Servindo Pai e filho

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Oi, meu nome é Carlos e tenho 16 anos, e o que vou retratar aqui aconteceu comigo quando eu tinha acabado de completar 11 anos.
Não sei ao certo quando começou, mas desde pequeno eu brincava com um primo meu, Renan, ele é dois anos mais velho que eu, me lembro de desde os 7 anos eu já chupava o pau dele e e deixava ele me comer, embora seu pau ainda não fosse muito grande e eu mal sentia dor.
Eu adorava brincar com meu primo e a coisa realmente melhorou quando ele conseguiu me penetrar com sucesso, eu tinha 11 anos e ele 13, fazia um tempo que a gente não tentava pois eu preferia so chupar, mas quando o pau dele encheu eu cu de porra pela primeira vez, foi demais.
Nossa família morava na zona rural, eram casas próximas, a do meu tio e da minha avó ficavam a cerca de uns 200 metros uma da outra, mas a minha era um pouco mais distante, cerca de 1 km e meio, mas como eram estradas de terra quase sempre em linha reta, desde pequenos transitávamos por elas com tranquilidade por se tratar de uma propriedade privada.
E depois da primeira gozada do meu primo as coisas se complicaram, era difícil nos manter longe por mais de um dia, ficar sem o pau dele e ele ficar sem meu cuzinho era quase uma tortura.
Um belo dia estávamos na casa da minha avó, ela fazia a janta na cozinha enquanto eu estava levando rola na sala da Tv, meu primo sempre prestava atenção aos sons para não sermos flagrados, mas naquele dia nos fomos.
Meu primo tinha acabado de gozar, estava rindo enquanto levantava o shorts quando ele parou do nada, eu perguntei o que tinha acontecido e ele disse que o pai dele estava olhando pela janela. Eu não sabia o que fazer, entrei em pânico, apenas comecei a colocar minhas roupas com a maior pressa possível. Quando estava terminando de me vestir meu tio apareceu na porta e disse que queria falar com meu primo, na hora eu travei, não sabia direito o que fazer, mas como tio Sergio insistiu eu sai.
Tio Sergio é o típico tio que mora no sitio, um metro e noventa, corpo magro com a barriguinha de cerveja e peito peludo, mas o que mais me encanta nele- e no meu primo também- eram os olhos verdes, ate hj tenho uma tara particular por homens de olhos claros.
Depois de alguns minutos ele saiu da sala, olhei para dentro e vi meu primo sentado no sofá, ele não estava chorando e nem parecia triste, o que me deixou um pouco mais tranquilo.
Tio Sergio avisou que ia me levar para casa pq já estava escuro –o que era normal, ele sempre fazia isso- e assim saímos.
Subi no banco da frente da caminhonete e fomos, porem algo começou a me incomodar, ele estava indo devagar demais, meu tio sempre foi conhecido por correr demais, e isso ate incomodava meus pais.
No começo tudo seguiu normalmente, ate que chegamos na estrada de chão e disse:
-Teu pai sabe? –na hora que ele falou eu quase dei um pulo.
-O que tio?- me fiz de bobo.
-Que você da a bunda…
Eu não disse nada, apenas fiquei olhando pra baixo, meus dedos suavam muito.
-Renan disse que foi a primeira vez, é mentira né?- a voz dele estava mais calma do que eu gostaria.
Mantive o silencio, olhava para baixo contorcendo os dedos, minha barriga estava girando em uma espiral de nervosismo.
-Voce também come o Renan?
Mais uma vez fiquei em silencio, so levantei o olhar pra observar em volta, ainda estávamos longe.
-VOCE COME O RENAN PORRA! – ele gritou muito alto enquanto batia com o punho fechado no volante. Eu comecei a chorar na hora, mas entre os soluços eu consegui dizer.
-Não tio…. não… só ele come…-O que era verdade, apenas uma vez ele havia chupado meu pau, mas eu não gostei, e como ele não gostou do gosto, os dois saíram felizes em fazer seus resignados papeis.
Ele pareceu ficar mais aliviado embora o olhar ainda fosse duro. Nesse momento nos estávamos no meio de um laranjal, ele fez uma curva e entrou embaixo de uma arvore bem grande que era onde eles almoçavam durante o dia de serviço
-Voce já arreganhou as pernas pra mais alguém? – nesse momento ele olhava diretamente pra mim- Não quero que você passe doenças pro meu filho…
-Não tio, só pra ele, mas prometo que não vai acontecer mais, só não conta pros meus pais…
Ele ficou em silencio, fiquei com muito medo, pois tio Sergio era irmão do meu pai- mencionei que eram gêmeos? Não sei.- E eu sabia que se ele fosse contar seria diretamente pro meu pai.
-É bom que o Renan use o pau pra alguma coisa, melhor do que dar a bunda…-ele parecia pensativo enquanto falava.- Não vou contar pro seu pai, ele mata todo mundo se ficar sabendo…
Ele olhou pra mim, e dessa vez demoradamente, analisando minha feição enquanto meu rosto ficava visivelmente mais tranquilo.

-Voce também chupa pau?
Fiz que sim com a cabeça, já estava me perguntando onde aquilo ia chegar.
-Tem vontade de chupar um pau diferente?- a voz dele era quase simpática agora, me assustei muito com a pergunta o que me fez exitar um pouco.
Ele levou a mão ao zíper da calca e começou a abriro zíper, tirou para fora uma rola um pouco escura, ainda estava mole mas era cheia de veias e os pentelhos saiam pelos lados.
Ele colocou a mao na minha nuca e foi forcando minha cabeça pra baixo, não resisti e abaixei, antes de colocar na boca eu cheirei, aquele cheiro de macho suado, os pentelhos raspando no meu rosto, era muito melhor que o cheiro do Renan.
Abocanhei o pau, senti aquele pele macia invadir minha boca, o gosto salgado da cabeça do pau quando chegou ao junto da minha boca, por estar ainda mole eu coloquei tudo na boca, meu tio soltou um gemido que fez meu cu piscar na hora.
Não me fiz de rogado, comecei a chupeta mais espetacular que já havia feito ate aquele momento da minha vida, era totalmente diferente de chupar uma criança, quando vc chupa um homem maduro é possível sentir um gosto forte de macho, sentir as veias se tornarem rijas a medida que o pau vai endurecendo na sua boca, não tem senssacao igual.
Não sei por quanto tempo mamei, mas em determinado momento ele levantou meu rosto e me fez olhar diretamente nos seus olhos.
-Se contar isso pra alguém eu te mato entendeu?- Seu olhar era serio, seus dedos seguravam meu queixo com forca, com a mao eu soltei um pouco seu aperto , segurei sua mão e comecei a chupar seu dedo do meio- havia visto aquilo em um filme pornô- aquilo pareceu funcionar, pois com a outra mao eu segurava sem pau e senti que ele latejou em minha mão.
-Eu quero te fuder agora…sai da caminhonete.
Ele saiu e começou a dar a volta, eu abri a porta e sai, quando olhei para tras e vi aquele homem vindo em minha direção, completamente vestido somente com o zíper aberto e aquele pauzão babado balançando em minha direção, eu imaginei que o ceu devia ser aquilo.
Ele me empurrou e cai de peito no banco da caminhonete, minhas pernas e bunda pra fora, senti o calor no corpo dele contra o meu, ele pegou as minhas pernas e puxou para tras fazendo com que minha bunda ficasse bem empinada.
Ele colocou a cabeça do pau e pressionou contra o meu cuzinho, a cabeça entrou fácil pois já estava ligeiramente aberto por causa do pau do Renan, mas aquele não era um menino de 13 anos, era um homem formado, e quando seu pau começou a entrar, senti como se ele estivesse preenchendo cada espaço disponível no meu corpo, soltei um gemido alto, ele me agarrou por tras e cobriu minha boca com a mao, sufocando meus gemidos.
-Aguenta viadinho, um dia a rola do Renan vai ser assim…-Ele disse enquanto mantinha a rola dentro do meu cu, sua voz estava ofegante, imagino que devido ao tesao.
Então ele começou a estocar, aquilo me deixava louco, uma mistura de dor e prazer que não tinha limites. Enquanto metia ele dizia coisas que eu nunca imaginaria, dizia que agora já tinha comido pai e filho- O que mais tarde vim a saber que eles faziam troca troca quando pequenos- xingava minha tia de crente filha da puta, dizia que não metia mais, e que o deus dela devia ser a rola dele e não uma imagem idiota- eu com certeza veneraria aquela rola de agora em diante.

Posso assegurar que foi a foda mais incrível da minha vida, só foi uma pena que não durou muito, ele estava em uma seca tao grande que em pouco mais de 5 minutos gozou, mas sentir aquele pau latejando no meu cu… não teve preco.

Depois desse dia eu passei a servir pai e filho, embora Renan não soubesse que meu cu estava sendo compartilhado com seu pai.