ferias de verão com mamãe parte 7


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Ela tocava na sua bucetinha por cima da calcinha, tinha puxado a saia até a cintura, e descrevia uns movimentos circulares com seus dedos enquanto a sua cara mostrava todo o prazer que sentia, os olhos estavam fechados e sua boca só abria para lançar um gemido após o outro, metia cada vez mais a mão dentro da calcinha, podia inclusive ouvir o roçar dos seus dedos entre os lábios vaginais molhados pelo seu mel; ela estava como que possuída, e eu estava perto dela, nunca tinha visto nada assim tão de perto, e com total segurança de que ela não poderia me ver…

Ela estava chegando ao fim e seus gemidos se converteram em gritos que ressoavam por todo o palheiro, eu estava me masturbando também a uma velocidade doida, claro… ela começou a esfregar seu clitóris mais rapidamente enquanto se encolhia sobre seu ventre e largava um poderoso AAAAAAAAHHHHHHHHHH OHHHHHHHH… FILHOOOOOOOO…OOOHHHHH…

Naquele momento também gozei, dando uma gozada tão grande que tive que abafar um grito que certamente iria rivalizar com o que ela deu quando chegou ao gozo também, ela estava se masturbando pensando em mim… no seu próprio filho… tal e qual eu havia suspeitado.

Ela então sentou-se no chão e vi como limpava a mão que havia estado bem enfiadinha na sua preciosa xoxota, e eu também manchei um monte de palha com a minha porra… Me retirei do palheiro cuidadosamente e pensei em sair correndo para ficar tal e qual eu estava antes da minha mãe se retirar do palheiro, mas quando eu estava saindo ouvi minha mãe também começando a sair pela porta principal… Ia me pegar no flagra!

Então acendi um cigarro e fiquei passeando pelos arredores do palheiro, como quem não queria nada; vi minha mãe entrar em casa, mas ela não me viu; assim acabei achando a desculpa perfeita para dar à minha mãe, o porque de ter ido pra fora de casa assim de repente… Vi o cão do vizinho, um enorme Gran Danois de cor escura, um cão gigantesco que nem sei o que fazia ali nas terras da minha mãe… chamei para vir ter comigo e ele veio, era muito manso, estive acariciando o cão um pouco quando minha mãe saiu fora da casa e me chamou:

– Eduardo, tome cuidado com esse cão!

– Fique tranquila, mãe, eu via esse cão por aqui e não confiava nele, mas ele não faz nada não, é manso!

O cão tinha salvado a minha situação, estive brincando um pouco com ele, sempre com o respeito que um animal daquele tamanho merece, e na verdade eu não confiava muito nele não… Pouco depois, o animal levantou as orelhas e ficou olhando fixo para o horizonte, entre as árvores vi um pastor alemão, esse eu conhecia, era uma fêmea que aparecia muito por ali, ambos os cães se olharam e então o macho saiu em disparada em direção à fêmea… estiveram um pouco lambendo os genitais um do outro, e então o macho tentou montar nela, mas a cadela não deixou e ali ficaram correndo um atrás do outro, eu entrei em casa e tentei tirar uma sesta, enquanto isso minha mãe lavava os pratos e estava com uma cara muito feliz, mas não estranhei… depois daquela gozada, quem não estaria?

Naquela mesma tarde recebi uma chamada de uma amiga que fazia muitos anos que não via, tinha ligado para mim ao saber que eu estava por ali, para sairmos e tomarmos algo. Me arranjei e dei um beijo a minha mãe, disse que não vinha jantar, ela começou a rir e disse:

– Carol é uma menina muito legal, e cada ano que me via aqui perguntava por você…Espero que se divirta, filho, mas conhecendo você como te conheço agora, ela é que vai se divertir!

– Mamãe, sabe que nunca gostei da Carol como uma garota para namorar, é só uma amiga e nada mais vai acontecer, e aliás acho que ela já está até noiva ou casada!
Minha mãe continuava rindo e disse:

– Diz o que quiser, filho, mas quando ela perceber o que você tem aí embaixo, você não escapa dela!

Ainda meio surpreso e espantado com a conversa, dei um beijo nela e segui até a cidade mais próxima, onde ia encontrar a Carol. Nem preciso dizer que ela estava feia como sempre foi e além disso tinha um noivo que mais parecia um ogre! Estivemos os três jantando e lembrando dos velhos tempos… Depois de umas bebidas num pub, nos despedimos e voltei pra casa, eram mais ou menos 2 da madrugada e quando cheguei em casa, minha mãe estava já dormindo; fiz o mesmo e em poucos minutos já tinha apagado…

A manhã seguinte foi normal, mamãe andava de calcinha em casa, estava vestida com uma calcinha cor-de-rosa totalmente agarradas às suas belas carnes, e sua xoxotinha colada ao tecido como se fossem uma coisa só, vista de frente notavam-se perfeitamente os seus lábios vaginais muito bem depilados; o tecido metido dentro da sua buça me deixava doidão e ela sabia disso; sobre isso não falamos nada, apenas alguns sorrisos cruzados e alguns gestos quando ela puxava a calcinha para cima e entravam ainda mais na xota; nesse dia, tive que bater três punhetas, e o melhor de tudo é que uma delas foi no palheiro e em uma das vezes minha mãe me viu indo para lá, e assim dei a entender que ia para o palheiro com a mesma intençao que ela, ou seja, me masturbar até gozar bem gostoso…

Eram mais ou menos 5 da tarde quando fui passear no campo, passei pelo palheiro, minha mãe não estava em casa, pensei que talvez estivesse dando prazer ao seu corpo lá dentro, mas me equivoquei. Um pouco mais na frente vi minha mãe, que dobrava a esquina do palheiro correndo…

– Que houve, mãe, porque está correndo?

– É que está ali o cão do vizinho com a cadela que anda por aí e estavam latindo um pro outro, e fiquei com medo que brigassem e sobrar pra mim!

– Fique tranquila, mãe, eles não fazem nada, é que a fêmea está no cio e o macho anda atrás dela para monta-la, mas eles são mansos, vamos ver eles!

– Eu não, não quero chegar perto deles!

– Mas mãe, se os cães virem que você não tem medo, não fazem nada não!

Quando virei a esquina vi o cão tentando montar a fêmea, ele tentava colocar sua pica enorme, gorda e rosada, com algumas manchas negras, então eu disse à minha mãe:

– Mãe, olha só!

Ela se aproximou segurando o meu braço e quando viu o pirocão do cão disse:

– Que barbaridade, Eduardo, pobre cadela, ele vai arrebentar ela, que grande piroc… coisa que ele tem ali!!

Eu olhei para minha mãe e sorri, quase que ela dizia a palavra “piroca” e eu gostava daquilo na minha mãe, dizendo palavras que me davam tesão de ouvir da boca dela… pensei então em uma coisa…

– Vem, mãe, se está com medo, podemos entrar no palheiro e vemos através dos buracos da parede mais de perto!

– E pra que eu quero ver dois cães montados um no outro??

– Vem, mãe, vem aqui e vemos por um momento, vamos ver se a fêmea bota ele pra correr!

Minha mãe sorriu, peguei na sua mão e levei para o interior do palheiro, ficamos encostados nas paredes e através de umas aberturas nas madeiras com que estão construídas as paredes víamos perfeitamente… os dois cães muito perto, a cerca de dois metros, a abertura era um espaço entre duas tábuas de madeira do tamanho de minha mão, mais ou menos, mas só podíamos olhar um de cada vez; assim, depois de olhar, disse à minha mãe para olhar, e nesse momento o cão começava a subir em cima da cadela, mas ainda sem penetra-la. Minha mãe me disse:

– Olha, Eduardo, o cão vai conseguir o que quer, pobre cadela, affff!

Eu me encostei na parede mas não via nada, para ver minha mãe tinha que sair do lugar onde estava; assim como sou mais alto que ela, fiquei por trás e quando me encostei, seu corpo ficou colado no meu. Eu levantava a cabeça para ver se via alguma coisa, mas minha mãe me tapava, então ela disse:

– Se eu baixar a cabeça você já consegue ver, filho?