O começo


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Quando conheci a minha esposa, ela já tinha uma pequena criança, que o pai não assumiu; e como nos casamos e eu a amava muito; registrei-a como filha. Colocamos o nome dela de Andresa, uma menina muito bonita e loirinha, como a mãe. Desde pequena ela me chama de paizinho. Ela estava a completar 8 anos; Andresa me chamou para ajudá-la a tomar banho; neste dia não sei o que houve comigo, pois casado nunca tinha prestado atenção nela. Quando entrei no banheiro, minha enteada já estava sem a calcinha. Peguei o sabonete, e comecei a passar no seu corpinho infantil. Quando passei a passar o sabonete na sua bucetinha, meu pau começou a dar sinal de vida, mas me controlei. Comecei a me deliciar com a maciez do seu corpinho, sua bucetinha era gordinha, e seu monte-de-Vênus, saliente; uma delicia. Ela estava com quase 8 anos, uma bunda maravilhosamente arrebitada e durinha, uma xoxotinha linda, volumosa e ainda lisinha, com um grelinho bem saliente e tem uma rachinha larga que teima em marcar as calcinhas ou, mais torturante ainda, o biquíni molhado. Comecei a ver minha menina com olhos de homem e não de pai. Era um domingo e nós estávamos na praia e eu estava na minha cadeira pegando um sol quando minha filha veio da água com a mãe Ela usava um biquinizinho branco (nunca mais esqueço aquele dia) e o que me chamou a atenção e desencadeou o tesão que passei a sentir por ela foi que a bucetinha dela estava perfeitamente delineada no biquíni e com a rachinha bem marcada no tecido molhado. Ela se deitou de bruços na toalha bem na minha frente e ficou com as pernas semiabertas me dando uma visão perfeita daquela bunda linda que o biquíni mal cobria e o melhor, do formato da bucetinha que vista por trás ficava mais bonita ainda. Eu não podia acreditar que aquela criança de 8 anos podia ser tão gostosa e sensual. Não preciso dizer que tive que ir pra água esfriar ‘as cabeças’, pois o pau deu um pulo dentro da sunga quando vi aquilo e tive medo que minha mulher percebesse. Até aquele dia eu nunca tinha reparado no corpo de minha filha e pra mim ela era só a minha garotinha. Uma menininha que vivia sentada em meu colo (coisa que faz até hoje, pra minha felicidade) e que desfilava de camisolinha dentro de casa. Eu nunca tinha reparado como o corpo dela estava se desenvolvendo rápido. Apesar de já ter visto a calcinha dela milhares de vezes em casa. Depois desse domingo na praia eu passei a olhar pra ela com outros olhos e sempre que podia tentava ver um pouco mais do corpo lindo dela. Sua mãe confiava em mim e sempre que podia tomávamos banhos juntos. Eu estava sentado no sofá, quando ela apareceu com short de lycra bem justo, com uma blusa pequena; e seu short pequeno dava até para perceber a divisão de sua bucetinha. Ela disse: Paizinho posso sentar no seu colo, e eu respondi: Claro filha. Ela sentou e aproveitando que sua mãe estava na cozinha, comecei a passar a mão em sua barriga descoberta. Ela sentou em meu colo com as pernas abertas, ela pensando que eu estava fazendo algum carinho nem ligava; desci um pouco a mão e coloquei em cima de sua bucetinha, me fazendo que estivesse dando um abraço bem gostoso com as duas mãos. Pois acho que ela deve ter achado isso, pois colocou suas mãos também sobre as minhas. Sentindo a temperatura e meus dedos na rachinha dela; meu pau começou a ficar duro como pedra ela rindo se ajeitou ainda, mas colocando-se bem no meio sua bundinha. Ela me dizendo que me amava: Papai te amo, e eu respondia que também a amava. Quando ouvi que minha esposa estava vindo a sala tirei-a do meu colo, e fui ao banheiro, bati uma punheta bem gostosa. Quando a minha esposa saiu pela manhã, ficamos eu e a Andresa em casa. Chamei-a para tomarmos banho e ela veio sorrindo. Andresa tirou toda a roupa e eu tirei a roupa, ficando só de cueca. Comecei a passar o sabonete nela e meu pau começou a crescer. Ela percebeu e disse: Olha paizinho, está crescendo! E eu a disse: Fica assim de vez em quando. Ela disse: Me mostra, eu disse: Não posso filha. Vai paizinho eu quero vê. Nem pensei direito, disse: Olha filha você não pode contar a ninguém. Sua mãe ou outra pessoa não pode saber. Ela disse: Tudo bem papai me mostra. Quando tirei a cueca ela disse nossa como é grande e grosso. Eu disse: Quer pegar, ela o senhor deixa, eu disse: Pega vai. Ela pegou e eu a mandei fazer movimento pra frente e pra trás. Aproveitei para passar a mão em seus cabelos e rosto. Sua bucetinha estava, mas gordinha, mas ainda bem lisinha. Minha menina batendo uma quando eu dou uma esporrada em seu corpinho. Ela admirada e um pouco assustada disse: o que é esse leitinho paizinho. Eu lhe disse: é que você fez carinho nele e eu gozei. Paizinho o senhor me ensina a gozar… Fim parte 1 O Começo