e o cuspi corria para as coxas, botei a cabeça na entradinha do cú, empurrei e o pau deslizou pelo reguinho entre as coxas dele, subi o pau devagarinho encostei no cuzinho de novo dei uma estocadinha e deixei escorregar nas coxas de novo, ai voltei a encostar na portinha do cu, me abracei firme nele e empurrei o pau e a cabeça abriu aquelas preguinha e entrou, ele gemeu meio choramingou, mas eu continuei empurrando até as bolas encostarem na bunda dele, fiz carinho nele, beijei no canto da boquinha, no rosto, na orelhinha, na nuca, tramei minhas pernas nas dele e comecei uma foda num movimento bem cadenciado, gostoso, tirava e botava forte e com delicadeza, ele gemia gostoso, não sei quanto tempo levou, só sei que quando senti o gozo, enlouqueci, babava de prazer, gemia e me apertava contra ele, fiquei ali parado, agarradinho nele, e ele disse que foda gostosa, tu é gostoso, eu perguntei e com teu primo não era bom, ele disse não, aquele mongolão chegava, me agarrava, as vezes nem deixava eu tira a roupa direito e já vinha metendo aquele pau, gozava, saía de cima e nem tchau não me dava, eu disse então por que tu dava para ele, por que ele ameaçava contar para os outros que eu dava o cú. Agora eu sou teu, tu é carinhoso e gostoso, ontem depois que tu se esfregou em mim, e me convidou para vir aqui hoje eu ja sabia o que tu queria, e eu queria também. Voltamos para casa, a tarde ele foi lá na minha casa me visitar, a tardinha fui embora, mas já pensando em voltar no próximo fim de semana.