Chantagiei, corrompi e estrupei minha irmazinha 4


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Aqueles que não leram ainda as três primeiras partes, seria bom primeiro ler pra se interar do assunto. São os contos: parte1, parte2, parte3. Pois é… Aqui estou eu mais uma vez pra narrar mais um fato que houve. Agora tudo que acontece, parece que tenho o compromisso de contar pra vocês. Agora foi no Natal. A nossa ceia seria na casa de uma tia nossa irmã mais nova da mamãe. Eu em casa fui o primeiro a ficar pronto e fui para a sala fazer uma dose de wisque. Em seguida veio papai e me vendo tomando uma dose pediu uma também. Como sempre as mulheres demoram muito a se aprontar, principalmente se tratando de uma noite de gala. De repente… la vem mamãe… com uma vestido justo preto coladinho… minha nossa !! Seu corpo desenhado e modelado me fez ficar estatelado. Mamãe percebeu alguma coisa. – O que foi Leo ? Tem algo errado ou esta certo demais ? – Mãe !! você esta maravilhosa !! Então ela deu uma voltinha como estivesse desfilando. Quando ela ficou de costas, é lógico que meus olhos já sabem pra onde foram, né ? Em seguida veio a Ana. Linda ! Com um vestido preto também, mas só que soutinho indo ate os joelhos. Ela vestia uma meia preta que cobria suas pernas. Seus cabelos estavam soltos e escorridos, bem comprido como sempre. Começou na minha cabeça como seria Ana de calcinha e de meias e cinta-liga… Que tesão !!!! Pra incurtar e chegar logo onde intereça, fomos pra ceia. Eu fui em meu carro separado e Ana preferiu ir com nossos pais. Ela esta bem cautelosa comigo. Lá a festa foi tudo legal e eu, como fotografo da família, batia fotos da família, mas sempre com Ana no cenário. Adoro bater fotos dela. A mamãe conversava com uma amiga que ela tem que é um estouro de mulher que se chama Isa. Isa é uma negrona dos seus 40 anos, e com uma bunda escumunal. Notei que todos na festa olhava pra aquele corpo bem delineado com aquela protuberância atrás. Sempre dei umas cantadas nela, mais ela se saia pela tangente e fazia de brincadeira. E foi na brincadeira que quando percebi que Isa havia ido ao jardim, fui atrás dela quando estava-mos a sós, fiquei na frente dela e tentei beija-la. Ela não deixou, mas eu dei uma passada de mãos em sua bunda pra ela se tocar que eu falava serio. Notei que Ana estava bebendo vinho com minhas primas escondido. Achei melhor deixar, pois poderia ser bom pra mim. Ana já um pouco tonta estava sentada em um banco de cimento no jardim e quando foi levantar desfiou sua meia da perna direita. Ela foi quase chorando dizer pra mamãe o ocorrido. – Mãe ! Minha meia desfiou… Papai ouviu e adiantou.- Não faz mal, a festa já esta acabando e nos vamos a uma boite com sua tia e você não tem idade pra freqüentar. O Leo vai te levar pra casa. Eu logo me meti. – Pois vamos agora que estou muito cansado e sonolento. Ana pode ir conversando comigo enquanto dirijo. Ana se despediu de todos e fomos pro carro. Ao entrar ela se queixou. – Nossa ! Como estou cansada e com um pouco de dor de cabeça. – Ô Ana ! Você esta é tonta do vinho que você tomou ! Você bebeu bastante. – Deu agora pra me vigiar também !? – Não é que te vigio, mas é que não consigo tirar os olhos de você… – De mim não !!! Você estava olhando pra bunda da Isa que eu vi !! É bom que você fique com ela, que talvez você me deixe em paz. – Você esta com ciúmes, Ana !? Disse isso pousando minha mão sobre seus joelhos. Ela puxou sua bolsa para o colo como se fosse um protetor. Então com a palma em suas coxas e os dedos entre suas coxas fui alisando elas com um tesão danado. – Não comece ! E fui me deliciando com suas pernas ate chegar em casa. Chegando na garagem, não resiti mais e abracei ainda dentro do carro. Eu lutava com ela tentando beija-la e com a mão esquerda baixei o banco reclinando ele totalmente. – Leo !! Ficou louco !? – Vou te comer aqui no carro !! – Não por favor… eu te imploro !… Isso não pode mais continuar… – Ta bom, mas você vai ter que deixar eu bater uma fotos de você em seu quarto. – Mais fotos ? Já não basta as que você tirou no sitio ? Vá tirar foto daquela puta da Isa ! Eu soltei-a e disse abrindo a porta do carro sem dar chance pra ela argumentar. – Vamos ! Descemos do carro e fomos para seu quarto eu puxando ela pela mão e minha querida câmera na outra. – Vamos tirar esse vestidinho… pegando ela por trás e baixando o zíper do vestido, que caiu no chão. Aproveitei e soltei logo o sultian e abracei-a por trás e fiquei roçando meu pau em sua bunda em carne viva. Minhas mãos na frente alisava sua barriga, seios e sempre procurando seus lábios para beijar. Baixei minha mão direita direto na sua gruta, enfiando por dentro da minúscula calcinha branca. Fui massageando deslizado o dedo maior de todos no meio de sua racha ate ficar bem molhadinha. – Chega Leo !! Tire logo essa foto e saia de meu quarto ! Virei-a de frente e abracei-a com as duas mãos nas duas bochecha das bunda. Peguei os lados da calcinha e puxei pra cima fazendo ela entra toda no rego. – Pronto… Agora você esta pronta para pousar aqui pro seu Leo Duran… fica de quatro em sua cama… fica… Sempre que eu falo ela não obedece de imediato. Ai eu a conduzir a força ate a cama, e empurrei a com alguma violência. – Fica de quatro antes que eu perca a paciência !! Ela meio sem jeito subiu na cama e ficou mesmo de quatro com a cara virada pro espelho da cama. – Isso meu amor… agora abre mais as pernas e arrebite bem esse rabão que você tem ai atrás. Ela assim o fez separou os joelhos e impinou a bundona. Estava linda a posição com a calcinha toda puxada pra cima e atolada no seu cu. Eu me posicionei pra pegar ela de perfil e bati a primeira foto. Fui pra trás dela e aproveitei a pose com aquele cuzão olhando pra mim e bati outras fotos. Ai subi em sua cama e bati uma foto de cima. – Pronto Leonardo ? Já esta satisfeito ? – Não. Só mais umas lá no meu quarto. Disse já puxando ela pela mãos. Chegando em meu quarto a fiz deitar de bruços e me afastei e bati outra. Nisso coloquei a maquina em cima da cama e arranquei a minha roupa me queixando do calor. Ela olhou com um pouco de medo e foi conferir olhando meu pau que estava completamente duro em baixo da cueca. – Leo… você não vai… – Calma meu amor… só mais uma… ai fui ate ela e profissionalmente baixei sua calcinha ate a metade da bunda. Eu babava… Que bunda bem feita, roliça, redondinha, empinadinha e gostosa de comer. A pose foi a melhor de todas. Ela estava de bunda pra cima na minha cama e o incrível é que ela não estava empinado e sua bunda ia ao céus com a caucinha baixada ate a metade dela. Mirei e bati a melhor foto dela. Em seguida subi na cama e fiquei em pe com ela entre meus pés. Aproveitei que ela não olhava pra mim de jeito nenhum e botei o pau pra fora pelo lado da cueca e me ajoelhei e sentei em suas coxas. Olhei pra aquela bunda me convidando a entrar e pensei. – To com vontade de comer esse cuzinho no seco. Ela já percebendo minhas intenções, disse. – Leonardo… não… Com as duas mãos desci um pouco mais sua calcinha, abrir pros lados sua bunda com força deixando seu cuzinho bem a mostra e direcionei a cabeça do pau para que encostasse na entradinha do cu. Quando soltei os lados de sua bunda as bandas abraçaram meu pênis e a penetração era inevitável. Levei meu peito ate suas costas imobilizando-a metendo os braços por baixo dos seus com os ante-braços subindo por seus ombros e levando as mãos ate sua nuca. Ela estava completamente imobilizada. Dessa forma, olhando pra baixo, sua bunda era tão carnuda que parecia que meu pênis já estava atolado ate a metade. Então tive um instinto animal. Pressionei a cabeça de meu pau pra dentro de seu cu sem creme sem cuspe e sem piedade. A cabeça entrou. Ana estava toda imobilizada o que não dava nenhuma defesa a ela. Ela deu um grito sofrido abafado no travesseiro e começou a bater as penas como estivesse nadando. – ARRRRRRRR!!!!!… Leo !!!! assim não !!!… Você não pode sentir prazer com uma coisa dessas. Ta me machucando !!! Ta muito seco… E seu choro foi inevitável. – A dor já vai passar minha putinha… Tive uma vontade de socar tudo de uma vez, mas me contive. Puxei a cabeça pra fora e outra vez enfiei o mesmo tanto. – Ai !!!!!! Por favor… assim não… Ta doendo muito… tira Leo… tira… Ai !!! . Então comecei a bombear e aprofundando mais meu membro em seu buraquinho que apesar de estar seco era muito macio e acho que com a gala que meu pau foi soltando ele começou a deslizar gostosamente no entra e sai. Ate então a metade do meu cacete já estava socado no seu cu. Ela parou de se queixar da dor, mas ainda pedia que eu tirasse. – Leo… ta bom… tira… não quero mais… termine logo com isso… tira… – Ta bom eu vou tirar, mas antes da uma reboladinha… da vai… ai eu gozo e tiro… rebola vai… Ana começou a rebolar em meu cacete. Ela começou lentamente, mas foi criando gosto e foi rebolando bem frenética. – Isso maninha… rebola assim no meu cacete… agora faz forçando a bunda pra trás e pra frente… faz meu amor… E assim ela o fez. Ela empinava pra cima e pra baixo. Quando ela subia a rola entrava e quando ela descia a rola saia. Era um prazer indescritível quando minha rola saia quase que completamente de seu cu e tornava a entrar ate onde estava com a espontaneidade dela. Meu pau entrava para um lugar já conquistado. Então deixei pra ver ate que medida ela queria no seu cu que ate o momento já havia colocado um pouco mais que a metade. Eu estava parado e ela fazendo o movimento. – Vai Aninha… Ainda tem mais cacete pra entrar… empina forte… vem buscar o resto… – Não Leonardo… ta muito seco e ta doendo muito! Vou ficar assada ! Ela agora fazia um movimento delicioso pros lados e pra cima e pra baixo. – Vai Ana ! Empine com força que agente consegue… Ela ate que tentou, mas acho que tinha medo, pois, quando ia entrar mais ela ia pra frente. Ai foi que eu vi que eu tinha que da uma ajudinha. – Vai meu amor pra cima… pra cima… Quando eu disser agora você empina o mais forte que você puder e agüentar. O que você não agüentar não entra ai eu gozo… ta bom ? – Se eu fizer você para, né? … – Claro meu amor… ela balançou a cabeça afirmando que sim. – Isso mainha… assim… eu sei que você esta gostando… Ela agora forçava pra cima pra ver se entrava o resto. – Isso… agora vem com tudo !! 1… 2… 3 e AGORA ! Então ela foi pra frente pra criar impulso e empurrou a bunda pra trás com um pouco mais força, só que agora fiz minha parte. Quando ela veio, eu firmei a imobilização que tinha feito e dei uma estocada pra frente com tudo indo de encontro a ela. Quando nossos corpos se encontraram completamente, foi delicioso o roçar de meu pênis entrando de cu a dentro, colando agora todo meu corpo no dela. Ela deu outro urro. – ARRRRR !!!! Seu filha da puta traidor !!! sai ! sai ! sai !… Ela desfaleceu na cama e não mexia mais nada. Acho que tinha desmaiado outra vez e como sempre vendo-a inconsciente me exitei mais fui tirando e enfiando todinho freneticamente me desconcentrando para não gozar logo. Tirei os braços da imobilização e preferir passear minhas mãos por aquele corpo sem vida. Girei sua cabeça pra mim e comecei a beija-la a boca ate que ela foi voltando a si. E eu não parava um só instante. Meti minha mão entre ela e o colchão e fui ate sua bocetinha para massagear seus clitóris. Mas, ela só fazia chorar e pedir pra eu tirar. O meu pau foi ate o fundo e agora eu bombeava sem parar pra ver se resgatava o prazer dela. Eu tirava quase que todo e entrava com tudo. Não estava mais tão seco, acho que minha gala mais a maciez de sua pele fazia meu pênis deslizar. Mais estava delicioso e ela podia chorar à-vontade, que eu ia comer aquele cu que a muito era so meu, ate gozar. – Vai maninha… assim… me dá esse seu cu… dá esse seu cu pro seu irmão… você é minha putinha… Diga que você é minha putinha… diga… – NÃO !!! – DIGA !!! – NÃO !!! – Pois toma seu peru de natal !! E masturbação que eu fazia resultado, pois ela foi se aquietando. – Mexe, meu amor… E acho que o prazer dela foi voltando que ela começou a mexer como antes. Ela mexendo os quadris desabafou. – Ai que coisa louca !… Era uma cena linda olhando pra ela de cima, com a calcinhas baixa ate o começo da bunda e eu em cima dela metendo e ela requebrando. Sentia que o gozo estava por vir, e sempre que olhava pra baixo, ficava louco pra gozar. Então eu tirei o pau completamente de vez . – Ai !! Não tira assim que dói. E afundei outra vez só pra ouvir seus urros que tanto me enlouquecia. Eu gosto mais de fazê-la sofrer do que gozar. Quando atolei de vez outra vez… – Issss !…. AAAAiii !…. E eu não sabia mais onde acabava a dor de Ana e onde começava o prazer. Então comecei a sacar e a socar. – Você vai me matar !… – De dor ou de prazer ? E minha pergunta ficou sem resposta, mas já entendia o que ela teve vergonha de responder. Era dos dois. Percebi isso quando senti que Ana estava preste a gozar. Então acederei os movimentos atrás e caprichei mais na frente com meus dedos, e aconteceu. Gozamos juntos maravilhosamente. – Ela gozava de boca aberta, levantando o corpo e olhando pra cima, se deliciando daquele momento tão sublime. Fomos gozando e Ana ia girando seus quadris. Ela sentia cada jato que eu dava em seu interior. – Ana… Eu te amo mais que tudo na vida. Abracei-a e beijei sua costas com muita ternura e carinho. Ela Foi terminando e foi abaixando seu corpo, abraçando o travesseiro e começou a chorar baixinho. – Ana. Queria dormir com você. Sem levantar a cabeça ela pediu que eu saísse de sua quarto. Onde prontamente, fui tirando meu pau ainda duro de dentro de seu cuzão, quando ele veio pra fora, que eu vi, tinha sangue no meu pau. Nossa ! Fiz um massacre hoje aqui. Limpei sua bunda com uma toalha, levatei, peguei a maquina e bati mais uma foto, levantei sua calcinha pro lugar. – Boa noite Ana. Beijei lhe a face, mas ela não disse uma só palavra. Sai. Peço a todos que quiserem as fotos desse evento, não me peçam agora. Esperem essa historia, e as outras que faltam uns dois ou três votos, entrarem entre as mais votadas. Ai eu mando as fotos na ordem., e vocês sabem que eu mando mesmo. É só por pura vaidade minha. Valeu