Estuprado pelo pedreiro


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Olá! me chamo Alberto (fictício) por questão de discrição mudarei os nomes, o conto que vou relatar aqui aconteceu a uns 4 anos, quando eu tinha 14 anos. Hoje tenho 1,70, cabelo curto e um corpo mais ou menos definido, na época em que esse relato aconteceu eu era gordinho e baixo, sou branco e minha bunda, mesmo hoje mais magro, sempre chamou atenção, embora eu não goste muito disso.
Na época, estávamos em reforma na minha casa, o pedreiro Seu José (fictício), um homem de seus 40 e tantos anos, moreno alto e de barba por fazer, tinha uma aparência bruta, por trabalhar pesado suas mãos eram grossas e seu cabelo bagunçado mostrando seu desleixo, era um amigo de confiança da minha família e sempre me tratou bem, eu era um garoto comum, embora passasse muito tempo em casa na frente do computador, algo que ainda faço, tínhamos uma relação amigável, nos cumprimentávamos e vez ou outra ele puxava assunto comigo sobre meus estudos ou algo em seu celular para eu ajeitar para ele. Eu ficava sozinho em casa com ele, e em uma terça-feira a tarde, quando Seu josé foi almoçar, aproveitei o período de tempo para bater uma vendo um vídeo pornô, eu costumava me masturbar totalmente pelado, porem com a porta de meu quarto fechada, justo nesse dia, quando eu estava muito concentrado vendo um cara bombando na bunda de uma loira gostosa, seu josé entra no meu quarto e dá de cara comigo com meu pau em mãos, ele havia esquecido as chaves na área de serviço e para chegar la precisava passar pelo meu quarto, olhando para mim, sobretudo para minha bunda , fechou a porta pedindo desculpas, e pedindo para q eu pegasse as chaves, de pau duro peguei as chaves e dei a ele.
Uma hora mais tarde, já vestido e pensando na merda q tinha acontecido. desci para a parte de baixo de minha casa onde seu José mais uma vez ao me encontrar pediu desculpas.
-Foi mal, moleque! Pode deixar q da próxima vez eu bato na porta –disse ele me olhando de uma forma diferente, embora na hora eu não tenha percebido a malicia em seu olhar, mas era o mesmo olhar do dado a minha bunda.
Sempre fui um cara tímido e que naquele momento não conseguia olhar na cara daquele homem que tinha me visto pelado batendo uma, mas ao olhar fiquei vermelho e acenei com a cabeça.
Meus pais costumavam sair cedo e seu Jose chegava logo em seguida, ele tinha uma chave e como era férias eu estava em casa dormindo, acordei naquele dia, acho que não era nem 8 da manhã, sentindo um pouco de frio percebi que estava sem coberta, porem quando tento me virar sou surpreendido com seu josé deitando sobre mim e eu com o short abaixado, ele diz:
-desde aquele dia eu não consigo tirar essa bundinha da minha cabeça.
-Se-seu josé o que você ta fazendo?- perguntei assustado-
-shiii, fez ele colocando suas mãos em minha boca você vai gostar, minha putinha.
Ainda tentando me mexer, mas com todo aquele peso sobre mim, sinto algo molhado em minha bunda, eram seus dedos encharcados por saliva molhando meu anus, em minha coxas sinto algo quente e pulsante, seu pau, e ele se esfregava em mim e me melecava, finalmente, encontrando a entrada de meu cu, ele da a primeira estocada, sem sucesso, afinal era virgem. Nunca tinha sentido tamanha dor!
-sempre quis experimentar essa bundinha apertadinha
As lagrimas escorriam enquanto ele tentava enfiar mais uma vez, e estocava, estocava até que finalmente sua cabeça entrou me fazendo gritar, mesmo que não pudesse ser ouvido, sentia ser dilacerado, estava com um misto de dor e ao mesmo tempo ficando de pau duro, ele empurrou mais quatro vezes até que entrou tudo e ficou la dentro, esperando eu relaxar, era quente e eu sentia como se fosse cagar a qualquer momento, ele foi tirando e colocando de vagar e aos poucos aumentando o ritmo, eu sentia tanta dor e ao mesmo tempo prazer, não sabia explicar, aquilo não era certo, mas eu estava gostando, foi quando por impulso dei uma rebolada, ajeitando minha bunda em sua pica grossa, mas que não parecia tão grande.
-Não é que a bichinha ta gostando?! Rebola, puta, rebula esse cuzão!
E sentindo ele aumentar a frequência de suas estocadas eu comecei a rebolar, ainda doía, mas eu realmente estava gostando, aquele membro duro dentro de mim, quente me deflorando, me rasgando, aquele homem sujo, fendendo a suor com sua mão salgada em minha boca, fazendo o meu pau babar de tesão ao ser fodido sem a menor intenção de o ser.
Foi então que senti quando ele aumentou ainda mais o ritmo o primeiro jato quente, e depois outro e outro, me inundando, melecando minha bunda, já suja com sangue e agora porra, eu continuei dando uma rebolada ou outra o até ele parar de estocar, cansado tirou de mim seu pau e se deitou ao meu lado, o cheiro de sexo e suor estava no ar do meu quarto, continuei de bruços por um tempo, virei meu rosto para ele e ele me beijou, sua língua entrando em minha boca de uma forma violenta, bruta, assim como havia me deflorado, foi meu primeiro beijo.
-gostou né viado?!
Não disse nada, continuei deitado enquanto ele se levantava e limpava seu pai na própria cueca, eu não falei nada, mas sim, eu gostei.